O capitulo deveria discutir o potencial que as cooperativas tem para reduzir o impacto ao aterro, a geração de economia para o municipio, a geração de postos de trabalho e o valor agregado a cadeia da reciclagem.
O diagnostico poderia considerar o aspecto produtivo, econômico dos catadores para a sociedade e nao uma visão assistencialista que é apresentada no documento.
No diagnóstico sobre as cooperativas na cidade fica claro que algumas áreas não estão cobertas por este equipamento, que é fundamental para dar um destino melhor, ter local para estocar e comprar o material coletado porta a porta. Temos a região do Ipiranga que tem uma das maiores comunidades de São Paulo, percebemos no território a quantidade de famílias que sobrevivem da separação e venda de recicláveis. Mas tudo muito informal. Não temos no IPIRANGA NENHUMA COOPERATIVA.
O principal KPI apresentado como avanço do Programa SP Coopera está relacionado ao volume de resíduos, é um dado importante sim já que se relaciona diretamente com a renda dos cooperados.
Toda via, os principais KPI's que acredito deveriam ser priorizados pelo Programa, deveriam ser KPI's relacionados a própria estrutura e formalização das cooperativas e cooperados, que naturalmente será traduzido em maiores volumes e qualidade da reciclagem:
- Formalização, participação e cobertura de cooperativas: ex: novos cooperados/ evolução do número de cooperados
- Percentual estimado de cooperativas formalizadas/ informais
- Qual o horizonte? Ex.: Quantas cooperativas seriam necessárias para ajudar a chegarmos em 100% de reciclagem; Quantas cooperados poderiam estar formalizados. Não temos referencia para dizer se 29 cooperativas com 1.000 pessoas aprox. é muito ou é pouco, precisa + quanto?
- Sustentabilidade Econômica das Cooperativas
Entre outros..
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O diagnostico poderia apresentar metas claras e vinculantes para ampliar a capacidade das cooperativas.
O capitulo deveria discutir o potencial que as cooperativas tem para reduzir o impacto ao aterro, a geração de economia para o municipio, a geração de postos de trabalho e o valor agregado a cadeia da reciclagem.
O diagnostico poderia considerar o aspecto produtivo, econômico dos catadores para a sociedade e nao uma visão assistencialista que é apresentada no documento.
No diagnóstico sobre as cooperativas na cidade fica claro que algumas áreas não estão cobertas por este equipamento, que é fundamental para dar um destino melhor, ter local para estocar e comprar o material coletado porta a porta. Temos a região do Ipiranga que tem uma das maiores comunidades de São Paulo, percebemos no território a quantidade de famílias que sobrevivem da separação e venda de recicláveis. Mas tudo muito informal. Não temos no IPIRANGA NENHUMA COOPERATIVA.
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O principal KPI apresentado como avanço do Programa SP Coopera está relacionado ao volume de resíduos, é um dado importante sim já que se relaciona diretamente com a renda dos cooperados.
Toda via, os principais KPI's que acredito deveriam ser priorizados pelo Programa, deveriam ser KPI's relacionados a própria estrutura e formalização das cooperativas e cooperados, que naturalmente será traduzido em maiores volumes e qualidade da reciclagem:
- Formalização, participação e cobertura de cooperativas: ex: novos cooperados/ evolução do número de cooperados
- Percentual estimado de cooperativas formalizadas/ informais
- Qual o horizonte? Ex.: Quantas cooperativas seriam necessárias para ajudar a chegarmos em 100% de reciclagem; Quantas cooperados poderiam estar formalizados. Não temos referencia para dizer se 29 cooperativas com 1.000 pessoas aprox. é muito ou é pouco, precisa + quanto?
- Sustentabilidade Econômica das Cooperativas
Entre outros..