O plantio não entra nos planos da prefeitura de forma prioritária e com a implementação assertiva é sempre umas ações marketeiras ou atabalhoadas como o jardim de chuva onde não chove debaixo do elevado João Goulart
Eita… péssimo. Sou moradora da Avenida São João, e o pouquíssimo de área verde que existe se resume a algumas árvores espalhadas. Muitas delas acabam sendo usadas de forma inadequada, como banheiro, o que torna o entorno inóspito. Refiro-me ao perímetro entre a Avenida Duque de Caxias e o Relógio de Nichile.
Há a Praça Júlio Mesquita, mas ela é muito suja, carece de lixeiras e de manutenção constante. A Fonte Monumental, obra de Nicolina Vaz, está em ruínas — um patrimônio que deveria estar incluído nas ações de restauro e zeladoria do boulevard, e não apenas da igreja.
Sendo praticamente a única “área verde” da avenida — já que não considero o Largo do Paissandu como tal —, a Praça Júlio Mesquita não oferece condições mínimas de uso: hoje não é possível sequer sentar à sombra, descansar ou até mesmo esperar o ônibus.
Tem pouca área verde, então qualquer melhoria nisso já faria bastante diferença no dia a dia.
Poderia ter mais areas verdes.
O plantio não entra nos planos da prefeitura de forma prioritária e com a implementação assertiva é sempre umas ações marketeiras ou atabalhoadas como o jardim de chuva onde não chove debaixo do elevado João Goulart
A ampliação de áreas verdes seria um grande avanço, contribuindo para o bem-estar e para a qualidade ambiental do espaço urbano.
Eita… péssimo. Sou moradora da Avenida São João, e o pouquíssimo de área verde que existe se resume a algumas árvores espalhadas. Muitas delas acabam sendo usadas de forma inadequada, como banheiro, o que torna o entorno inóspito. Refiro-me ao perímetro entre a Avenida Duque de Caxias e o Relógio de Nichile.
Há a Praça Júlio Mesquita, mas ela é muito suja, carece de lixeiras e de manutenção constante. A Fonte Monumental, obra de Nicolina Vaz, está em ruínas — um patrimônio que deveria estar incluído nas ações de restauro e zeladoria do boulevard, e não apenas da igreja.
Sendo praticamente a única “área verde” da avenida — já que não considero o Largo do Paissandu como tal —, a Praça Júlio Mesquita não oferece condições mínimas de uso: hoje não é possível sequer sentar à sombra, descansar ou até mesmo esperar o ônibus.
A presença de vegetação é reduzida.
Há carência de áreas verdes que proporcionem conforto ambiental e espaços de permanência.
Depois que Bruno Covas acabou com qualquer verde do Anhangabaú a região ficou pior do que já era, não tem verde no centro
Observa-se a carência de áreas verdes na região, sendo importante ampliar os espaços arborizados e de permanência.
Podem ser ampliadas.