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10/05/2025 • • Parelheiros
Região em engenheiro marcilac. Ponte seca ,ponte alta ,mambu (implantação de linha de ônibus)
Solicito asfalto ecológico para a estrada da ponte em toda extensão alta 04891-270 , Estada da ponte seca em toda extensão 04891-360 , para viabilizar a implantação do transporte público para a nossa região, são mis de 2 .000 moradoras q andam mais de 30 km para uma linda mais próxima, estamos há anos sem transporte público, peço esse projeto para nossa região
3040. Drenar e pavimentar a Av. Paulo Guilguer Reimberg
11/05/2025 • • Capela do Socorro
Drenagem e pavimentação da Av. Paulo Guilguer Reimberg a partir da Estrada do Porto (trecho competente à subprefeitura Capela do Socorro).
Trata-se da unica avenida na cidade que se tem noticia que não possui pavimentação e drenagem. Nos dias de sol é uma poeira fina prejudicial à saude, nos dias de chuva uma buraqueira que trás prejuizos aos veiculos que ali trafegam constantemente. Via que é porta de entrada para grandes parques municipais, que poderiam atrair mais visitantes se não fosse pelo acesso penoso que é a via em questão. Também serve de rota alternativa à bairros mais afastados de Parelheiros e a Ilha do Bororé, mas devido as atuais condições muitos preferem esperar na fila para a travessia.
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15/04/2025 • • Itaquera
Ampliacão da linha de transporte 374M- Metro Itaquera- CPTM Ermelino Matarazzo devido atrasos, lotação máxima ,intervalos longos e falta de substituição de ônibus quebrados.
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26/04/2025 • • Aricanduva/Formosa/Carrão
CENTRO DE REFERÊNCIA EM SAÚDE DO IMIGRANTE
Os equipamentos de saúde não estão capacitados para o atendimento do imigrante. Por causa da limitação da língua. Há a necessidade da criação de um centro de referência com pessoas capacitadas para o atendimento ao imigrante.
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27/04/2025 • • Campo Limpo
TEMPO DE ESPERA - Saúde
criar um sistema onde o paciente veja o andamento de seu atendimento. onde está, pra onde vai.
que possa acompanhar em tempo real.
temos vários relatos nas várias unidades que mães perdem a vez por estar em trocador com filhos quando é chamada pelo médico.
já vimos outras situações de ficha se extrair de várias formas por vários motivos.
também o paciente poderá ver o processo de qualificação e vai saber que outros que chegaram depois são atendidos antes por estar no nível vermelho Emergencial. já acalmamos vários pacientes em unidades diferentes somente posicionando eles de onde está os médicos enfermeiros etc. (emergência)
Instituto Surep
2007. Implementar acessibilidade, iluminação, Centro de apoio ao idoso
06/05/2025 • • Sapopemba
Implementação de acessibilidade, iluminação, Centro de apoio de idoso, apoio ao deficiente.
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08/05/2025 • • Lapa
A situação das árvores de São Paulo é calamitosa. Como podas de condução não são realizadas e os canteiros onde as árvores estão são, em grande parte, irregulares – completamente alheios ao Manual Técnico de Arborização Urbana da SVMA -, o que resulta é o aprodecimento do lenho das plantas, anelamento, comprometimento do desenvolvimento de suas raízes e, assim, a drástica redução da sua longevidade. Por conta disso, é comum avistar pelo bairro árvores mortas ou em péssimo estado fitossanitário, com grandes lesões caulinares, galhos rachados e desprovidos de folhas (além daqueles acometidos por plantas parasitas como barba-de-velho, que destróem as copas das árvores).
Como reflexo de décadas de tendências paisagísticas irresponsáveis e plantios não-fiscalizados, os quarteirões são dominados por espécies exóticas (algumas invasoras). Figueiras (F. benjamina e F. elastica), resedás (Lagerstroemia indica), sete-copas (Terminalia catappa), mangueiras (Mangifera indica), palmeiras seafórtias (A. cunninghamiana), dentre outras, ocupam espaços que deveriam ser de árvores nativas, as quais contribuiriam para a manutenção do equilíbrio ecológico do que décadas atrás era uma densa floresta de Mata Atlântica, o bioma mais biodiverso do mundo. Não apenas, são também frequentes árvores que, embora nativas, são impróprias para arborização urbana, a julgar pelo seu porte pequeno e madeira de baixa resistência, como as quaresmeiras e manacás-da-serra (Pleroma spp.).
1957
06/05/2025 • • Freguesia/Brasilândia
Fazer canalização na rua Julio Pinheiro, N°72.
Parque Tiete, canalização do córrego, número 72. Na viela também colocar placa de proibição, no muro da escola municipal Castro Alves, do lado com Rua Agenor Alves Meira com Julio Pinheiro
Na rua Agenor Alves Meira, 374 / enchente, colocar mais boca de lobo, com urgência.
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11/05/2025 • • Cidade Tiradentes
Regulamentação fundiária para todos os moradores da cidade Tiradentes de modo a prover moradia digna, saneamento básico, ruas demarcadas, com acesso facilitado a carros como caminhão de coleta, implantação de coleta seletiva e moradias de alvenaria.
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03/05/2025 • • Butantã
Corredores Verdes e Iluminação Sustentável: Mais Segurança e Sustentabilidade para o Butantã: Objetivo: criar “corredores verdes iluminados” nos principais eixos pedonais do Butantã, com arborização nativa, calçadas acessíveis e postes LED solares, promovendo segurança, conforto térmico e uso comunitário dos espaços. Descrição: a proposta visa transformar áreas de alta circulação e baixa infraestrutura em ambientes seguros e sustentáveis. Serão priorizadas regiões como o Rio Pequeno, entorno do Metrô Butantã e vias próximas a escolas e unidades de saúde. Componentes do projeto: Arborização urbana: plantio de 500 árvores nativas da Mata Atlântica, ampliando a cobertura vegetal e conectando áreas verdes existentes; Iluminação sustentável: 2.100 postes com luminárias LED alimentadas por energia solar, com sensor de presença e telegestão; Calçadas acessíveis: revitalização de 12 km com piso tátil, faixa livre e drenagem permeável; Espaços de convivência: 18 "pocket squares" com bancos, wi-fi, lixeiras seletivas e jardins de chuva. Alinhamento às políticas públicas: a proposta cumpre o Plano Diretor Estratégico (arts. 147-150), contribui às metas 22 (corredores ecológicos) e 38 (LED público) do Programa de Metas da PMSP, e está em conformidade com a Política Municipal de Mudança do Clima (Lei 14.933/09) e o Plano Municipal de Arborização (Dec. 61.859/22). Investimento estimado: R$ 7 milhões, com recursos divididos entre arborização (1,5 mi), iluminação (2,2 mi), calçadas (1,8 mi), espaços de convivência (0,9 mi) e manutenção (0,6 mi). Benefícios esperados: redução de 15% em crimes contra pedestres, queda de 1,2 °C na temperatura de superfície, economia de 180 MWh/ano em energia elétrica, melhoria da acessibilidade e valorização urbana.