O Largo São Francisco ficou abandonado anos e hoje, virou um canteiro de obras, todo tapumado. Não é possível avaliar um espaço nessas condições.
Durante a existência do projeto centro aberto o local tinha diversas atividades e mobiliários para lazer e esporte, como a mesa de Pingue Pongue. Nesse período o largo era bem usado, porém desde antes da pandemia que o projeto foi abandonado, sem atividades e manutenção até chegar ao ponto que se encontra hoje, com a largo totalmente fechado e boa parte dos seus equipamentos deteriorados. Na minha avaliação, esse projeto deveria ser retomado, até por que ele foi bem avaliado na pesquisa feita na época pela prefeitura.
não existem bancos ou mesas para acomodar o pedestre, pouco sombreamento, poucas lixeiras, pouco incentivo a ficar ali, na época da praia urbana era muito convidativo estar ali
Não há espaço, o que faz muita falta para quem estuda na FDUSP. Gerações estão tendo menos convivência no centro por conta dos fechamentos dos espaços, como o da Praça do Ouvidor. Malemá (sic) ainda havia lugar de sentar nela, jogos, etc. Também falta moradia na região, o que aumentaria a convivência. A existência de algumas ocupações trouxe vida para algumas partes abandonadas, com a presença de crianças brincando, vizinhos conversando. Essa integração entre população, turistas, estudantes, trabalhadores, seria lindíssima, valorizando muito mais a beleza e a importância da região.
O espaço é pensado apenas para trabalhar e estudar. Não há, por parte do poder público municipal, qualquer incentivo à recreação ou lazer. Isso sem falar da insegurança do local.
As áreas de convivência que estavam localizadas na Praça em frente ao Largo de São Francisco se degradaram, de modo que hoje não há nenhum. A reunião de espaços assombreados com árvores, segurança permanente, iluminação e bancos tornaria a região um espaço que pudesse ser melhor aproveitado pelos habitantes locais, pelos estudantes, pelos transeuntes e profissionais que atuam na região.
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O Largo São Francisco ficou abandonado anos e hoje, virou um canteiro de obras, todo tapumado. Não é possível avaliar um espaço nessas condições.
Durante a existência do projeto centro aberto o local tinha diversas atividades e mobiliários para lazer e esporte, como a mesa de Pingue Pongue. Nesse período o largo era bem usado, porém desde antes da pandemia que o projeto foi abandonado, sem atividades e manutenção até chegar ao ponto que se encontra hoje, com a largo totalmente fechado e boa parte dos seus equipamentos deteriorados. Na minha avaliação, esse projeto deveria ser retomado, até por que ele foi bem avaliado na pesquisa feita na época pela prefeitura.
Hoje o Largo está muito deficiente em relação a convivência.
Hoje, sem condições.
não existem bancos ou mesas para acomodar o pedestre, pouco sombreamento, poucas lixeiras, pouco incentivo a ficar ali, na época da praia urbana era muito convidativo estar ali
Não há espaço, o que faz muita falta para quem estuda na FDUSP. Gerações estão tendo menos convivência no centro por conta dos fechamentos dos espaços, como o da Praça do Ouvidor. Malemá (sic) ainda havia lugar de sentar nela, jogos, etc. Também falta moradia na região, o que aumentaria a convivência. A existência de algumas ocupações trouxe vida para algumas partes abandonadas, com a presença de crianças brincando, vizinhos conversando. Essa integração entre população, turistas, estudantes, trabalhadores, seria lindíssima, valorizando muito mais a beleza e a importância da região.
espaços de convivência inexistentes, falta de integração com a faculdade e com os comércios do local
Há vários escritórios próximos à Faculdade de Direito, restaurantes antigos e seria excelente se fosse cuidado, limpo e mais seguro.
Ausência de espaços de convivência, espaços mal cuidados e falta de segurança.
O espaço é pensado apenas para trabalhar e estudar. Não há, por parte do poder público municipal, qualquer incentivo à recreação ou lazer. Isso sem falar da insegurança do local.
As áreas de convivência que estavam localizadas na Praça em frente ao Largo de São Francisco se degradaram, de modo que hoje não há nenhum. A reunião de espaços assombreados com árvores, segurança permanente, iluminação e bancos tornaria a região um espaço que pudesse ser melhor aproveitado pelos habitantes locais, pelos estudantes, pelos transeuntes e profissionais que atuam na região.