A avaliação decorre do fato de que a configuração atual do Largo São Francisco mantém desníveis, meios-fios e diferenciações de pavimento que fragmentam os percursos e comprometem a acessibilidade, especialmente para pessoas com mobilidade reduzida. A adoção de um espaço em nível único (shared space), com calçadas e pista no mesmo plano e com o mesmo assoalho, eliminaria barreiras físicas e permitiria acessibilidade universal, com deslocamentos contínuos e seguros para todos os pedestres.
Nesse modelo, a hierarquia de usos é definida pelo desenho urbano, e não pela sinalização, com a proteção das áreas de estar realizada por balizadores urbanos (bollards). Hoje, pontos críticos incluem travessias, encontros entre calçadas e pista e os acessos à Faculdade de Direito e à FECAP. O uso de automatic rising bollards permitiria ainda o controle flexível do acesso de veículos à noite e nos fins de semana, ampliando a segurança e o uso do largo.
As calçadas apresentam pisos irregulares, desníveis, obstáculos, rampas inadequadas e ausência de piso tátil contínuo, especialmente em frente e no entorno imediato do Largo. As áreas de paralelepípedo e de piso permeável são dispostas sem justificativa lógica ou conexão entre si ou ligação com o desenho urbano. Essas condições dificultam a circulação de pessoas com mobilidade reduzida, idosos e pessoas com deficiência.
Não há projeto urbanístico de pavimentação. Calçadas de materiais diversos não amigáveis e sem manutenção. Todos impermeáveis. Acessibilidade muito prejudicada pela predominância de uso de leitos carroçáveis.
das últimas vezes que passei o calçadão e as vias da região estavam em reforma, com bloqueios, suneira e mau cheiro. as vias em que há trânsito de catro possuem calçadas muito estreitas para o fluxo intenso de pedestre e são bem esburacadas
Em frente ao Largo e na lateral, são boas. Na rua Riachuelo, Rua São Francisco, Benjamin Constant e Senador Feijó, são ora estreitas, ora desregulares e acidentadas, ora tudo isso junto.
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A avaliação decorre do fato de que a configuração atual do Largo São Francisco mantém desníveis, meios-fios e diferenciações de pavimento que fragmentam os percursos e comprometem a acessibilidade, especialmente para pessoas com mobilidade reduzida. A adoção de um espaço em nível único (shared space), com calçadas e pista no mesmo plano e com o mesmo assoalho, eliminaria barreiras físicas e permitiria acessibilidade universal, com deslocamentos contínuos e seguros para todos os pedestres.
Nesse modelo, a hierarquia de usos é definida pelo desenho urbano, e não pela sinalização, com a proteção das áreas de estar realizada por balizadores urbanos (bollards). Hoje, pontos críticos incluem travessias, encontros entre calçadas e pista e os acessos à Faculdade de Direito e à FECAP. O uso de automatic rising bollards permitiria ainda o controle flexível do acesso de veículos à noite e nos fins de semana, ampliando a segurança e o uso do largo.
As calçadas apresentam pisos irregulares, desníveis, obstáculos, rampas inadequadas e ausência de piso tátil contínuo, especialmente em frente e no entorno imediato do Largo. As áreas de paralelepípedo e de piso permeável são dispostas sem justificativa lógica ou conexão entre si ou ligação com o desenho urbano. Essas condições dificultam a circulação de pessoas com mobilidade reduzida, idosos e pessoas com deficiência.
Entorno da Praça Ouvidor Pacheco e Silva, trechos da Rua José Bonifácio, Rua Riachuelo, Rua São Francisco, Rua Líbero Badaró.
Não há projeto urbanístico de pavimentação. Calçadas de materiais diversos não amigáveis e sem manutenção. Todos impermeáveis. Acessibilidade muito prejudicada pela predominância de uso de leitos carroçáveis.
das últimas vezes que passei o calçadão e as vias da região estavam em reforma, com bloqueios, suneira e mau cheiro. as vias em que há trânsito de catro possuem calçadas muito estreitas para o fluxo intenso de pedestre e são bem esburacadas
Em torno do metrô
As calçadas dos entornos precisam ser replanejadas para o pedestre, com arborização, padronização, acessibilidade e segurança.
Tudo mal projetado. Travessias e acessos .
Em frente ao Largo e na lateral, são boas. Na rua Riachuelo, Rua São Francisco, Benjamin Constant e Senador Feijó, são ora estreitas, ora desregulares e acidentadas, ora tudo isso junto.
Rua Cristóvão Colombo, Rua São Francisco.