Processo de consulta pública
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Sou pela educação pública, com profissionais concursados prezando pela qualidade de ensino. Não à privatização!
Educação para todos é um direito básico de todos e não um negócio para se ganhar dinheiro.
Podermos correr o risco de maquiarem resultados.
Embora o modelo apresentado aponte como potencialidade a ampliação da oferta educacional e a otimização de recursos por meio de parcerias, esses aspectos só se sustentam se não implicarem o enfraquecimento da gestão pública direta. A educação fundamental é um serviço essencial do Estado e sua qualidade está diretamente relacionada à capacidade de planejamento, execução e avaliação conduzidas pelo próprio poder público. O principal desafio do modelo é o risco de deslocamento da responsabilidade estatal para Organizações da Sociedade Civil, especialmente quando envolve o uso de espaços públicos. Ainda que sob o argumento de complementaridade, esse arranjo pode fragilizar os princípios da administração pública, ao dissociar o patrimônio coletivo da gestão pública direta, criando estruturas paralelas de execução da política educacional. Outro desafio relevante é o impacto na valorização do serviço público e da carreira dos servidores da educação. Ao priorizar a execução por OSCs
Não a privatização da educação de São Paulo.
A educação deve ser pública, com gestão e corpo docente concursados e valorizados.
NÃO ACEITAMOS E NÃO QUEREMOS PRIVATIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO.
A preocupação não é e nunca será pela população e seus interesses.
Não a privatização das escolas públicas.
Não à privatização da rede municipal de SP! Esse modelo não trará qualidade de ensino, mas sim uma grande perda para a escola pública, pois será repassada verba para instituições, que não são idôneas e as empresas irão prezar por lucro e não qualidade de ensino, assim.como os outros modelos de privatização de serviços essenciais que deram muito errado, como privatização de energia, de água e de transporte. A preocupada não
A educação deve ser pública, com gestão e corpo docente concursados e valorizados.
NÃO ACEITAMOS E NÃO QUEREMOS PRIVATIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO.
O Ministério Público de São Paulo (MPSP) investiga a legalidade do convênio entre a Prefeitura de SP e o Colégio Liceu Coração de Jesus, questionando repasses de verbas públicas a uma instituição privada, alegando que não haveria carência de vagas na rede municipal e que o contrato pode configurar uma "hibridização" ilegal, pedindo o fim do repasse e a não renovação, embora uma liminar para suspender novas matrículas tenha sido negada pela JustiEsse espaço é destinado a dar visibilidade às produções artísticas e a garantia do direito de expressão de nossas crianças criativas e sensíveis, que se expressam com diferentes linguagens, sensações corporais, necessidades, opiniões, sentimentos e desejos, narrativas, registros de conhecimentos elaborados a partir de diferentes experiências, envolvendo tanto a produção de linguagens quanto a fruição das artes em todas as suas manifestações.