O mobiliário urbano, desta região é muito ruim, os poucos que estão instalados, estão sujos, deteriorados e muitas vezes abrigando pessoas em situação de rua. Este espaço não é um espaço de permanência tão pouco de convivência. Todos esses fatores corroboram para que as pessoa não fiquem neste espaço.
Eu honestamente nunca reparei na existência de paraciclo ali, embora já tenha tido a pretensão de me deslocar até lá de bicicleta. No mais, o Largo é um espaço histórico e de forte simbolismo também histórico. Gostaria muito que as pessoas, os cidadãos, pudessem utilizá-lo como espaço de convivência mesmo para descanso e conversa, porém não vejo o espaço com estrutura para esta proposta como com bancos e sombra.
É difícil encontrar lixeiras - quando as encontro, geralmente estão lotadas de lixo. Os poucos bancos que vejo são em locais mau iluminados durante a noite o que é nada convidativo para que alguém fique lá.
Mobiliários com manutenção inadequada. Há poucos paraciclos, que poderiam ser alocados de forma mais eficiente. Para isso, deve-se considerar a visão do usuário da bicicleta, ou seja, é necessário que o paraciclo esteja próximo a um ponto de interesse relevante, de preferência dentro do local, para que haja mais segurança. Se isso não for possível, então deve-se alocar os paraciclos onde o ciclista consiga observar sua bicicleta e fazer sua própria segurança enquanto estiver estacionada como, por exemplo, ao lado de um parklet. Outra possibilidade é instalar paraciclos ao lado de equipamentos de segurança como bases policiais, delegacias e entradas de equipamentos que contem com vigilância. Vale destacar que o ideal mesmo seria que a região do centro de São Paulo contasse com bicicletários, não apenas paraciclos. Uma vez que a prefeitura está optando pelos paraciclos, deve levar em conta a visão do usuário ciclista quanto for instalá-los.
Mobiliário urbano da região é bastante deteriorado, algumas lixeiras vandalizadas. Bancos ocupados por moradores de rua e usuários de droga.
O mobiliário urbano, desta região é muito ruim, os poucos que estão instalados, estão sujos, deteriorados e muitas vezes abrigando pessoas em situação de rua. Este espaço não é um espaço de permanência tão pouco de convivência. Todos esses fatores corroboram para que as pessoa não fiquem neste espaço.
Eu honestamente nunca reparei na existência de paraciclo ali, embora já tenha tido a pretensão de me deslocar até lá de bicicleta. No mais, o Largo é um espaço histórico e de forte simbolismo também histórico. Gostaria muito que as pessoas, os cidadãos, pudessem utilizá-lo como espaço de convivência mesmo para descanso e conversa, porém não vejo o espaço com estrutura para esta proposta como com bancos e sombra.
Falta locais com sombra, não tem segurança para boa convivência e não tem lixeiras e bancos
Falta mobiliário e lixeiras!
É difícil encontrar lixeiras - quando as encontro, geralmente estão lotadas de lixo. Os poucos bancos que vejo são em locais mau iluminados durante a noite o que é nada convidativo para que alguém fique lá.
Falta banco, locais com sombra e principalmente lixeiras
Falta mobiliário e lixeiras.
Mobiliários com manutenção inadequada. Há poucos paraciclos, que poderiam ser alocados de forma mais eficiente. Para isso, deve-se considerar a visão do usuário da bicicleta, ou seja, é necessário que o paraciclo esteja próximo a um ponto de interesse relevante, de preferência dentro do local, para que haja mais segurança. Se isso não for possível, então deve-se alocar os paraciclos onde o ciclista consiga observar sua bicicleta e fazer sua própria segurança enquanto estiver estacionada como, por exemplo, ao lado de um parklet. Outra possibilidade é instalar paraciclos ao lado de equipamentos de segurança como bases policiais, delegacias e entradas de equipamentos que contem com vigilância. Vale destacar que o ideal mesmo seria que a região do centro de São Paulo contasse com bicicletários, não apenas paraciclos. Uma vez que a prefeitura está optando pelos paraciclos, deve levar em conta a visão do usuário ciclista quanto for instalá-los.
Não há mobiliário