Enquanto moradora da cidade de Osasco que há cerca de 10 anos cruza a zona oeste paulistana para chegar à região central da cidade para estudar/trabalhar, tenho duas relações com o Largo da Batata e o bairro de Pinheiros. Uma, que se faz cotidianamente nos dias úteis nos trajetos de ida e volta de minha residência até a região da Consolação/Sé por meio de transporte público (ônibus e metrô) nos horários de pico (manhã e tarde). Outra, que acontece aos finais de semana quando vou até a região de Pinheiros ou bairros próximos para lazer, também via transporte público.
Eu sou membra do "Coletivo Flores Pela Democracia", que há mais de 7 anos usufrui semanalmente do Largo da Batata para interagir com os usuários deste espaço público, produzindo flores com crepom e gravetos. Sou moradora da Vila Madalena, sendo o Largo um ponto de referência de valor histórico e logístico.
Participo dessa consulta, como protesto e com posicionamento crítico.
Considero que uma proposta desse porte merece uma divulgação ampla, envolvendo todos os atores envolvidos (moradores, empresas em geral, trabalhadores em geral, cidadãos que utilizam o Largo para alimentação, reunião, lazer, descanso, etc.). Além disso, o prazo oferecido para consulta foi exíguo.
Quero enfatizar o marco histórico do Largo da Batata que remonta a 1560 e representa a história viva de todos que lá trabalharam no passado que continuam no presente.
Nesse contexto, proponho que o Prazo de consulta deve ser ampliado e que ela seja feita de Forma Presencial e Abrangente, envolvendo todos os atores.
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Enquanto moradora da cidade de Osasco que há cerca de 10 anos cruza a zona oeste paulistana para chegar à região central da cidade para estudar/trabalhar, tenho duas relações com o Largo da Batata e o bairro de Pinheiros. Uma, que se faz cotidianamente nos dias úteis nos trajetos de ida e volta de minha residência até a região da Consolação/Sé por meio de transporte público (ônibus e metrô) nos horários de pico (manhã e tarde). Outra, que acontece aos finais de semana quando vou até a região de Pinheiros ou bairros próximos para lazer, também via transporte público.
Eu sou membra do "Coletivo Flores Pela Democracia", que há mais de 7 anos usufrui semanalmente do Largo da Batata para interagir com os usuários deste espaço público, produzindo flores com crepom e gravetos. Sou moradora da Vila Madalena, sendo o Largo um ponto de referência de valor histórico e logístico.
Participo dessa consulta, como protesto e com posicionamento crítico.
Considero que uma proposta desse porte merece uma divulgação ampla, envolvendo todos os atores envolvidos (moradores, empresas em geral, trabalhadores em geral, cidadãos que utilizam o Largo para alimentação, reunião, lazer, descanso, etc.). Além disso, o prazo oferecido para consulta foi exíguo.
Quero enfatizar o marco histórico do Largo da Batata que remonta a 1560 e representa a história viva de todos que lá trabalharam no passado que continuam no presente.
Nesse contexto, proponho que o Prazo de consulta deve ser ampliado e que ela seja feita de Forma Presencial e Abrangente, envolvendo todos os atores.
Moro no baixo Pinheiros há 12 anos e passo sempre no Largo.
Já trabalhei nas proximidades e atualmente moro na região.
Moradora da região e frequentadora diária
Sou moradora do baixo Pinheiros e passo muito pelo largo região de carro e a pé
Frequento a região
Sou moradora da Vila Madalena e Pinheiros.
Sou moradora do baixo Pinheiros e passo pelo largo / praças adjacentes ao menos 3 vezes por semana
Moro há 30 anos em Pinheiros e circulo semanalmente pelo Largo da Batata.