Não, não gostaria e não é saudável. Já somos constantemente bombardeados por imagens, e no contexto do ambiente isso se torna poluição visual e luminosa. Nunca deve ter conteúdo publicitário exposto em painéis LED nas fachadas dos edifícios na cidade. Os esforços devem convergir para atividades culturais e inclusivas, apropriação do espaço e liberdade para que as pessoas possam se expressar artisticamente e culturalmente. Colocar informações visuais dinâmicas vai ser mais um elemento de poluição visual e sem efeito prático no uso do espaço.
Contribuição do Conselho de Política Urbana (CPU) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) - Parte 07: Para que o sucesso esperado, por todas as partes, seja deveras alcançado, esse pacto precisa estar bem calibrado, e os autores cientes de suas responsabilidades, ônus e bônus correspondentes desta iniciativa inédita na história paisagística de São Paulo.
Contribuição do Conselho de Política Urbana (CPU) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) - Parte 06: Para além do restauro das fachadas da Igreja, da estátua e do relógio mencionados, bem como da inserção de bancos e lixeiras ao longo da Avenida São Joao, esta também poderia ser a oportunidade para se implementar um projeto inovador, que realmente pudesse ressignificar este espaço público da cidade fazendo jus ao valor cívico e emblemático da região na qual se insere. A despeito da desatualização da Lei Cidade Limpa quanto às possibilidades previstas e penalidades aplicáveis, trata-se de uma ocasião de verificar a efetividade de um instrumento ainda não explorado e a eficiência da iniciativa privada em gerir uma transformação urbana a partir do uso concedido do espaço público para exposição midiática de conteúdo informativo e cultural.
Contribuição do Conselho de Política Urbana (CPU) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) - Parte 05: Com a devida cautela, análise e monitoramento periódico, este projeto não deve servir, portanto, à abertura de uma série de “Times Squares” improcedentes em toda cidade, e sim ser examinada enquanto uma nova modalidade de unir a normativa pública e a expertise da iniciativa privada em reinventar o espaço público e criar nova atratividade, sobretudo em uma área tão significativa como o centro da cidade. A respeito da contrapartida apresentada, ela configura um conjunto de ações e um recurso orçamentário exíguo frente aos valores reconhecidamente aplicados nas intervenções nos espaços públicos da cidade.
Não. Isso fere a lei cidade limpa que é uma vitória muito importante para a população.
Não, de forma alguma. Isso descaracteriza a regiao e fere a lei cidade limpa
não
Não.
Não, não gostaria e não é saudável. Já somos constantemente bombardeados por imagens, e no contexto do ambiente isso se torna poluição visual e luminosa. Nunca deve ter conteúdo publicitário exposto em painéis LED nas fachadas dos edifícios na cidade. Os esforços devem convergir para atividades culturais e inclusivas, apropriação do espaço e liberdade para que as pessoas possam se expressar artisticamente e culturalmente. Colocar informações visuais dinâmicas vai ser mais um elemento de poluição visual e sem efeito prático no uso do espaço.
sim
Não gostaria. Após a lei cidade limpa, a retirada e adequação de placas fez a cidade ficar mais bonita, sem poluição visual.
Contribuição do Conselho de Política Urbana (CPU) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) - Parte 07: Para que o sucesso esperado, por todas as partes, seja deveras alcançado, esse pacto precisa estar bem calibrado, e os autores cientes de suas responsabilidades, ônus e bônus correspondentes desta iniciativa inédita na história paisagística de São Paulo.
Contribuição do Conselho de Política Urbana (CPU) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) - Parte 06: Para além do restauro das fachadas da Igreja, da estátua e do relógio mencionados, bem como da inserção de bancos e lixeiras ao longo da Avenida São Joao, esta também poderia ser a oportunidade para se implementar um projeto inovador, que realmente pudesse ressignificar este espaço público da cidade fazendo jus ao valor cívico e emblemático da região na qual se insere. A despeito da desatualização da Lei Cidade Limpa quanto às possibilidades previstas e penalidades aplicáveis, trata-se de uma ocasião de verificar a efetividade de um instrumento ainda não explorado e a eficiência da iniciativa privada em gerir uma transformação urbana a partir do uso concedido do espaço público para exposição midiática de conteúdo informativo e cultural.
Contribuição do Conselho de Política Urbana (CPU) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) - Parte 05: Com a devida cautela, análise e monitoramento periódico, este projeto não deve servir, portanto, à abertura de uma série de “Times Squares” improcedentes em toda cidade, e sim ser examinada enquanto uma nova modalidade de unir a normativa pública e a expertise da iniciativa privada em reinventar o espaço público e criar nova atratividade, sobretudo em uma área tão significativa como o centro da cidade. A respeito da contrapartida apresentada, ela configura um conjunto de ações e um recurso orçamentário exíguo frente aos valores reconhecidamente aplicados nas intervenções nos espaços públicos da cidade.