Falta o imobiliário mencionado e outros que indiquem que a área foi pensada para o conforto dos transeuntes. Hoje é apenas um espaço de passagem — e desconfortável.
Simplesmente não há. As poucas lixeiras estão enferrujadas, com furos, muitas inutilizáveis. A infraestrutura está mais preocupada com arquitetura hostil para afastar pessoas em situação de rua do que com a real qualidade do ambiente, gerando dois problemas, já que arquitetura hostil e esssa falta "estratégica" de imobiliáro urbano claramente não funciona.
Não há mobiliário urbano no entorno.
Nesse sentido, houve uma piora. Com a remoção da ativação no entorno dos dutos do Metrô que era promovida pela SPUrbanismo.
A SUB-Sé removeu o único bebedouro público que havia na área em 2023/2024.
Também se removeu a estação de serviço de aluguel de bicicletas da região.
Não existe. Os bancos são escassos, as lixeiras poucas e lotadas, os pontos de ônibus (de poste) incapazes de proteger quem espera. Além disso tudo, ainda prolifera a presença de carros estacionados sobre as áreas caminháveis, diminuindo ainda mais a possibilidade de se ter espaços para caminhantes. Na verdade, essa política impera no centro todo, a escassez de espaços de descanso e contemplação, de convivência e de prazer urbano.
Falta o imobiliário mencionado e outros que indiquem que a área foi pensada para o conforto dos transeuntes. Hoje é apenas um espaço de passagem — e desconfortável.
Simplesmente não há. As poucas lixeiras estão enferrujadas, com furos, muitas inutilizáveis. A infraestrutura está mais preocupada com arquitetura hostil para afastar pessoas em situação de rua do que com a real qualidade do ambiente, gerando dois problemas, já que arquitetura hostil e esssa falta "estratégica" de imobiliáro urbano claramente não funciona.
Não há mobiliário urbano!
Não há mobiliário urbano no entorno.
Nesse sentido, houve uma piora. Com a remoção da ativação no entorno dos dutos do Metrô que era promovida pela SPUrbanismo.
A SUB-Sé removeu o único bebedouro público que havia na área em 2023/2024.
Também se removeu a estação de serviço de aluguel de bicicletas da região.
Há uma deficiência generalizada quanto à infraestrutura da região.
O Largo é deficiente em bancos, lixeiras, paraciclos, bikeshare, ponto de ônibus com cobertura e bancos.
Vandalismo o que nos remete a falta de fiscalização e ausência do poder público.
Inexiste
Não existe. Os bancos são escassos, as lixeiras poucas e lotadas, os pontos de ônibus (de poste) incapazes de proteger quem espera. Além disso tudo, ainda prolifera a presença de carros estacionados sobre as áreas caminháveis, diminuindo ainda mais a possibilidade de se ter espaços para caminhantes. Na verdade, essa política impera no centro todo, a escassez de espaços de descanso e contemplação, de convivência e de prazer urbano.
não há mobiliário urbano