Processo de consulta pública
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Sou contra a privatização das escolas públicas, no formato de Parceria público privado ou qualquer outro formato ou denominação. O acesso à educação é um direito de todos e não pode estar sujeito a interesses privados, do lucro de empresas. É uma obrigação pública, é de interesse público e um serviço essencial. Há décadas atrás, as escolas mais procuradas eram as públicas e não as privadas, porque elas faziam um ótimo trabalho de formação. Por que não se investe de fato nas escolas para reforçar este potencial ?
Sou contrária à parceria público-privada, a escola pública deve ser de responsabilidade do poder público, e não servir aos interesses neoliberais das iniciativas privadas
SOU CONTRA.
Nenhuma vantagem pode advir da entrega da escola pública à iniciativa privada, que só deseja o lucro pelo lucro e é incapaz de compreender os meandros da Rede é assassinato. Entregar o coração de uma escola a empresas é destruir a educação pública de qualidade.
compreender os meandros da Rede. Isso é assassinato.
Não apoio esse tipo de iniciativa. Sou contrária à transferência de recursos públicos para a gestão privada da educação. A experiência já vivenciada demonstra que esse modelo apresenta mais desafios do que potencialidades, como a precarização das relações de trabalho, a alta rotatividade de profissionais e o enfraquecimento da gestão democrática, fatores que impactam diretamente a qualidade do ensino. Defendo o concurso público como forma legítima de garantir profissionais qualificados, estabilidade, compromisso pedagógico e vínculos fundamentais para o trabalho com crianças e jovens.
Manifesto-me CONTRÁRIA ao modelo proposto, pois defendo que as escolas públicas sejam geridas diretamente pelo poder público, garantindo a gestão democrática, a valorização dos profissionais da educação e a preservação do caráter público da escola.
SOU CONTRA
escola pública deve ser administrada DIRETAMENTE pelo poder público.
SOU CONTRA
A privatização da educação representa um grave retrocesso ao direito social à educação, esse modelo transforma um direito fundamental em mercadoria, priorizando o lucro em detrimento da formação humana, crítica e cidadã.
Além disso, a privatização fragiliza a gestão democrática, reduz a participação da comunidade escolar e esvazia o papel pedagógico da escola pública como espaço de construção coletiva. O trabalho docente também é impactado negativamente, com a precarização das condições de trabalho, perda de direitos e desvalorização profissional.
Dessa forma, a privatização não resolve os problemas estruturais da educação, mas os intensifica, sendo incompatível com uma perspectiva de educação pública, gratuita, inclusiva e socialmente referenciada.
Manifesto-me contrariamente à adoção de modelos de gestão privada nas escolas públicas de Ensino Fundamental. A Constituição Federal de 1988 estabelece a educação como direito social fundamental e dever do Estado, a ser garantida por políticas públicas contínuas e gestão direta do poder público, assegurando igualdade de acesso, permanência e qualidade. A transferência da gestão para entes privados, ainda que com financiamento público, traz riscos à continuidade do serviço educacional, à valorização dos profissionais da educação e à estabilidade das comunidades escolares. Experiências observadas em contratos e unidades conveniadas demonstram situações de descontinuidade do atendimento, com prejuízos a alunos, famílias e trabalhadores. Ademais, a gestão privada tende a fragilizar as carreiras públicas e o vínculo pedagógico. O fortalecimento da escola pública deve ocorrer por investimento direto na rede e gestão pública responsável, e não por terceirização.
a escola pública deve ser administrada diretamente pelo poder público
Sou totalmente contra à terceirização do modelo de Gestão das Escolas do Ensino Fundamental e de qualquer outro serviço público.
Não à terceirização. A Educação é dever do Estado.