O mobiliário urbano do Largo de São Francisco e de seu entorno pode ser avaliado como insuficiente e pouco orientado à permanência. Há carência de bancos confortáveis, superfícies de apoio, paraciclos bem posicionados e lixeiras adequadas ao uso intenso do espaço, o que reforça sua condição atual de área de passagem, e não de convivência. A ausência de elementos que organizem e protejam o uso do largo, como balizadores para controle do acesso veicular em determinados períodos, compromete a segurança e a apropriação pelo pedestre.
A qualificação do mobiliário deveria estar associada à ativação do espaço, com bancos voltados ao uso prolongado, infraestrutura mínima para eventos culturais de pequeno porte, elementos informativos (como totens ou QR codes) sobre a história do local e equipamentos leves de alimentação (como quiosques), compatíveis com o caráter histórico do largo, permitindo que o espaço se torne mais seguro, ativo e convidativo ao uso cotidiano.
Não há estrutura alguma, inclusive para turistas que, diariamente, visitam a região. Dependemos, todos, dos poucos cafés que se encontram na região e funcionam unicamente no período diurno.
Falta o imobiliário mencionado e outros que indiquem que a área foi pensada para o conforto dos transeuntes. Hoje é apenas um espaço de passagem — e desconfortável.
Não há bancos, lixeiras no largo propriamente dito. Havia nas imediações da praça Ouvidor Pacheco e Silva uma estação de aluguel de bicicletas, que foi retirada. Não há sanitários.
O bebedouro foi retirado pela Sub-Sé.
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O mobiliário urbano do Largo de São Francisco e de seu entorno pode ser avaliado como insuficiente e pouco orientado à permanência. Há carência de bancos confortáveis, superfícies de apoio, paraciclos bem posicionados e lixeiras adequadas ao uso intenso do espaço, o que reforça sua condição atual de área de passagem, e não de convivência. A ausência de elementos que organizem e protejam o uso do largo, como balizadores para controle do acesso veicular em determinados períodos, compromete a segurança e a apropriação pelo pedestre.
A qualificação do mobiliário deveria estar associada à ativação do espaço, com bancos voltados ao uso prolongado, infraestrutura mínima para eventos culturais de pequeno porte, elementos informativos (como totens ou QR codes) sobre a história do local e equipamentos leves de alimentação (como quiosques), compatíveis com o caráter histórico do largo, permitindo que o espaço se torne mais seguro, ativo e convidativo ao uso cotidiano.
Mobiliário urbano insuficiente e muito deteriorado.
Não há estrutura alguma, inclusive para turistas que, diariamente, visitam a região. Dependemos, todos, dos poucos cafés que se encontram na região e funcionam unicamente no período diurno.
não há
Tudo sujo , sem lixeiras
Falta mobiliário para atrair transeuntes e garantir convivência, conforto, organização, limpeza e lazer.
Falta o imobiliário urbano!
Falta o imobiliário mencionado e outros que indiquem que a área foi pensada para o conforto dos transeuntes. Hoje é apenas um espaço de passagem — e desconfortável.
Não há bancos, lixeiras no largo propriamente dito. Havia nas imediações da praça Ouvidor Pacheco e Silva uma estação de aluguel de bicicletas, que foi retirada. Não há sanitários.
O bebedouro foi retirado pela Sub-Sé.
O Largo é deficiente em bancos, lixeiras, paraciclos, bikeshare, ponto de ônibus com cobertura e bancos.