Síntese Diagnóstica (Cap. 4): A síntese diagnóstica representa bem a situação atual, as melhorias e os pontos críticos da gestão de resíduos sólidos no município?
A síntese diagnóstica representa a situação atual da gestão de resíduos sólidos e identifica avanços e desafios do município. Entretanto, alguns aspectos poderiam ser aprofundados para orientar de forma mais consistente as estratégias propostas no plano: caracterização detalhada da geração de resíduos por tipologia, mapeamento das principais fontes de poluição e uma caracterização da cadeia da reciclagem aprofundada incluindo um mapeamento de cooperativas, gargalos para materiais de difícil reciclabilidade e limitações de mercado.
A síntese é consistente, mas a ABREN sugere destacar com mais força dois achados que o próprio Plano registra e que justificam urgência. Primeiro, a taxa de destinação da coleta domiciliar para recuperação é de apenas 3,2% em 2025, e o tratamento biológico e a recuperação energética partem de 0%. Segundo, a vida útil remanescente mais baixa entre os aterros contratados é de 2 anos em 2025 (linha de base da Meta 8). Sugere-se acrescentar ao diagnóstico a quantificação das emissões de metano dos aterros que recebem resíduos do município. Dados do Carbon Mapper para o aterro de Caieiras indicam emissões fugitivas da ordem de 7,7 t/h em 2023, ainda que a unidade disponha de infraestrutura de captação de biogás. Recomenda-se validar e incorporar esses dados como indicador de criticidade do sistema.
A síntese diagnóstica é considerada incompleta por omitir a crise das cooperativas, a burocracia excessiva, o abandono das unidades de triagem e a criminalização dos catadores autônomos. Exige-se a revisão do diagnóstico para registrar a precarização e focar em investimentos na reciclagem popular, em vez de mascarar a realidade.
Não há uma abordagem sobre os lixões de São Paulo e Região Metropolitana que recebem lixo e entulho com registros formais no MP (Ministério Público de São Paulo) e na Polícia Ambiental. Faltou consultar os processos nos órgãos de controle e na CETESB.
Todos os aterros de inertes da cidade de SP também possuem usinas de reciclagem de RCD com produção de AGREGADO RECICLADO. O plano omite essa informação, o que pode comprometer a agenda ambiental, sobretudo em política de consumo de A.R. (Agregado Reciclado)
A síntese diagnóstica representa a situação atual da gestão de resíduos sólidos e identifica avanços e desafios do município. Entretanto, alguns aspectos poderiam ser aprofundados para orientar de forma mais consistente as estratégias propostas no plano: caracterização detalhada da geração de resíduos por tipologia, mapeamento das principais fontes de poluição e uma caracterização da cadeia da reciclagem aprofundada incluindo um mapeamento de cooperativas, gargalos para materiais de difícil reciclabilidade e limitações de mercado.
A síntese é consistente, mas a ABREN sugere destacar com mais força dois achados que o próprio Plano registra e que justificam urgência. Primeiro, a taxa de destinação da coleta domiciliar para recuperação é de apenas 3,2% em 2025, e o tratamento biológico e a recuperação energética partem de 0%. Segundo, a vida útil remanescente mais baixa entre os aterros contratados é de 2 anos em 2025 (linha de base da Meta 8). Sugere-se acrescentar ao diagnóstico a quantificação das emissões de metano dos aterros que recebem resíduos do município. Dados do Carbon Mapper para o aterro de Caieiras indicam emissões fugitivas da ordem de 7,7 t/h em 2023, ainda que a unidade disponha de infraestrutura de captação de biogás. Recomenda-se validar e incorporar esses dados como indicador de criticidade do sistema.
A síntese diagnóstica é considerada incompleta por omitir a crise das cooperativas, a burocracia excessiva, o abandono das unidades de triagem e a criminalização dos catadores autônomos. Exige-se a revisão do diagnóstico para registrar a precarização e focar em investimentos na reciclagem popular, em vez de mascarar a realidade.
Risco geotécnico seria o uso de entulho para construção de moradias ou submoradias? PAG 75
Falta abordar as infrações relacionadas a falsificação do CTR - Controle de Transporte de Resíduos
Não há uma abordagem sobre os lixões de São Paulo e Região Metropolitana que recebem lixo e entulho com registros formais no MP (Ministério Público de São Paulo) e na Polícia Ambiental. Faltou consultar os processos nos órgãos de controle e na CETESB.
Todos os aterros de inertes da cidade de SP também possuem usinas de reciclagem de RCD com produção de AGREGADO RECICLADO. O plano omite essa informação, o que pode comprometer a agenda ambiental, sobretudo em política de consumo de A.R. (Agregado Reciclado)
Falta informações sobre os destinatários de resíduos da construção (RCD) na Região Metropolitana (a grande maioria estão na RMSP)
Qual é a destinação dos resíduos após a triagem das ATT (Áreas de Transbordo e Triagem)?
Pág 83 - Qual é a quantidade de entulho (RCD) destinado às usinas de reciclagem de entulho em SP e RMSP?