A gestão da educação pública deve ser uma competência exclusiva dos servidores públicos municipais, garantindo que a educação seja um direito público e não um produto comercializado por empresas privadas.
É importante garantir que essas Emefs sejam laicas e tenham o mesmo currículo das demais escolas da rede municipal.
A comunidade e os responsáveis dos estudantes (mães, pais etc) devem ser ouvidos e a cada ano para ser feita uma avaliação qualitativa do processo.
Esse modelo não deve ser implantado nas demais Emefs que já existem e só devem ter uma expansão do novo modelo depois de 3 anos de desenvolvimento, se for avaliado positivamente por amplo colegiado.
A existência desse novo modelo não deve impedir a realização de novos concursos públicos de professores e de gestores.
Sou contra a implantação do modelo de gestão apresentado. Se esse espaço é realmente para uma consulta respeitável, essa questão deveria ser reformulada pois implica que esse espaço não será utilizado de maneira democrática.
Que não se atrevam a considerar esse espaço aqui, um espaço de debate democrático. O acesso é difícil, a descrição da questão é sofrível e tendenciosa. Que não se atrevam a impor um modelo tendencioso em NOSSO município.
Transparência e acuracidade sao os cuidados que devem ser observados. Ha tempos que a administração publica tem sido falha em seus deveres diante do exponencial crescimento populacional. Se há a possibilidade de ofertarmos uma educação de qualidade, com metas claras, transparência de dados educacionais e financeiros acho que é o caminho ainda que provisório.
O cuidado é não implementar.
Essa forma de gestão não irá resolver os problemas e déficts, porque vão além.
Vejam o SUS, UBS, CAPS, é terceirizado e totalmente precário, atendimento péssimo, na educação não será diferente.
Não deve ser implantado, pois há o risco Risco de redução da transparência
A gestão pública está submetida a mecanismos formais de controle social, como:
leis de acesso à informação,
auditorias públicas,
participação de conselhos escolares e comunitários.
Entidades privadas não necessariamente operam com o mesmo nível de transparência ou responsabilização.
Quando a gestão é terceirizada, a comunidade perde parte da capacidade de acompanhar decisões, orçamentos e prioridades.
Não deve ser implantado
A gestão da educação pública deve ser uma competência exclusiva dos servidores públicos municipais, garantindo que a educação seja um direito público e não um produto comercializado por empresas privadas.
Na questão anterior respondi que sou contrária à implantação do modelo e, portanto, a pergunta não é pertinente.
É importante garantir que essas Emefs sejam laicas e tenham o mesmo currículo das demais escolas da rede municipal.
A comunidade e os responsáveis dos estudantes (mães, pais etc) devem ser ouvidos e a cada ano para ser feita uma avaliação qualitativa do processo.
Esse modelo não deve ser implantado nas demais Emefs que já existem e só devem ter uma expansão do novo modelo depois de 3 anos de desenvolvimento, se for avaliado positivamente por amplo colegiado.
A existência desse novo modelo não deve impedir a realização de novos concursos públicos de professores e de gestores.
Sou contra a implantação do modelo de gestão apresentado. Se esse espaço é realmente para uma consulta respeitável, essa questão deveria ser reformulada pois implica que esse espaço não será utilizado de maneira democrática.
Que não se atrevam a considerar esse espaço aqui, um espaço de debate democrático. O acesso é difícil, a descrição da questão é sofrível e tendenciosa. Que não se atrevam a impor um modelo tendencioso em NOSSO município.
Transparência e acuracidade sao os cuidados que devem ser observados. Ha tempos que a administração publica tem sido falha em seus deveres diante do exponencial crescimento populacional. Se há a possibilidade de ofertarmos uma educação de qualidade, com metas claras, transparência de dados educacionais e financeiros acho que é o caminho ainda que provisório.
O cuidado é não implementar.
Essa forma de gestão não irá resolver os problemas e déficts, porque vão além.
Vejam o SUS, UBS, CAPS, é terceirizado e totalmente precário, atendimento péssimo, na educação não será diferente.
Esse modelo não deve ser implantado em hipótese alguma.
Não deve ser implantado, pois há o risco Risco de redução da transparência
A gestão pública está submetida a mecanismos formais de controle social, como:
leis de acesso à informação,
auditorias públicas,
participação de conselhos escolares e comunitários.
Entidades privadas não necessariamente operam com o mesmo nível de transparência ou responsabilização.
Quando a gestão é terceirizada, a comunidade perde parte da capacidade de acompanhar decisões, orçamentos e prioridades.