Seria muito interessante uma análise econômica ligada aos temas de reciclagem, como implantação e operação de cooperativas, CMTs, páticos de compostagem, centrais de geração de biogás, operacionalização dos PEVs para coleta de vidro, etc. Tais aspectos são apresentados de forma pouco aprofundada no presente plano. Uma discussão mais aprofundada pode ajudar a mostras quais as estratégias mais eficiêntes para estimular a reciclagem no municipio, que ainda é muito baixa.
No diagnóstico sobre as cooperativas na cidade fica claro que algumas áreas não estão cobertas por este equipamento, que é fundamental para dar um destino melhor, ter local para estocar e comprar o material coletado porta a porta. Temos a região do Ipiranga que tem uma das maiores comunidades de São Paulo, percebemos no território a quantidade de famílias que sobrevivem da separação e venda de recicláveis. Mas tudo muito informal. Não temos no IPIRANGA NENHUMA COOPERATIVA.
Esse plano observa e dá a devida importância para os Pátios de Compostagem, mas este equipamento está muito aquém do que precisamos na cidade, temos 32 subprefeituras e apenas 6 são contempladas, portanto esse plano deveria também apontar o que falta e não apenas o que já existe, porque precisamos avançar em passos largos. No entanto temos pedido reiteradamente um Pátio de compostagem no Ipiranga tem 5 anos e não conseguimos avançar.
A implantação de pátios de compostagem, diminuirão a emissão de CO2 e vai ajudar imensamente a diminuição das temperaturas, diminuirá o gasto com logística.
Precisamos que a Prefeitura de São Paulo abra espaço para soluções baseadas na natureza, e implantar muitos pátios de compostagem e com uma boa educação ambiental e informação de qualidade possa mostrar para a população do que se trata e não ficar com medo da opinião pública que irá tecer críticas e que isso sirva de motivo para que não seja implantado.
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Seria muito interessante uma análise econômica ligada aos temas de reciclagem, como implantação e operação de cooperativas, CMTs, páticos de compostagem, centrais de geração de biogás, operacionalização dos PEVs para coleta de vidro, etc. Tais aspectos são apresentados de forma pouco aprofundada no presente plano. Uma discussão mais aprofundada pode ajudar a mostras quais as estratégias mais eficiêntes para estimular a reciclagem no municipio, que ainda é muito baixa.
No diagnóstico sobre as cooperativas na cidade fica claro que algumas áreas não estão cobertas por este equipamento, que é fundamental para dar um destino melhor, ter local para estocar e comprar o material coletado porta a porta. Temos a região do Ipiranga que tem uma das maiores comunidades de São Paulo, percebemos no território a quantidade de famílias que sobrevivem da separação e venda de recicláveis. Mas tudo muito informal. Não temos no IPIRANGA NENHUMA COOPERATIVA.
Esse plano observa e dá a devida importância para os Pátios de Compostagem, mas este equipamento está muito aquém do que precisamos na cidade, temos 32 subprefeituras e apenas 6 são contempladas, portanto esse plano deveria também apontar o que falta e não apenas o que já existe, porque precisamos avançar em passos largos. No entanto temos pedido reiteradamente um Pátio de compostagem no Ipiranga tem 5 anos e não conseguimos avançar.
A implantação de pátios de compostagem, diminuirão a emissão de CO2 e vai ajudar imensamente a diminuição das temperaturas, diminuirá o gasto com logística.
Precisamos que a Prefeitura de São Paulo abra espaço para soluções baseadas na natureza, e implantar muitos pátios de compostagem e com uma boa educação ambiental e informação de qualidade possa mostrar para a população do que se trata e não ficar com medo da opinião pública que irá tecer críticas e que isso sirva de motivo para que não seja implantado.