Descrição
O Inclui Sampa 25-28 é um documento de planejamento estratégico da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED), que define as diretrizes para as políticas públicas voltadas às pessoas com deficiência no município de São Paulo. Ele reflete o compromisso da administração municipal com a inclusão, acessibilidade e promoção dos direitos dessa população.
O plano busca aperfeiçoar a qualidade, ampliar os serviços existentes e propor novas ações que respondam às demandas das pessoas com deficiência, orientando as iniciativas municipais para atender essas necessidades de forma eficaz.
A etapa de consulta pública é essencial para fortalecer a legitimidade do plano e garantir seu alinhamento às necessidades reais da sociedade civil. Com base nas contribuições coletadas, o Inclui Sampa 25-28 será consolidado como um instrumento de política pública robusto e representativo.
Informações adicionais
A Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED), instituída em 2007, tem como missão promover o protagonismo das pessoas com deficiência e assegurar sua plena participação na sociedade.
A SMPED atua para fortalecer a articulação em rede da administração pública, buscando soluções efetivas para questões que impactam as pessoas com deficiência e suas famílias. Isso inclui a concepção e implementação de programas, planos e atividades voltados à inclusão e acessibilidade, além de fomentar as melhores práticas em todos os órgãos públicos municipais.
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Esta ação deve ser ampliada para não acarretar questões futuras que sobrecarregam tanto a pessoa, quanto o sistema de saúde, sendo que a prevenção resolve muita coisa.
Realizar edições em diferentes bairros, do inclui Sampa, priorizando áreas de difícil acesso, com parcerias locais para ampliar o alcance. Oferecer serviços móveis e atendimento personalizado, garantindo acessibilidade em Libras, braile e linguagem simples. Incluir atividades interativas e tecnologia de apoio para engajar o público e facilitar o acesso às orientações.
Implantar 3 Centros Municipais para Pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA).
Oferecer esse serviço é importante, porém como mãe de criança múltipla, sinto a exclusão, esses centros deveriam ser especialistas em cuidados das crianças no geral e oferecer terapias específicas que atualmente não tem disponível no SUS. Abranger a todos e não especificar somente para autistas.
Quanto antes houver intervenção menor serão os problemas futuros.
Implantem cinco Centros Municipais para Pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), distribuídos nas regiões Norte, Sul, Leste, Oeste e Centro do município.
Criar 8 Casas Mãe Paulistana - Pessoa com Deficiência para oferecer acolhimento, apoio psicossocial e orientação às mães e cuidadoras.
Cuidar de quem cuida é uma frente essencial, uma vez que se esta pessoa faltar, também trará sobrecarga p o sistema.
Ampliar o uso da Central de Intermediação em Libras (CIL) nos serviços públicos da cidade por meio dos Postos de Atendimento Presencial (PAP-CIL).
Como mãe de surdo tenho dificuldade de encontrar curso de libras de ofereça diploma reconhecido pelo MEC, com professores surdos, poderiam fazer parcerias, subsidios e oferecer bolsas gratuitas nos cursos da PUC por exemplo, para formar as mães como possíveis intérpretes, gerar renda.
Amoliar sim, mas tb trabalho a psicoeducação ensinando libras através de outras frentes além da saúde. Dar à sociedade a oportunidade de aprender tb. Até mesmo implantar libras nas escolas.
Fortalecer o atendimento multidisciplinar nos Centros Especializados em Reabilitação (CER).
O atendimento multidisciplinar com terapias mais específicas e profissionais mais especializados para tratar todo tipo de comorbidade. O CER trabalha na linha da AACD e foca no atendimento somente de crianças com PC e meningocele....de novo as crianças múltiplas de fora....
O CER precisa melhorar muito para aumentar as vagas de fisioterapia, e profissionais melhor capacitados
Fortalecer o atendimento multidisciplinar nos Centros Especializados em Reabilitação (CER), investindo na capacitação contínua das equipes, promovendo formação integrada entre os profissionais de diferentes áreas.
Ampliar o atendimento em saúde bucal das pessoas com deficiência.
A USP tem um centro de atendimento ao pCD que poderia servir como referencia, muito necessário!! Mesmo na AACD só fazem o básico...falta tratamento para casos mais sérios, principalmente com sedação para as crianças que tem dificuldade em abrir a boca ou ficarem quietas...
Realizar campanha de busca ativa de crianças e jovens com deficiência em idade escolar que se encontrem fora da escola.
O programa POT busca ativa é bem eficaz, e contrata as mães que tem filhos na escola e baixa renda...muito bom!
Realizar campanhas de busca ativa de crianças e jovens com deficiência em idade escolar que se encontrem fora da escola, realizando a escuta das famílias para entender suas necessidades e barreiras, garantindo o acesso à educação inclusiva e o apoio necessário.
Realizar campanhas de busca ativa de crianças e jovens com deficiência em idade escolar que se encontrem fora da escola, realizando a escuta das famílias para entender suas necessidades e barreiras, garantindo o acesso à educação inclusiva e o apoio necessário.
Aprimorar as salas de recursos multifuncionais nas escolas municipais por meio da aquisição de novas tecnologias assistivas.
Muito necessário!
Na cidade de São Paulo, para atuar na SRM, os professores são "designados" por opção. Necessitamos que esta função se torne um "cargo efetivo", facilitando a garantia do AEE. Professor de Atendimento Educacional Especializado deve ser um cargo garantido via concurso público em todas as Unidades Escolares!
A iniciativa visa aprimorar as salas de recursos multifuncionais nas escolas municipais por meio da aquisição de novas tecnologias assistivas. Esta ação busca atender às necessidades de alunos da educação infantil e do ensino fundamental, promovendo um ambiente de aprendizado mais inclusivo. Professores de Atendimento Educacional Especializado (AEE) concursados serão responsáveis por integrar e utilizar essas novas tecnologias, que incluem dispositivos de comunicação alternativa, software educativo adaptativo e equipamentos de acessibilidade. O objetivo é garantir oportunidades iguais de aprendizagem e desenvolvimento para todas as crianças, promovendo uma cultura de inclusão nas escolas.
Aprimorar e incentivar a implantação de pelo menos uma sala de recursos multifuncionais nas escolas municipais, promovendo a aquisição de novas tecnologias assistivas e equipamentos de suporte, para garantir um atendimento educacional mais inclusivo e personalizado.
Aprimorar e incentivar a implantação de pelo menos uma sala de recursos multifuncionais nas escolas municipais, promovendo a aquisição de novas tecnologias assistivas e equipamentos de suporte, para garantir um atendimento educacional mais inclusivo e personalizado.
Promover a criação de novas Salas de Descompressão para pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo em espaços municipais.
Mais uma vez...não serve só pro autista, mas pra toda criança com deficiência, esse slogan de ser só pro autista exclui os demais!!!
Incluir profissionais capacitados para lidar com as pessoas.
A proposta é criar novas salas de descompressão em espaços municipais para pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). Essas salas, equipadas com a técnica Snoezelen ou salas multissensoriais, oferecem um ambiente controlado com estímulos sensoriais variados, como luzes suaves, sons relaxantes e texturas diferentes. O objetivo é proporcionar um espaço tranquilo e seguro para reduzir a ansiedade e o estresse, promovendo o bem-estar e a inclusão dessas pessoas na comunidade.
Incentivar o desenvolvimento de projetos de inclusão para pessoas com deficiência por meio de chamamento público.
incluindo a implantação de Serviço de Proteção Social Especial para Pessoas com Deficiência, Idosas e suas Famílias, na modalidade em domicílio, onde há Cuidador Social em domicílio para diminuir a sobrecarga dos cuidadores, e evitar o rompimento de vínculos, e consequente acolhimento institucional da PcD.
Implementar um sistema de monitoramento para pessoas com deficiência em situação de rua.
e ampliar o número de Residências Inclusivas e do Auxílio Reencontro Família em um valor maior para que as famílias consigam custear o cuidado dessa PcD na família.
Fortalecer e desenvolver ações e programas de acolhimento e orientação a pais de crianças com deficiência.
Uma centro de atendimento psicológico só para mães de criança com deficiência seria muito bom, com equipe multidisciplinar, psicólogo, psiquiatra, acupuntura, e encaminhamento para especialidades, a gente desenvolve muitas coisas pela falta de rede de apoio e outras questões da maternidade atípica. Eu por exemplo fibromialgia, síndrome de bournout....
Ampliar e implementar ações e programas de apoio e orientação para pais de pessoas com deficiência.
Fortalecer ações de prevenção e enfrentamento da violência contra pessoas com deficiência no município.
A delegacia do PCD no centro é top, já usei, apesar de ser longe valeu a pena!!! Um lugar de escuta e de ações, porque em outro lugar nem levam a sério!
Promover capacitação de profissionais, ampliar campanhas de conscientização acessíveis, fortalecer redes de proteção e garantir canais de denúncia inclusivos para prevenir e enfrentar a violência contra pessoas com deficiência no município de São Paulo.
Realizar oficinas culturais livres voltadas para pessoas com deficiência em equipamentos públicos ou instituições especializadas no município de São Paulo.
Poderiam fazer parceria com o projeto Guri e colocar musicalização ou musicoterapia para as crianças PCD!! Seria maravilhoso 😍
Estimular a contratação de artistas com deficiência em eventos culturais municipais, visando aumentar sua representatividade.
E garantir a execução do edital de apoio a artistas e instituições de pessoas com deficiência, nos termos aprovados na LOA 2025 e anualmente.
Incentivar ações de turismo acessível para garantir a inclusão de pessoas com deficiência.
Garantir a acessibilidade aos equipamentos turísticos da cidade, com rampas decentes, elevadores, assentos reservados etc
Incentivar a prática de atividades físicas adaptadas em equipamentos públicos ou em instituições que atendam pessoas com deficiência.
Importante iniciativa, contudo, falta equipamento público de qualidade.
Promover e Incentivar atividades físicas adaptadas em espaços públicos e instituições para pessoas com deficiência.
Ampliar o número de bolsas para atletas nas modalidades paradesportivas.
Divulgar mais sobre a existência e requisitos para o bolsa atleta!
Ampliar as bolsas para atletas de base para que se possa ter atletas contemplados m todas as esferas
Capacitar professores e técnicos em educação física para práticas inclusivas e iniciação no paradesporto.
Abrir novos editais para que as associações tenham saúde financeira para disponibilizar cursos, workshop e palestras sobre a prática esportiva para pessoas com deficiência.
Capacitar professores e técnicos de educação física para que possam promover práticas inclusivas e iniciar os alunos no paradesporto nas escolas municipais e equipamentos esportivos.
Implementar um programa de emprego apoiado no município para promover a inclusão de pessoas com deficiência no mercado formal de trabalho.
Neste ponto gostaria de ressaltar a importância desse programa abranger as mães de crianças PCD, vagas de trabalho remoto, capacitação!!! Muito necessário, muitas mães que não tem rede de apoio e que precisam de renda extra
Fomentar o empreendedorismo das pessoas com deficiência e de suas famílias.
Já participei de cursos do sebrae, do instituto Jô clemente, a maior dificuldade pra começar é a verba e orientação financeira.
Mapear e avaliar as condições de acessibilidade dos equipamentos e serviços públicos municipais.
E tornar público
Melhorar os entornos de hospitais públicos, especialmente hospitais como a AACD, Lucy Montoro e HC, é essencial. Por mais que esses hospitais possuam certa acessibilidade, os arredores, como calçadas, metrôs e transporte público até o local, apresentam grandes dificuldades para pessoas com deficiência. Isso é particularmente evidente nas estações de metrô próximas a esses hospitais. Tendo em vista que praticamente 100% dos pacientes que frequentam esses hospitais possuem algum grau de deficiência ou mobilidade reduzida, a falta de acessibilidade nos entornos se torna um obstáculo grave. Os problemas não se resumem apenas a calçadas esburacadas — embora isso também seja muito comum. O maior desafio está nas calçadas extremamente inclinadas, muitas com quase 45° ou mais, tornando o deslocamento com cadeira de rodas extremamente difícil e perigoso. Além disso, há casos em que árvores e postes estão posicionados no meio das calçadas, bloqueando completamente a passagem e obrigando a pessoa a transitar pela rua, aumentando os riscos.
Manter o compromisso de que novas obras e reformas municipais sejam entregues com o Selo de Acessibilidade Arquitetônica.
Melhorar os entornos de hospitais públicos, especialmente hospitais como a AACD, Lucy Montoro e HC, é essencial. Por mais que esses hospitais possuam certa acessibilidade, os arredores, como calçadas, metrôs e transporte público até o local, apresentam grandes dificuldades para pessoas com deficiência. Isso é particularmente evidente nas estações de metrô próximas a esses hospitais. Tendo em vista que praticamente 100% dos pacientes que frequentam esses hospitais possuem algum grau de deficiência ou mobilidade reduzida, a falta de acessibilidade nos entornos se torna um obstáculo grave. Os problemas não se resumem apenas a calçadas esburacadas — embora isso também seja muito comum. O maior desafio está nas calçadas extremamente inclinadas, muitas com quase 45° ou mais, tornando o deslocamento com cadeira de rodas extremamente difícil e perigoso. Além disso, há casos em que árvores e postes estão posicionados no meio das calçadas, bloqueando completamente a passagem e obrigando a pessoa a transitar pela rua, aumentando os riscos.
Manter o compromisso de que todas as novas obras e reformas municipais sejam entregues com o Selo de Acessibilidade Arquitetônica, garantindo que os espaços sejam realmente acessíveis a pessoas com deficiência
Alinhar a implantação projetos de Rotas Acessíveis, envolvendo requalificação das calçadas, instalação de pisos táteis, adequações de acessibilidade e instalação de botoeiras sonoras.
Melhorar os entornos de hospitais públicos, especialmente hospitais como a AACD, Lucy Montoro e HC, é essencial. Por mais que esses hospitais possuam certa acessibilidade, os arredores, como calçadas, metrôs e transporte público até o local, apresentam grandes dificuldades para pessoas com deficiência. Isso é particularmente evidente nas estações de metrô próximas a esses hospitais. Tendo em vista que praticamente 100% dos pacientes que frequentam esses hospitais possuem algum grau de deficiência ou mobilidade reduzida, a falta de acessibilidade nos entornos se torna um obstáculo grave. Os problemas não se resumem apenas a calçadas esburacadas — embora isso também seja muito comum. O maior desafio está nas calçadas extremamente inclinadas, muitas com quase 45° ou mais, tornando o deslocamento com cadeira de rodas extremamente difícil e perigoso. Além disso, há casos em que árvores e postes estão posicionados no meio das calçadas, bloqueando completamente a passagem e obrigando a pessoa a transitar pela rua, aumentando os riscos.
Apoiar ações voltadas à manutenção de calçadas, instalação de rebaixamentos e travessias elevadas para pedestres, nivelamentos, pavimentos adequados e piso tátil, garantindo maior segurança e acessibilidade.
Melhorar os entornos de hospitais públicos, especialmente hospitais como a AACD, Lucy Montoro e HC, é essencial. Por mais que esses hospitais possuam certa acessibilidade, os arredores, como calçadas, metrôs e transporte público até o local, apresentam grandes dificuldades para pessoas com deficiência. Isso é particularmente evidente nas estações de metrô próximas a esses hospitais. Tendo em vista que praticamente 100% dos pacientes que frequentam esses hospitais possuem algum grau de deficiência ou mobilidade reduzida, a falta de acessibilidade nos entornos se torna um obstáculo grave. Os problemas não se resumem apenas a calçadas esburacadas — embora isso também seja muito comum. O maior desafio está nas calçadas extremamente inclinadas, muitas com quase 45° ou mais, tornando o deslocamento com cadeira de rodas extremamente difícil e perigoso. Além disso, há casos em que árvores e postes estão posicionados no meio das calçadas, bloqueando completamente a passagem e obrigando a pessoa a transitar pela rua, aumentando os riscos.
Apoiar ações voltadas à fiscalização da manutenção de calçadas, instalação de rebaixamentos e travessias elevadas para pedestres, nivelamentos, pavimentos adequados e piso tátil, garantindo maior segurança e acessibilidade.
Realizar o mapeamento e a avaliação das condições de acessibilidade nos sistemas de transporte da cidade.
Verificar a acessibilidade do metrô Ana Rosa, não tem elevador. Na linha azul elevadores sempre quebrados e sujos. O metrô da Sé é uma vergonha de pequeno pra tanta gente circulando.
Melhorar os entornos de hospitais públicos, especialmente hospitais como a AACD, Lucy Montoro e HC, é essencial. Por mais que esses hospitais possuam certa acessibilidade, os arredores, como calçadas, metrôs e transporte público até o local, apresentam grandes dificuldades para pessoas com deficiência. Isso é particularmente evidente nas estações de metrô próximas a esses hospitais. Tendo em vista que praticamente 100% dos pacientes que frequentam esses hospitais possuem algum grau de deficiência ou mobilidade reduzida, a falta de acessibilidade nos entornos se torna um obstáculo grave. Os problemas não se resumem apenas a calçadas esburacadas — embora isso também seja muito comum. O maior desafio está nas calçadas extremamente inclinadas, muitas com quase 45° ou mais, tornando o deslocamento com cadeira de rodas extremamente difícil e perigoso. Além disso, há casos em que árvores e postes estão posicionados no meio das calçadas, bloqueando completamente a passagem e obrigando a pessoa a transitar pela rua, aumentando os riscos.
Incentivar a coleta e tratamento de dados com foco na criação de novos indicadores relativos às pessoas com deficiência no Observatório Municipal da Pessoa com Deficiência e no desenvolvimento de Políticas Públicas.
Próximo senso tem que abranger as deficiências!
Um Observatório Municipal da Pessoa com Deficiência tem um papel essencial no monitoramento, análise e formulação de políticas públicas voltadas para esse público. Para que ele seja mais eficiente, acessível e informativo, é necessário aprimorar alguns aspectos fundamentais: 1. Coleta e Tratamento de Dados Base de Dados Unificada: Integrar informações de diferentes órgãos (saúde, educação, assistência social, transporte) para formar um panorama real das condições de vida das pessoas com deficiência no município. Segmentação Detalhada: Criar indicadores que levem em conta diferentes tipos de deficiência, níveis de acessibilidade urbana, empregabilidade, acesso à educação e qualidade de vida. Ferramentas de Atualização Contínua: Garantir que os dados sejam constantemente atualizados por meio de pesquisas, parcerias com universidades e consultas públicas. 2. Acessibilidade Digital Site Acessível: O portal do observatório deve ser compatível com leitores de tela, ter contraste adequado, permitir navegação por teclado e incluir tradução em Libras. Formatos Diversificados: Disponibilizar informações em textos simplificados, vídeos legendados, áudios e infográficos para diferentes públicos. Interação Facilitada: Criar canais acessíveis para que pessoas com deficiência possam contribuir com dados e relatar desafios enfrentados. 3. Indicadores Estratégicos Desenvolvimento de Novos Indicadores: Criar métricas que avaliem não apenas a presença de políticas públicas, mas sua efetividade. Por exemplo, medir o impacto real das cotas no mercado de trabalho ou o grau de inclusão nas escolas municipais. Dados Comparativos: Permitir a comparação entre diferentes regiões da cidade para identificar áreas com maior déficit de acessibilidade e inclusão. Painel de Monitoramento Interativo: Criar dashboards acessíveis e interativos para que qualquer cidadão possa visualizar os avanços e desafios. 4. Participação Social e Controle Público Conselho Consultivo: Incluir representantes da sociedade civil, associações de pessoas com deficiência e especialistas para garantir que as demandas reais sejam atendidas. Audiências Públicas: Promover encontros periódicos para divulgar os dados e ouvir sugestões da comunidade. Plataforma de Denúncias: Criar um canal para que a população possa relatar barreiras à acessibilidade e outras dificuldades enfrentadas. 5. Transparência e Comunicação Relatórios Regulares: Publicar análises e recomendações para subsidiar políticas públicas mais eficazes. Divulgação Inclusiva: Utilizar redes sociais, rádio, TV e outras mídias para garantir que as informações alcancem todos os públicos. Parcerias com Universidades e ONGs: Estabelecer colaboração para aprimorar metodologias e validar as informações coletadas. Conclusão Para que o Observatório Municipal da Pessoa com Deficiência cumpra plenamente seu papel, é essencial fortalecer a coleta e o tratamento de dados, ampliar a acessibilidade digital, criar novos indicadores relevantes, garantir a participação da sociedade e melhorar a transparência. Dessa forma, o observatório se tornará uma ferramenta real de transformação social, contribuindo para políticas públicas mais eficazes e inclusivas.
Apoiar ações do terceiro setor voltadas à promoção e garantia dos direitos das pessoas com deficiência.
Para fortalecer o apoio às ações do terceiro setor, seria ideal: Criar editais de fomento contínuo para financiar projetos de ONGs e associações que promovam inclusão e acessibilidade. Oferecer capacitação e suporte técnico para que essas organizações possam aprimorar sua gestão, captação de recursos e impacto social. Facilitar parcerias entre o terceiro setor e o setor público/privado, incentivando ações conjuntas e compartilhamento de boas práticas. Estabelecer mecanismos de monitoramento e transparência, garantindo que os recursos e apoios sejam utilizados de forma eficiente e gerem resultados concretos para a comunidade PcD.
Instituir grupos de trabalho temáticos para debater questões relacionadas às suas áreas de interesse para a formulação de propostas e monitoramento das políticas.
Garantir que esses grupos tenham participação ativa de pessoas com deficiência e especialistas no tema, utilizando metodologias acessíveis (reuniões híbridas, materiais em formatos diversos) para inclusão efetiva.
Oferecer cursos de capacitação especializados em temas relacionados às pessoas com deficiência.
Expandir a oferta para diferentes níveis de conhecimento e acessibilidade, incluindo cursos em Libras, audiodescrição e temas voltados para empregabilidade e empreendedorismo.
Oferecer cursos de capacitação especializados em temas relacionados às pessoas com deficiência, abordando práticas inclusivas, acessibilidade, comunicação alternativa e direitos das pessoas com deficiência. Priorizar a formação de profissionais da saúde, educação e assistência social, além de sensibilizar a comunidade em geral.
Reconhecer boas práticas de inclusão realizadas por empresas, órgãos públicos e organizações do terceiro setor.
Estabelecer critérios claros e mensuráveis para a premiação, garantindo transparência e ampliando o alcance do reconhecimento para pequenas e médias empresas, além das grandes corporações.
Fortalecer a troca de experiências e a cooperação técnica com outras cidades e organismos internacionais, promovendo o compartilhamento de boas práticas em políticas para pessoas com deficiência.
Criar uma plataforma online para centralizar essas boas práticas e facilitar o compartilhamento de iniciativas inovadoras entre cidades e organizações internacionais. 9.9. Divulgar políticas públicas para pessoas com deficiência
Divulgar as políticas públicas para pessoas com deficiência da cidade de São Paulo por meio de publicações, eventos e mídias, com o objetivo de promover o reconhecimento e a disseminação de experiências exitosas.
Ampliar o uso de mídias acessíveis (vídeos com Libras e legendas, materiais em braile, sites acessíveis) e parcerias com influenciadores da comunidade PcD para maior alcance.
1.1. Ações
Realizar edições do Inclui Sampa nos Bairros em diferentes territórios da cidade, oferecendo de forma prática e ágil uma ampla gama de serviços e orientações para pessoas com deficiência e seus familiares.