Arborização e canteiros de chuva, calçadas Mais largas e acessiveis, maior presença de policiamento durante o dia e a noite, bancos e espaços públicos convidativos para a permanência, sem necessariamente precisarmos consumir algo em um lanchonete ou bar, limpeza pública recorrente e manutenção das estruturas públicas. Eventos e ativações nos espaços públicos para atrair crianças, idosos e pessoas de varias faixas sociais, e não só turistas e consumidores de bares. Os telões devem ter cota cultural, promovendo imagens e vídeos de artistas, fazendo parceria com instituições de ensino e culturais, paranpromover não só marcas, mas filmes e projetos audio visuais diversos.
Não implementar painéis de LED. A avenida precisa de manutenção da prefeitura na infraestrutura já existente. É necessário dar mais espaço e prioridade ao pedestre do que os carros. O pedestre precisa de maior sensação de segurança, com iluminação e manutenção frequente do espaço.
Nada de painel de LED em fachada de prédio — isso vai totalmente contra a Lei Cidade Limpa. Publicidade não pode virar regra no espaço urbano nem servir de desculpa para empresas interferirem na cidade. Quem deve cuidar da cidade é a prefeitura. A gente já vive cercado de estímulos visuais o tempo todo; transformar fachadas em mais uma fonte de poluição visual e luminosa só piora tudo. Dito isso, melhorar a iluminação das vias, criar mais áreas verdes, fazer a manutenção em todas as calçadas deixando-as acessíveis para todos, pensar em áreas de sombra nos pontos de ônibus, disponibilizar mais mobiliário urbano e incentivar a ocupação da região, tanto no período do dia, como à noite, garantindo a segurança da população.
Que não sejam instalados painéis LED nas fachadas dos edifícios, respeitando a iniciativa da Lei Cidade Limpa. Que o setor privado não possa expor publicidade, nem interferir no planejamento urbano do espaço. Se quiser doar dinheiro e recursos que o faça, mas é responsabilidade e dever da prefeitura fazer a manutenção do espaço. Já estamos sujeitos a uma quantidade de imagens gigantesca no dia a dia, e fachada dos edifícios não pode se tornar mais um elemento de estresse e poluição visual e luminosa.
Contribuição do Conselho de Política Urbana (CPU) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) - Parte 02: Outrossim, em se tratando de uma realidade presente na quase totalidade da região central de São Paulo, é mais do que urgente a implementação de uma política pública que resgate a dignidade das pessoas em situação de vulnerabilidade social. Com usos diurnos e noturnos de moradores, trabalhadores e frequentadores ocasionais, a região já congrega fluxo considerável de pessoas ao longo dos diferentes horários e dias da semana, sobretudo em virtude de seu caráter comercial e de serviços. Se o espaço público receber intervenções que o tornem aprazível e seguro, se este for objeto de manutenção e zeladoria constantes e se forem concretizadas medidas de atração de novos comércios e serviços para os inúmeros térreos desocupados, sobretudo na Avenida São João, a valorização e a utilização da região irão aumentar expressivamente e, por conseguinte, sua apreciação e preservação.
Contribuição do Conselho de Política Urbana (CPU) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) - Parte 01: A área em análise, um trecho de expressiva notoriedade no centro da cidade, necessita de melhorias céleres e efetivas em termos de zeladoria e segurança urbana. Região privilegiada com todos os atributos de uma localidade central, ela carece de calçadas bem executadas e acessíveis, uma ampla rede de mobiliário urbano em termos quantitativos e qualitativos - sobretudo nos espaços que podem propiciar a permanência -, o incremento de elementos arbóreos e áreas verdes de qualidade convidativas, iluminação nos espaços públicos e iluminação cênica nos edifícios históricos, além de sinalização e monitoramento constantes e adequados.
Arborização e canteiros de chuva, calçadas Mais largas e acessiveis, maior presença de policiamento durante o dia e a noite, bancos e espaços públicos convidativos para a permanência, sem necessariamente precisarmos consumir algo em um lanchonete ou bar, limpeza pública recorrente e manutenção das estruturas públicas. Eventos e ativações nos espaços públicos para atrair crianças, idosos e pessoas de varias faixas sociais, e não só turistas e consumidores de bares. Os telões devem ter cota cultural, promovendo imagens e vídeos de artistas, fazendo parceria com instituições de ensino e culturais, paranpromover não só marcas, mas filmes e projetos audio visuais diversos.
Não implementar painéis de led. Não retroceder na lei cidade limpa. Mais áreas verdes.
Não implementar painéis de LED. A avenida precisa de manutenção da prefeitura na infraestrutura já existente. É necessário dar mais espaço e prioridade ao pedestre do que os carros. O pedestre precisa de maior sensação de segurança, com iluminação e manutenção frequente do espaço.
Nada de painel LED
melhoria no geral
Nada de painel de LED em fachada de prédio — isso vai totalmente contra a Lei Cidade Limpa. Publicidade não pode virar regra no espaço urbano nem servir de desculpa para empresas interferirem na cidade. Quem deve cuidar da cidade é a prefeitura. A gente já vive cercado de estímulos visuais o tempo todo; transformar fachadas em mais uma fonte de poluição visual e luminosa só piora tudo. Dito isso, melhorar a iluminação das vias, criar mais áreas verdes, fazer a manutenção em todas as calçadas deixando-as acessíveis para todos, pensar em áreas de sombra nos pontos de ônibus, disponibilizar mais mobiliário urbano e incentivar a ocupação da região, tanto no período do dia, como à noite, garantindo a segurança da população.
melhorias em tudo
Que não sejam instalados painéis LED nas fachadas dos edifícios, respeitando a iniciativa da Lei Cidade Limpa. Que o setor privado não possa expor publicidade, nem interferir no planejamento urbano do espaço. Se quiser doar dinheiro e recursos que o faça, mas é responsabilidade e dever da prefeitura fazer a manutenção do espaço. Já estamos sujeitos a uma quantidade de imagens gigantesca no dia a dia, e fachada dos edifícios não pode se tornar mais um elemento de estresse e poluição visual e luminosa.
Contribuição do Conselho de Política Urbana (CPU) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) - Parte 02: Outrossim, em se tratando de uma realidade presente na quase totalidade da região central de São Paulo, é mais do que urgente a implementação de uma política pública que resgate a dignidade das pessoas em situação de vulnerabilidade social. Com usos diurnos e noturnos de moradores, trabalhadores e frequentadores ocasionais, a região já congrega fluxo considerável de pessoas ao longo dos diferentes horários e dias da semana, sobretudo em virtude de seu caráter comercial e de serviços. Se o espaço público receber intervenções que o tornem aprazível e seguro, se este for objeto de manutenção e zeladoria constantes e se forem concretizadas medidas de atração de novos comércios e serviços para os inúmeros térreos desocupados, sobretudo na Avenida São João, a valorização e a utilização da região irão aumentar expressivamente e, por conseguinte, sua apreciação e preservação.
Contribuição do Conselho de Política Urbana (CPU) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) - Parte 01: A área em análise, um trecho de expressiva notoriedade no centro da cidade, necessita de melhorias céleres e efetivas em termos de zeladoria e segurança urbana. Região privilegiada com todos os atributos de uma localidade central, ela carece de calçadas bem executadas e acessíveis, uma ampla rede de mobiliário urbano em termos quantitativos e qualitativos - sobretudo nos espaços que podem propiciar a permanência -, o incremento de elementos arbóreos e áreas verdes de qualidade convidativas, iluminação nos espaços públicos e iluminação cênica nos edifícios históricos, além de sinalização e monitoramento constantes e adequados.