Frequento 3 vezes por semana a região do Largo do Paissandu. Colocar paineis publicitários, displays na região, não vai melhorar em nada a vida dos munícipes. Muito melhor seria investivir na limpeza das fachadas e paineis dos artistas urbanos.
Qualquer projeto de reurbanização no município de São Paulo deve, obrigatoriamente, observar as diretrizes da Lei Cidade Limpa. A legislação em vigor não admite exceções, e a instalação de painéis não encontra respaldo no texto legal. Tal medida possui caráter estritamente promocional, o que agravaria a poluição visual e, de forma crítica, abriria um precedente perigoso para o descumprimento sistemático da norma. A lei oferece instrumentos legais para a publicidade privada e/ou pública. Basta que sejam utilizados estes instrumentos.
A proposta tem viés exclusivamente arrecadatório, em demérito da qualidade de vida dos cidadãos. Em uma cidade que aumenta sempre o IPTU no máximo permitido pela lei, creio que uma aplicação melhor dos recursos pode suprir essa renda advinda do loteamento sucessivo de uma cidade que já é custeada pelos munícipes. Ademais, não se comprova nenhum ganho de qualidade de vida. Chamar esse projeto de boulevard é quase irônico - a cidade está se tornando um grande "pancadão", em que se multiplicam a poluição sonora e visual, a realização de eventos em tamanho não sustentável e com infraestrutura insuficientes. Há uma inversão de papéis: a PMSP promove o interesse das grandes concessionárias, promovendo, inclusive, alterações legislativas para aumentar a poluição sonora e visual, quando deveria ser (e para isso foi eleita) o representante dos interesses dos cidadãos. Esperemos que TCM e MPSP ouçam a população, sobretudo os residentes e trabalhadores do local.
Sou totalmente contra qualquer iniciativa que flexibilize a "Lei da Cidade Limpa". Essa lei foi a que melhor atendeu à qualidade de vida do cidadão e não há motivo relevante para altera-la. A melhoria do centro da cidade é necessária e responsabilidade da Prefeitura, mas não à custa de um grande prejuízo para a população. Luzes fortes acarretam poluição visual, atrapalha o sono dos moradores da região (a maior parte dos imóveis não possui vedação de luminosidade nas janelas) e de pássaros que ainda conseguem se abrigar nas pouquíssimas árvores ali existentes. A restauração do centro, dos imóveis, calçadas, postes de iluminação adequada e segurança ostensiva resolvem o problema sem precisar causar dano à cidade. A Prefeitura precisa apreender a investir recursos no bem estar da população e não em terceirizar esse serviço ou ganhar dinheiro com isso.
Sou totalmente contra o projeto de revitalização do boulevard com instalação de painéis de LED. A cidade levou anos e um grande esforço coletivo para aprovar a Lei Cidade Limpa, justamente com o objetivo de reduzir a poluição visual e qualificar o espaço urbano.
Retomar esse tipo de recurso agora, priorizando interesses comerciais, representa um retrocesso. Além disso, trata-se de uma região marcada por prédios antigos e de valor histórico, cuja arquitetura merece ser preservada e valorizada. Encher esse ambiente de telas e iluminação em LED não contribui para a paisagem urbana — ao contrário, compromete a identidade do lugar e gera uma estética que considero extremamente cafona.
Completamente contra essa ideia absurda, ainda bem que agora está aparecendo na mídia. A Lei Cidade Limpa não merece um retrocesso desses. Investir em aterrar os fios dos postes da região central toda ninguém quer, impressionante. Ainda bem que os conselheiros da sociedade civil foram todos contra. Parabéns à idiocracia dos conselheiros da Prefeitura.
Sou frequentadora assídua da região e sou a favor do projeto de revitalização e a favor da infraestrutura de LED. Certamente será positivo para o Centro de forma ampla trazendo benefícios referentes à revitalização da região, como o próprio projeto inclui, atração de turistas e moradores de São Paulo, e levará a aumento da segurança. Várias cidades que implantaram tais projetos se beneficiaram e se beneficiam até hoje e são hoje cartões postais da cidade. Não vejo a possibilidade de ser algo negativo.
Trabalho na região central e acompanho diariamente a dinâmica urbana do entorno da Avenida São João, Largo do Paissandú e Praça Antônio Prado. Considero a proposta do Projeto Boulevard São João uma iniciativa importante para a requalificação e valorização dessa área histórica da cidade.
A combinação entre restauro de patrimônios relevantes, como a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos e o Relógio de Nichile, a melhoria do mobiliário urbano e a ativação cultural e tecnológica do espaço tende a estimular maior circulação de pessoas, fortalecer a identidade cultural do centro e contribuir para a revitalização econômica e social da região.
Iniciativas que integram preservação do patrimônio, inovação e cuidado com o espaço público são fundamentais para recuperar a vitalidade do centro histórico de São Paulo. Nesse sentido, manifesto-me favoravelmente à proposta.
Frequentador assíduo. Embora seja a favor da revitalização da região central sou contra este projeto pois não insere qualquer infraestrutura social ou de segurança compatível com os arredores ao projeto. Trata-se de uma ilha inacessível que visa somente beneficiar os empresários do local.
Não sou a favor da proposta square paulistana. A volta de painéis de publicidade é uma forma de camuflar a falta de zeladoria da prefeitura e a fiscalização de manutenções prediais obrigatórias.
Não moro na região, creio que os moradores podem opinar melhor, mas creio que seja bom a restauração dos prédios públicos.
Frequento 3 vezes por semana a região do Largo do Paissandu. Colocar paineis publicitários, displays na região, não vai melhorar em nada a vida dos munícipes. Muito melhor seria investivir na limpeza das fachadas e paineis dos artistas urbanos.
Qualquer projeto de reurbanização no município de São Paulo deve, obrigatoriamente, observar as diretrizes da Lei Cidade Limpa. A legislação em vigor não admite exceções, e a instalação de painéis não encontra respaldo no texto legal. Tal medida possui caráter estritamente promocional, o que agravaria a poluição visual e, de forma crítica, abriria um precedente perigoso para o descumprimento sistemático da norma. A lei oferece instrumentos legais para a publicidade privada e/ou pública. Basta que sejam utilizados estes instrumentos.
A proposta tem viés exclusivamente arrecadatório, em demérito da qualidade de vida dos cidadãos. Em uma cidade que aumenta sempre o IPTU no máximo permitido pela lei, creio que uma aplicação melhor dos recursos pode suprir essa renda advinda do loteamento sucessivo de uma cidade que já é custeada pelos munícipes. Ademais, não se comprova nenhum ganho de qualidade de vida. Chamar esse projeto de boulevard é quase irônico - a cidade está se tornando um grande "pancadão", em que se multiplicam a poluição sonora e visual, a realização de eventos em tamanho não sustentável e com infraestrutura insuficientes. Há uma inversão de papéis: a PMSP promove o interesse das grandes concessionárias, promovendo, inclusive, alterações legislativas para aumentar a poluição sonora e visual, quando deveria ser (e para isso foi eleita) o representante dos interesses dos cidadãos. Esperemos que TCM e MPSP ouçam a população, sobretudo os residentes e trabalhadores do local.
Sou totalmente contra qualquer iniciativa que flexibilize a "Lei da Cidade Limpa". Essa lei foi a que melhor atendeu à qualidade de vida do cidadão e não há motivo relevante para altera-la. A melhoria do centro da cidade é necessária e responsabilidade da Prefeitura, mas não à custa de um grande prejuízo para a população. Luzes fortes acarretam poluição visual, atrapalha o sono dos moradores da região (a maior parte dos imóveis não possui vedação de luminosidade nas janelas) e de pássaros que ainda conseguem se abrigar nas pouquíssimas árvores ali existentes. A restauração do centro, dos imóveis, calçadas, postes de iluminação adequada e segurança ostensiva resolvem o problema sem precisar causar dano à cidade. A Prefeitura precisa apreender a investir recursos no bem estar da população e não em terceirizar esse serviço ou ganhar dinheiro com isso.
Sou totalmente contra o projeto de revitalização do boulevard com instalação de painéis de LED. A cidade levou anos e um grande esforço coletivo para aprovar a Lei Cidade Limpa, justamente com o objetivo de reduzir a poluição visual e qualificar o espaço urbano.
Retomar esse tipo de recurso agora, priorizando interesses comerciais, representa um retrocesso. Além disso, trata-se de uma região marcada por prédios antigos e de valor histórico, cuja arquitetura merece ser preservada e valorizada. Encher esse ambiente de telas e iluminação em LED não contribui para a paisagem urbana — ao contrário, compromete a identidade do lugar e gera uma estética que considero extremamente cafona.
Completamente contra essa ideia absurda, ainda bem que agora está aparecendo na mídia. A Lei Cidade Limpa não merece um retrocesso desses. Investir em aterrar os fios dos postes da região central toda ninguém quer, impressionante. Ainda bem que os conselheiros da sociedade civil foram todos contra. Parabéns à idiocracia dos conselheiros da Prefeitura.
Sou frequentadora assídua da região e sou a favor do projeto de revitalização e a favor da infraestrutura de LED. Certamente será positivo para o Centro de forma ampla trazendo benefícios referentes à revitalização da região, como o próprio projeto inclui, atração de turistas e moradores de São Paulo, e levará a aumento da segurança. Várias cidades que implantaram tais projetos se beneficiaram e se beneficiam até hoje e são hoje cartões postais da cidade. Não vejo a possibilidade de ser algo negativo.
Trabalho na região central e acompanho diariamente a dinâmica urbana do entorno da Avenida São João, Largo do Paissandú e Praça Antônio Prado. Considero a proposta do Projeto Boulevard São João uma iniciativa importante para a requalificação e valorização dessa área histórica da cidade.
A combinação entre restauro de patrimônios relevantes, como a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos e o Relógio de Nichile, a melhoria do mobiliário urbano e a ativação cultural e tecnológica do espaço tende a estimular maior circulação de pessoas, fortalecer a identidade cultural do centro e contribuir para a revitalização econômica e social da região.
Iniciativas que integram preservação do patrimônio, inovação e cuidado com o espaço público são fundamentais para recuperar a vitalidade do centro histórico de São Paulo. Nesse sentido, manifesto-me favoravelmente à proposta.
Frequentador assíduo. Embora seja a favor da revitalização da região central sou contra este projeto pois não insere qualquer infraestrutura social ou de segurança compatível com os arredores ao projeto. Trata-se de uma ilha inacessível que visa somente beneficiar os empresários do local.
Não sou a favor da proposta square paulistana. A volta de painéis de publicidade é uma forma de camuflar a falta de zeladoria da prefeitura e a fiscalização de manutenções prediais obrigatórias.