A qualidade e a acessibilidade das calçadas do Largo São Francisco e de seu entorno são insatisfatórias. O pavimento é fragmentado, irregular e pouco legível, com desníveis e materiais heterogêneos, o que compromete a acessibilidade universal e dificulta a leitura do largo como espaço prioritariamente pedonal. Falta identidade cultural no desenho do piso e o uso de materiais mais duráveis e adequados a áreas históricas, como pedras naturais, especialmente granito, que oferecem maior conforto ao caminhar e estimulam a permanência.
Ademais, a configuração atual da circulação viária enfraquece a prioridade ao pedestre. Caso mantido o acesso de veículos, recomenda-se a adoção de nível único e mesmo assoalho das calçadas, sem meio-fio, no modelo de espaço compartilhado, no qual o desenho urbano induz a redução de velocidade e reforça a hierarquia favorável ao pedestre.
Não há projeto urbanístico de pavimentação. Calçadas de materiais diversos não amigáveis e sem manutenção. Todos impermeáveis. Acessibilidade muito prejudicada pela predominância de uso de leitos carroçáveis.
Apesar de haver algumas rampas, as obras de substituição das pedras portuguesas e a má conservação dos calçamentos privados (especialmente no aspecto da limpeza) desestimulam o trajeto de pedestres pela região.
Entre a FDUSP e a Paróquia temos uma boa calçada, após na conexão com o Terminal Bandeira temos alguns desníveis e espaços ruim para acesso com cadeira de rodas (forçando a usar a via).
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A qualidade e a acessibilidade das calçadas do Largo São Francisco e de seu entorno são insatisfatórias. O pavimento é fragmentado, irregular e pouco legível, com desníveis e materiais heterogêneos, o que compromete a acessibilidade universal e dificulta a leitura do largo como espaço prioritariamente pedonal. Falta identidade cultural no desenho do piso e o uso de materiais mais duráveis e adequados a áreas históricas, como pedras naturais, especialmente granito, que oferecem maior conforto ao caminhar e estimulam a permanência.
Ademais, a configuração atual da circulação viária enfraquece a prioridade ao pedestre. Caso mantido o acesso de veículos, recomenda-se a adoção de nível único e mesmo assoalho das calçadas, sem meio-fio, no modelo de espaço compartilhado, no qual o desenho urbano induz a redução de velocidade e reforça a hierarquia favorável ao pedestre.
Calçadas e vias de pedestres esburacadas e com muitos desníveis. Em algumas ruas a largura das calçadas é muito estreita.
Não há projeto urbanístico de pavimentação. Calçadas de materiais diversos não amigáveis e sem manutenção. Todos impermeáveis. Acessibilidade muito prejudicada pela predominância de uso de leitos carroçáveis.
Apesar de haver algumas rampas, as obras de substituição das pedras portuguesas e a má conservação dos calçamentos privados (especialmente no aspecto da limpeza) desestimulam o trajeto de pedestres pela região.
Pouca acessibilidade
Pouca acessibilidade
As ruas do entorno precisam de mais calçadas e mais arborização nelas, vagas verdes, jardins etc. Acessibilidade e padronização é necessária.
Tudo mal projetado. Travessias e acessos .
Rua do Ouvidor, José Bonifácio e Riachuelo sem calçadas.
Entre a FDUSP e a Paróquia temos uma boa calçada, após na conexão com o Terminal Bandeira temos alguns desníveis e espaços ruim para acesso com cadeira de rodas (forçando a usar a via).