Apesar da relevância, o esgotamento sanitário ainda recebe pouca prioridade nas políticas públicas, especialmente nas regiões periféricas. A falta de investimentos contínuos, a manutenção inadequada das redes e a ausência de planejamento urbano integrado revelam que o saneamento ainda é tratado como um serviço secundário, quando deveria ser considerado fundamental para a saúde pública e para a segurança ambiental. Melhorar esse cenário exige não apenas obras de infraestrutura, mas também uma gestão eficiente, que inclua monitoramento constante, educação ambiental e participação da comunidade. Somente com políticas que valorizem o saneamento como base do desenvolvimento sustentável será possível reduzir os impactos sociais, ambientais e econômicos que hoje recaem de forma desproporcional sobre as populações mais vulnerável.
"O Capítulo 4 deve fortalecer a governança do abastecimento de água e esgotamento sanitário, garantindo integração real entre Sabesp, Prefeitura e órgãos reguladores. Para resolver as falhas atuais, é essencial implementar: (i) protocolos unificados de operação e manutenção; (ii) compartilhamento obrigatório de dados em tempo real; (iii) indicadores de desempenho vinculados à fiscalização e penalidades; e (iv) uma instância permanente de coordenação técnica com controle social. Sem governança integrada, não há eficiência nem avanço na universalização do saneamento."
Apesar da relevância, o esgotamento sanitário ainda recebe pouca prioridade nas políticas públicas, especialmente nas regiões periféricas. A falta de investimentos contínuos, a manutenção inadequada das redes e a ausência de planejamento urbano integrado revelam que o saneamento ainda é tratado como um serviço secundário, quando deveria ser considerado fundamental para a saúde pública e para a segurança ambiental. Melhorar esse cenário exige não apenas obras de infraestrutura, mas também uma gestão eficiente, que inclua monitoramento constante, educação ambiental e participação da comunidade. Somente com políticas que valorizem o saneamento como base do desenvolvimento sustentável será possível reduzir os impactos sociais, ambientais e econômicos que hoje recaem de forma desproporcional sobre as populações mais vulnerável.
"O Capítulo 4 deve fortalecer a governança do abastecimento de água e esgotamento sanitário, garantindo integração real entre Sabesp, Prefeitura e órgãos reguladores. Para resolver as falhas atuais, é essencial implementar: (i) protocolos unificados de operação e manutenção; (ii) compartilhamento obrigatório de dados em tempo real; (iii) indicadores de desempenho vinculados à fiscalização e penalidades; e (iv) uma instância permanente de coordenação técnica com controle social. Sem governança integrada, não há eficiência nem avanço na universalização do saneamento."