Javascript não suportado Síntese Diagnóstica (Cap. 4): A síntese diagnóstica representa bem a situação atual, as melhorias e os pontos críticos da gestão de resíduos sólidos no município?
Início

Síntese Diagnóstica (Cap. 4): A síntese diagnóstica representa bem a situação atual, as melhorias e os pontos críticos da gestão de resíduos sólidos no município?

Respostas abertas (16)


Fora do período de participação
  • Luis Paulo Silva dos Reis

    A síntese diagnóstica representa a situação atual da gestão de resíduos sólidos e identifica avanços e desafios do município. Entretanto, alguns aspectos poderiam ser aprofundados para orientar de forma mais consistente as estratégias propostas no plano: caracterização detalhada da geração de resíduos por tipologia, mapeamento das principais fontes de poluição e uma caracterização da cadeia da reciclagem aprofundada incluindo um mapeamento de cooperativas, gargalos para materiais de difícil reciclabilidade e limitações de mercado.

    Nenhuma resposta
    • Alexandre Moriya

      A síntese é consistente, mas a ABREN sugere destacar com mais força dois achados que o próprio Plano registra e que justificam urgência. Primeiro, a taxa de destinação da coleta domiciliar para recuperação é de apenas 3,2% em 2025, e o tratamento biológico e a recuperação energética partem de 0%. Segundo, a vida útil remanescente mais baixa entre os aterros contratados é de 2 anos em 2025 (linha de base da Meta 8). Sugere-se acrescentar ao diagnóstico a quantificação das emissões de metano dos aterros que recebem resíduos do município. Dados do Carbon Mapper para o aterro de Caieiras indicam emissões fugitivas da ordem de 7,7 t/h em 2023, ainda que a unidade disponha de infraestrutura de captação de biogás. Recomenda-se validar e incorporar esses dados como indicador de criticidade do sistema.

      Nenhuma resposta
      • Marcos Campos

        A síntese diagnóstica é considerada incompleta por omitir a crise das cooperativas, a burocracia excessiva, o abandono das unidades de triagem e a criminalização dos catadores autônomos. Exige-se a revisão do diagnóstico para registrar a precarização e focar em investimentos na reciclagem popular, em vez de mascarar a realidade.

        Nenhuma resposta
        • Levi Abrecon

          Risco geotécnico seria o uso de entulho para construção de moradias ou submoradias? PAG 75

          Nenhuma resposta
          • Levi Abrecon

            Falta abordar as infrações relacionadas a falsificação do CTR - Controle de Transporte de Resíduos

            Nenhuma resposta
            • Levi Abrecon

              Não há uma abordagem sobre os lixões de São Paulo e Região Metropolitana que recebem lixo e entulho com registros formais no MP (Ministério Público de São Paulo) e na Polícia Ambiental. Faltou consultar os processos nos órgãos de controle e na CETESB.

              Nenhuma resposta
              • Levi Abrecon

                Todos os aterros de inertes da cidade de SP também possuem usinas de reciclagem de RCD com produção de AGREGADO RECICLADO. O plano omite essa informação, o que pode comprometer a agenda ambiental, sobretudo em política de consumo de A.R. (Agregado Reciclado)

                Nenhuma resposta
                • Levi Abrecon

                  Falta informações sobre os destinatários de resíduos da construção (RCD) na Região Metropolitana (a grande maioria estão na RMSP)

                  Nenhuma resposta
                  • Levi Abrecon

                    Qual é a destinação dos resíduos após a triagem das ATT (Áreas de Transbordo e Triagem)?

                    Nenhuma resposta
                    • Levi Abrecon

                      Pág 83 - Qual é a quantidade de entulho (RCD) destinado às usinas de reciclagem de entulho em SP e RMSP?

                      Nenhuma resposta
                      Voltar ao topo