Processo de consulta pública
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Este modelo deve ser desconsiderado, não favoresce a formação integral dos estudantes, uma vez que os espaços nao comportam adequadamente as necessidades dos estudantes. A educação pública deverá ser norteada pelos interesses dos colegiados e não de interesses privados.
Escola em tempo integral, pode afetar o desenvolvimento do aluno, por ser um modelo que compromete uma grande carga horária, desgasta o aluno e também o professor.
Não vejo que qualquer cuidado que se tenha possa viabilizar a implantação de tal processo, por ser uma questão de concepção e de visão de escola pública, de servidor público, de direitos dos munícipes e obrigações do Estado.
Entendo que não há cuidados capazes de tornar esse modelo aceitável, pois sua premissa já viola princípios constitucionais. A gestão democrática do ensino público (art. 206, VI, CF) pressupõe direção pública, controle social direto e participação efetiva da comunidade escolar, o que não se compatibiliza com a administração por organizações privadas.
Além disso, a proposta ameaça a valorização dos profissionais da educação (art. 206, V, CF), abre margem à precarização do trabalho docente e enfraquece a responsabilidade direta do poder público. Qualquer avanço nesse sentido representa risco à universalidade do direito à educação e à própria natureza pública da escola.
Esse modelo não deve ser implementado! Educação é um direito de todos e o governo precisa ter 100% da gestão para garantir esse direito à população e, mais do que isso, assegurar que ele será oferecido com a qualidade necessária para que o país prospere, pois somente por meio da Educação é possível construir uma sociedade melhor.
Não há de se implantar tal modelo! A gestão democrática precisa se fazer pelos colegiados e não pela voz de empresas que visam o lucro! A escola pública municipal é inclusiva, recebe a todos! Não pode se vender a interesses mercadológicos!
Processos públicos e transparentes!
Contra a implementação!
Sua NÃO implementação se justifica pela defesa da educação como direito social, pela necessidade de fortalecimento do papel do Estado, pela garantia da gestão democrática, da autonomia pedagógica e da equidade, assegurando que a escola pública de qualidade permaneça comprometida com a formação integral e a justiça social, e não subordinada à lógica de mercado.
Não implementar
O cuidado de abandonar essa proposta.
O cuidado de não ser implementado. A educação pública e de qualidade deve guiar-se por uma educação equânime, inclusiva e de qualidade. Os interesses privados sabemos muito bem como funcionam: querem a imobilidade social da parcela da população mais pobre. "A crise da educação não é uma crise, é um projeto".