Gostaria de propor a criação de um plano de requalificação urbana participativo para o Largo da Batata, com foco na integração dos diferentes usos (residencial, comercial, cultural e de serviços), na melhoria da infraestrutura e na valorização do espaço público. É essencial investir em mobiliário urbano de qualidade, arborização, iluminação adequada, sombreamento e áreas de convivência que incentivem o uso contínuo por diferentes públicos. Além disso, sugiro a implementação de uma gestão compartilhada entre poder público, comerciantes e comunidade local, que promova eventos culturais, feiras e atividades que estimulem o pertencimento e a vitalidade urbana do local.
Acho que os políticos deveríam ficar de fora e deixar o projeto na mão de quem estudou para isso, no caso Urbanistas. Deveríam abrir uma concorrência internacional para o projeto.
Acredito que como todo espaço público a limpeza e a segurança são essenciais. Limpeza e conservação da área com a segurança adequada contribuirão para mais convívio.
O Largo da Batata precisa ser reorganizado sem intenções unicamente comerciais. Existem muitos exemplos de espaços públicos de qualidade e pensados para os pedestres que utilizam o local diariamente. Que não seja feito o que foi feito no Vale do Anhangabaú! Nada de alugar o espaço público para evento!!!
O largo e a praça junto a Paes Leme deveriam tanto valorizar a sua escala metropolitana de manifestações e grandes eventos públicos como shows e feiras, numa grande praça seca e livre e ao redor fomentar e organizar a integração ao comércio do entorno, priorizar o pedestre avaliar suprimir a rua ao lado da Igreja. Organizar mais claramente os eixos de circulação e a partir daí pensar uma setorização que fomentem o uso pelo público de todas as idades, com esportes, crianças pets, idosos, área de estar, contemplação e descanso. Resgatar sua centralidade, sua escala metropolitana e seu uso como agregadora dos moradores tanto do bairro como da cidade, ela pode agregar e ser um lugar de referência de vida urbana a noite e de dia. Boas quadras, áreas de pet e lazer organizadas e bem cuidadas podem ser usadas de dia e noite.
São Paulo merece espaços públicos que reflitam sua grandeza e diversidade, e o Largo da Batata tem potencial para isso. Para transformar a região em um local acolhedor e sustentável, é essencial priorizar pedestres, ampliar e qualificar as áreas de convivência, repensar a arborização, iluminação, segurança e integração com o comércio local. Proponho criar áreas para lazer de todas as idades, incentivar atividades culturais, garantir acessibilidade e retomar referências históricas, unindo esforços do poder público, moradores e comerciantes. Assim, o Largo da Batata pode se tornar uma praça democrática, útil e viva, promovendo pertencimento e qualidade de vida para a cidade.
Gostaria de propor a criação de um plano de requalificação urbana participativo para o Largo da Batata, com foco na integração dos diferentes usos (residencial, comercial, cultural e de serviços), na melhoria da infraestrutura e na valorização do espaço público. É essencial investir em mobiliário urbano de qualidade, arborização, iluminação adequada, sombreamento e áreas de convivência que incentivem o uso contínuo por diferentes públicos. Além disso, sugiro a implementação de uma gestão compartilhada entre poder público, comerciantes e comunidade local, que promova eventos culturais, feiras e atividades que estimulem o pertencimento e a vitalidade urbana do local.
Acho que os políticos deveríam ficar de fora e deixar o projeto na mão de quem estudou para isso, no caso Urbanistas. Deveríam abrir uma concorrência internacional para o projeto.
Acredito que como todo espaço público a limpeza e a segurança são essenciais. Limpeza e conservação da área com a segurança adequada contribuirão para mais convívio.
Segurança e limpeza são fundamentais
Adoraria que tivesse uma arena capaz de receber uma sinfonica. Uma arquitetura ousada exemplar e sustentável.
O Largo da Batata precisa ser reorganizado sem intenções unicamente comerciais. Existem muitos exemplos de espaços públicos de qualidade e pensados para os pedestres que utilizam o local diariamente. Que não seja feito o que foi feito no Vale do Anhangabaú! Nada de alugar o espaço público para evento!!!
O largo e a praça junto a Paes Leme deveriam tanto valorizar a sua escala metropolitana de manifestações e grandes eventos públicos como shows e feiras, numa grande praça seca e livre e ao redor fomentar e organizar a integração ao comércio do entorno, priorizar o pedestre avaliar suprimir a rua ao lado da Igreja. Organizar mais claramente os eixos de circulação e a partir daí pensar uma setorização que fomentem o uso pelo público de todas as idades, com esportes, crianças pets, idosos, área de estar, contemplação e descanso. Resgatar sua centralidade, sua escala metropolitana e seu uso como agregadora dos moradores tanto do bairro como da cidade, ela pode agregar e ser um lugar de referência de vida urbana a noite e de dia. Boas quadras, áreas de pet e lazer organizadas e bem cuidadas podem ser usadas de dia e noite.
São Paulo merece espaços públicos que reflitam sua grandeza e diversidade, e o Largo da Batata tem potencial para isso. Para transformar a região em um local acolhedor e sustentável, é essencial priorizar pedestres, ampliar e qualificar as áreas de convivência, repensar a arborização, iluminação, segurança e integração com o comércio local. Proponho criar áreas para lazer de todas as idades, incentivar atividades culturais, garantir acessibilidade e retomar referências históricas, unindo esforços do poder público, moradores e comerciantes. Assim, o Largo da Batata pode se tornar uma praça democrática, útil e viva, promovendo pertencimento e qualidade de vida para a cidade.