Contribuição do Conselho de Política Urbana (CPU) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) - Parte 02: No entanto, é desde meados da década de 70 do século passado que se observa um movimento de abandono e degradação desta região tão rica em significados, o que foi acompanhado pelo aumento da insegurança, violência e depredação da região. Como causa e consequência desse contexto, o centro passou a conviver com uma grande quantidade de imóveis vazios, subtilizados e/ou ociosos, sobretudo os térreos que presenciaram a saída de muitos estabelecimentos comerciais e de serviços. Felizmente, desde o fim da pandemia observa-se um movimento potente de busca pela recuperação e revitalização da região, o qual perpassa por inciativas públicas, privadas e da sociedade civil.
Contribuição do Conselho de Política Urbana (CPU) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) - Parte 01: Imbuída de notório valor constitutivo da identidade histórica e cultural de São Paulo, a área em análise e a região central da cidade como um todo carece e muito de ações de preservação e recuperação do patrimônio construído. Centro este que constitui, nas palavras de Benedito Lima de Toledo em seu livro “São Paulo: Três Cidades em um Século” um verdadeiro palimpsesto - um artefato humano composto de diversas camadas sobrepostas que desvelam seu próprio processo histórico de formação. Não há como falar em preservação e valorização da memória da cidade de São Paulo se isto não incluir a manutenção, a restauração e a conservação do patrimônio edificado que remete à transcrição da história pela qual ela passou, o qual se encontra justamente em seu centro histórico e, especificamente, na área em análise nesta consulta pública.
Como é possível preservar identidade histórica com instalação de painéis LED gigantes com propagandas??? Preservação da identidade histórica é feita através da valorização das raízes e não da modernidade tecnológica.
Essa proposta está totalmente na contramão da valorização da identidade histórica e cultural da cidade. Precisamos ocupar os prédios do centro com mais espaços culturais, incentivar a abertura de pequenos empreendimentos, como cafés e restaurantes na região. Não vejo ganho algum para a população ofertar iluminação mediante instalação de painéis publicitários, que violam a lei Cidade Limpa.
Fazer uma Time square em são paulo é um delírio criado por políticos e empresários que tem a ganhar com isso. NADA para a população ou bem estar social.
O projeto tenta, de forma artificial, construir um ponto turístico por meio da implantação de painéis eletrônicos com publicidade sem pensar na ocupação do espaço por cidadãos em atividades culturais. A área continua com imóveis abandonados, sem opções de lazer e com fortes problemas de segurança. A Times Square não é um ponto turístico só por conta dos telões, é por toda efervescência cultural que ela representa com teatros na região. Enquanto isso, a gestão municipal de São Paulo destrói teatros no centro e descaracteriza a cultura da região
SP precisa de cuidado com seu centro histórico, mas sem entregá-lo para exploração privada. Esse é um dever da Prefeitura e pode ser feito em parceria com os prédios ocupados do entorno, que têm ali seus escritórios e sedes. A exploração publicitária por marcas que não se relacionam com o Centro é descabida e perigosa.
Contribuição do Conselho de Política Urbana (CPU) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) - Parte 02: No entanto, é desde meados da década de 70 do século passado que se observa um movimento de abandono e degradação desta região tão rica em significados, o que foi acompanhado pelo aumento da insegurança, violência e depredação da região. Como causa e consequência desse contexto, o centro passou a conviver com uma grande quantidade de imóveis vazios, subtilizados e/ou ociosos, sobretudo os térreos que presenciaram a saída de muitos estabelecimentos comerciais e de serviços. Felizmente, desde o fim da pandemia observa-se um movimento potente de busca pela recuperação e revitalização da região, o qual perpassa por inciativas públicas, privadas e da sociedade civil.
Contribuição do Conselho de Política Urbana (CPU) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) - Parte 01: Imbuída de notório valor constitutivo da identidade histórica e cultural de São Paulo, a área em análise e a região central da cidade como um todo carece e muito de ações de preservação e recuperação do patrimônio construído. Centro este que constitui, nas palavras de Benedito Lima de Toledo em seu livro “São Paulo: Três Cidades em um Século” um verdadeiro palimpsesto - um artefato humano composto de diversas camadas sobrepostas que desvelam seu próprio processo histórico de formação. Não há como falar em preservação e valorização da memória da cidade de São Paulo se isto não incluir a manutenção, a restauração e a conservação do patrimônio edificado que remete à transcrição da história pela qual ela passou, o qual se encontra justamente em seu centro histórico e, especificamente, na área em análise nesta consulta pública.
Como é possível preservar identidade histórica com instalação de painéis LED gigantes com propagandas??? Preservação da identidade histórica é feita através da valorização das raízes e não da modernidade tecnológica.
Essa proposta está totalmente na contramão da valorização da identidade histórica e cultural da cidade. Precisamos ocupar os prédios do centro com mais espaços culturais, incentivar a abertura de pequenos empreendimentos, como cafés e restaurantes na região. Não vejo ganho algum para a população ofertar iluminação mediante instalação de painéis publicitários, que violam a lei Cidade Limpa.
nao vamos piorar, ne?
Boa pergunta: Manter a identidade histórica ee cultural de cada área!
Fazer uma Time square em são paulo é um delírio criado por políticos e empresários que tem a ganhar com isso. NADA para a população ou bem estar social.
Há que se recuperar a Galeria Olido, espaçoes públicos e fazer mais espaço para pedestres, com mais segurança e inibindo gangues da bicicleta.
O projeto tenta, de forma artificial, construir um ponto turístico por meio da implantação de painéis eletrônicos com publicidade sem pensar na ocupação do espaço por cidadãos em atividades culturais. A área continua com imóveis abandonados, sem opções de lazer e com fortes problemas de segurança. A Times Square não é um ponto turístico só por conta dos telões, é por toda efervescência cultural que ela representa com teatros na região. Enquanto isso, a gestão municipal de São Paulo destrói teatros no centro e descaracteriza a cultura da região
SP precisa de cuidado com seu centro histórico, mas sem entregá-lo para exploração privada. Esse é um dever da Prefeitura e pode ser feito em parceria com os prédios ocupados do entorno, que têm ali seus escritórios e sedes. A exploração publicitária por marcas que não se relacionam com o Centro é descabida e perigosa.