Entre a FDUSP e a Paróquia temos uma boa calçada, após na conexão com o Terminal Bandeira temos alguns desníveis e espaços ruim para acesso com cadeira de rodas (forçando a usar a via).
A acessibilidade é terrível, por conta de irregularidades nas calçadas, muitas vezes causadas por empresas que trabalham para operadoras. Além disso, a travessia dos semáforos é demorada, com tempo insuficiente. As guias rebaixadas frequentemente tem carros estacionados, além, insisto, da quantidade cada vez maior de carros estacionados nas próprias calçadas.
A proposta no material de referência de transformar a Rua José Bonifácio entre Rua Líbero Badaró e a estação Anhangabaú e também a Rua do Ouvidor entre a Rua São Francisco e a Praça da Bandeira/Rua Riachuelo em vias de pedestre é excelente e concordo com ela, porém, adicionaria também na proposta a Rua do Ouvidor entre Rua São Francisco e a Rua José Bonifácio, mantendo a Rua São Francisco como de uso misto. Essa adição não afeta garagens, é sinérgica com a proposta feita e ajuda substancialmente o fluxo de pedestres para o Terminal Bandeira.
Calçada com pedra portuguesa, como na Praça Ouvidor Pacheco e Silva, no acesso à estação Anhangabaú e na frente de diversos prédios na região, não funciona em São Paulo, no Rio de Janeiro e nem em Portugal. Com o passar do tempo ocorre o afundamento irregular das pedras, diversas se soltam e vira um ambiente extremamente hostil para pedestres e ciclistas. A região precisa ter todo o calçamento revisto e padronizado, atendendo as normas de acessibilidade (ABNT NBR 9050:2020) mas também garantindo a permeabilidade do solo, espaços para jardins, alinhamento com tampas de utilidades públicas (esgoto, energia, telecomunicações, etc.), espaço para mobiliário urbano e beleza estética. Implantar um mar de concreto liso com uma faixa de piso podotátil no meio como virou padrão em diversas regiões não é suficiente para uma cidade como São Paulo. Piso podotátil colado ou parafusado também não funciona, não dura 1 ano após implantado, a geometria deve fazer parte da própria peça a ser assentada.
Rua do Ouvidor e Riachuelo.
Calçadas irregulares no geral.
Entre a FDUSP e a Paróquia temos uma boa calçada, após na conexão com o Terminal Bandeira temos alguns desníveis e espaços ruim para acesso com cadeira de rodas (forçando a usar a via).
Desrespeito com a ausência de mobilidade para o seu publico no geral.
A acessibilidade é terrível, por conta de irregularidades nas calçadas, muitas vezes causadas por empresas que trabalham para operadoras. Além disso, a travessia dos semáforos é demorada, com tempo insuficiente. As guias rebaixadas frequentemente tem carros estacionados, além, insisto, da quantidade cada vez maior de carros estacionados nas próprias calçadas.
calçadas em mau estado de conservação nas proximidades do cruzamento das ruas do ouvidor, josé bonifácio e são francisco
As ruas do entorno em sua maioria ha acessibilidade, nas próprias calçadas na frente da Praça do Ouvidor, ou da Faculdade de Direito
Se não me falha a memória, na R. Benjamin Constant com a Praça da Sé.
A proposta no material de referência de transformar a Rua José Bonifácio entre Rua Líbero Badaró e a estação Anhangabaú e também a Rua do Ouvidor entre a Rua São Francisco e a Praça da Bandeira/Rua Riachuelo em vias de pedestre é excelente e concordo com ela, porém, adicionaria também na proposta a Rua do Ouvidor entre Rua São Francisco e a Rua José Bonifácio, mantendo a Rua São Francisco como de uso misto. Essa adição não afeta garagens, é sinérgica com a proposta feita e ajuda substancialmente o fluxo de pedestres para o Terminal Bandeira.
Calçada com pedra portuguesa, como na Praça Ouvidor Pacheco e Silva, no acesso à estação Anhangabaú e na frente de diversos prédios na região, não funciona em São Paulo, no Rio de Janeiro e nem em Portugal. Com o passar do tempo ocorre o afundamento irregular das pedras, diversas se soltam e vira um ambiente extremamente hostil para pedestres e ciclistas. A região precisa ter todo o calçamento revisto e padronizado, atendendo as normas de acessibilidade (ABNT NBR 9050:2020) mas também garantindo a permeabilidade do solo, espaços para jardins, alinhamento com tampas de utilidades públicas (esgoto, energia, telecomunicações, etc.), espaço para mobiliário urbano e beleza estética. Implantar um mar de concreto liso com uma faixa de piso podotátil no meio como virou padrão em diversas regiões não é suficiente para uma cidade como São Paulo. Piso podotátil colado ou parafusado também não funciona, não dura 1 ano após implantado, a geometria deve fazer parte da própria peça a ser assentada.