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Inclui Sampa 25-28 para Pessoas com Deficiência

Descrição

O Inclui Sampa 25-28 é um documento de planejamento estratégico da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED), que define as diretrizes para as políticas públicas voltadas às pessoas com deficiência no município de São Paulo. Ele reflete o compromisso da administração municipal com a inclusão, acessibilidade e promoção dos direitos dessa população.

O plano busca aperfeiçoar a qualidade, ampliar os serviços existentes e propor novas ações que respondam às demandas das pessoas com deficiência, orientando as iniciativas municipais para atender essas necessidades de forma eficaz.

A etapa de consulta pública é essencial para fortalecer a legitimidade do plano e garantir seu alinhamento às necessidades reais da sociedade civil. Com base nas contribuições coletadas, o Inclui Sampa 25-28 será consolidado como um instrumento de política pública robusto e representativo.


Sugestões para o documento

Sugestões sobre Ver no documento

1.1. Ações

Realizar edições do Inclui Sampa nos Bairros em diferentes territórios da cidade, oferecendo de forma prática e ágil uma ampla gama de serviços e orientações para pessoas com deficiência e seus familiares.

2 sugestões
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 •  Sheila Honoria Corrêa

Esta ação deve ser ampliada para não acarretar questões futuras que sobrecarregam tanto a pessoa, quanto o sistema de saúde, sendo que a prevenção resolve muita coisa.

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 •  Carmen Guilherme

Realizar edições em diferentes bairros, do inclui Sampa, priorizando áreas de difícil acesso, com parcerias locais para ampliar o alcance. Oferecer serviços móveis e atendimento personalizado, garantindo acessibilidade em Libras, braile e linguagem simples. Incluir atividades interativas e tecnologia de apoio para engajar o público e facilitar o acesso às orientações.

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1.2. Ações

Implantar 3 Centros Municipais para Pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA).

3 sugestões
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 •  Fabiana Trigo Caceres

Oferecer esse serviço é importante, porém como mãe de criança múltipla, sinto a exclusão, esses centros deveriam ser especialistas em cuidados das crianças no geral e oferecer terapias específicas que atualmente não tem disponível no SUS. Abranger a todos e não especificar somente para autistas.

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 •  Sheila Honoria Corrêa

Quanto antes houver intervenção menor serão os problemas futuros.

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 •  Carmen Guilherme

Implantem cinco Centros Municipais para Pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), distribuídos nas regiões Norte, Sul, Leste, Oeste e Centro do município.

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1.3. Ações

Criar 8 Casas Mãe Paulistana - Pessoa com Deficiência para oferecer acolhimento, apoio psicossocial e orientação às mães e cuidadoras.

Uma sugestão
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 •  Sheila Honoria Corrêa

Cuidar de quem cuida é uma frente essencial, uma vez que se esta pessoa faltar, também trará sobrecarga p o sistema.

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1.4. Ações

Ampliar o uso da Central de Intermediação em Libras (CIL) nos serviços públicos da cidade por meio dos Postos de Atendimento Presencial (PAP-CIL).

2 sugestões
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 •  Fabiana Trigo Caceres

Como mãe de surdo tenho dificuldade de encontrar curso de libras de ofereça diploma reconhecido pelo MEC, com professores surdos, poderiam fazer parcerias, subsidios e oferecer bolsas gratuitas nos cursos da PUC por exemplo, para formar as mães como possíveis intérpretes, gerar renda.

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 •  Sheila Honoria Corrêa

Amoliar sim, mas tb trabalho a psicoeducação ensinando libras através de outras frentes além da saúde. Dar à sociedade a oportunidade de aprender tb. Até mesmo implantar libras nas escolas.

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2.2. Ações

Fortalecer o atendimento multidisciplinar nos Centros Especializados em Reabilitação (CER).

3 sugestões
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 •  Fabiana Trigo Caceres

O atendimento multidisciplinar com terapias mais específicas e profissionais mais especializados para tratar todo tipo de comorbidade. O CER trabalha na linha da AACD e foca no atendimento somente de crianças com PC e meningocele....de novo as crianças múltiplas de fora....

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 •  Flavia Coppa

O CER precisa melhorar muito para aumentar as vagas de fisioterapia, e profissionais melhor capacitados

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 •  Carmen Guilherme

Fortalecer o atendimento multidisciplinar nos Centros Especializados em Reabilitação (CER), investindo na capacitação contínua das equipes, promovendo formação integrada entre os profissionais de diferentes áreas.

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2.3. Ações

Ampliar o atendimento em saúde bucal das pessoas com deficiência.

Uma sugestão
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 •  Fabiana Trigo Caceres

A USP tem um centro de atendimento ao pCD que poderia servir como referencia, muito necessário!! Mesmo na AACD só fazem o básico...falta tratamento para casos mais sérios, principalmente com sedação para as crianças que tem dificuldade em abrir a boca ou ficarem quietas...

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3.1. Ações

Realizar campanha de busca ativa de crianças e jovens com deficiência em idade escolar que se encontrem fora da escola.

3 sugestões
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 •  Fabiana Trigo Caceres

O programa POT busca ativa é bem eficaz, e contrata as mães que tem filhos na escola e baixa renda...muito bom!

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 •  Carmen Guilherme

Realizar campanhas de busca ativa de crianças e jovens com deficiência em idade escolar que se encontrem fora da escola, realizando a escuta das famílias para entender suas necessidades e barreiras, garantindo o acesso à educação inclusiva e o apoio necessário.

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 •  Carmen Guilherme

Realizar campanhas de busca ativa de crianças e jovens com deficiência em idade escolar que se encontrem fora da escola, realizando a escuta das famílias para entender suas necessidades e barreiras, garantindo o acesso à educação inclusiva e o apoio necessário.

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3.2. Ações

Aprimorar as salas de recursos multifuncionais nas escolas municipais por meio da aquisição de novas tecnologias assistivas.

5 sugestões
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 •  Fabiana Trigo Caceres

Muito necessário!

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 •  Marcelo_Spinola

Na cidade de São Paulo, para atuar na SRM, os professores são "designados" por opção. Necessitamos que esta função se torne um "cargo efetivo", facilitando a garantia do AEE. Professor de Atendimento Educacional Especializado deve ser um cargo garantido via concurso público em todas as Unidades Escolares!

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 •  resantoscontato

A iniciativa visa aprimorar as salas de recursos multifuncionais nas escolas municipais por meio da aquisição de novas tecnologias assistivas. Esta ação busca atender às necessidades de alunos da educação infantil e do ensino fundamental, promovendo um ambiente de aprendizado mais inclusivo. Professores de Atendimento Educacional Especializado (AEE) concursados serão responsáveis por integrar e utilizar essas novas tecnologias, que incluem dispositivos de comunicação alternativa, software educativo adaptativo e equipamentos de acessibilidade. O objetivo é garantir oportunidades iguais de aprendizagem e desenvolvimento para todas as crianças, promovendo uma cultura de inclusão nas escolas.

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 •  Carmen Guilherme

Aprimorar e incentivar a implantação de pelo menos uma sala de recursos multifuncionais nas escolas municipais, promovendo a aquisição de novas tecnologias assistivas e equipamentos de suporte, para garantir um atendimento educacional mais inclusivo e personalizado.

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 •  Carmen Guilherme

Aprimorar e incentivar a implantação de pelo menos uma sala de recursos multifuncionais nas escolas municipais, promovendo a aquisição de novas tecnologias assistivas e equipamentos de suporte, para garantir um atendimento educacional mais inclusivo e personalizado.

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3.3. Ações

Promover a criação de novas Salas de Descompressão para pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo em espaços municipais.

3 sugestões
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 •  Fabiana Trigo Caceres

Mais uma vez...não serve só pro autista, mas pra toda criança com deficiência, esse slogan de ser só pro autista exclui os demais!!!

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 •  Flavia Coppa

Incluir profissionais capacitados para lidar com as pessoas.

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 •  resantoscontato

A proposta é criar novas salas de descompressão em espaços municipais para pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). Essas salas, equipadas com a técnica Snoezelen ou salas multissensoriais, oferecem um ambiente controlado com estímulos sensoriais variados, como luzes suaves, sons relaxantes e texturas diferentes. O objetivo é proporcionar um espaço tranquilo e seguro para reduzir a ansiedade e o estresse, promovendo o bem-estar e a inclusão dessas pessoas na comunidade.

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4.1. Ações

Incentivar o desenvolvimento de projetos de inclusão para pessoas com deficiência por meio de chamamento público.

Uma sugestão
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 •  Marcelo Soares Vilhanueva

incluindo a implantação de Serviço de Proteção Social Especial para Pessoas com Deficiência, Idosas e suas Famílias, na modalidade em domicílio, onde há Cuidador Social em domicílio para diminuir a sobrecarga dos cuidadores, e evitar o rompimento de vínculos, e consequente acolhimento institucional da PcD.

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4.2. Ações

Implementar um sistema de monitoramento para pessoas com deficiência em situação de rua.

Uma sugestão
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 •  Marcelo Soares Vilhanueva

e ampliar o número de Residências Inclusivas e do Auxílio Reencontro Família em um valor maior para que as famílias consigam custear o cuidado dessa PcD na família.

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4.3. Ações

Fortalecer e desenvolver ações e programas de acolhimento e orientação a pais de crianças com deficiência.

2 sugestões
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 •  Fabiana Trigo Caceres

Uma centro de atendimento psicológico só para mães de criança com deficiência seria muito bom, com equipe multidisciplinar, psicólogo, psiquiatra, acupuntura, e encaminhamento para especialidades, a gente desenvolve muitas coisas pela falta de rede de apoio e outras questões da maternidade atípica. Eu por exemplo fibromialgia, síndrome de bournout....

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 •  Carmen Guilherme

Ampliar e implementar ações e programas de apoio e orientação para pais de pessoas com deficiência.

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4.4. Ações

Fortalecer ações de prevenção e enfrentamento da violência contra pessoas com deficiência no município.

2 sugestões
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 •  Fabiana Trigo Caceres

A delegacia do PCD no centro é top, já usei, apesar de ser longe valeu a pena!!! Um lugar de escuta e de ações, porque em outro lugar nem levam a sério!

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 •  Carmen Guilherme

Promover capacitação de profissionais, ampliar campanhas de conscientização acessíveis, fortalecer redes de proteção e garantir canais de denúncia inclusivos para prevenir e enfrentar a violência contra pessoas com deficiência no município de São Paulo.

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5.1. Ações

Realizar oficinas culturais livres voltadas para pessoas com deficiência em equipamentos públicos ou instituições especializadas no município de São Paulo.

Uma sugestão
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 •  Fabiana Trigo Caceres

Poderiam fazer parceria com o projeto Guri e colocar musicalização ou musicoterapia para as crianças PCD!! Seria maravilhoso 😍

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5.3. Ações

Estimular a contratação de artistas com deficiência em eventos culturais municipais, visando aumentar sua representatividade.

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 •  outropedrosilva

E garantir a execução do edital de apoio a artistas e instituições de pessoas com deficiência, nos termos aprovados na LOA 2025 e anualmente.

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5.5. Ações

Incentivar ações de turismo acessível para garantir a inclusão de pessoas com deficiência.

Uma sugestão
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 •  Flavia Coppa

Garantir a acessibilidade aos equipamentos turísticos da cidade, com rampas decentes, elevadores, assentos reservados etc

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6.1. Ações

Incentivar a prática de atividades físicas adaptadas em equipamentos públicos ou em instituições que atendam pessoas com deficiência.

2 sugestões
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 •  Diego joel nunes

Importante iniciativa, contudo, falta equipamento público de qualidade.

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 •  Carmen Guilherme

Promover e Incentivar atividades físicas adaptadas em espaços públicos e instituições para pessoas com deficiência.

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6.2. Ações

Ampliar o número de bolsas para atletas nas modalidades paradesportivas.

2 sugestões
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 •  Diego joel nunes

Divulgar mais sobre a existência e requisitos para o bolsa atleta!

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 •  SHEILA DE SOUZA SANTANA

Ampliar as bolsas para atletas de base para que se possa ter atletas contemplados m todas as esferas

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6.3. Ações

Capacitar professores e técnicos em educação física para práticas inclusivas e iniciação no paradesporto.

2 sugestões
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 •  Diego joel nunes

Abrir novos editais para que as associações tenham saúde financeira para disponibilizar cursos, workshop e palestras sobre a prática esportiva para pessoas com deficiência.

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 •  Carmen Guilherme

Capacitar professores e técnicos de educação física para que possam promover práticas inclusivas e iniciar os alunos no paradesporto nas escolas municipais e equipamentos esportivos.

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7.1. Ações

Implementar um programa de emprego apoiado no município para promover a inclusão de pessoas com deficiência no mercado formal de trabalho.

Uma sugestão
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 •  Fabiana Trigo Caceres

Neste ponto gostaria de ressaltar a importância desse programa abranger as mães de crianças PCD, vagas de trabalho remoto, capacitação!!! Muito necessário, muitas mães que não tem rede de apoio e que precisam de renda extra

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7.3. Ações

Fomentar o empreendedorismo das pessoas com deficiência e de suas famílias.

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 •  Fabiana Trigo Caceres

Já participei de cursos do sebrae, do instituto Jô clemente, a maior dificuldade pra começar é a verba e orientação financeira.

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8.1. Ações

Mapear e avaliar as condições de acessibilidade dos equipamentos e serviços públicos municipais.

2 sugestões
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 •  Flavia Coppa

E tornar público

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 •  HugoFukuzava

Melhorar os entornos de hospitais públicos, especialmente hospitais como a AACD, Lucy Montoro e HC, é essencial. Por mais que esses hospitais possuam certa acessibilidade, os arredores, como calçadas, metrôs e transporte público até o local, apresentam grandes dificuldades para pessoas com deficiência. Isso é particularmente evidente nas estações de metrô próximas a esses hospitais. Tendo em vista que praticamente 100% dos pacientes que frequentam esses hospitais possuem algum grau de deficiência ou mobilidade reduzida, a falta de acessibilidade nos entornos se torna um obstáculo grave. Os problemas não se resumem apenas a calçadas esburacadas — embora isso também seja muito comum. O maior desafio está nas calçadas extremamente inclinadas, muitas com quase 45° ou mais, tornando o deslocamento com cadeira de rodas extremamente difícil e perigoso. Além disso, há casos em que árvores e postes estão posicionados no meio das calçadas, bloqueando completamente a passagem e obrigando a pessoa a transitar pela rua, aumentando os riscos.

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8.2. Ações

Manter o compromisso de que novas obras e reformas municipais sejam entregues com o Selo de Acessibilidade Arquitetônica.

2 sugestões
Manter
 •  HugoFukuzava

Melhorar os entornos de hospitais públicos, especialmente hospitais como a AACD, Lucy Montoro e HC, é essencial. Por mais que esses hospitais possuam certa acessibilidade, os arredores, como calçadas, metrôs e transporte público até o local, apresentam grandes dificuldades para pessoas com deficiência. Isso é particularmente evidente nas estações de metrô próximas a esses hospitais. Tendo em vista que praticamente 100% dos pacientes que frequentam esses hospitais possuem algum grau de deficiência ou mobilidade reduzida, a falta de acessibilidade nos entornos se torna um obstáculo grave. Os problemas não se resumem apenas a calçadas esburacadas — embora isso também seja muito comum. O maior desafio está nas calçadas extremamente inclinadas, muitas com quase 45° ou mais, tornando o deslocamento com cadeira de rodas extremamente difícil e perigoso. Além disso, há casos em que árvores e postes estão posicionados no meio das calçadas, bloqueando completamente a passagem e obrigando a pessoa a transitar pela rua, aumentando os riscos.

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 •  Carmen Guilherme

Manter o compromisso de que todas as novas obras e reformas municipais sejam entregues com o Selo de Acessibilidade Arquitetônica, garantindo que os espaços sejam realmente acessíveis a pessoas com deficiência

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8.3. Ações

Alinhar a implantação projetos de Rotas Acessíveis, envolvendo requalificação das calçadas, instalação de pisos táteis, adequações de acessibilidade e instalação de botoeiras sonoras.

Uma sugestão
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 •  HugoFukuzava

Melhorar os entornos de hospitais públicos, especialmente hospitais como a AACD, Lucy Montoro e HC, é essencial. Por mais que esses hospitais possuam certa acessibilidade, os arredores, como calçadas, metrôs e transporte público até o local, apresentam grandes dificuldades para pessoas com deficiência. Isso é particularmente evidente nas estações de metrô próximas a esses hospitais. Tendo em vista que praticamente 100% dos pacientes que frequentam esses hospitais possuem algum grau de deficiência ou mobilidade reduzida, a falta de acessibilidade nos entornos se torna um obstáculo grave. Os problemas não se resumem apenas a calçadas esburacadas — embora isso também seja muito comum. O maior desafio está nas calçadas extremamente inclinadas, muitas com quase 45° ou mais, tornando o deslocamento com cadeira de rodas extremamente difícil e perigoso. Além disso, há casos em que árvores e postes estão posicionados no meio das calçadas, bloqueando completamente a passagem e obrigando a pessoa a transitar pela rua, aumentando os riscos.

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8.4. Ações

Apoiar ações voltadas à manutenção de calçadas, instalação de rebaixamentos e travessias elevadas para pedestres, nivelamentos, pavimentos adequados e piso tátil, garantindo maior segurança e acessibilidade.

2 sugestões
Manter
 •  HugoFukuzava

Melhorar os entornos de hospitais públicos, especialmente hospitais como a AACD, Lucy Montoro e HC, é essencial. Por mais que esses hospitais possuam certa acessibilidade, os arredores, como calçadas, metrôs e transporte público até o local, apresentam grandes dificuldades para pessoas com deficiência. Isso é particularmente evidente nas estações de metrô próximas a esses hospitais. Tendo em vista que praticamente 100% dos pacientes que frequentam esses hospitais possuem algum grau de deficiência ou mobilidade reduzida, a falta de acessibilidade nos entornos se torna um obstáculo grave. Os problemas não se resumem apenas a calçadas esburacadas — embora isso também seja muito comum. O maior desafio está nas calçadas extremamente inclinadas, muitas com quase 45° ou mais, tornando o deslocamento com cadeira de rodas extremamente difícil e perigoso. Além disso, há casos em que árvores e postes estão posicionados no meio das calçadas, bloqueando completamente a passagem e obrigando a pessoa a transitar pela rua, aumentando os riscos.

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 •  Carmen Guilherme

Apoiar ações voltadas à fiscalização da manutenção de calçadas, instalação de rebaixamentos e travessias elevadas para pedestres, nivelamentos, pavimentos adequados e piso tátil, garantindo maior segurança e acessibilidade.

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8.5. Ações

Realizar o mapeamento e a avaliação das condições de acessibilidade nos sistemas de transporte da cidade.

2 sugestões
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 •  Fabiana Trigo Caceres

Verificar a acessibilidade do metrô Ana Rosa, não tem elevador. Na linha azul elevadores sempre quebrados e sujos. O metrô da Sé é uma vergonha de pequeno pra tanta gente circulando.

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 •  HugoFukuzava

Melhorar os entornos de hospitais públicos, especialmente hospitais como a AACD, Lucy Montoro e HC, é essencial. Por mais que esses hospitais possuam certa acessibilidade, os arredores, como calçadas, metrôs e transporte público até o local, apresentam grandes dificuldades para pessoas com deficiência. Isso é particularmente evidente nas estações de metrô próximas a esses hospitais. Tendo em vista que praticamente 100% dos pacientes que frequentam esses hospitais possuem algum grau de deficiência ou mobilidade reduzida, a falta de acessibilidade nos entornos se torna um obstáculo grave. Os problemas não se resumem apenas a calçadas esburacadas — embora isso também seja muito comum. O maior desafio está nas calçadas extremamente inclinadas, muitas com quase 45° ou mais, tornando o deslocamento com cadeira de rodas extremamente difícil e perigoso. Além disso, há casos em que árvores e postes estão posicionados no meio das calçadas, bloqueando completamente a passagem e obrigando a pessoa a transitar pela rua, aumentando os riscos.

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9.2. Ações

Incentivar a coleta e tratamento de dados com foco na criação de novos indicadores relativos às pessoas com deficiência no Observatório Municipal da Pessoa com Deficiência e no desenvolvimento de Políticas Públicas.

2 sugestões
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 •  Fabiana Trigo Caceres

Próximo senso tem que abranger as deficiências!

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 •  SHEILA DE SOUZA SANTANA

Um Observatório Municipal da Pessoa com Deficiência tem um papel essencial no monitoramento, análise e formulação de políticas públicas voltadas para esse público. Para que ele seja mais eficiente, acessível e informativo, é necessário aprimorar alguns aspectos fundamentais: 1. Coleta e Tratamento de Dados Base de Dados Unificada: Integrar informações de diferentes órgãos (saúde, educação, assistência social, transporte) para formar um panorama real das condições de vida das pessoas com deficiência no município. Segmentação Detalhada: Criar indicadores que levem em conta diferentes tipos de deficiência, níveis de acessibilidade urbana, empregabilidade, acesso à educação e qualidade de vida. Ferramentas de Atualização Contínua: Garantir que os dados sejam constantemente atualizados por meio de pesquisas, parcerias com universidades e consultas públicas. 2. Acessibilidade Digital Site Acessível: O portal do observatório deve ser compatível com leitores de tela, ter contraste adequado, permitir navegação por teclado e incluir tradução em Libras. Formatos Diversificados: Disponibilizar informações em textos simplificados, vídeos legendados, áudios e infográficos para diferentes públicos. Interação Facilitada: Criar canais acessíveis para que pessoas com deficiência possam contribuir com dados e relatar desafios enfrentados. 3. Indicadores Estratégicos Desenvolvimento de Novos Indicadores: Criar métricas que avaliem não apenas a presença de políticas públicas, mas sua efetividade. Por exemplo, medir o impacto real das cotas no mercado de trabalho ou o grau de inclusão nas escolas municipais. Dados Comparativos: Permitir a comparação entre diferentes regiões da cidade para identificar áreas com maior déficit de acessibilidade e inclusão. Painel de Monitoramento Interativo: Criar dashboards acessíveis e interativos para que qualquer cidadão possa visualizar os avanços e desafios. 4. Participação Social e Controle Público Conselho Consultivo: Incluir representantes da sociedade civil, associações de pessoas com deficiência e especialistas para garantir que as demandas reais sejam atendidas. Audiências Públicas: Promover encontros periódicos para divulgar os dados e ouvir sugestões da comunidade. Plataforma de Denúncias: Criar um canal para que a população possa relatar barreiras à acessibilidade e outras dificuldades enfrentadas. 5. Transparência e Comunicação Relatórios Regulares: Publicar análises e recomendações para subsidiar políticas públicas mais eficazes. Divulgação Inclusiva: Utilizar redes sociais, rádio, TV e outras mídias para garantir que as informações alcancem todos os públicos. Parcerias com Universidades e ONGs: Estabelecer colaboração para aprimorar metodologias e validar as informações coletadas. Conclusão Para que o Observatório Municipal da Pessoa com Deficiência cumpra plenamente seu papel, é essencial fortalecer a coleta e o tratamento de dados, ampliar a acessibilidade digital, criar novos indicadores relevantes, garantir a participação da sociedade e melhorar a transparência. Dessa forma, o observatório se tornará uma ferramenta real de transformação social, contribuindo para políticas públicas mais eficazes e inclusivas.

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9.3. Ações

Apoiar ações do terceiro setor voltadas à promoção e garantia dos direitos das pessoas com deficiência.

Uma sugestão
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 •  SHEILA DE SOUZA SANTANA

Para fortalecer o apoio às ações do terceiro setor, seria ideal: Criar editais de fomento contínuo para financiar projetos de ONGs e associações que promovam inclusão e acessibilidade. Oferecer capacitação e suporte técnico para que essas organizações possam aprimorar sua gestão, captação de recursos e impacto social. Facilitar parcerias entre o terceiro setor e o setor público/privado, incentivando ações conjuntas e compartilhamento de boas práticas. Estabelecer mecanismos de monitoramento e transparência, garantindo que os recursos e apoios sejam utilizados de forma eficiente e gerem resultados concretos para a comunidade PcD.

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9.4. Ações

Instituir grupos de trabalho temáticos para debater questões relacionadas às suas áreas de interesse para a formulação de propostas e monitoramento das políticas.

Uma sugestão
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 •  SHEILA DE SOUZA SANTANA

Garantir que esses grupos tenham participação ativa de pessoas com deficiência e especialistas no tema, utilizando metodologias acessíveis (reuniões híbridas, materiais em formatos diversos) para inclusão efetiva.

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9.5. Ações

Oferecer cursos de capacitação especializados em temas relacionados às pessoas com deficiência.

2 sugestões
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 •  SHEILA DE SOUZA SANTANA

Expandir a oferta para diferentes níveis de conhecimento e acessibilidade, incluindo cursos em Libras, audiodescrição e temas voltados para empregabilidade e empreendedorismo.

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 •  Carmen Guilherme

Oferecer cursos de capacitação especializados em temas relacionados às pessoas com deficiência, abordando práticas inclusivas, acessibilidade, comunicação alternativa e direitos das pessoas com deficiência. Priorizar a formação de profissionais da saúde, educação e assistência social, além de sensibilizar a comunidade em geral.

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9.7. Ações

Reconhecer boas práticas de inclusão realizadas por empresas, órgãos públicos e organizações do terceiro setor.

Uma sugestão
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 •  SHEILA DE SOUZA SANTANA

Estabelecer critérios claros e mensuráveis para a premiação, garantindo transparência e ampliando o alcance do reconhecimento para pequenas e médias empresas, além das grandes corporações.

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9.8. Ações

Fortalecer a troca de experiências e a cooperação técnica com outras cidades e organismos internacionais, promovendo o compartilhamento de boas práticas em políticas para pessoas com deficiência.

Uma sugestão
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 •  SHEILA DE SOUZA SANTANA

Criar uma plataforma online para centralizar essas boas práticas e facilitar o compartilhamento de iniciativas inovadoras entre cidades e organizações internacionais. 9.9. Divulgar políticas públicas para pessoas com deficiência

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9.9. Ações

Divulgar as políticas públicas para pessoas com deficiência da cidade de São Paulo por meio de publicações, eventos e mídias, com o objetivo de promover o reconhecimento e a disseminação de experiências exitosas.

Uma sugestão
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 •  SHEILA DE SOUZA SANTANA

Ampliar o uso de mídias acessíveis (vídeos com Libras e legendas, materiais em braile, sites acessíveis) e parcerias com influenciadores da comunidade PcD para maior alcance.

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