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8.1 Justifique sua escolha.

Respostas abertas (53)


Fora do período de participação
  • LucasER98

    Não tem mobiliário desse tipo.

    Nenhuma resposta
    • Kaue Oliveira

      Não há mobiliário urbano

      Nenhuma resposta
      • Bruno Campilongo

        A avaliação decorre da constatação de que o mobiliário existente é escasso, desconfortável e pouco diverso, não estimulando a permanência nem o uso prolongado do Largo de São Francisco. A ausência de bancos adequados, apoios, paraciclos bem localizados e lixeiras suficientes compromete o conforto e a organização do espaço. Para além do mobiliário básico, é fundamental a introdução de elementos que efetivamente promovam uso cotidiano e permanência, como quiosques alimentícios de pequeno porte — cafés, opções de alimentação leve ou estabelecimentos compatíveis com o caráter histórico do entorno —, que contribuiriam para ativar o espaço ao longo do dia, especialmente nos horários de café da manhã, almoço e jantar. Ademais, a disponibilização de mesas e cadeiras móveis em áreas sombreadas pela arborização, a exemplo de experiências bem-sucedidas como o Bryant Park, em Nova York, permitiria o uso espontâneo do espaço para refeições, encontros e descanso.

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        • Beatriz Messeder

          O mobiliário urbano é insuficiente e sem um padrão ou caráter de conjunto. Há escassez de bancos e lixeiras, além de mobiliário em mau estado de conservação. O conjunto não dialoga com o caráter histórico do lugar nem atende às necessidades de permanência, acessibilidade e incentivo ao uso. Ademais, os monumentos existentes não são valorizados por iluminação nem pelo desenho do piso. Como sugestão: realizar a retirada do monumento de mármore localizado em frente a Universidade de Direito, uma vez que esse obstrui visualmente a fachada do edifício histórico, além de apresentar falta de manutenção e ausência de sinalização indicativa de seu significado; retirar a guarita da empresa de ônibus Viação Grajaú; padronizar a sinalização indicativa da faculdade (totem); e melhorar o mobiliário dos pontos de ônibus, com cobertura e bancos.

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          • Márcio Lara

            Não há projeto urbanístico com linguagem única para o mobiliário e estátuas soltas, tudo jogado aleatoriamente no espaço. Totens de sinalização dos edifícios e transporte público estão incluídos nisso. Não há bancos, lixeiras são esparsas, não há paraciclos.

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            • Yesaunt

              a cidade tem cada vez menos lixeiras e o centro não é um espaço público de convivência, excetuando quando há evento de rua, por exemplo na Casa de Francisca

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              • Félgas

                Há poucas lixeiras na região, e o espaço é utilizado quase que exclusivamente para interesses comerciais, não para usos coletivos do espaço público.

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                • Rodrigo Martin

                  Tudo sujo, sem lixeiras

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                  • Lucas.Lcs

                    Falta atrações e utilidades para os pedestres. Os mobiliários urbanos precisam ser funcionais, úteis, atraentes e confortáveis.

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                    • SUELY MASTROROSO

                      Lixeiras quebradas, sem bancos para descanso

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