Os catadores autônomos têm papel essencial na reciclagem em São Paulo e contribuem significativamente para a redução de resíduos enviados ao aterro, ainda que o Plano não reconheça plenamente essa participação. É necessário que o PGIRS contabilize o volume coletado por esses trabalhadores e os integre ao sistema público como prestadores de serviço ambiental, garantindo também formas de remuneração. A cooperativização não deve ser condição obrigatória, pois muitos catadores possuem modos de trabalho próprios e vínculos construídos nas ruas. A inclusão deve oferecer múltiplos caminhos, respeitar trajetórias individuais e apoiar processos de confiança e organização comunitária. Reconhecer e valorizar os catadores autônomos é fundamental para fortalecer a política pública e ampliar os índices de reciclagem da cidade.
O SP Coopera se propõe a apoiar o desenvolvimento de cooperativas que apos esse processo aguarda para para conveniar com o poder publico, porem o que se ve na pratica é a nao ampliação do numero de cooperativas conveniadas, ficando esse grupos e catadores desamparados apos o processo de incubação e formação sem resposta efetiva da SpRegula para cadastramento
No trecho que é comentado sobre catadores informais, são apresentados como um problema para os índices de reciclagem.
Não deveria ser colocado dessa forma, já que é muito pelo contrário, sem os catadores informais as taxas de reciclagem seriam consideravelmente menores, além de serem o elo mais fraco e mais importante desta cadeia! Ressalto ainda que nenhum catador informal vende o seu material no varejo, eles vão para Cooperativas ou Centrais fazer essa venda.
Concordo que haja uma dificuldade para cadastramento de catadores informais, todavia Cadastro e Fiscalização de Centrais de Triagem e reciclagem já fica mais fácil
Como preconizado pela PNRS em seu art17: V - metas para a eliminação e recuperação de lixões, associadas à inclusão social e à emancipação econômica de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis;
Deve ser destacado aqui quais os desafios da Prefeitura enfrenta para que os catadores desejem ser cadastrados?
Quantos % dos resíduos gerados nas feiras foram efetivamente desviados de aterro? Qual a meta global?
"Ademais, o Projeto Feiras e Jardins Sustentáveis, reconhecido como uma iniciativa inovadora
para a valorização de resíduos orgânicos, também se destaca. Por meio desse projeto, os
resíduos orgânicos gerados nas feiras livres do município são submetidos a um processo de
compostagem, transformando-se em composto orgânico com alto valor agrícola. O
composto produzido é utilizado pela Prefeitura e doado à população para utilização em
hortas e jardins. Dessa forma, além de desviar resíduos orgânicos dos aterros sanitários, o
projeto representa um marco para o desenvolvimento da economia circular em São Paulo,
fechando o ciclo biológico e gerando valor econômico por meio da agricultura."
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Os catadores autônomos têm papel essencial na reciclagem em São Paulo e contribuem significativamente para a redução de resíduos enviados ao aterro, ainda que o Plano não reconheça plenamente essa participação. É necessário que o PGIRS contabilize o volume coletado por esses trabalhadores e os integre ao sistema público como prestadores de serviço ambiental, garantindo também formas de remuneração. A cooperativização não deve ser condição obrigatória, pois muitos catadores possuem modos de trabalho próprios e vínculos construídos nas ruas. A inclusão deve oferecer múltiplos caminhos, respeitar trajetórias individuais e apoiar processos de confiança e organização comunitária. Reconhecer e valorizar os catadores autônomos é fundamental para fortalecer a política pública e ampliar os índices de reciclagem da cidade.
O SP Coopera se propõe a apoiar o desenvolvimento de cooperativas que apos esse processo aguarda para para conveniar com o poder publico, porem o que se ve na pratica é a nao ampliação do numero de cooperativas conveniadas, ficando esse grupos e catadores desamparados apos o processo de incubação e formação sem resposta efetiva da SpRegula para cadastramento
pg 393
No trecho que é comentado sobre catadores informais, são apresentados como um problema para os índices de reciclagem.
Não deveria ser colocado dessa forma, já que é muito pelo contrário, sem os catadores informais as taxas de reciclagem seriam consideravelmente menores, além de serem o elo mais fraco e mais importante desta cadeia! Ressalto ainda que nenhum catador informal vende o seu material no varejo, eles vão para Cooperativas ou Centrais fazer essa venda.
Concordo que haja uma dificuldade para cadastramento de catadores informais, todavia Cadastro e Fiscalização de Centrais de Triagem e reciclagem já fica mais fácil
Como preconizado pela PNRS em seu art17: V - metas para a eliminação e recuperação de lixões, associadas à inclusão social e à emancipação econômica de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis;
Deve ser destacado aqui quais os desafios da Prefeitura enfrenta para que os catadores desejem ser cadastrados?
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Quantos % dos resíduos gerados nas feiras foram efetivamente desviados de aterro? Qual a meta global?
"Ademais, o Projeto Feiras e Jardins Sustentáveis, reconhecido como uma iniciativa inovadora
para a valorização de resíduos orgânicos, também se destaca. Por meio desse projeto, os
resíduos orgânicos gerados nas feiras livres do município são submetidos a um processo de
compostagem, transformando-se em composto orgânico com alto valor agrícola. O
composto produzido é utilizado pela Prefeitura e doado à população para utilização em
hortas e jardins. Dessa forma, além de desviar resíduos orgânicos dos aterros sanitários, o
projeto representa um marco para o desenvolvimento da economia circular em São Paulo,
fechando o ciclo biológico e gerando valor econômico por meio da agricultura."