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1262. Reformar as área de lazer na Rua Jorge Soares de Macedo, Jd. Ana Maria
29/04/2025 • • Campo Limpo
Reforma das área de lazer na Rua Jorge Soares de Macedo, altura do número 200 no Jardim Ana Maria.
A área possui 2 quadras que precisam de reforma e pintura do piso, reforma e/ou troca dos equipamentos como traves e grades. Reforma dos banheiros que não funcionam.
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08/05/2025 • • Lapa
A situação das árvores de São Paulo é calamitosa. Como podas de condução não são realizadas e os canteiros onde as árvores estão são, em grande parte, irregulares – completamente alheios ao Manual Técnico de Arborização Urbana da SVMA -, o que resulta é o aprodecimento do lenho das plantas, anelamento, comprometimento do desenvolvimento de suas raízes e, assim, a drástica redução da sua longevidade. Por conta disso, é comum avistar pelo bairro árvores mortas ou em péssimo estado fitossanitário, com grandes lesões caulinares, galhos rachados e desprovidos de folhas (além daqueles acometidos por plantas parasitas como barba-de-velho, que destróem as copas das árvores).
Como reflexo de décadas de tendências paisagísticas irresponsáveis e plantios não-fiscalizados, os quarteirões são dominados por espécies exóticas (algumas invasoras). Figueiras (F. benjamina e F. elastica), resedás (Lagerstroemia indica), sete-copas (Terminalia catappa), mangueiras (Mangifera indica), palmeiras seafórtias (A. cunninghamiana), dentre outras, ocupam espaços que deveriam ser de árvores nativas, as quais contribuiriam para a manutenção do equilíbrio ecológico do que décadas atrás era uma densa floresta de Mata Atlântica, o bioma mais biodiverso do mundo. Não apenas, são também frequentes árvores que, embora nativas, são impróprias para arborização urbana, a julgar pelo seu porte pequeno e madeira de baixa resistência, como as quaresmeiras e manacás-da-serra (Pleroma spp.).
2500
09/05/2025 • • Capela do Socorro
PRAÇA DO CIDADÃO PARTICIPATIVO
Com a falta de espaços de lazer e cultura, é muito importante termos no minimo em cada territorio da Subprefeitura, uma Praça com caracteristicas diferenciadas, que será a PRAÇA DO CIDADÃO PARTICIPATIVO!
Neste espaço da PRAÇA DO CIDADÃO PARTICIPATIVO, que será administrado pelo Conselho Participativo Municipal da Subprefeitura, onde terá o seguinte objetivo:
- FAZER O DEBATE COM A POPULAÇÃO SOBRE OS TEMAS QUE TRAZEM ALGUM TIPO DE PROBLEMA VISANDO A SOLUÇÃO;
- ESTIMULAR A CRIÇÃO DE SHOWS CULTURAIS COM ARTISTAS LOCAIS;
- PROMOVER O LAZER PERMANENTE;
- TRAZER CURSOS TEMÁTICOS;
O Conselho Participativo Municipal, com essa iniciativa da PRAÇA DO CIDADÃO PARTICIPATIVO, criará um novo conceito de debates, informações e intertenimento com a Sociedade Civil.
Local para Aplicação: Em Praça de escolha e facil acesso a todos, aproveitando os Domingos que tem a TARIFA ZERO!
VALOR DESTINADO NO OC/26 SERÁ DE: R$ 1.000.000,00;
O RESTANTE DO VALOR DEVERÁ SER COMPLEMENTADO PELO O ORÇAMENTO DA SUBPREFEITURA, SECRETARIA MUNICIPAL DE DIREITOS HUMANOS, CASA CIVIL E SMSUB;
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11/05/2025 • • Itaim Paulista
Aumentar o número de POTES para zeladoria de acordo com a demanda de serviço e o número proporcional ao número de habitantes.
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16/04/2025 • • Cidade Tiradentes
Conexão Tiradentes – Ciclovias para Mobilidade Sustentável
Propõe-se a criação de 15 km de ciclovias e ciclofaixas conectando áreas residenciais a terminais de ônibus, escolas e serviços públicos. O projeto visa incentivar o uso da bicicleta como meio de transporte seguro, não poluente e acessível, contribuindo para a redução do trânsito e das emissões de gases do efeito estufa. A ação integra as metas municipais de sustentabilidade e favorece uma Cidade Tiradentes mais conectada e saudável.
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10/05/2025 • • São Miguel
Projeto de Revitalização da Praça – Inclusão e Acessibilidade para a Comunidade
Este projeto tem como objetivo revitalizar a praça da comunidade, criando um espaço seguro, acessível e inclusivo para todas as idades. A proposta inclui a construção de uma quadra poliesportiva fechada, áreas de lazer para crianças em situação de vulnerabilidade, equipamentos de ginástica ao ar livre e espaços para a convivência de idosos, como mesas para jogos de dominó e xadrez.
Além disso, o projeto prioriza a acessibilidade com rampas, piso tátil e sinalização em Braille, promovendo a inclusão de pessoas com deficiência (PCDs) e mobilidade reduzida. Também serão instalados postes solares para iluminação eficiente e sistemas de segurança para garantir a preservação do espaço.
Com esta iniciativa, busca-se transformar a praça em um ponto de encontro comunitário, incentivando a prática esportiva, o fortalecimento dos laços sociais e a melhoria da qualidade de vida para todos os moradores.
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22/04/2025 • • Santana/Tucuruvi
PCD - RESPEITO - INCLUSÃO.
CRIAR SINALIZAÇÃO PARA CASA DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA (cadeirantes).
Que todas as residências onde more trabalhe ou um PCD, cadeirante frequentar, que seja tenha guia rebaixada, placas de avisos de proibido parar e estacionar veículos e qualquer outro tipo de produto (entulho, lixo, resto de construção) que atrapalhe violência o direito de ir e vir do cadeirante PCD.
PROJETO AMANCO
Instituto Surep
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30/04/2025 • • Vila Mariana
PROPOSTA DE TRANSFORMAÇÃO DO TERRENO MUNICIPAL DA RUA PEDRO DE TOLEDO nº 1082/1084 EM PRAÇA PÚBLICA
A comunidade da Vila Clementino apresenta um pleito fundamentado para a transformação do terreno municipal localizado na Rua Pedro de Toledo nº 1082/1084, utilizado até recentemente como estacionamento da secretaria de educação e atualmente cedido à ONG Casa Hunter, em uma praça pública verde, acessível e geradora de bem-estar coletivo. Tal proposta está ancorada em dispositivos constitucionais, no Estatuto da Cidade, no Plano Diretor e nos Planos Regionais da Subprefeitura de Vila Mariana, todos os quais conferem prioridade à função social, ambiental e comunitária do solo urbano. A Vila Clementino encontra-se em situação crítica de déficit ambiental e urbano: apresentou o maior número de lançamentos residenciais de São Paulo nos últimos anos (mais de 4.100 unidades em 2023 segundo o Secovi-SP). A região dispõe de apenas 6,8 m² de área verde por habitante, muito abaixo do mínimo recomendado pela OMS (12 m²/hab). O adensamento sem os devidos planejamentos ambiental e viário agravou problemas como ilhas de calor, saturação do tráfego local e escassez de espaços públicos de convivência. A ausência de consulta popular durante a tramitação da cessão do terreno, a falta de estudos amplamente divulgados de impacto viário e ambiental, e o potencial desrespeito a critérios urbanísticos e operacionais mínimos tornam este tema muito relevante. A transformação do terreno em praça pública não é apenas possível: ela é legal, legítima, urgente e alinhada com diretrizes locais, nacionais e internacionais de cidades sustentáveis.