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263
14/04/2025 • • Pirituba/Jaraguá
REVITALIZAÇÃO DA PRAÇA EXISTENTE NA RUA VASCO BALBOA, ENTRE OS NÚMEROS 110 E 200, NO JARDIM IPANEMA / JARAGUÁ , E INSTALAÇÃO DE APARELHOS DE ACADEMIA PARA O USO DA POPULAÇÃO E PLANTIO DE ÁRVORES NO LOCAL DAS ENVENENADAS.
A PRAÇA ESTÁ FREQUENTEMENTE SENDO INVADIDA, AS ÁRVORES SÃO ENVENENADAS, E SENDO COMUM O ABANDONO DE CARROS E LIXO.
992. Finalizar obra de contenção de encosta
24/04/2025 • • Aricanduva/Formosa/Carrão
TÉRMINO DE OBRA DE CONTENÇÃO DE ENCOSTA , OBRA URGENTE
População espera a anos pela revitalização do local, 2024 foi destinado recurso para esta obra importante , mas infelizmente a obra não foi realizada, como pode ser constatado em Processo SEI 6030.20240003458-0 a qual contém todas as informações incluse relatórios , projeto e planilha orçamentária, Obra de responsabilidade da Secretaria Municipal das Subprefeituras ou SIURB . Foi feita Obra de um muro de arrimo em 2023, mas necessita obras complementares de Execução de Solo Grampeado no Talude.
3055
11/05/2025 • • Freguesia/Brasilândia
Requalifiação do escadão na Rua Dom Sebastião ,277 Vl Brasilandia
1891
06/05/2025 • • Mooca
ATERRAMENTO DOS FIOS E CABOS, A COMEÇAR PELA AVENIDA PAES DE BARROS.
Muitas avenidas e ruas, possuem árvores com mais de 30/40 anos, devido o porte dessas árvores, a concorrência pelo espaço com os fios, é constante; e na maioria das vezes, a poda da árvore, não é a ideal, e sim visando livrar os fios de energia. Esse tipo de poda prejudica a árvore, deixando a mesma vulnerável numa tempestade. Para solucionar esse problema e mantermos as árvores com todo seu explendor e parar com a poda não desejável, o aterramento desses fios, se faz necessário.
Para não onerar em demasia os cofres públicos e o consumidor, o aterramento deve começar pelas avenidas com muitas árvores de porte grande e com maior fluxo, nesse caso sugerimos a Avenida Paes de Barros. Deverá seguir um cronograma que será apresentado pela equipe da subprefeitura, levando em conta sempre o porte das árvores nas avenidas ou ruas, e priorizar onde ocorrem problemas de falta de energia, com mais frequência, devido atrito entre árvore e fios.
3072
11/05/2025 • • M'Boi Mirim
Implantar Hospital Vererinário e ampliar acesso à gastração gratuita de cães e gatos
1973
06/05/2025 • • Vila Mariana
Destinação de recurso orçamentário para o Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo por ter utilidade pública municipal.
572
18/04/2025 • • Lapa
VILA REENCONTRO
Que possamos criar nos nossos distritos uma vila reencontro.
Mais sobre o Programa Reencontro
O Programa Reencontro prevê a entrega de módulos de 18 m², equipados com cozinha, banheiro, armário e mobiliário de acordo com a configuração familiar, para pessoas em situação de vulnerabilidade social. O programa é focado na conquista da autonomia por parte dos usuários através da reinserção no mercado de trabalho e da reconstrução dos vínculos sociais e familiares.
Instituto Surep
310
15/04/2025 • • Vila Maria/Vila Guilherme
UPA para UBS Jardim Brasil.
UBS Jardim Julieta: começar logo as obras.
2310
08/05/2025 • • Lapa
A situação das árvores de São Paulo é calamitosa. Como podas de condução não são realizadas e os canteiros onde as árvores estão são, em grande parte, irregulares – completamente alheios ao Manual Técnico de Arborização Urbana da SVMA -, o que resulta é o aprodecimento do lenho das plantas, anelamento, comprometimento do desenvolvimento de suas raízes e, assim, a drástica redução da sua longevidade. Por conta disso, é comum avistar pelo bairro árvores mortas ou em péssimo estado fitossanitário, com grandes lesões caulinares, galhos rachados e desprovidos de folhas (além daqueles acometidos por plantas parasitas como barba-de-velho, que destróem as copas das árvores).
Como reflexo de décadas de tendências paisagísticas irresponsáveis e plantios não-fiscalizados, os quarteirões são dominados por espécies exóticas (algumas invasoras). Figueiras (F. benjamina e F. elastica), resedás (Lagerstroemia indica), sete-copas (Terminalia catappa), mangueiras (Mangifera indica), palmeiras seafórtias (A. cunninghamiana), dentre outras, ocupam espaços que deveriam ser de árvores nativas, as quais contribuiriam para a manutenção do equilíbrio ecológico do que décadas atrás era uma densa floresta de Mata Atlântica, o bioma mais biodiverso do mundo. Não apenas, são também frequentes árvores que, embora nativas, são impróprias para arborização urbana, a julgar pelo seu porte pequeno e madeira de baixa resistência, como as quaresmeiras e manacás-da-serra (Pleroma spp.).