Sim, quería espaço verde, um laguinho, e um espaço para convivência dos transeuntes. E pelo amor de Deus, consertem aquele sinal de trânsito horroso. O sinal fica fechado para pedestres durante poucos segundos. Aquilo deveria se chamar Largo de la Santa Muerte, com esse tempo ínfimo de sinal aberto.
A requalificação nao deve priorizar apenas aspectos, estéticos, mas melhorias concretas para a qualidade de vida dos que utilizam e ocupam a região. Propõe-se os seguintes eixos:
Valorização das Ocupações: As ocupações de moradia e arte no perímetro devem ser protegidas e contempladas com verbas de requalificação para instalação de melhorias estruturais, garantindo a função social da propriedade.
Inclusão Habitacional: A requalificação não deve intensificar a expulsão das pessoas em vulnerabilidade do centro; o uso de imóveis ociosos previsto na AIU-SC deve ser vinculado a políticas de atendimento habitacional e acesso real à cidade para quem já ocupa o território.
Caminhabilidade com Convívio: A pedestrianização proposta deve priorizar espaços de socialização que respeitem a diversidade da região, bem como valorizem pontos para expressões artísticas culturais do território, inclusive a presença de crianças, idosos e pessoas com deficiência
É preciso avançar nos seguintes eixos:
Cidades do Cuidado: A intervenção deve ir além dos "caminhos verdes", priorizando suporte social e infraestrutura para a vida cotidiana, conforme a proposta da Ouvidor 63 na plataforma (https://participemais.prefeitura.sp.gov.br/legislation/processes/339/proposals/5172).
Justiça Étnico-Racial e Memória: A proteção do patrimônio deve valorizar a vida nativa do território, e portanto a história pré-colonial do Caminho do Peabiru e a memória dos quilombos locais, omitidos no diagnóstico focado no período colonial e eclético.
Valorização das Ocupações: As ocupações de moradia e arte no perímetro devem ser protegidas e contempladas com verbas de requalificação para instalação de melhorias estruturais, garantindo a função social da propriedade.
Inclusão Habitacional: A requalificação não deve intensificar a expulsão das pessoas em vulnerabilidade do centro; o uso de imóveis ociosos previsto na AIU-SC deve ser vinculado a políticas de atendimento habitacional e acesso real à cidade para quem já ocupa o território.
Caminhabilidade com Convívio: A pedestrianização proposta deve priorizar espaços de socialização que respeitem a diversidade da região, bem como valorizem pontos para expressões artísticas culturais do território, inclusive a presença de crianças, idosos e pessoas com deficiência.
Esta contribuição propõe que a requalificação do Largo São Francisco supere a visão puramente estética, integrando as demandas de toda a região. O diagnóstico oficial do site da consulta reconhece a área como de relevância histórica e potencial de adensamento por meio de ZEIS-3, mas é preciso avançar nos seguintes eixos:
Cidades do Cuidado: A intervenção deve ir além dos "caminhos verdes", priorizando suporte social e infraestrutura para a vida cotidiana, conforme a proposta da Ouvidor 63 na plataforma (https://participemais.prefeitura.sp.gov.br/legislation/processes/339/proposals/5172).
Justiça Étnico-Racial e Memória: A proteção do patrimônio deve valorizar a vida nativa do território, e portanto a história pré-colonial do Caminho do Peabiru e a memória dos quilombos locais, omitidos no diagnóstico focado no período colonial e eclético.
Instalar mecanismos que promovam a acessivilidade ao local, que promovam programações culturais de caráter público, dialogando com quem vive na região e a partir dos interesses dos moradores, ampliação de áresa de convivências arborizadas e bem equipadas, com acesso público à água, a banheiros, a espaços de lazer, bancos, estantes públicas de livros e pequenos comércios para incentivar moradores da região, por exemplo.
Introdução de quiosques ou concessões temporárias de alimentação, compatíveis com o caráter histórico do local, com o objetivo de incentivar a permanência, aumentar o uso ao longo do dia e da noite e reforçar a segurança pela presença contínua de pessoas, sem descaracterizar ou privatizar o espaço público. Além disso, a colocação de mesas e cadeiras junto aos quiosques garante a permanência de pessoas em horários de café da manhã, almoço e jantar. Uma boa inpiração é o que ocorre nas áreas calçadas do Bryant Park, em Nova York.
Propomos que a requalificação do Largo São Francisco supere a estética e garanta justiça social:
✅ Cidades do Cuidado: Priorizar redes de acolhimento e suporte social, não apenas "caminhos verdes".
✅ Justiça Étnico-Racial: Valorizar a memória dos quilombos locais e do Caminho do Peabiru, combatendo o apagamento colonial.
✅ Valorização das Ocupações: Garantir verbas para melhorias estruturais (como elevadores) e proteção das ocupações de moradia e arte.
✅ Inclusão Habitacional: Combater a gentrificação e destinar imóveis ociosos para quem já ocupa e vive o território.
✅ Caminhabilidade e Convívio: Espaços que respeitem a diversidade, com mobiliário de descanso e fomento à arte de rua.
Cada resposta conta! A comunidade da Faculdade de Direito e o GT Jurídico da Ouvidor 63 contam com essa mobilização.
Instalação de elementos informativos discretos, como totens ou QR codes, com conteúdos sobre a história do Largo de São Francisco, da Faculdade de Direito e do centro histórico, integrando o espaço a roteiros culturais e educativos da cidade.
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É preciso urgentemente que a rua em frente ao largo seja transformada em calçadão: o centro deve ter prioridade máxima aos pedestres.
Sim, quería espaço verde, um laguinho, e um espaço para convivência dos transeuntes. E pelo amor de Deus, consertem aquele sinal de trânsito horroso. O sinal fica fechado para pedestres durante poucos segundos. Aquilo deveria se chamar Largo de la Santa Muerte, com esse tempo ínfimo de sinal aberto.
A requalificação nao deve priorizar apenas aspectos, estéticos, mas melhorias concretas para a qualidade de vida dos que utilizam e ocupam a região. Propõe-se os seguintes eixos:
Valorização das Ocupações: As ocupações de moradia e arte no perímetro devem ser protegidas e contempladas com verbas de requalificação para instalação de melhorias estruturais, garantindo a função social da propriedade.
Inclusão Habitacional: A requalificação não deve intensificar a expulsão das pessoas em vulnerabilidade do centro; o uso de imóveis ociosos previsto na AIU-SC deve ser vinculado a políticas de atendimento habitacional e acesso real à cidade para quem já ocupa o território.
Caminhabilidade com Convívio: A pedestrianização proposta deve priorizar espaços de socialização que respeitem a diversidade da região, bem como valorizem pontos para expressões artísticas culturais do território, inclusive a presença de crianças, idosos e pessoas com deficiência
É preciso avançar nos seguintes eixos:
Cidades do Cuidado: A intervenção deve ir além dos "caminhos verdes", priorizando suporte social e infraestrutura para a vida cotidiana, conforme a proposta da Ouvidor 63 na plataforma (https://participemais.prefeitura.sp.gov.br/legislation/processes/339/proposals/5172).
Justiça Étnico-Racial e Memória: A proteção do patrimônio deve valorizar a vida nativa do território, e portanto a história pré-colonial do Caminho do Peabiru e a memória dos quilombos locais, omitidos no diagnóstico focado no período colonial e eclético.
Valorização das Ocupações: As ocupações de moradia e arte no perímetro devem ser protegidas e contempladas com verbas de requalificação para instalação de melhorias estruturais, garantindo a função social da propriedade.
Inclusão Habitacional: A requalificação não deve intensificar a expulsão das pessoas em vulnerabilidade do centro; o uso de imóveis ociosos previsto na AIU-SC deve ser vinculado a políticas de atendimento habitacional e acesso real à cidade para quem já ocupa o território.
Caminhabilidade com Convívio: A pedestrianização proposta deve priorizar espaços de socialização que respeitem a diversidade da região, bem como valorizem pontos para expressões artísticas culturais do território, inclusive a presença de crianças, idosos e pessoas com deficiência.
Esta contribuição propõe que a requalificação do Largo São Francisco supere a visão puramente estética, integrando as demandas de toda a região. O diagnóstico oficial do site da consulta reconhece a área como de relevância histórica e potencial de adensamento por meio de ZEIS-3, mas é preciso avançar nos seguintes eixos:
Cidades do Cuidado: A intervenção deve ir além dos "caminhos verdes", priorizando suporte social e infraestrutura para a vida cotidiana, conforme a proposta da Ouvidor 63 na plataforma (https://participemais.prefeitura.sp.gov.br/legislation/processes/339/proposals/5172).
Justiça Étnico-Racial e Memória: A proteção do patrimônio deve valorizar a vida nativa do território, e portanto a história pré-colonial do Caminho do Peabiru e a memória dos quilombos locais, omitidos no diagnóstico focado no período colonial e eclético.
Instalar mecanismos que promovam a acessivilidade ao local, que promovam programações culturais de caráter público, dialogando com quem vive na região e a partir dos interesses dos moradores, ampliação de áresa de convivências arborizadas e bem equipadas, com acesso público à água, a banheiros, a espaços de lazer, bancos, estantes públicas de livros e pequenos comércios para incentivar moradores da região, por exemplo.
Introdução de quiosques ou concessões temporárias de alimentação, compatíveis com o caráter histórico do local, com o objetivo de incentivar a permanência, aumentar o uso ao longo do dia e da noite e reforçar a segurança pela presença contínua de pessoas, sem descaracterizar ou privatizar o espaço público. Além disso, a colocação de mesas e cadeiras junto aos quiosques garante a permanência de pessoas em horários de café da manhã, almoço e jantar. Uma boa inpiração é o que ocorre nas áreas calçadas do Bryant Park, em Nova York.
Propomos que a requalificação do Largo São Francisco supere a estética e garanta justiça social:
✅ Cidades do Cuidado: Priorizar redes de acolhimento e suporte social, não apenas "caminhos verdes".
✅ Justiça Étnico-Racial: Valorizar a memória dos quilombos locais e do Caminho do Peabiru, combatendo o apagamento colonial.
✅ Valorização das Ocupações: Garantir verbas para melhorias estruturais (como elevadores) e proteção das ocupações de moradia e arte.
✅ Inclusão Habitacional: Combater a gentrificação e destinar imóveis ociosos para quem já ocupa e vive o território.
✅ Caminhabilidade e Convívio: Espaços que respeitem a diversidade, com mobiliário de descanso e fomento à arte de rua.
Cada resposta conta! A comunidade da Faculdade de Direito e o GT Jurídico da Ouvidor 63 contam com essa mobilização.
Instalação de elementos informativos discretos, como totens ou QR codes, com conteúdos sobre a história do Largo de São Francisco, da Faculdade de Direito e do centro histórico, integrando o espaço a roteiros culturais e educativos da cidade.