Incentivar a ocupação contínua e diversa da região, com apoio a pequenos empreendedores, iniciativas culturais e uso de imóveis hoje vazios. É isso que gera fluxo, ativa o comércio e melhora a segurança. Hoje, há uma concentração de incentivos em concessões, com pouco retorno real para a população. Sem distribuir oportunidades e priorizar quem ocupa o centro no dia a dia, as ações tendem a ser superficiais e não resolvem o problema de forma estrutural.
Nós precisamos uma gestão pública eficiente, com uma zeladoria planejada e fiscalizada. As obras são.al feitas e não há uma auditoria para checar esse item. Sem contar que essa iniciativa fere diretamente a Lei Cidade Limpa, é um absurdo. Ao invés de imitar um modelo americano falido, temos que nos espelhar no que foi feito nas cidades europeias, com restauro de imóveis e uma comunicação eficiente para os turistas.
Quero a desistencia desse projeto absurdo de uma criação de uma TIME Square na cidade. Proponho tambem que seus proponentes sejam investigados porque isso nada tem de bom para a cidade e é movido por interesse privado.
Apoio ao restauro de prédios históricos; moradia popular; menos espaço para veículos automotores; calçadas ainda mais largas; plantio de árvores; respeito à Lei Cidade Limpa; proibir a invasão de painéis luminosos de led.
Menos espaço para veículos automotores; calçadas ainda mais largas; restrição ao aotomóvel particular; plantio de árvores onde hoje há vagas para automóveis; respeito à Lei Cidade Limpa.
Além disso, importar modelos como a Times Square não faz sentido nesse contexto. Trata-se de um espaço voltado ao consumo e à publicidade intensa, com alta poluição visual e luminosa, que pouco contribui para o bem-estar. São Paulo já tem uma identidade cultural própria, rica e diversa, o que se espera é que essa identidade seja valorizada, e não substituída por referências externas que não dialogam com a realidade local.
Acho que vale olhar para o que outras cidades fizeram. Em lugares como Paris, Barcelona ou Medellín, reduziram o espaço para carros e investiram mais em árvores, áreas de convivência e mobiliário urbano. Isso transformou o uso dos centros, que passaram a ser mais agradáveis e mais utilizados pelas pessoas. Aqui no centro de São Paulo, vejo muito potencial para isso. Com mais verde, menos barulho e espaços mais acolhedores, essa região poderia deixar de ser apenas um lugar de passagem e se tornar um espaço de convivência. Seria muito importante que esses espaços pudessem ser mais bem aproveitados no dia a dia, tornando-se mais seguros, agradáveis e acessíveis para quem mora e circula pela região. Ao mesmo tempo, é fundamental investir em políticas públicas para as pessoas em situação de rua que frequentam a região com apoio real, acompanhamento e soluções de longo prazo. Melhorias urbanas não podem ser apenas estéticas é preciso também enfrentar as questões sociais de forma concreta,
Incentivar a ocupação contínua e diversa da região, com apoio a pequenos empreendedores, iniciativas culturais e uso de imóveis hoje vazios. É isso que gera fluxo, ativa o comércio e melhora a segurança. Hoje, há uma concentração de incentivos em concessões, com pouco retorno real para a população. Sem distribuir oportunidades e priorizar quem ocupa o centro no dia a dia, as ações tendem a ser superficiais e não resolvem o problema de forma estrutural.
Nós precisamos uma gestão pública eficiente, com uma zeladoria planejada e fiscalizada. As obras são.al feitas e não há uma auditoria para checar esse item. Sem contar que essa iniciativa fere diretamente a Lei Cidade Limpa, é um absurdo. Ao invés de imitar um modelo americano falido, temos que nos espelhar no que foi feito nas cidades europeias, com restauro de imóveis e uma comunicação eficiente para os turistas.
manutencao de infra e mais segurança
Manutenção de calçadas e limpeza urbana, SEM INSTALAÇÃO DE PAINÉIS PUBLICITÁRIOS QUE VIOLAM A LEI DA CIDADE LIMPA E POLUEM A CIDADE!
Nenhuma que transgrida a Lei da Cidade Limpa! Mantenham na limpa!
Quero a desistencia desse projeto absurdo de uma criação de uma TIME Square na cidade. Proponho tambem que seus proponentes sejam investigados porque isso nada tem de bom para a cidade e é movido por interesse privado.
Apoio ao restauro de prédios históricos; moradia popular; menos espaço para veículos automotores; calçadas ainda mais largas; plantio de árvores; respeito à Lei Cidade Limpa; proibir a invasão de painéis luminosos de led.
Menos espaço para veículos automotores; calçadas ainda mais largas; restrição ao aotomóvel particular; plantio de árvores onde hoje há vagas para automóveis; respeito à Lei Cidade Limpa.
Além disso, importar modelos como a Times Square não faz sentido nesse contexto. Trata-se de um espaço voltado ao consumo e à publicidade intensa, com alta poluição visual e luminosa, que pouco contribui para o bem-estar. São Paulo já tem uma identidade cultural própria, rica e diversa, o que se espera é que essa identidade seja valorizada, e não substituída por referências externas que não dialogam com a realidade local.
Acho que vale olhar para o que outras cidades fizeram. Em lugares como Paris, Barcelona ou Medellín, reduziram o espaço para carros e investiram mais em árvores, áreas de convivência e mobiliário urbano. Isso transformou o uso dos centros, que passaram a ser mais agradáveis e mais utilizados pelas pessoas. Aqui no centro de São Paulo, vejo muito potencial para isso. Com mais verde, menos barulho e espaços mais acolhedores, essa região poderia deixar de ser apenas um lugar de passagem e se tornar um espaço de convivência. Seria muito importante que esses espaços pudessem ser mais bem aproveitados no dia a dia, tornando-se mais seguros, agradáveis e acessíveis para quem mora e circula pela região. Ao mesmo tempo, é fundamental investir em políticas públicas para as pessoas em situação de rua que frequentam a região com apoio real, acompanhamento e soluções de longo prazo. Melhorias urbanas não podem ser apenas estéticas é preciso também enfrentar as questões sociais de forma concreta,