Sugiro melhoria das calçadas, modernização da iluminação pública, ampliação do mobiliário urbano e aumento da arborização. Destaco também a importância de valorizar o patrimônio histórico, organizar os fluxos de pedestres e veículos e promover orientações para a conservação do patrimônio público, tornando o espaço mais seguro, acessível e agradável.
Seria importante promover melhorias na infraestrutura urbana, especialmente na recuperação e padronização das calçadas, ampliação da iluminação pública e reforço na limpeza e manutenção do espaço. Também seria desejável aumentar a presença de áreas verdes, instalar mobiliário urbano adequado e criar espaços mais seguros e agradáveis para a circulação e permanência das pessoas.
1. Enterramento da fiação aérea no entorno das estações Luz, República, Anhangabaú e São Bento: A rede aérea exposta compromete a leitura do patrimônio histórico, gera poluição visual e riscos à segurança. É essencial articular concessionárias (Enel, provedores de telecom) para enterrar cabos e eliminar postes redundantes, integrando essa ação ao cronograma do VLT e às contrapartidas do projeto.
2. Programa integrado de combate a pichações, incluindo imóveis particulares: Além da limpeza nos bens tombados, propõe-se: (a) campanha de adesão voluntária para proprietários removerem pichações com apoio técnico da prefeitura; (b) aplicação efetiva da Lei Cidade Limpa (Lei 14.223/2006) para imóveis que descumprirem a manutenção da fachada; (c) criação de canal ágil para reporte e remoção em até 72h. A preservação da paisagem urbana é responsabilidade compartilhada e exige ação coordenada entre poder público, iniciativa privada e sociedade.
Transparência: Disponibilizar em portal aberto: cronograma físico-financeiro, relatórios de manutenção, métricas de impacto (fluxo de pedestres, satisfação de usuários).
Participação: Criar comitê gestor com representantes da sociedade civil para acompanhamento contínuo do projeto.
Sustentabilidade: Exigir certificação ambiental dos materiais, plano de descarte de equipamentos e uso de energia renovável nos painéis.
Inclusão: Garantir que 100% do mobiliário e intervenções atendam à NBR 9050, com auditoria independente.
Patrimônio: Publicar antes/depois dos restauros, com memorial técnico acessível, e garantir que intervenções em bens tombados sigam cartas patrimoniais internacionais.
melhorar calçadas, ampliar e muito a vegetação, mais iluminação e mobiliário urbano. jamais aceitar a implantação desses painéis luminosos ainda mais com um retorno ridículo de R$2 milhões. claramente consequência de um lobby de empresas de publicidade exterior para aos poucos ir destruindo uma das melhores coisas que a cidade tem que é o "cidade limpa"
Minhas propostas estão nas respostas anteriores. Para complementar o orçamento necessário - parte substancial já existe mas não vemos a aplicação - ao invés dos 2 milhões em troca dos inadequados e agressivos painéis, por que não contar com a colaboração da iniciativa privada nos moldes da Argentina e de Santiago do Chile que, certamente, não adotaram formas visualmente poluidoras
As calçadas são horríveis para este projeto
Tem muita coisa mais importante a serem feitas
Acabar com os calçadões. Quem mora ou trabalha é muito prejudicado
Sugiro melhoria das calçadas, modernização da iluminação pública, ampliação do mobiliário urbano e aumento da arborização. Destaco também a importância de valorizar o patrimônio histórico, organizar os fluxos de pedestres e veículos e promover orientações para a conservação do patrimônio público, tornando o espaço mais seguro, acessível e agradável.
Mais áreas verdes
Seria importante promover melhorias na infraestrutura urbana, especialmente na recuperação e padronização das calçadas, ampliação da iluminação pública e reforço na limpeza e manutenção do espaço. Também seria desejável aumentar a presença de áreas verdes, instalar mobiliário urbano adequado e criar espaços mais seguros e agradáveis para a circulação e permanência das pessoas.
1. Enterramento da fiação aérea no entorno das estações Luz, República, Anhangabaú e São Bento: A rede aérea exposta compromete a leitura do patrimônio histórico, gera poluição visual e riscos à segurança. É essencial articular concessionárias (Enel, provedores de telecom) para enterrar cabos e eliminar postes redundantes, integrando essa ação ao cronograma do VLT e às contrapartidas do projeto.
2. Programa integrado de combate a pichações, incluindo imóveis particulares: Além da limpeza nos bens tombados, propõe-se: (a) campanha de adesão voluntária para proprietários removerem pichações com apoio técnico da prefeitura; (b) aplicação efetiva da Lei Cidade Limpa (Lei 14.223/2006) para imóveis que descumprirem a manutenção da fachada; (c) criação de canal ágil para reporte e remoção em até 72h. A preservação da paisagem urbana é responsabilidade compartilhada e exige ação coordenada entre poder público, iniciativa privada e sociedade.
Transparência: Disponibilizar em portal aberto: cronograma físico-financeiro, relatórios de manutenção, métricas de impacto (fluxo de pedestres, satisfação de usuários).
Participação: Criar comitê gestor com representantes da sociedade civil para acompanhamento contínuo do projeto.
Sustentabilidade: Exigir certificação ambiental dos materiais, plano de descarte de equipamentos e uso de energia renovável nos painéis.
Inclusão: Garantir que 100% do mobiliário e intervenções atendam à NBR 9050, com auditoria independente.
Patrimônio: Publicar antes/depois dos restauros, com memorial técnico acessível, e garantir que intervenções em bens tombados sigam cartas patrimoniais internacionais.
melhorar calçadas, ampliar e muito a vegetação, mais iluminação e mobiliário urbano. jamais aceitar a implantação desses painéis luminosos ainda mais com um retorno ridículo de R$2 milhões. claramente consequência de um lobby de empresas de publicidade exterior para aos poucos ir destruindo uma das melhores coisas que a cidade tem que é o "cidade limpa"
Minhas propostas estão nas respostas anteriores. Para complementar o orçamento necessário - parte substancial já existe mas não vemos a aplicação - ao invés dos 2 milhões em troca dos inadequados e agressivos painéis, por que não contar com a colaboração da iniciativa privada nos moldes da Argentina e de Santiago do Chile que, certamente, não adotaram formas visualmente poluidoras