Descrição
A Prefeitura de São Paulo, em parceria com o ONU-Habitat, está elaborando o Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PGIRS), instrumento essencial para planejar, organizar e executar políticas públicas municipais ligadas ao manejo de resíduos sólidos e limpeza urbana.
CONSULTA PÚBLICA DA ETAPA DE PLANO DE METAS E AÇÕES
Como parte do processo participativo, está aberta a consulta pública final do PGIRS, focada na apresentação das metas e ações para gestão de resíduos sólidos na cidade. Essa etapa apresenta objetivos para o tratamento e destinação final dos resíduos urbanos, incluindo limpeza pública, gestão de resíduos especiais, atuação de catadores e cooperativas, reciclagem e logística reversa.
Acesse o documento Plano de Ação e Metas do PGIRS
A consulta pública permite que a população contribua com percepções locais, sugestões e experiências que complementam os dados técnicos. Essa escuta é fundamental para que o PGIRS reflita as demandas reais da sociedade, promova equidade socioambiental e fortaleça políticas sustentáveis de resíduos no município.
A consulta estará disponível entre 17/07 e 10/08 de 2026.
Informações adicionais
SOBRE OS PROCESSOS PARTICIPATIVOS DE PGIRS
Acesse o Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PGIRS)
A participação da população é essencial para o desenvolvimento do PGIRS. Até o momento, foram realizadas 8 etapas participativas, incluindo oficinas em todas as regiões da cidade, consultas públicas e audiências. Ao todo, contamos com 4.094 participantes e 1.970 contribuições. Faça parte e ajude na construção do plano.
Confira notícias sobre as ações de participação social:
População pode mandar ideias para a gestão do lixo na capital | Rede Globo / Jornal SP 1: Prefeitura de São Paulo e ONU-Habitat promovem oficinas sobre o Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos
Participação social marca planos de saneamento e gestão de resíduos em São Paulo | ONU Brasil: População pode mandar ideias para a gestão do lixo na capital
Prefeitura de São Paulo e ONU-Habitat promovem oficinas sobre o Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólido | Secretaria do Verde e Meio Ambiente: Participação social marca planos de saneamento e gestão de resíduos em São Paulo
Entre as rotas tecnológicas existentes, a de maior aderência ao tratamento e transformação energética dos resíduos sólidos urbanos, resíduos sólidos de saúde, lodo de esgoto e resíduos industriais (resíduos perigosos) é a tecnologia de plasma. Uma usina de plasma permite realizar a transformação energética com Resto ZERO, Poluição net ZERO e Rentabilidade positiva (+). No Brasil, existe engenharia brasileira com domínio da tecnologia de plasma, trabalhada por engenheiros brasileiros e executadas por empresas brasileiras. O estudo de viabilidade garante que economicamente e financeiramente a usina tem excelente retorno financeiro, pode ser implantada com "payback" exequível (+/- 10 anos) e sua modelagem, está projetada para implantações modulares (50 toneladas/dia), escalável até 12 módulos na mesma usina (recomendados 6 x módulos por usina). A cidade de São Paulo poderá ser atendida por 32 x usinas (uma por regional). A usina de plasma além de consumir 100% dos resíduos diários, remove resíduos já empilhados nos aterros, reduzindo-os, limpando-os e descontaminando-os até acabar com os aterros. A tecnologia de Plasma é o Estado da Arte, a mais completa e promissora tecnologia para o tratamento e transformação energética dos resíduos. Os resíduos a serem utilizados na usina de plasma, são aqueles que não foram utilizados na reciclagem e na compostagem. Ou seja, são os resíduos despejados nos aterros. Na atualidade, com a disponibilidade brasileira de implantar usinas de plasma em REAIS, permite aos municípios brasileiros realizarem a execução destes projetos com uma redução de custos na ordem de 10 a 12 vezes, comparativamente com as propostas de implantações realizadas por empresas internacionais. Além de resto Zero e poluição Net Zero, a usina faz a transformação produzindo Hidrogênio, Liga metálica, Cerâmica vitrea. Conforme o planejamento de implantação, outros subprodutos podem ser considerados, como a geração de energia elétrica exportável e/ou Metano e/ou Amônia. A modelagem do Grupo Plasma permite que a usina de plasma seja autosuficiente energeticamente (produz sua própria energia) e financeiramente. Cabe ainda lembrar que o Resto Zero = zero furanos, zero dioxinas e zero chorume. Sem a necessidade de filtros de alto custo. Concluindo, não existe a menor possibilidade de desconsiderar a tecnologia de plasma, como solução para a gestão e destinação dos resíduos urbanos. O desconhecimento não pode ser uma justificativa. Custos internacionais também não podem ser justificativas. Neste contexto, o plano atual (PGIRS) e as demais iniciativas para a gestão de resíduos devem considerar a tecnologia de plasma como a alternativa. mais completa. Para a maior cidade da América Latina e uma das maiores do mundo, São Paulo merece a inovação do uso da tecnologia de plasma para o tratamento e transformação energética do RSU/RSS, mesmo que incialmente com uma unidade piloto de 300 toneladas/dia (6 módulos de 50 ton/dia ou 2.000 kg/hora). O bairro da Lapa pode ser a unidade piloto.
Desconheço a pesquisa estabelecida para destinar o índice de 67% proposto para recuperação até 2040, mas do meu ponto de vista, considerando o aumento da população em SP, de forma assustadora, por que não, desde já, arredondar esse índice para 70% ?
Destinar 24% dos resíduos da coleta domiciliar para reciclagem, produção de combustível derivado de resíduos (CDR) e outras estratégias de recuperação da fração seca, até 2040.
Ao invés de haver esta preposição de coprocessamento, melhor seria priorizar completamente uma boa porcentagem, pelo menos de 40% para desviar de aterro o resíduo sólido comum cuja fração é compostável, por meio biológico. Sendo sintéticos voltados a reciclagem e orgânicos a compostagem.
Seguindo o mesmo raciocínio da revisão anterior, por que não arredondar para 30%?
Entre as rotas tecnológicas existentes, a de maior aderência ao tratamento e transformação energética dos resíduos sólidos urbanos, resíduos sólidos de saúde, lodo de esgoto e resíduos industriais (resíduos perigosos) é a tecnologia de plasma. Uma usina de plasma permite realizar a transformação energética com Resto ZERO, Poluição net ZERO e Rentabilidade positiva (+). No Brasil, existe engenharia brasileira com domínio da tecnologia de plasma, trabalhada por engenheiros brasileiros e executadas por empresas brasileiras. O estudo de viabilidade garante que economicamente e financeiramente a usina tem excelente retorno financeiro, pode ser implantada com "payback" exequível (+/- 10 anos) e sua modelagem, está projetada para implantações modulares (50 toneladas/dia), escalável até 12 módulos na mesma usina (recomendados 6 x módulos por usina). A cidade de São Paulo poderá ser atendida por 32 x usinas (uma por regional). A usina de plasma além de consumir 100% dos resíduos diários, remove resíduos já empilhados nos aterros, reduzindo-os, limpando-os e descontaminando-os até acabar com os aterros. A tecnologia de Plasma é o Estado da Arte, a mais completa e promissora tecnologia para o tratamento e transformação energética dos resíduos. Os resíduos a serem utilizados na usina de plasma, são aqueles que não foram utilizados na reciclagem e na compostagem. Ou seja, são os resíduos despejados nos aterros. Na atualidade, com a disponibilidade brasileira de implantar usinas de plasma em REAIS, permite aos municípios brasileiros realizarem a execução destes projetos com uma redução de custos na ordem de 10 a 12 vezes, comparativamente com as propostas de implantações realizadas por empresas internacionais. Além de resto Zero e poluição Net Zero, a usina faz a transformação produzindo Hidrogênio, Liga metálica, Cerâmica vitrea. Conforme o planejamento de implantação, outros subprodutos podem ser considerados, como a geração de energia elétrica exportável e/ou Metano e/ou Amônia. A modelagem do Grupo Plasma permite que a usina de plasma seja autosuficiente energeticamente (produz sua própria energia) e financeiramente. Cabe ainda lembrar que o Resto Zero = zero furanos, zero dioxinas e zero chorume. Sem a necessidade de filtros de alto custo. Concluindo, não existe a menor possibilidade de desconsiderar a tecnologia de plasma, como solução para a gestão e destinação dos resíduos urbanos. O desconhecimento não pode ser uma justificativa. Custos internacionais também não podem ser justificativas. Neste contexto, o plano atual (PGIRS) e as demais iniciativas para a gestão de resíduos devem considerar a tecnologia de plasma como a alternativa. mais completa. Para a maior cidade da América Latina e uma das maiores do mundo, São Paulo merece a inovação do uso da tecnologia de plasma para o tratamento e transformação energética do RSU/RSS, mesmo que incialmente com uma unidade piloto de 300 toneladas/dia (6 módulos de 50 ton/dia ou 2.000 kg/hora). O bairro da Lapa pode ser a unidade piloto.
Destinar para tratamento biológico 15% dos resíduos da coleta domiciliar até 2040, por meio de biossecagem, biodigestão, compostagem e outras estratégias.
Creio que esta meta deveria corresponder pelo menos 40%! O viés de tratamento biológico é o método mais limpo, mais regenerativo, mais distributivo e justo!
Da maneira que a população cresce na Capital, até 2040, qual será essa população colaborando para o aumento de consumo de lixo? Sugiro, desde já altera dobrar esse índice de 15%.
Compostagem é fácil e tem custo baixo! A prefeitura poderia usar e abusar dessa super "tecnologia" e prever mais pátios de compostagem como o da Lapa pelas demais subprefeituras. Isso diminuiria o volume dos aterros, produziria adubo de ótima qualidade para manutenção de parques e praças e ainda reduziria a distância entre coleta e destinação.
Alcançar 28% de taxa de recuperação dos resíduos da coleta domiciliar por meio de tratamento térmico nas Unidades de Recuperação Energética até 2040.
Tratamento térmico é um jeito de não dizer incinerador?? Em pleno 2026, com crise climática no cangote, a prefeitura quer queimar resíduo?? Fora a questão ambiental, isso é um desperdício de recurso sem fim! Façam-nos o favor de nem sonhar com isso!!!
Entre as rotas tecnológicas existentes, a de maior aderência ao tratamento e transformação energética dos resíduos sólidos urbanos, resíduos sólidos de saúde, lodo de esgoto e resíduos industriais (resíduos perigosos) é a tecnologia de plasma. Uma usina de plasma permite realizar a transformação energética com Resto ZERO, Poluição net ZERO e Rentabilidade positiva (+). No Brasil, existe engenharia brasileira com domínio da tecnologia de plasma, trabalhada por engenheiros brasileiros e executadas por empresas brasileiras. O estudo de viabilidade garante que economicamente e financeiramente a usina tem excelente retorno financeiro, pode ser implantada com "payback" exequível (+/- 10 anos) e sua modelagem, está projetada para implantações modulares (50 toneladas/dia), escalável até 12 módulos na mesma usina (recomendados 6 x módulos por usina). A cidade de São Paulo poderá ser atendida por 32 x usinas (uma por regional). A usina de plasma além de consumir 100% dos resíduos diários, remove resíduos já empilhados nos aterros, reduzindo-os, limpando-os e descontaminando-os até acabar com os aterros. A tecnologia de Plasma é o Estado da Arte, a mais completa e promissora tecnologia para o tratamento e transformação energética dos resíduos. Os resíduos a serem utilizados na usina de plasma, são aqueles que não foram utilizados na reciclagem e na compostagem. Ou seja, são os resíduos despejados nos aterros. Na atualidade, com a disponibilidade brasileira de implantar usinas de plasma em REAIS, permite aos municípios brasileiros realizarem a execução destes projetos com uma redução de custos na ordem de 10 a 12 vezes, comparativamente com as propostas de implantações realizadas por empresas internacionais. Além de resto Zero e poluição Net Zero, a usina faz a transformação produzindo Hidrogênio, Liga metálica, Cerâmica vitrea. Conforme o planejamento de implantação, outros subprodutos podem ser considerados, como a geração de energia elétrica exportável e/ou Metano e/ou Amônia. A modelagem do Grupo Plasma permite que a usina de plasma seja autosuficiente energeticamente (produz sua própria energia) e financeiramente. Cabe ainda lembrar que o Resto Zero = zero furanos, zero dioxinas e zero chorume. Sem a necessidade de filtros de alto custo. Concluindo, não existe a menor possibilidade de desconsiderar a tecnologia de plasma, como solução para a gestão e destinação dos resíduos urbanos. O desconhecimento não pode ser uma justificativa. Custos internacionais também não podem ser justificativas. Neste contexto, o plano atual (PGIRS) e as demais iniciativas para a gestão de resíduos devem considerar a tecnologia de plasma como a alternativa. mais completa. Para a maior cidade da América Latina e uma das maiores do mundo, São Paulo merece a inovação do uso da tecnologia de plasma para o tratamento e transformação energética do RSU/RSS, mesmo que incialmente com uma unidade piloto de 300 toneladas/dia (6 módulos de 50 ton/dia ou 2.000 kg/hora). O bairro da Lapa pode ser a unidade piloto.
Destinar 60% dos resíduos dos serviços públicos municipais, com exceção da coleta domiciliar, para recuperação até 2040, por meio de soluções específicas por tipologia de resíduos.
Entre as rotas tecnológicas existentes, a de maior aderência ao tratamento e transformação energética dos resíduos sólidos urbanos, resíduos sólidos de saúde, lodo de esgoto e resíduos industriais (resíduos perigosos) é a tecnologia de plasma. Uma usina de plasma permite realizar a transformação energética com Resto ZERO, Poluição net ZERO e Rentabilidade positiva (+). COM A TECNOLOGIA DE PLASMA, NÃO HÁ NECESSIDADE DE TIPOLOGIA DE RESÍDUOS. No Brasil, existe engenharia brasileira com domínio da tecnologia de plasma, trabalhada por engenheiros brasileiros e executadas por empresas brasileiras. O estudo de viabilidade garante que economicamente e financeiramente a usina tem excelente retorno financeiro, pode ser implantada com "payback" exequível (+/- 10 anos) e sua modelagem, está projetada para implantações modulares (50 toneladas/dia), escalável até 12 módulos na mesma usina (recomendados 6 x módulos por usina). A cidade de São Paulo poderá ser atendida por 32 x usinas (uma por regional). A usina de plasma além de consumir 100% dos resíduos diários, remove resíduos já empilhados nos aterros, reduzindo-os, limpando-os e descontaminando-os até acabar com os aterros. A tecnologia de Plasma é o Estado da Arte, a mais completa e promissora tecnologia para o tratamento e transformação energética dos resíduos. Os resíduos a serem utilizados na usina de plasma, são aqueles que não foram utilizados na reciclagem e na compostagem. Ou seja, são os resíduos despejados nos aterros. Na atualidade, com a disponibilidade brasileira de implantar usinas de plasma em REAIS, permite aos municípios brasileiros realizarem a execução destes projetos com uma redução de custos na ordem de 10 a 12 vezes, comparativamente com as propostas de implantações realizadas por empresas internacionais. Além de resto Zero e poluição Net Zero, a usina faz a transformação produzindo Hidrogênio, Liga metálica, Cerâmica vitrea. Conforme o planejamento de implantação, outros subprodutos podem ser considerados, como a geração de energia elétrica exportável e/ou Metano e/ou Amônia. A modelagem do Grupo Plasma permite que a usina de plasma seja autosuficiente energeticamente (produz sua própria energia) e financeiramente. Cabe ainda lembrar que o Resto Zero = zero furanos, zero dioxinas e zero chorume. Sem a necessidade de filtros de alto custo. Concluindo, não existe a menor possibilidade de desconsiderar a tecnologia de plasma, como solução para a gestão e destinação dos resíduos urbanos. O desconhecimento não pode ser uma justificativa. Custos internacionais também não podem ser justificativas. Neste contexto, o plano atual (PGIRS) e as demais iniciativas para a gestão de resíduos devem considerar a tecnologia de plasma como a alternativa. mais completa. Para a maior cidade da América Latina e uma das maiores do mundo, São Paulo merece a inovação do uso da tecnologia de plasma para o tratamento e transformação energética do RSU/RSS, mesmo que incialmente com uma unidade piloto de 300 toneladas/dia (6 módulos de 50 ton/dia ou 2.000 kg/hora). O bairro da Lapa pode ser a unidade piloto.
Assegurar a disposição final ambientalmente adequada de 100% do chorume gerado nos aterros sanitários que recebem resíduos dos serviços públicos municipais no horizonte 2046, e estudar soluções para tratamento e reaproveitamento do chorume dentro dos aterros.
Entre as rotas tecnológicas existentes, a de maior aderência ao tratamento e transformação energética dos resíduos sólidos urbanos, resíduos sólidos de saúde, lodo de esgoto e resíduos industriais (resíduos perigosos) é a tecnologia de plasma. Uma usina de plasma permite realizar a transformação energética com Resto ZERO, Poluição net ZERO e Rentabilidade positiva (+). No Brasil, existe engenharia brasileira com domínio da tecnologia de plasma, trabalhada por engenheiros brasileiros e executadas por empresas brasileiras. O estudo de viabilidade garante que economicamente e financeiramente a usina tem excelente retorno financeiro, pode ser implantada com "payback" exequível (+/- 10 anos) e sua modelagem, está projetada para implantações modulares (50 toneladas/dia), escalável até 12 módulos na mesma usina (recomendados 6 x módulos por usina). A cidade de São Paulo poderá ser atendida por 32 x usinas (uma por regional). A usina de plasma além de consumir 100% dos resíduos diários, remove resíduos já empilhados nos aterros, reduzindo-os, limpando-os e descontaminando-os até acabar com os aterros. A tecnologia de Plasma é o Estado da Arte, a mais completa e promissora tecnologia para o tratamento e transformação energética dos resíduos. Os resíduos a serem utilizados na usina de plasma, são aqueles que não foram utilizados na reciclagem e na compostagem. Ou seja, são os resíduos despejados nos aterros. Na atualidade, com a disponibilidade brasileira de implantar usinas de plasma em REAIS, permite aos municípios brasileiros realizarem a execução destes projetos com uma redução de custos na ordem de 10 a 12 vezes, comparativamente com as propostas de implantações realizadas por empresas internacionais. Além de resto Zero e poluição Net Zero, a usina faz a transformação produzindo Hidrogênio, Liga metálica, Cerâmica vitrea. Conforme o planejamento de implantação, outros subprodutos podem ser considerados, como a geração de energia elétrica exportável e/ou Metano e/ou Amônia. A modelagem do Grupo Plasma permite que a usina de plasma seja autosuficiente energeticamente (produz sua própria energia) e financeiramente. Cabe ainda lembrar que o Resto Zero = zero furanos, zero dioxinas e zero chorume. Sem a necessidade de filtros de alto custo. Concluindo, não existe a menor possibilidade de desconsiderar a tecnologia de plasma, como solução para a gestão e destinação dos resíduos urbanos. O desconhecimento não pode ser uma justificativa. Custos internacionais também não podem ser justificativas. Neste contexto, o plano atual (PGIRS) e as demais iniciativas para a gestão de resíduos devem considerar a tecnologia de plasma como a alternativa. mais completa. Para a maior cidade da América Latina e uma das maiores do mundo, São Paulo merece a inovação do uso da tecnologia de plasma para o tratamento e transformação energética do RSU/RSS, mesmo que incialmente com uma unidade piloto de 300 toneladas/dia (6 módulos de 50 ton/dia ou 2.000 kg/hora). O bairro da Lapa pode ser a unidade piloto.
Elaborar e publicar plano progressivo de metas para valorização do lodo de Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs), em articulação com a Unidade Regional de Saneamento Básico (URAE 1) e a Sabesp, até 2028.
Entre as rotas tecnológicas existentes, a de maior aderência ao tratamento e transformação energética dos resíduos sólidos urbanos, resíduos sólidos de saúde, lodo de esgoto e resíduos industriais (resíduos perigosos) é a tecnologia de plasma. Uma usina de plasma permite realizar a transformação energética com Resto ZERO, Poluição net ZERO e Rentabilidade positiva (+). No Brasil, existe engenharia brasileira com domínio da tecnologia de plasma, trabalhada por engenheiros brasileiros e executadas por empresas brasileiras. O estudo de viabilidade garante que economicamente e financeiramente a usina tem excelente retorno financeiro, pode ser implantada com "payback" exequível (+/- 10 anos) e sua modelagem, está projetada para implantações modulares (50 toneladas/dia), escalável até 12 módulos na mesma usina (recomendados 6 x módulos por usina). A cidade de São Paulo poderá ser atendida por 32 x usinas (uma por regional). A usina de plasma além de consumir 100% dos resíduos diários, remove resíduos já empilhados nos aterros, reduzindo-os, limpando-os e descontaminando-os até acabar com os aterros. A tecnologia de Plasma é o Estado da Arte, a mais completa e promissora tecnologia para o tratamento e transformação energética dos resíduos. Os resíduos a serem utilizados na usina de plasma, são aqueles que não foram utilizados na reciclagem e na compostagem. Ou seja, são os resíduos despejados nos aterros. Na atualidade, com a disponibilidade brasileira de implantar usinas de plasma em REAIS, permite aos municípios brasileiros realizarem a execução destes projetos com uma redução de custos na ordem de 10 a 12 vezes, comparativamente com as propostas de implantações realizadas por empresas internacionais. Além de resto Zero e poluição Net Zero, a usina faz a transformação produzindo Hidrogênio, Liga metálica, Cerâmica vitrea. Conforme o planejamento de implantação, outros subprodutos podem ser considerados, como a geração de energia elétrica exportável e/ou Metano e/ou Amônia. A modelagem do Grupo Plasma permite que a usina de plasma seja autosuficiente energeticamente (produz sua própria energia) e financeiramente. Cabe ainda lembrar que o Resto Zero = zero furanos, zero dioxinas e zero chorume. Sem a necessidade de filtros de alto custo. Concluindo, não existe a menor possibilidade de desconsiderar a tecnologia de plasma, como solução para a gestão e destinação dos resíduos urbanos. O desconhecimento não pode ser uma justificativa. Custos internacionais também não podem ser justificativas. Neste contexto, o plano atual (PGIRS) e as demais iniciativas para a gestão de resíduos devem considerar a tecnologia de plasma como a alternativa. mais completa. Para a maior cidade da América Latina e uma das maiores do mundo, São Paulo merece a inovação do uso da tecnologia de plasma para o tratamento e transformação energética do RSU/RSS, mesmo que incialmente com uma unidade piloto de 300 toneladas/dia (6 módulos de 50 ton/dia ou 2.000 kg/hora). O bairro da Lapa pode ser a unidade piloto.
Assegurar a disposição final ambientalmente adequada dos resíduos sólidos urbanos no horizonte 2046, garantindo no mínimo 10 anos de vida útil remanescente de todos os aterros que recebem resíduos manejados pelo município em qualquer ano do plano.
Entre as rotas tecnológicas existentes, a de maior aderência ao tratamento e transformação energética dos resíduos sólidos urbanos, resíduos sólidos de saúde, lodo de esgoto e resíduos industriais (resíduos perigosos) é a tecnologia de plasma. Uma usina de plasma permite realizar a transformação energética com Resto ZERO, Poluição net ZERO e Rentabilidade positiva (+). No Brasil, existe engenharia brasileira com domínio da tecnologia de plasma, trabalhada por engenheiros brasileiros e executadas por empresas brasileiras. O estudo de viabilidade garante que economicamente e financeiramente a usina tem excelente retorno financeiro, pode ser implantada com "payback" exequível (+/- 10 anos) e sua modelagem, está projetada para implantações modulares (50 toneladas/dia), escalável até 12 módulos na mesma usina (recomendados 6 x módulos por usina). A cidade de São Paulo poderá ser atendida por 32 x usinas (uma por regional). A usina de plasma além de consumir 100% dos resíduos diários, remove resíduos já empilhados nos aterros, reduzindo-os, limpando-os e descontaminando-os até acabar com os aterros. A tecnologia de Plasma é o Estado da Arte, a mais completa e promissora tecnologia para o tratamento e transformação energética dos resíduos. Os resíduos a serem utilizados na usina de plasma, são aqueles que não foram utilizados na reciclagem e na compostagem. Ou seja, são os resíduos despejados nos aterros. Na atualidade, com a disponibilidade brasileira de implantar usinas de plasma em REAIS, permite aos municípios brasileiros realizarem a execução destes projetos com uma redução de custos na ordem de 10 a 12 vezes, comparativamente com as propostas de implantações realizadas por empresas internacionais. Além de resto Zero e poluição Net Zero, a usina faz a transformação produzindo Hidrogênio, Liga metálica, Cerâmica vitrea. Conforme o planejamento de implantação, outros subprodutos podem ser considerados, como a geração de energia elétrica exportável e/ou Metano e/ou Amônia. A modelagem do Grupo Plasma permite que a usina de plasma seja autosuficiente energeticamente (produz sua própria energia) e financeiramente. Cabe ainda lembrar que o Resto Zero = zero furanos, zero dioxinas e zero chorume. Sem a necessidade de filtros de alto custo. Concluindo, não existe a menor possibilidade de desconsiderar a tecnologia de plasma, como solução para a gestão e destinação dos resíduos urbanos. O desconhecimento não pode ser uma justificativa. Custos internacionais também não podem ser justificativas. Neste contexto, o plano atual (PGIRS) e as demais iniciativas para a gestão de resíduos devem considerar a tecnologia de plasma como a alternativa. mais completa. Para a maior cidade da América Latina e uma das maiores do mundo, São Paulo merece a inovação do uso da tecnologia de plasma para o tratamento e transformação energética do RSU/RSS, mesmo que incialmente com uma unidade piloto de 300 toneladas/dia (6 módulos de 50 ton/dia ou 2.000 kg/hora). O bairro da Lapa pode ser a unidade piloto.
Implantar projeto-piloto de coleta domiciliar segregada em três frações (orgânicos, recicláveis e rejeitos) até 2028.
Criar programas de educação e incentivos, utilizando instrumentos da economia comportamental, para mobilizar a população em favor de uma maior adesão na separação adequada dos resíduos sólidos domiciliares, que representam a maior parcela dos resíduos sólidos produzidos pela população. A ideia de se criar uma moeda social, como introduzido no Município de Arujá, o "Vale Verde", entra neste quesito servindo como incentivo, sem que seja necessário se criar novos tributos a população para sua participação, visto o serviço de coleta seletiva já se encontrar implantado universalmente no Município de São Paulo, sendo necessário apenas uma maior adesão da população.
Entre as rotas tecnológicas existentes, a de maior aderência ao tratamento e transformação energética dos resíduos sólidos urbanos, resíduos sólidos de saúde, lodo de esgoto e resíduos industriais (resíduos perigosos) é a tecnologia de plasma. Para a usina de plasma, todos os resíduos são bem vindos e tratados. Uma usina de plasma permite realizar a transformação energética com Resto ZERO, Poluição net ZERO e Rentabilidade positiva (+). No Brasil, existe engenharia brasileira com domínio da tecnologia de plasma, trabalhada por engenheiros brasileiros e executadas por empresas brasileiras. O estudo de viabilidade garante que economicamente e financeiramente a usina tem excelente retorno financeiro, pode ser implantada com "payback" exequível (+/- 10 anos) e sua modelagem, está projetada para implantações modulares (50 toneladas/dia), escalável até 12 módulos na mesma usina (recomendados 6 x módulos por usina). A cidade de São Paulo poderá ser atendida por 32 x usinas (uma por regional). A usina de plasma além de consumir 100% dos resíduos diários, remove resíduos já empilhados nos aterros, reduzindo-os, limpando-os e descontaminando-os até acabar com os aterros. A tecnologia de Plasma é o Estado da Arte, a mais completa e promissora tecnologia para o tratamento e transformação energética dos resíduos. Os resíduos a serem utilizados na usina de plasma, são aqueles que não foram utilizados na reciclagem e na compostagem. Ou seja, são os resíduos despejados nos aterros. Na atualidade, com a disponibilidade brasileira de implantar usinas de plasma em REAIS, permite aos municípios brasileiros realizarem a execução destes projetos com uma redução de custos na ordem de 10 a 12 vezes, comparativamente com as propostas de implantações realizadas por empresas internacionais. Além de resto Zero e poluição Net Zero, a usina faz a transformação produzindo Hidrogênio, Liga metálica, Cerâmica vitrea. Conforme o planejamento de implantação, outros subprodutos podem ser considerados, como a geração de energia elétrica exportável e/ou Metano e/ou Amônia. A modelagem do Grupo Plasma permite que a usina de plasma seja autosuficiente energeticamente (produz sua própria energia) e financeiramente. Cabe ainda lembrar que o Resto Zero = zero furanos, zero dioxinas e zero chorume. Sem a necessidade de filtros de alto custo. Concluindo, não existe a menor possibilidade de desconsiderar a tecnologia de plasma, como solução para a gestão e destinação dos resíduos urbanos. O desconhecimento não pode ser uma justificativa. Custos internacionais também não podem ser justificativas. Neste contexto, o plano atual (PGIRS) e as demais iniciativas para a gestão de resíduos devem considerar a tecnologia de plasma como a alternativa. mais completa. Para a maior cidade da América Latina e uma das maiores do mundo, São Paulo merece a inovação do uso da tecnologia de plasma para o tratamento e transformação energética do RSU/RSS, mesmo que incialmente com uma unidade piloto de 300 toneladas/dia (6 módulos de 50 ton/dia ou 2.000 kg/hora). O bairro da Lapa pode ser a unidade piloto.
Manter a cobertura da coleta seletiva domiciliar de resíduos secos em 100% das vias da cidade, com aumento da adesão da população e expansão da capacidade de triagem.
Novas formas de incentivo e programas de educação se fazem necessário para aumentar a adesão da população a programas de reciclagem, assim como melhorar a qualidade da separação e dos residuos para coleta seletiva.
Extremamente importante! Ainda há locais em que o caminhão não passa.
Entre as rotas tecnológicas existentes, a de maior aderência ao tratamento e transformação energética dos resíduos sólidos urbanos, resíduos sólidos de saúde, lodo de esgoto e resíduos industriais (resíduos perigosos) é a tecnologia de plasma. Para a usina de plasma, todos os resíduos são bem vindos e tratados. Uma usina de plasma permite realizar a transformação energética com Resto ZERO, Poluição net ZERO e Rentabilidade positiva (+). No Brasil, existe engenharia brasileira com domínio da tecnologia de plasma, trabalhada por engenheiros brasileiros e executadas por empresas brasileiras. O estudo de viabilidade garante que economicamente e financeiramente a usina tem excelente retorno financeiro, pode ser implantada com "payback" exequível (+/- 10 anos) e sua modelagem, está projetada para implantações modulares (50 toneladas/dia), escalável até 12 módulos na mesma usina (recomendados 6 x módulos por usina). A cidade de São Paulo poderá ser atendida por 32 x usinas (uma por regional). A usina de plasma além de consumir 100% dos resíduos diários, remove resíduos já empilhados nos aterros, reduzindo-os, limpando-os e descontaminando-os até acabar com os aterros. A tecnologia de Plasma é o Estado da Arte, a mais completa e promissora tecnologia para o tratamento e transformação energética dos resíduos. Os resíduos a serem utilizados na usina de plasma, são aqueles que não foram utilizados na reciclagem e na compostagem. Ou seja, são os resíduos despejados nos aterros. Na atualidade, com a disponibilidade brasileira de implantar usinas de plasma em REAIS, permite aos municípios brasileiros realizarem a execução destes projetos com uma redução de custos na ordem de 10 a 12 vezes, comparativamente com as propostas de implantações realizadas por empresas internacionais. Além de resto Zero e poluição Net Zero, a usina faz a transformação produzindo Hidrogênio, Liga metálica, Cerâmica vitrea. Conforme o planejamento de implantação, outros subprodutos podem ser considerados, como a geração de energia elétrica exportável e/ou Metano e/ou Amônia. A modelagem do Grupo Plasma permite que a usina de plasma seja autosuficiente energeticamente (produz sua própria energia) e financeiramente. Cabe ainda lembrar que o Resto Zero = zero furanos, zero dioxinas e zero chorume. Sem a necessidade de filtros de alto custo. Concluindo, não existe a menor possibilidade de desconsiderar a tecnologia de plasma, como solução para a gestão e destinação dos resíduos urbanos. O desconhecimento não pode ser uma justificativa. Custos internacionais também não podem ser justificativas. Neste contexto, o plano atual (PGIRS) e as demais iniciativas para a gestão de resíduos devem considerar a tecnologia de plasma como a alternativa. mais completa. Para a maior cidade da América Latina e uma das maiores do mundo, São Paulo merece a inovação do uso da tecnologia de plasma para o tratamento e transformação energética do RSU/RSS, mesmo que incialmente com uma unidade piloto de 300 toneladas/dia (6 módulos de 50 ton/dia ou 2.000 kg/hora). O bairro da Lapa pode ser a unidade piloto.
Ampliar a cobertura da coleta mecanizada de resíduos domiciliares no município para 7.500 contêineres instalados até 2028, com avaliação de expansão adicional pós-2028.
Posicionar dois tipos de containers um para coleta de residuos organicos e outro para residuos recicláveis, visando facilitar e incentivar a população ao descarte correto.
Atingir o total de 170 ecopontos até 2036 e qualificar a rede existente, com diversificação progressiva das tipologias de resíduos recebidas.
170 ecopontos até 2036; está muito distante. Sugiro essa meta ser reduzida para 2030, considerando o alto consumo de lixo pela população crescente em SP.
Revitalizar 1.000 pontos viciados de lixo por ano até 2046, com revisão da estratégia em 2036, e melhorar os sistemas de mapeamento, prevenção, monitoramento, fiscalização e combate ao descarte irregular de resíduos sólidos.
Da forma como a cidade cresce, diariamente, com população sem a cultura da reciclagem, ecoponto, regra para obedecer horário da coleta, sem o hábito de pedir coleta de entulho; vejo o ano 2046 muito distante. Sugiro alterar para revitalizar 1.000 pontos viciados de lixo por ano até 2036, com revisão da estratégia em 2040.
Fortalecer o Programa SP Coopera, ampliando para 60 o número de vagas para habilitação de cooperativas até 2032, com linhas diversificadas de fomento.
Entre as rotas tecnológicas existentes, a de maior aderência ao tratamento e transformação energética dos resíduos sólidos urbanos, resíduos sólidos de saúde, lodo de esgoto e resíduos industriais (resíduos perigosos) é a tecnologia de plasma. Para a usina de plasma, todos os resíduos são bem vindos e tratados. Ressaltando que a usina de plasma, processa somente aqueles resíduos que não foram utilizados na reciclagem e compostagem. Uma usina de plasma permite realizar a transformação energética com Resto ZERO, Poluição net ZERO e Rentabilidade positiva (+). No Brasil, existe engenharia brasileira com domínio da tecnologia de plasma, trabalhada por engenheiros brasileiros e executadas por empresas brasileiras. O estudo de viabilidade garante que economicamente e financeiramente a usina tem excelente retorno financeiro, pode ser implantada com "payback" exequível (+/- 10 anos) e sua modelagem, está projetada para implantações modulares (50 toneladas/dia), escalável até 12 módulos na mesma usina (recomendados 6 x módulos por usina). A cidade de São Paulo poderá ser atendida por 32 x usinas (uma por regional). A usina de plasma além de consumir 100% dos resíduos diários, remove resíduos já empilhados nos aterros, reduzindo-os, limpando-os e descontaminando-os até acabar com os aterros. A tecnologia de Plasma é o Estado da Arte, a mais completa e promissora tecnologia para o tratamento e transformação energética dos resíduos. Os resíduos a serem utilizados na usina de plasma, são aqueles que não foram utilizados na reciclagem e na compostagem, como já comentado anteriormente. Ou seja, são os resíduos despejados nos aterros. Na atualidade, com a disponibilidade brasileira de implantar usinas de plasma em REAIS, permite aos municípios brasileiros realizarem a execução destes projetos com uma redução de custos na ordem de 10 a 12 vezes, comparativamente com as propostas de implantações realizadas por empresas internacionais. Além de resto Zero e poluição Net Zero, a usina faz a transformação produzindo Hidrogênio, Liga metálica, Cerâmica vitrea. Conforme o planejamento de implantação, outros subprodutos podem ser considerados, como a geração de energia elétrica exportável e/ou Metano e/ou Amônia. A modelagem do Grupo Plasma permite que a usina de plasma seja autosuficiente energeticamente (produz sua própria energia) e financeiramente. Cabe ainda lembrar que o Resto Zero = zero furanos, zero dioxinas e zero chorume. Sem a necessidade de filtros de alto custo. Concluindo, não existe a menor possibilidade de desconsiderar a tecnologia de plasma, como solução para a gestão e destinação dos resíduos urbanos. O desconhecimento não pode ser uma justificativa. Custos internacionais também não podem ser justificativas. Neste contexto, o plano atual (PGIRS) e as demais iniciativas para a gestão de resíduos devem considerar a tecnologia de plasma como a alternativa. mais completa. Para a maior cidade da América Latina e uma das maiores do mundo, São Paulo merece a inovação do uso da tecnologia de plasma para o tratamento e transformação energética do RSU/RSS, mesmo que incialmente com uma unidade piloto de 300 toneladas/dia (6 módulos de 50 ton/dia ou 2.000 kg/hora). O bairro da Lapa pode ser a unidade piloto.
As cooperativas e os catadores devem ser fortalecidos e incentivados. Espero que esse número de 60 vagas seja suficiente para uma cidade do tamanho de SP. A princípio, parece baixo.
Mais uma vez, considerando o nº crescente da população com falta de cultura voltada para o lixo; sugiro Fortalecer o Programa SP Coopera, ampliando para 80 o nº de vagas.
Realizar estudo da carga de resíduos sólidos e poluição difusa por bacia hidrográfica, com foco no carreamento para drenagem e corpos hídricos, até 2028.
Entre as rotas tecnológicas existentes, a de maior aderência ao tratamento e transformação energética dos resíduos sólidos urbanos, resíduos sólidos de saúde, lodo de esgoto e resíduos industriais (resíduos perigosos) é a tecnologia de plasma. Para a usina de plasma, todos os resíduos são bem vindos e tratados. Ressaltando que a usina de plasma, processa somente aqueles resíduos que não foram utilizados na reciclagem e compostagem. Uma usina de plasma permite realizar a transformação energética com Resto ZERO, Poluição net ZERO e Rentabilidade positiva (+). No Brasil, existe engenharia brasileira com domínio da tecnologia de plasma, trabalhada por engenheiros brasileiros e executadas por empresas brasileiras. O estudo de viabilidade garante que economicamente e financeiramente a usina tem excelente retorno financeiro, pode ser implantada com "payback" exequível (+/- 10 anos) e sua modelagem, está projetada para implantações modulares (50 toneladas/dia), escalável até 12 módulos na mesma usina (recomendados 6 x módulos por usina). A cidade de São Paulo poderá ser atendida por 32 x usinas (uma por regional). A usina de plasma além de consumir 100% dos resíduos diários, remove resíduos já empilhados nos aterros, reduzindo-os, limpando-os e descontaminando-os até acabar com os aterros. A tecnologia de Plasma é o Estado da Arte, a mais completa e promissora tecnologia para o tratamento e transformação energética dos resíduos. Os resíduos a serem utilizados na usina de plasma, são aqueles que não foram utilizados na reciclagem e na compostagem, como já comentado anteriormente. Ou seja, são os resíduos despejados nos aterros. Na atualidade, com a disponibilidade brasileira de implantar usinas de plasma em REAIS, permite aos municípios brasileiros realizarem a execução destes projetos com uma redução de custos na ordem de 10 a 12 vezes, comparativamente com as propostas de implantações realizadas por empresas internacionais. Além de resto Zero e poluição Net Zero, a usina faz a transformação produzindo Hidrogênio, Liga metálica, Cerâmica vitrea. Conforme o planejamento de implantação, outros subprodutos podem ser considerados, como a geração de energia elétrica exportável e/ou Metano e/ou Amônia. A modelagem do Grupo Plasma permite que a usina de plasma seja autosuficiente energeticamente (produz sua própria energia) e financeiramente. Cabe ainda lembrar que o Resto Zero = zero furanos, zero dioxinas e zero chorume. Sem a necessidade de filtros de alto custo. Concluindo, não existe a menor possibilidade de desconsiderar a tecnologia de plasma, como solução para a gestão e destinação dos resíduos urbanos. O desconhecimento não pode ser uma justificativa. Custos internacionais também não podem ser justificativas. Neste contexto, o plano atual (PGIRS) e as demais iniciativas para a gestão de resíduos devem considerar a tecnologia de plasma como a alternativa. mais completa. Para a maior cidade da América Latina e uma das maiores do mundo, São Paulo merece a inovação do uso da tecnologia de plasma para o tratamento e transformação energética do RSU/RSS, mesmo que incialmente com uma unidade piloto de 300 toneladas/dia (6 módulos de 50 ton/dia ou 2.000 kg/hora). O bairro da Lapa pode ser a unidade piloto.
Publicar plataforma georreferenciada de consulta dos pontos existentes de Logística Reversa, com atualização contínua, até 2028.
Entre as rotas tecnológicas existentes, a de maior aderência ao tratamento e transformação energética dos resíduos sólidos urbanos, resíduos sólidos de saúde, lodo de esgoto e resíduos industriais (resíduos perigosos) é a tecnologia de plasma. Para a usina de plasma, todos os resíduos são bem vindos e tratados. Ressaltando que a usina de plasma, processa somente aqueles resíduos que não foram utilizados na reciclagem e compostagem. Uma usina de plasma permite realizar a transformação energética com Resto ZERO, Poluição net ZERO e Rentabilidade positiva (+). No Brasil, existe engenharia brasileira com domínio da tecnologia de plasma, trabalhada por engenheiros brasileiros e executadas por empresas brasileiras. O estudo de viabilidade garante que economicamente e financeiramente a usina tem excelente retorno financeiro, pode ser implantada com "payback" exequível (+/- 10 anos) e sua modelagem, está projetada para implantações modulares (50 toneladas/dia), escalável até 12 módulos na mesma usina (recomendados 6 x módulos por usina). A cidade de São Paulo poderá ser atendida por 32 x usinas (uma por regional). A usina de plasma além de consumir 100% dos resíduos diários, remove resíduos já empilhados nos aterros, reduzindo-os, limpando-os e descontaminando-os até acabar com os aterros. A tecnologia de Plasma é o Estado da Arte, a mais completa e promissora tecnologia para o tratamento e transformação energética dos resíduos. Os resíduos a serem utilizados na usina de plasma, são aqueles que não foram utilizados na reciclagem e na compostagem, como já comentado anteriormente. Ou seja, são os resíduos despejados nos aterros. Na atualidade, com a disponibilidade brasileira de implantar usinas de plasma em REAIS, permite aos municípios brasileiros realizarem a execução destes projetos com uma redução de custos na ordem de 10 a 12 vezes, comparativamente com as propostas de implantações realizadas por empresas internacionais. Além de resto Zero e poluição Net Zero, a usina faz a transformação produzindo Hidrogênio, Liga metálica, Cerâmica vitrea. Conforme o planejamento de implantação, outros subprodutos podem ser considerados, como a geração de energia elétrica exportável e/ou Metano e/ou Amônia. A modelagem do Grupo Plasma permite que a usina de plasma seja autosuficiente energeticamente (produz sua própria energia) e financeiramente. Cabe ainda lembrar que o Resto Zero = zero furanos, zero dioxinas e zero chorume. Sem a necessidade de filtros de alto custo. Concluindo, não existe a menor possibilidade de desconsiderar a tecnologia de plasma, como solução para a gestão e destinação dos resíduos urbanos. O desconhecimento não pode ser uma justificativa. Custos internacionais também não podem ser justificativas. Neste contexto, o plano atual (PGIRS) e as demais iniciativas para a gestão de resíduos devem considerar a tecnologia de plasma como a alternativa. mais completa. Para a maior cidade da América Latina e uma das maiores do mundo, São Paulo merece a inovação do uso da tecnologia de plasma para o tratamento e transformação energética do RSU/RSS, mesmo que incialmente com uma unidade piloto de 300 toneladas/dia (6 módulos de 50 ton/dia ou 2.000 kg/hora). O bairro da Lapa pode ser a unidade piloto.
Elaborar estudo dos fluxos de logística reversa visando à otimização territorial dos pontos de entrega até 2028.
Entre as rotas tecnológicas existentes, a de maior aderência ao tratamento e transformação energética dos resíduos sólidos urbanos, resíduos sólidos de saúde, lodo de esgoto e resíduos industriais (resíduos perigosos) é a tecnologia de plasma. Para a usina de plasma, todos os resíduos são bem vindos e tratados. Ressaltando que a usina de plasma, processa somente aqueles resíduos que não foram utilizados na reciclagem e compostagem. Uma usina de plasma permite realizar a transformação energética com Resto ZERO, Poluição net ZERO e Rentabilidade positiva (+). No Brasil, existe engenharia brasileira com domínio da tecnologia de plasma, trabalhada por engenheiros brasileiros e executadas por empresas brasileiras. O estudo de viabilidade garante que economicamente e financeiramente a usina tem excelente retorno financeiro, pode ser implantada com "payback" exequível (+/- 10 anos) e sua modelagem, está projetada para implantações modulares (50 toneladas/dia), escalável até 12 módulos na mesma usina (recomendados 6 x módulos por usina). A cidade de São Paulo poderá ser atendida por 32 x usinas (uma por regional). A usina de plasma além de consumir 100% dos resíduos diários, remove resíduos já empilhados nos aterros, reduzindo-os, limpando-os e descontaminando-os até acabar com os aterros. A tecnologia de Plasma é o Estado da Arte, a mais completa e promissora tecnologia para o tratamento e transformação energética dos resíduos. Os resíduos a serem utilizados na usina de plasma, são aqueles que não foram utilizados na reciclagem e na compostagem, como já comentado anteriormente. Ou seja, são os resíduos despejados nos aterros. Na atualidade, com a disponibilidade brasileira de implantar usinas de plasma em REAIS, permite aos municípios brasileiros realizarem a execução destes projetos com uma redução de custos na ordem de 10 a 12 vezes, comparativamente com as propostas de implantações realizadas por empresas internacionais. Além de resto Zero e poluição Net Zero, a usina faz a transformação produzindo Hidrogênio, Liga metálica, Cerâmica vitrea. Conforme o planejamento de implantação, outros subprodutos podem ser considerados, como a geração de energia elétrica exportável e/ou Metano e/ou Amônia. A modelagem do Grupo Plasma permite que a usina de plasma seja autosuficiente energeticamente (produz sua própria energia) e financeiramente. Cabe ainda lembrar que o Resto Zero = zero furanos, zero dioxinas e zero chorume. Sem a necessidade de filtros de alto custo. Concluindo, não existe a menor possibilidade de desconsiderar a tecnologia de plasma, como solução para a gestão e destinação dos resíduos urbanos. O desconhecimento não pode ser uma justificativa. Custos internacionais também não podem ser justificativas. Neste contexto, o plano atual (PGIRS) e as demais iniciativas para a gestão de resíduos devem considerar a tecnologia de plasma como a alternativa. mais completa. Para a maior cidade da América Latina e uma das maiores do mundo, São Paulo merece a inovação do uso da tecnologia de plasma para o tratamento e transformação energética do RSU/RSS, mesmo que incialmente com uma unidade piloto de 300 toneladas/dia (6 módulos de 50 ton/dia ou 2.000 kg/hora). O bairro da Lapa pode ser a unidade piloto.
Implantar solução integrada de gestão e monitoramento de dados de geração e gerenciamento de resíduos de grandes geradores privados e geradores sujeitos à logística reversa até 2029.
Entre as rotas tecnológicas existentes, a de maior aderência ao tratamento e transformação energética dos resíduos sólidos urbanos, resíduos sólidos de saúde, lodo de esgoto e resíduos industriais (resíduos perigosos) é a tecnologia de plasma. Para a usina de plasma, todos os resíduos são bem vindos e tratados. Ressaltando que a usina de plasma, processa somente aqueles resíduos que não foram utilizados na reciclagem e compostagem. Uma usina de plasma permite realizar a transformação energética com Resto ZERO, Poluição net ZERO e Rentabilidade positiva (+). No Brasil, existe engenharia brasileira com domínio da tecnologia de plasma, trabalhada por engenheiros brasileiros e executadas por empresas brasileiras. O estudo de viabilidade garante que economicamente e financeiramente a usina tem excelente retorno financeiro, pode ser implantada com "payback" exequível (+/- 10 anos) e sua modelagem, está projetada para implantações modulares (50 toneladas/dia), escalável até 12 módulos na mesma usina (recomendados 6 x módulos por usina). A cidade de São Paulo poderá ser atendida por 32 x usinas (uma por regional). A usina de plasma além de consumir 100% dos resíduos diários, remove resíduos já empilhados nos aterros, reduzindo-os, limpando-os e descontaminando-os até acabar com os aterros. A tecnologia de Plasma é o Estado da Arte, a mais completa e promissora tecnologia para o tratamento e transformação energética dos resíduos. Os resíduos a serem utilizados na usina de plasma, são aqueles que não foram utilizados na reciclagem e na compostagem, como já comentado anteriormente. Ou seja, são os resíduos despejados nos aterros. Na atualidade, com a disponibilidade brasileira de implantar usinas de plasma em REAIS, permite aos municípios brasileiros realizarem a execução destes projetos com uma redução de custos na ordem de 10 a 12 vezes, comparativamente com as propostas de implantações realizadas por empresas internacionais. Além de resto Zero e poluição Net Zero, a usina faz a transformação produzindo Hidrogênio, Liga metálica, Cerâmica vitrea. Conforme o planejamento de implantação, outros subprodutos podem ser considerados, como a geração de energia elétrica exportável e/ou Metano e/ou Amônia. A modelagem do Grupo Plasma permite que a usina de plasma seja autosuficiente energeticamente (produz sua própria energia) e financeiramente. Cabe ainda lembrar que o Resto Zero = zero furanos, zero dioxinas e zero chorume. Sem a necessidade de filtros de alto custo. Concluindo, não existe a menor possibilidade de desconsiderar a tecnologia de plasma, como solução para a gestão e destinação dos resíduos urbanos. O desconhecimento não pode ser uma justificativa. Custos internacionais também não podem ser justificativas. Neste contexto, o plano atual (PGIRS) e as demais iniciativas para a gestão de resíduos devem considerar a tecnologia de plasma como a alternativa. mais completa. Para a maior cidade da América Latina e uma das maiores do mundo, São Paulo merece a inovação do uso da tecnologia de plasma para o tratamento e transformação energética do RSU/RSS, mesmo que incialmente com uma unidade piloto de 300 toneladas/dia (6 módulos de 50 ton/dia ou 2.000 kg/hora). O bairro da Lapa pode ser a unidade piloto.
Impulsionar a economia circular municipal como vetor de desenvolvimento sustentável, ampliando para 42 o número de iniciativas do GreenSampa até 2032.
Entre as rotas tecnológicas existentes, a de maior aderência ao tratamento e transformação energética dos resíduos sólidos urbanos, resíduos sólidos de saúde, lodo de esgoto e resíduos industriais (resíduos perigosos) é a tecnologia de plasma. Para a usina de plasma, todos os resíduos são bem vindos e tratados. Ressaltando que a usina de plasma, processa somente aqueles resíduos que não foram utilizados na reciclagem e compostagem. Uma usina de plasma permite realizar a transformação energética com Resto ZERO, Poluição net ZERO e Rentabilidade positiva (+). No Brasil, existe engenharia brasileira com domínio da tecnologia de plasma, trabalhada por engenheiros brasileiros e executadas por empresas brasileiras. O estudo de viabilidade garante que economicamente e financeiramente a usina tem excelente retorno financeiro, pode ser implantada com "payback" exequível (+/- 10 anos) e sua modelagem, está projetada para implantações modulares (50 toneladas/dia), escalável até 12 módulos na mesma usina (recomendados 6 x módulos por usina). A cidade de São Paulo poderá ser atendida por 32 x usinas (uma por regional). A usina de plasma além de consumir 100% dos resíduos diários, remove resíduos já empilhados nos aterros, reduzindo-os, limpando-os e descontaminando-os até acabar com os aterros. A tecnologia de Plasma é o Estado da Arte, a mais completa e promissora tecnologia para o tratamento e transformação energética dos resíduos. Os resíduos a serem utilizados na usina de plasma, são aqueles que não foram utilizados na reciclagem e na compostagem, como já comentado anteriormente. Ou seja, são os resíduos despejados nos aterros. Na atualidade, com a disponibilidade brasileira de implantar usinas de plasma em REAIS, permite aos municípios brasileiros realizarem a execução destes projetos com uma redução de custos na ordem de 10 a 12 vezes, comparativamente com as propostas de implantações realizadas por empresas internacionais. Além de resto Zero e poluição Net Zero, a usina faz a transformação produzindo Hidrogênio, Liga metálica, Cerâmica vitrea. Conforme o planejamento de implantação, outros subprodutos podem ser considerados, como a geração de energia elétrica exportável e/ou Metano e/ou Amônia. A modelagem do Grupo Plasma permite que a usina de plasma seja autosuficiente energeticamente (produz sua própria energia) e financeiramente. Cabe ainda lembrar que o Resto Zero = zero furanos, zero dioxinas e zero chorume. Sem a necessidade de filtros de alto custo. Concluindo, não existe a menor possibilidade de desconsiderar a tecnologia de plasma, como solução para a gestão e destinação dos resíduos urbanos. O desconhecimento não pode ser uma justificativa. Custos internacionais também não podem ser justificativas. Neste contexto, o plano atual (PGIRS) e as demais iniciativas para a gestão de resíduos devem considerar a tecnologia de plasma como a alternativa. mais completa. Para a maior cidade da América Latina e uma das maiores do mundo, São Paulo merece a inovação do uso da tecnologia de plasma para o tratamento e transformação energética do RSU/RSS, mesmo que incialmente com uma unidade piloto de 300 toneladas/dia (6 módulos de 50 ton/dia ou 2.000 kg/hora). O bairro da Lapa pode ser a unidade piloto.
Estruturar e implementar modelo municipal de ressarcimento ao sistema público pelo manejo de resíduos de responsabilidade privada, assegurando a participação financeira dos geradores obrigados à logística reversa, até 2030.
Entre as rotas tecnológicas existentes, a de maior aderência ao tratamento e transformação energética dos resíduos sólidos urbanos, resíduos sólidos de saúde, lodo de esgoto e resíduos industriais (resíduos perigosos) é a tecnologia de plasma. Para a usina de plasma, todos os resíduos são bem vindos e tratados. Ressaltando que a usina de plasma, processa somente aqueles resíduos que não foram utilizados na reciclagem e compostagem. Uma usina de plasma permite realizar a transformação energética com Resto ZERO, Poluição net ZERO e Rentabilidade positiva (+). No Brasil, existe engenharia brasileira com domínio da tecnologia de plasma, trabalhada por engenheiros brasileiros e executadas por empresas brasileiras. O estudo de viabilidade garante que economicamente e financeiramente a usina tem excelente retorno financeiro, pode ser implantada com "payback" exequível (+/- 10 anos) e sua modelagem, está projetada para implantações modulares (50 toneladas/dia), escalável até 12 módulos na mesma usina (recomendados 6 x módulos por usina). A cidade de São Paulo poderá ser atendida por 32 x usinas (uma por regional). A usina de plasma além de consumir 100% dos resíduos diários, remove resíduos já empilhados nos aterros, reduzindo-os, limpando-os e descontaminando-os até acabar com os aterros. A tecnologia de Plasma é o Estado da Arte, a mais completa e promissora tecnologia para o tratamento e transformação energética dos resíduos. Os resíduos a serem utilizados na usina de plasma, são aqueles que não foram utilizados na reciclagem e na compostagem, como já comentado anteriormente. Ou seja, são os resíduos despejados nos aterros. Na atualidade, com a disponibilidade brasileira de implantar usinas de plasma em REAIS, permite aos municípios brasileiros realizarem a execução destes projetos com uma redução de custos na ordem de 10 a 12 vezes, comparativamente com as propostas de implantações realizadas por empresas internacionais. Além de resto Zero e poluição Net Zero, a usina faz a transformação produzindo Hidrogênio, Liga metálica, Cerâmica vitrea. Conforme o planejamento de implantação, outros subprodutos podem ser considerados, como a geração de energia elétrica exportável e/ou Metano e/ou Amônia. A modelagem do Grupo Plasma permite que a usina de plasma seja autosuficiente energeticamente (produz sua própria energia) e financeiramente. Cabe ainda lembrar que o Resto Zero = zero furanos, zero dioxinas e zero chorume. Sem a necessidade de filtros de alto custo. Concluindo, não existe a menor possibilidade de desconsiderar a tecnologia de plasma, como solução para a gestão e destinação dos resíduos urbanos. O desconhecimento não pode ser uma justificativa. Custos internacionais também não podem ser justificativas. Neste contexto, o plano atual (PGIRS) e as demais iniciativas para a gestão de resíduos devem considerar a tecnologia de plasma como a alternativa. mais completa. Para a maior cidade da América Latina e uma das maiores do mundo, São Paulo merece a inovação do uso da tecnologia de plasma para o tratamento e transformação energética do RSU/RSS, mesmo que incialmente com uma unidade piloto de 300 toneladas/dia (6 módulos de 50 ton/dia ou 2.000 kg/hora). O bairro da Lapa pode ser a unidade piloto.
Implantar programa integrado de Educação Ambiental e Comunicação para a prevenção e o combate ao descarte irregular de resíduos sólidos até 2028, considerando os desafios associados à mudança do clima.
Esse item pode ser incorporado ao item 22 que tb contempla educação e comunicação
Realizar estudo de caracterização da cadeia e dos fluxos formais e informais de geração e gerenciamento de resíduos sólidos no município até 2030.
Entre as rotas tecnológicas existentes, a de maior aderência ao tratamento e transformação energética dos resíduos sólidos urbanos, resíduos sólidos de saúde, lodo de esgoto e resíduos industriais (resíduos perigosos) é a tecnologia de plasma. Para a usina de plasma, todos os resíduos são bem vindos e tratados. Ressaltando que a usina de plasma, processa somente aqueles resíduos que não foram utilizados na reciclagem e compostagem. Uma usina de plasma permite realizar a transformação energética com Resto ZERO, Poluição net ZERO e Rentabilidade positiva (+). No Brasil, existe engenharia brasileira com domínio da tecnologia de plasma, trabalhada por engenheiros brasileiros e executadas por empresas brasileiras. O estudo de viabilidade garante que economicamente e financeiramente a usina tem excelente retorno financeiro, pode ser implantada com "payback" exequível (+/- 10 anos) e sua modelagem, está projetada para implantações modulares (50 toneladas/dia), escalável até 12 módulos na mesma usina (recomendados 6 x módulos por usina). A cidade de São Paulo poderá ser atendida por 32 x usinas (uma por regional). A usina de plasma além de consumir 100% dos resíduos diários, remove resíduos já empilhados nos aterros, reduzindo-os, limpando-os e descontaminando-os até acabar com os aterros. A tecnologia de Plasma é o Estado da Arte, a mais completa e promissora tecnologia para o tratamento e transformação energética dos resíduos. Os resíduos a serem utilizados na usina de plasma, são aqueles que não foram utilizados na reciclagem e na compostagem, como já comentado anteriormente. Ou seja, são os resíduos despejados nos aterros. Na atualidade, com a disponibilidade brasileira de implantar usinas de plasma em REAIS, permite aos municípios brasileiros realizarem a execução destes projetos com uma redução de custos na ordem de 10 a 12 vezes, comparativamente com as propostas de implantações realizadas por empresas internacionais. Além de resto Zero e poluição Net Zero, a usina faz a transformação produzindo Hidrogênio, Liga metálica, Cerâmica vitrea. Conforme o planejamento de implantação, outros subprodutos podem ser considerados, como a geração de energia elétrica exportável e/ou Metano e/ou Amônia. A modelagem do Grupo Plasma permite que a usina de plasma seja autosuficiente energeticamente (produz sua própria energia) e financeiramente. Cabe ainda lembrar que o Resto Zero = zero furanos, zero dioxinas e zero chorume. Sem a necessidade de filtros de alto custo. Concluindo, não existe a menor possibilidade de desconsiderar a tecnologia de plasma, como solução para a gestão e destinação dos resíduos urbanos. O desconhecimento não pode ser uma justificativa. Custos internacionais também não podem ser justificativas. Neste contexto, o plano atual (PGIRS) e as demais iniciativas para a gestão de resíduos devem considerar a tecnologia de plasma como a alternativa. mais completa. Para a maior cidade da América Latina e uma das maiores do mundo, São Paulo merece a inovação do uso da tecnologia de plasma para o tratamento e transformação energética do RSU/RSS, mesmo que incialmente com uma unidade piloto de 300 toneladas/dia (6 módulos de 50 ton/dia ou 2.000 kg/hora). O bairro da Lapa pode ser a unidade piloto.
1.1. Meta 1
Destinar 67% dos resíduos da coleta domiciliar para recuperação até 2040, por meio da operação integrada das rotas tecnológicas previstas no PGIRS.