Os três principais problemas do Largo de São Francisco e de seu entorno dizem respeito, em primeiro lugar, à ausência de condições que incentivem a permanência. O espaço é predominantemente tratado como área de passagem, sem mobiliário adequado, usos ativos integrados ou conforto ambiental, o que desestimula a permanência espontânea e a apropriação cotidiana pelos pedestres.
Em segundo lugar, observa-se um quadro recorrente de sujeira e degradação, com forte presença de odores desagradáveis, especialmente de urina, o que compromete a experiência do espaço público e reforça a percepção de abandono. Por fim, há uma sensação generalizada de insegurança, especialmente no período noturno, que decorre diretamente da baixa permanência de pessoas, da iluminação inadequada e da falta de uso contínuo do largo. Esses fatores se retroalimentam, criando um ciclo de esvaziamento, degradação e insegurança que impede o pleno funcionamento do Largo como espaço público qualificado.
1. Baixa qualidade do espaço público, com deficiência de iluminação, falta de valorização dos edifícios históricos tombados do entorno e esculturas presentes no local (posicionamento, conservação e identificação), ausência de mobiliário urbano e vegetação adequados;
2. Falta de um bom desenho de piso, preocupação com acessibilidade e dimensão e manutenção adequada das calçadas;
3. Descaso com limpeza, zeladoria e conforto do pedestre (permeabilidade do solo e elementos de sombreamento).
1. Importância dos leitos carroçáveis em detrimento da circulação e permanência dos pedestres. 2. Espaços adjacentes subutilizados por estacionamento aberto e almoxarifado. 3. Instituições "de costas" para o Largo e comunidade moradora do entorno sem locais de lazer espremida na Rua do Ouvidor, Rua José Bonifácio e Rua Riachuelo, podendo após a requalificação utilizar o largo de dia, à noite e especialmente nos finais de semana.
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Ausência de áreas verdes; limpeza e conservação dos edifícios; falta de espaços de convivência.
Falta de manutenção e valorização dos espaços. Falta de áreas verdes. Falta de espaços de convivência
1. Calçadas irregulares e muito sujas
2. Má conservação de monumentos é prédios históricos
3. Poucas áreas verdes
Falta de acolhimento à população da região, poucos espaços de convivência e arborização precária.
Os três principais problemas do Largo de São Francisco e de seu entorno dizem respeito, em primeiro lugar, à ausência de condições que incentivem a permanência. O espaço é predominantemente tratado como área de passagem, sem mobiliário adequado, usos ativos integrados ou conforto ambiental, o que desestimula a permanência espontânea e a apropriação cotidiana pelos pedestres.
Em segundo lugar, observa-se um quadro recorrente de sujeira e degradação, com forte presença de odores desagradáveis, especialmente de urina, o que compromete a experiência do espaço público e reforça a percepção de abandono. Por fim, há uma sensação generalizada de insegurança, especialmente no período noturno, que decorre diretamente da baixa permanência de pessoas, da iluminação inadequada e da falta de uso contínuo do largo. Esses fatores se retroalimentam, criando um ciclo de esvaziamento, degradação e insegurança que impede o pleno funcionamento do Largo como espaço público qualificado.
1. Baixa qualidade do espaço público, com deficiência de iluminação, falta de valorização dos edifícios históricos tombados do entorno e esculturas presentes no local (posicionamento, conservação e identificação), ausência de mobiliário urbano e vegetação adequados;
2. Falta de um bom desenho de piso, preocupação com acessibilidade e dimensão e manutenção adequada das calçadas;
3. Descaso com limpeza, zeladoria e conforto do pedestre (permeabilidade do solo e elementos de sombreamento).
1. Importância dos leitos carroçáveis em detrimento da circulação e permanência dos pedestres. 2. Espaços adjacentes subutilizados por estacionamento aberto e almoxarifado. 3. Instituições "de costas" para o Largo e comunidade moradora do entorno sem locais de lazer espremida na Rua do Ouvidor, Rua José Bonifácio e Rua Riachuelo, podendo após a requalificação utilizar o largo de dia, à noite e especialmente nos finais de semana.
Calçadas e vias de pedestre esburacadas e desniveladas; ciclofaixas mal conservadas; falta de árvores.
Insegurança, dificuldade de transitar em algumas partes (semáforo bem em frente à entrada da FDUSP) e falta de vegetação e integração
Falta de ocupação dos espaços privados e públicos
Negligência com limpeza e conservação
Ausência de vegetação