Não há bancos, lixeiras no largo propriamente dito. Havia nas imediações da praça Ouvidor Pacheco e Silva uma estação de aluguel de bicicletas, que foi retirada. Não há sanitários.
O bebedouro foi retirado pela Sub-Sé.
É difícil encontrar lixeiras - quando as encontro, geralmente estão lotadas de lixo. Os poucos bancos que vejo são em locais mau iluminados durante a noite o que é nada convidativo para que alguém fique lá.
Mobiliários com manutenção inadequada. Há poucos paraciclos, que poderiam ser alocados de forma mais eficiente. Para isso, deve-se considerar a visão do usuário da bicicleta, ou seja, é necessário que o paraciclo esteja próximo a um ponto de interesse relevante, de preferência dentro do local, para que haja mais segurança. Se isso não for possível, então deve-se alocar os paraciclos onde o ciclista consiga observar sua bicicleta e fazer sua própria segurança enquanto estiver estacionada como, por exemplo, ao lado de um parklet. Outra possibilidade é instalar paraciclos ao lado de equipamentos de segurança como bases policiais, delegacias e entradas de equipamentos que contem com vigilância. Vale destacar que o ideal mesmo seria que a região do centro de São Paulo contasse com bicicletários, não apenas paraciclos. Uma vez que a prefeitura está optando pelos paraciclos, deve levar em conta a visão do usuário ciclista quanto for instalá-los.
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Não há bancos, lixeiras no largo propriamente dito. Havia nas imediações da praça Ouvidor Pacheco e Silva uma estação de aluguel de bicicletas, que foi retirada. Não há sanitários.
O bebedouro foi retirado pela Sub-Sé.
O Largo é deficiente em bancos, lixeiras, paraciclos, bikeshare, ponto de ônibus com cobertura e bancos.
Tentaram e pelo jeito, não houve a devida valorização e fiscalização.
bancos praticamente inexistentes, poderia haver bebedouro, poderia haver mesas, paraciclo nunca vi
não há mobiliário urbano
Praticamente inexistente
Muito pouco, baixa manutenção e quase não encontro lixeiras.
É difícil encontrar lixeiras - quando as encontro, geralmente estão lotadas de lixo. Os poucos bancos que vejo são em locais mau iluminados durante a noite o que é nada convidativo para que alguém fique lá.
Falta um mobiliário adequado, bem como lixeiras.
Mobiliários com manutenção inadequada. Há poucos paraciclos, que poderiam ser alocados de forma mais eficiente. Para isso, deve-se considerar a visão do usuário da bicicleta, ou seja, é necessário que o paraciclo esteja próximo a um ponto de interesse relevante, de preferência dentro do local, para que haja mais segurança. Se isso não for possível, então deve-se alocar os paraciclos onde o ciclista consiga observar sua bicicleta e fazer sua própria segurança enquanto estiver estacionada como, por exemplo, ao lado de um parklet. Outra possibilidade é instalar paraciclos ao lado de equipamentos de segurança como bases policiais, delegacias e entradas de equipamentos que contem com vigilância. Vale destacar que o ideal mesmo seria que a região do centro de São Paulo contasse com bicicletários, não apenas paraciclos. Uma vez que a prefeitura está optando pelos paraciclos, deve levar em conta a visão do usuário ciclista quanto for instalá-los.