Apesar de ter tido muita melhora nos últimos anos em pontos específicos, no quadro geral, a região ainda carece de boa iluminação, em especial focada nos pedestres e que valorize os prédios históricos
Sob a perspectiva do pedestre, a iluminação pública do Largo de São Francisco e de seu entorno mostra-se insuficiente para estimular a permanência e o uso qualificado do espaço, especialmente no período noturno. Embora exista iluminação funcional básica, ela não garante uma sensação consistente de conforto e segurança, nem contribui de forma significativa para a valorização das calçadas e das áreas de estar.
Além disso, a iluminação atual pouco explora o potencial cênico e simbólico das fachadas da Faculdade de Direito e do edifício da FECAP, que poderiam atuar como referências visuais e elementos estruturadores do espaço urbano à noite. Um projeto de iluminação integrado, voltado ao nível do pedestre e à valorização do patrimônio arquitetônico, contribuiria para reforçar a identidade do largo, ampliar seu uso noturno e fortalecer sua integração com o entorno.
Para o uso atual, entendo satisfatória. Entretanto, em um projeto de requalificação com o objetivo de retomar o caráter de Largo, necessário será um projeto de luminotécnica urbanística adequado, com a finalidade de acolher os usuários com sensação de segurança mas aconchegante e contemple a iluminação dos edifícios históricos.
Assim como outros pontos turísticos da cidade de SP, tanto o prédio da faculdade de direito, como o da Igreja de São Francisco poderiam receber iluminação mais intensa. Essa iluminação, por sua vez, tornaria a região mais clara e, inclusive, deveria se expandir para outras regiões do entorno, uma vez que se trata de ruas históricas e repletas de patrimônio arquitetônico importante da cidade. Apenas as luminárias históricas preservadas não são suficientes para garantir uma boa iluminação à região, é preciso que se inclua outras formas de iluminação, ou que haja um estímulo a que os edifícios colaborem com uma complementação à iluminação já existente.
No Largo costuma ser boa, mas as ruas Benjamin Constant e Senador Feijó são escuras, tornando o percurso pavoroso para quem precisa caminhar até a estação Sé ao final das aulas do período noturno (22h30-23h15).
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Apesar de ter tido muita melhora nos últimos anos em pontos específicos, no quadro geral, a região ainda carece de boa iluminação, em especial focada nos pedestres e que valorize os prédios históricos
Sob a perspectiva do pedestre, a iluminação pública do Largo de São Francisco e de seu entorno mostra-se insuficiente para estimular a permanência e o uso qualificado do espaço, especialmente no período noturno. Embora exista iluminação funcional básica, ela não garante uma sensação consistente de conforto e segurança, nem contribui de forma significativa para a valorização das calçadas e das áreas de estar.
Além disso, a iluminação atual pouco explora o potencial cênico e simbólico das fachadas da Faculdade de Direito e do edifício da FECAP, que poderiam atuar como referências visuais e elementos estruturadores do espaço urbano à noite. Um projeto de iluminação integrado, voltado ao nível do pedestre e à valorização do patrimônio arquitetônico, contribuiria para reforçar a identidade do largo, ampliar seu uso noturno e fortalecer sua integração com o entorno.
Melhorou bastante nos últimos anos com novas luminárias de led. Mas alguns locais permanecem escuros, como as ruas Riachuelo, José Bonifácio, Ouvidor.
Para o uso atual, entendo satisfatória. Entretanto, em um projeto de requalificação com o objetivo de retomar o caráter de Largo, necessário será um projeto de luminotécnica urbanística adequado, com a finalidade de acolher os usuários com sensação de segurança mas aconchegante e contemple a iluminação dos edifícios históricos.
A iluminação necessita de um aporte de luzes direta frias, que permitam maior visibilidade e maior sentimento de segurança.
Assim como outros pontos turísticos da cidade de SP, tanto o prédio da faculdade de direito, como o da Igreja de São Francisco poderiam receber iluminação mais intensa. Essa iluminação, por sua vez, tornaria a região mais clara e, inclusive, deveria se expandir para outras regiões do entorno, uma vez que se trata de ruas históricas e repletas de patrimônio arquitetônico importante da cidade. Apenas as luminárias históricas preservadas não são suficientes para garantir uma boa iluminação à região, é preciso que se inclua outras formas de iluminação, ou que haja um estímulo a que os edifícios colaborem com uma complementação à iluminação já existente.
além de poucos postes, frequentemente necessitam manutenção, que demora.
As ruas do entorno e a praça precisam de mais iluminação.
No Largo em si é bom, o problema é q as ruas ao entorno são MUITO escuras!
No Largo costuma ser boa, mas as ruas Benjamin Constant e Senador Feijó são escuras, tornando o percurso pavoroso para quem precisa caminhar até a estação Sé ao final das aulas do período noturno (22h30-23h15).