O modelo não deve ser implantado.
Para melhorar a qualidade da educação paulistana, a solução não é a privatização, mas ter mais investimento nas condições das escolas, condições dos profissionais que atual, investimento na formação em serviço.
Caso se avance na implantação do modelo, é imprescindível garantir transparência, controle social efetivo e participação da comunidade escolar em todas as etapas do processo. Deve-se assegurar que não haja desresponsabilização do poder público, nem transferência de recursos públicos para interesses privados em detrimento do investimento direto na rede pública. É necessário cuidado especial para que direitos educacionais, trabalhistas e pedagógicos não sejam violados, bem como para evitar a padronização excessiva e a perda da autonomia pedagógica das escolas.
Mesmo ao falar em “cuidados”, é fundamental afirmar que a gestão privada em escolas públicas não deveria ser implementada, pois conflita com o caráter público da educação e com a responsabilidade do Estado. É essencial não transferir essa responsabilidade, preservar a gestão democrática, evitar o aumento das desigualdades, proteger os direitos dos professores e garantir total transparência no uso dos recursos públicos. Ainda assim, o modelo é inadequado, já que os avanços na educação pública dependem de mais investimento, valorização profissional e fortalecimento da gestão pública, e não da privatização.
O modelo não deve ser implantado.
Para melhorar a qualidade da educação paulistana, a solução não é a privatização, mas ter mais investimento nas condições das escolas, condições dos profissionais que atual, investimento na formação em serviço.
O modelo não deve ser implementado por ferir a ideia de que a educação é bem público e deve ser gerenciada pelo administrador público. É necessário que o "prefeito empresário" compreenda que a educação não está a favor de lucro e nem tampouco de favorecimentos pessoais. Há que se observar que as OSCs que gerenciam alguns CEIS estão frequentemente envolvidos em escândalos de desvios de verbas e descumprimento de regras trabalhistas. Os funcionários de OSCs não podem fazer nenhum tipo de comentário, pois são demitidos. Esse modelo visa silenciar funcionários, especialmente mulheres. O servidor público por força da estabilidade pode se manifestar em decisões que ferem os interesses sociais. Esse projeto visa, apenas, interesses pessoais.
Caso o município considere qualquer mudança no modelo de gestão, é fundamental garantir, antes de tudo, o respeito ao direito constitucional à educação pública, gratuita, laica e de qualidade. Nenhuma proposta deve fragilizar o vínculo dos profissionais com o serviço público nem comprometer planos de carreira, salários, condições de trabalho e autonomia pedagógica.
É imprescindível assegurar controle social efetivo, com ampla participação da comunidade escolar, conselhos, sindicatos e sociedade civil, além de total transparência na aplicação dos recursos. A experiência de privatizações em áreas como o transporte urbano — que resultaram em serviços caros e ineficientes — mostra que transferir a gestão ao setor privado não garante melhoria, mas frequentemente gera exclusão e desigualdade.
Na educação, os cuidados devem ser redobrados, pois os impactos são de longo prazo e atingem diretamente crianças, famílias e territórios.
O modelo não deve ser implantado.
Para melhorar a qualidade da educação paulistana, a solução não é a privatização, mas ter mais investimento nas condições das escolas, condições dos profissionais que atual, investimento na formação em serviço.
Sugerir uma gestão privatizada é um absurdo
Caso se avance na implantação do modelo, é imprescindível garantir transparência, controle social efetivo e participação da comunidade escolar em todas as etapas do processo. Deve-se assegurar que não haja desresponsabilização do poder público, nem transferência de recursos públicos para interesses privados em detrimento do investimento direto na rede pública. É necessário cuidado especial para que direitos educacionais, trabalhistas e pedagógicos não sejam violados, bem como para evitar a padronização excessiva e a perda da autonomia pedagógica das escolas.
Mesmo ao falar em “cuidados”, é fundamental afirmar que a gestão privada em escolas públicas não deveria ser implementada, pois conflita com o caráter público da educação e com a responsabilidade do Estado. É essencial não transferir essa responsabilidade, preservar a gestão democrática, evitar o aumento das desigualdades, proteger os direitos dos professores e garantir total transparência no uso dos recursos públicos. Ainda assim, o modelo é inadequado, já que os avanços na educação pública dependem de mais investimento, valorização profissional e fortalecimento da gestão pública, e não da privatização.
O modelo não deve ser implantado.
Para melhorar a qualidade da educação paulistana, a solução não é a privatização, mas ter mais investimento nas condições das escolas, condições dos profissionais que atual, investimento na formação em serviço.
O modelo não deve ser implementado por ferir a ideia de que a educação é bem público e deve ser gerenciada pelo administrador público. É necessário que o "prefeito empresário" compreenda que a educação não está a favor de lucro e nem tampouco de favorecimentos pessoais. Há que se observar que as OSCs que gerenciam alguns CEIS estão frequentemente envolvidos em escândalos de desvios de verbas e descumprimento de regras trabalhistas. Os funcionários de OSCs não podem fazer nenhum tipo de comentário, pois são demitidos. Esse modelo visa silenciar funcionários, especialmente mulheres. O servidor público por força da estabilidade pode se manifestar em decisões que ferem os interesses sociais. Esse projeto visa, apenas, interesses pessoais.
Sou contra qualquer forma de implantação do modelo de privatização do ensino público.
Não concordo com a implantação desse modelo
Sabemos que ser mais uma forma de lavagem de dinheiro
Caso o município considere qualquer mudança no modelo de gestão, é fundamental garantir, antes de tudo, o respeito ao direito constitucional à educação pública, gratuita, laica e de qualidade. Nenhuma proposta deve fragilizar o vínculo dos profissionais com o serviço público nem comprometer planos de carreira, salários, condições de trabalho e autonomia pedagógica.
É imprescindível assegurar controle social efetivo, com ampla participação da comunidade escolar, conselhos, sindicatos e sociedade civil, além de total transparência na aplicação dos recursos. A experiência de privatizações em áreas como o transporte urbano — que resultaram em serviços caros e ineficientes — mostra que transferir a gestão ao setor privado não garante melhoria, mas frequentemente gera exclusão e desigualdade.
Na educação, os cuidados devem ser redobrados, pois os impactos são de longo prazo e atingem diretamente crianças, famílias e territórios.