Não concordo com a adoção do modelo, entendo que deveriam ser observados investimentos reais para que a infraestrutura de ensino público do município tenha mais condições de fazer um bom trabalho. Nos últimos anos o que se vê são sucessivas iniciativas e cortes visando o sucateamento dessa estrutura pública.
O primeiro é único cuidado é não implantar modelo de gestão privada, outro cuidado é buscar melhorias e aprimorar os modelos de excelências existentes.
Qual o impacto financeiro? Nas contas da prefeitura? Mesmo o Fundeb sendo inferior a arrecadação da prefeitura voltada a Educação, qual o impacto dessas vagas nos Fundeb? Nos recursos que essas Unidades Educacionais receberiam? É sabido que que estas Unidades Educacionais, no Censo Escolas são Classificadas como privadas, não recebendo PDDE, não participam de nenhum programa Federal, não tem direito ao PNLD, não participam do SAEB, do SARESP, não computam para o ICMS Educação, não terão IDEB (pensando no Programa de Metas), com isso não poderá gerar uma desigualdade entre as Unidades Educacionais? Serão avaliadas sob critérios diferentes? São pontos que precisam de reflexão e que para uma análise do modelo de gestão seriam importantes que fossem apresentados.
Não deve ser considerados modelos de gestão privada nenhuma. Sou contra a terceirização das escolas públicas. As escolas devem ter professores e gestores efetivos e concursados. Educação não é bem de consumo. A privatização só visa lucro, nunca deu certo, veja o que vem acontecendo com a Sabesp e a da Enel
A funcionabilidade em favor dos cidadãos é uma falácia, só visa lucros que não são devidamente revertidos aos cidadãos (demonstrem.as outras areas com gestao privatizada). O modelo privado não centraliza na qualidade da educação e cumprimento dos devidos direitos dos cidadãos. Ja temos uma qualidade comprometida porque a rede de apoio não funciona como deveria, privatizar a gestão tornará essa rede ainda mais burocrática.
Não concordo com a adoção do modelo, entendo que deveriam ser observados investimentos reais para que a infraestrutura de ensino público do município tenha mais condições de fazer um bom trabalho. Nos últimos anos o que se vê são sucessivas iniciativas e cortes visando o sucateamento dessa estrutura pública.
O primeiro é único cuidado é não implantar modelo de gestão privada, outro cuidado é buscar melhorias e aprimorar os modelos de excelências existentes.
Nao ter a implantação do modelo. O cuidado deve ser investir devidamente suprindo as necessidades reais da educação municipal.
Qual o impacto financeiro? Nas contas da prefeitura? Mesmo o Fundeb sendo inferior a arrecadação da prefeitura voltada a Educação, qual o impacto dessas vagas nos Fundeb? Nos recursos que essas Unidades Educacionais receberiam? É sabido que que estas Unidades Educacionais, no Censo Escolas são Classificadas como privadas, não recebendo PDDE, não participam de nenhum programa Federal, não tem direito ao PNLD, não participam do SAEB, do SARESP, não computam para o ICMS Educação, não terão IDEB (pensando no Programa de Metas), com isso não poderá gerar uma desigualdade entre as Unidades Educacionais? Serão avaliadas sob critérios diferentes? São pontos que precisam de reflexão e que para uma análise do modelo de gestão seriam importantes que fossem apresentados.
Sou contra o modelo de gestão privada. A educação deve permanecer pública, gerida pelo poder público, para que seja democrática e inclusiva.
Não deve ser considerados modelos de gestão privada nenhuma. Sou contra a terceirização das escolas públicas. As escolas devem ter professores e gestores efetivos e concursados. Educação não é bem de consumo. A privatização só visa lucro, nunca deu certo, veja o que vem acontecendo com a Sabesp e a da Enel
A funcionabilidade em favor dos cidadãos é uma falácia, só visa lucros que não são devidamente revertidos aos cidadãos (demonstrem.as outras areas com gestao privatizada). O modelo privado não centraliza na qualidade da educação e cumprimento dos devidos direitos dos cidadãos. Ja temos uma qualidade comprometida porque a rede de apoio não funciona como deveria, privatizar a gestão tornará essa rede ainda mais burocrática.
A
Quando entra iniciativa privada as escolas passam a ser tratadas como empresas, o que não é bom.
Escola pública precisa ter GESTÃO PÚBLICA. A privatização só visa lucro e só interessa aos empresários. Haja vista o fiasco da Enel e da Sabesp.
Não deve ser considerados modelos de gestão privada.
Minha opinião sobre o tema é que não deve ser implantado a proposta de parceria privada na gestão de Escolas da Rede Municipal de Ensino de São Paulo.