Acredito que há poucos espaços adequados para o aproveitamento da região, tanto por frequentadores, quanto moradores do Largo e pessoas em situação de rua que vivem pelas redondezas, sem qualquer assistência ou mínimo conforto ofertado pela região - a qual possui uma vastidão de espaços vagos que poderiam ser utilmente adaptados para servir a TODA a população.
Atualmente, o Largo de São Francisco não se consolida como espaço de convivência, sendo utilizado quase exclusivamente como área de passagem, com baixíssima permanência espontânea de pedestres e condições ambientais pouco convidativas. A ausência de usos ativos, mobiliário adequado e conforto contribui para que o espaço seja percebido como inóspito, especialmente fora dos horários de maior circulação.
A permanência ocorre, em geral, apenas em ocasiões excepcionais, como eventos da Faculdade de Direito, quando o largo é temporariamente fechado, controlado e ativado. O fato de o espaço se tornar frequentável sobretudo nessas situações evidencia sua fragilidade enquanto espaço público aberto, já que a sensação de segurança e apropriação só se estabelece mediante restrição de uso.
O espaço é pouco convidativo enquanto espaço de convivência. O Largo apresenta potencial simbólico e histórico relevante, mas carece de condições adequadas de permanência, como conforto ambiental, mobiliário de qualidade, segurança e atividades que estimulem o uso cotidiano por diferentes públicos. Além disso, é necessário a implementação de um bom desenho de piso, que convide o pedestre a caminhar pelo local, melhor iluminação urbana e cênica e a instalação de câmeras integradas ao sistema SmartSampa, fazendo com que, dessa forma, haja um aumento da sensação de segurança no local.
Péssimo. Falta incentivo, locais para frequentar e a insegurança é grande. Um projeto que beneficia pedestres e usuários de bicicletas, patinetes e transporte público de massa é essencial. Além disso, é necessário atrair empresas, retrofits e estabelecimentos comerciais para as ruas e áreas do entorno do Largo, pra garantir grande público.
Muito ruim. Não há qualquer incentivo para permanecer no Largo que, além de estar metade coberto por tapumes de alumínio, é barulhento, poluído e excessivamente quente (mal existem árvores e vegetação no entorno — vide pergunta anterior). Mesmo com os poucos bancos em frente à FECAP, não há segurança para permanecer por ali. Penso que o Largo se beneficiaria de um projeto urbanístico que priorizasse os pedestres e transeuntes, com mobiliário de descanso e lazer, árvores que façam sombra, iluminação, etc. Mesmo dentro da Faculdade o espaço de convivência é ruim, pois os bancos que existem não comportam todos os alunos nos horários de intervalo e antes do início das aulas.
O Largo São Francisco ficou abandonado anos e hoje, virou um canteiro de obras, todo tapumado. Não é possível avaliar um espaço nessas condições.
Durante a existência do projeto centro aberto o local tinha diversas atividades e mobiliários para lazer e esporte, como a mesa de Pingue Pongue. Nesse período o largo era bem usado, porém desde antes da pandemia que o projeto foi abandonado, sem atividades e manutenção até chegar ao ponto que se encontra hoje, com a largo totalmente fechado e boa parte dos seus equipamentos deteriorados. Na minha avaliação, esse projeto deveria ser retomado, até por que ele foi bem avaliado na pesquisa feita na época pela prefeitura.
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Acredito que há poucos espaços adequados para o aproveitamento da região, tanto por frequentadores, quanto moradores do Largo e pessoas em situação de rua que vivem pelas redondezas, sem qualquer assistência ou mínimo conforto ofertado pela região - a qual possui uma vastidão de espaços vagos que poderiam ser utilmente adaptados para servir a TODA a população.
Atualmente, o Largo de São Francisco não se consolida como espaço de convivência, sendo utilizado quase exclusivamente como área de passagem, com baixíssima permanência espontânea de pedestres e condições ambientais pouco convidativas. A ausência de usos ativos, mobiliário adequado e conforto contribui para que o espaço seja percebido como inóspito, especialmente fora dos horários de maior circulação.
A permanência ocorre, em geral, apenas em ocasiões excepcionais, como eventos da Faculdade de Direito, quando o largo é temporariamente fechado, controlado e ativado. O fato de o espaço se tornar frequentável sobretudo nessas situações evidencia sua fragilidade enquanto espaço público aberto, já que a sensação de segurança e apropriação só se estabelece mediante restrição de uso.
O espaço é pouco convidativo enquanto espaço de convivência. O Largo apresenta potencial simbólico e histórico relevante, mas carece de condições adequadas de permanência, como conforto ambiental, mobiliário de qualidade, segurança e atividades que estimulem o uso cotidiano por diferentes públicos. Além disso, é necessário a implementação de um bom desenho de piso, que convide o pedestre a caminhar pelo local, melhor iluminação urbana e cênica e a instalação de câmeras integradas ao sistema SmartSampa, fazendo com que, dessa forma, haja um aumento da sensação de segurança no local.
Não foi projetado para ser um local de convivência.
não há atrativos
É sujo, e não convida às pessoas a ficarem
Os espaços de convivência são sujos
Péssimo. Falta incentivo, locais para frequentar e a insegurança é grande. Um projeto que beneficia pedestres e usuários de bicicletas, patinetes e transporte público de massa é essencial. Além disso, é necessário atrair empresas, retrofits e estabelecimentos comerciais para as ruas e áreas do entorno do Largo, pra garantir grande público.
Muito ruim. Não há qualquer incentivo para permanecer no Largo que, além de estar metade coberto por tapumes de alumínio, é barulhento, poluído e excessivamente quente (mal existem árvores e vegetação no entorno — vide pergunta anterior). Mesmo com os poucos bancos em frente à FECAP, não há segurança para permanecer por ali. Penso que o Largo se beneficiaria de um projeto urbanístico que priorizasse os pedestres e transeuntes, com mobiliário de descanso e lazer, árvores que façam sombra, iluminação, etc. Mesmo dentro da Faculdade o espaço de convivência é ruim, pois os bancos que existem não comportam todos os alunos nos horários de intervalo e antes do início das aulas.
O Largo São Francisco ficou abandonado anos e hoje, virou um canteiro de obras, todo tapumado. Não é possível avaliar um espaço nessas condições.
Durante a existência do projeto centro aberto o local tinha diversas atividades e mobiliários para lazer e esporte, como a mesa de Pingue Pongue. Nesse período o largo era bem usado, porém desde antes da pandemia que o projeto foi abandonado, sem atividades e manutenção até chegar ao ponto que se encontra hoje, com a largo totalmente fechado e boa parte dos seus equipamentos deteriorados. Na minha avaliação, esse projeto deveria ser retomado, até por que ele foi bem avaliado na pesquisa feita na época pela prefeitura.