Previsão de pontos discretos de energia e suporte técnico básico que possibilitem a realização de apresentações culturais leves, saraus, atividades acadêmicas e eventos de pequena escala, especialmente nos períodos de restrição ao tráfego veicular.
Recomenda-se a adoção de circulação em nível único (shared space), com calçadas e vias no mesmo plano e com o mesmo assoalho, eliminando meios-fios e desníveis. A proteção das áreas pedonais pode ser realizada por de balizadores urbanos (bollards), garantindo segurança sem comprometer a continuidade visual do largo.
Além disso, a instalação de balizadores retráteis (automatic rising bollards) permitiria o controle flexível do acesso de veículos no período noturno e aos fins de semana, possibilitando a transformação temporária do largo em espaço exclusivamente pedonal.
Quanto ao calçamento, recomenda-se a implantação de calçadas temáticas, como as da Biblioteca Mário de Andrade, mas inspiradas no universo do Direito, incorporando palavras ou referências ao universo jurídico. A adoção de materiais de alta qualidade, como o granito, é fundamental para assegurar a compatibilidade com o caráter histórico do largo e transmitir uma percepção de cuidado e valorização do espaço público.
Também é fundamental promover ativação do espaço por meio de usos culturais (feiras, exposições), educativos (espaço que pode ser usado pelas instituições de ensino e religiosas do entorno) e temporários, para que assim sejam aplicadas estratégias de segurança baseadas no uso frequente do espaço. Demais melhorias no entorno, incentivos para retomada do comércio na continuidade da Praça Ouvidor Pacheco e Silva e suas conexões com Praça do Patriarca (trecho da Rua São Bento totalmente esvaziado) fazem com que o próprio fluxo gerado pelos comércios e Instituições do entorno traga uma ocupação qualificada para as praças e espaços públicos.
Essencial pensar no entorno da área como espaços de calçadas e calçadão que convidam ao caminhar e que culminam na visual da praça com seus edifícios históricos (que devem sobressair), substituindo a área imediatamente a frente (do outro lado da rua) usada como estacionamento e, atualmente, como canteiro de obras do calçadão por uma área igualmente convidativa e, se possível, com um desenho de piso contínuo, mobiliário urbano de qualidade, áreas permeáveis etc. Cuidado na aplicação de cores para não “ofuscar” o caráter “cívico” da praça com seus edifícios históricos.
A requalificação deve ser feita priorizando o pedestre, a permanência e a valorização dos edifícios históricos do entorno que compõe pano de fundo da praça. Sugestões: implantação de um bom desenho de piso com ampliação de áreas permeáveis (utilizando vegetação rasteira e baixa para não causar obstrução visual aos edifícios); aumento do sombreamento; melhoria da iluminação, tanto da área pública como da iluminação cênica dos edifícios; reordenação do tráfego lindeiro e dos mobiliários de apoio (totem indicativo da Universidade, balizadores que ampliam o espaço do pedestre); remoção da pintura verde aplicada nas vias lindeiras; melhoria dos pontos de ônibus, etc.
A Consulta Pública, com um Relatório detalhado, ensejou ante-projeto: recriar um Largo São Francisco (nível zero) com o espaço entre os eixos da Rua São Francisco, Líbero Badaró, Rua José Bonifácio e Cristóvão Colombo destinado à circulação e permanência de pedestres e eventos culturais, incorporando o estacionamento da SSP e almoxarifado da Prefeitura, com gramado e concha acústica junto à R. J. B. Iluminação e mobiliário. Leitos carroçáveis com traçado atual seriam embutidos no nível -7,00m, com rampas e saídas de acesso aproveitando a altimetria atual. Criação de um estacionamento público (-7,00m) sob a projeção dos atuais estacionamento e almoxarifado, para necessidade operacional da SSP. Sobre este estacionamento: jardim de chuva gramado, com espessura de terra de 2,00m (laje de fundo entre -2,00m e -3,00m). Calçadas permeáveis. Eixos com árvores nas vias, exceto defronte FDUSP e Igrejas, do tipo usada na Rua S. Francisco, 80. Reservatório de retenção Rua do Ouvidor x 23 de Maio.
Reformar as ciclofaixas do entorno do Largo e restabelecer o trecho de ciclofaixa que foi suprimido na reforma da calçada da Praça Ouvidor Pacheco e Silva; concluir A requalificação das vias de pedestres no entorno do Largo (calçadas e calçadões); retirar o estacionamento de automóveis na Praça Ouvidor Pacheco e Silva e usar o espaço para finalidades públicas e que favoreçam a convivência no local; aumentar a moradia e o comércio local no entorno, priorizando habitação de interesse social.
A região poderia se tornar um piloto de requalificação urbana que estimulasse:
1. A ocupação habitacional dos espaços vazios por meio de parcerias público-privadas que viabilizassem a restauração dos imóveis situados na região;
2. A concentração de start-ups e outras entidades de incentivo à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo, com vistas à capacitação tecnológica, ao alcance da autonomia tecnológica e ao desenvolvimento do sistema produtivo, tal como previstas na Lei Federal n.º 10.973/2004, a exemplo das Instituições Científica, Tecnológica e de Inovação (ICTs), de modo a tornar a região um hub de inovação e de desenvolvimento científico e tecnológico (a exemplo do Supera Parque Tecnológico, de Ribeirão Preto), especialmente aproveitando-se da intensa cooperação com a Universidade de São Paulo;
3. Ocupação comercial dos espaços vazios por meio de incentivos fiscais a fim de estimular geração de empregos e desenvolvimento econômico
Propomos que a requalificação do Largo São Francisco supere a estética e garanta justiça social:
✅ Cidades do Cuidado: Priorizar redes de acolhimento e suporte social, não apenas "caminhos verdes".
✅ Justiça Étnico-Racial: Valorizar a memória dos quilombos locais e do Caminho do Peabiru, combatendo o apagamento colonial.
✅ Valorização das Ocupações: Garantir verbas para melhorias estruturais (como elevadores) e proteção das ocupações de moradia e arte.
✅ Inclusão Habitacional: Combater a gentrificação e destinar imóveis ociosos para quem já ocupa e vive o território.
✅ Caminhabilidade e Convívio: Espaços que respeitem a diversidade, com mobiliário de descanso e fomento à arte de rua.
Cada resposta conta! A comunidade da Faculdade de Direito e o GT Jurídico da Ouvidor 63 contam com essa mobilização.
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Previsão de pontos discretos de energia e suporte técnico básico que possibilitem a realização de apresentações culturais leves, saraus, atividades acadêmicas e eventos de pequena escala, especialmente nos períodos de restrição ao tráfego veicular.
Recomenda-se a adoção de circulação em nível único (shared space), com calçadas e vias no mesmo plano e com o mesmo assoalho, eliminando meios-fios e desníveis. A proteção das áreas pedonais pode ser realizada por de balizadores urbanos (bollards), garantindo segurança sem comprometer a continuidade visual do largo.
Além disso, a instalação de balizadores retráteis (automatic rising bollards) permitiria o controle flexível do acesso de veículos no período noturno e aos fins de semana, possibilitando a transformação temporária do largo em espaço exclusivamente pedonal.
Quanto ao calçamento, recomenda-se a implantação de calçadas temáticas, como as da Biblioteca Mário de Andrade, mas inspiradas no universo do Direito, incorporando palavras ou referências ao universo jurídico. A adoção de materiais de alta qualidade, como o granito, é fundamental para assegurar a compatibilidade com o caráter histórico do largo e transmitir uma percepção de cuidado e valorização do espaço público.
Também é fundamental promover ativação do espaço por meio de usos culturais (feiras, exposições), educativos (espaço que pode ser usado pelas instituições de ensino e religiosas do entorno) e temporários, para que assim sejam aplicadas estratégias de segurança baseadas no uso frequente do espaço. Demais melhorias no entorno, incentivos para retomada do comércio na continuidade da Praça Ouvidor Pacheco e Silva e suas conexões com Praça do Patriarca (trecho da Rua São Bento totalmente esvaziado) fazem com que o próprio fluxo gerado pelos comércios e Instituições do entorno traga uma ocupação qualificada para as praças e espaços públicos.
Essencial pensar no entorno da área como espaços de calçadas e calçadão que convidam ao caminhar e que culminam na visual da praça com seus edifícios históricos (que devem sobressair), substituindo a área imediatamente a frente (do outro lado da rua) usada como estacionamento e, atualmente, como canteiro de obras do calçadão por uma área igualmente convidativa e, se possível, com um desenho de piso contínuo, mobiliário urbano de qualidade, áreas permeáveis etc. Cuidado na aplicação de cores para não “ofuscar” o caráter “cívico” da praça com seus edifícios históricos.
A requalificação deve ser feita priorizando o pedestre, a permanência e a valorização dos edifícios históricos do entorno que compõe pano de fundo da praça. Sugestões: implantação de um bom desenho de piso com ampliação de áreas permeáveis (utilizando vegetação rasteira e baixa para não causar obstrução visual aos edifícios); aumento do sombreamento; melhoria da iluminação, tanto da área pública como da iluminação cênica dos edifícios; reordenação do tráfego lindeiro e dos mobiliários de apoio (totem indicativo da Universidade, balizadores que ampliam o espaço do pedestre); remoção da pintura verde aplicada nas vias lindeiras; melhoria dos pontos de ônibus, etc.
A Consulta Pública, com um Relatório detalhado, ensejou ante-projeto: recriar um Largo São Francisco (nível zero) com o espaço entre os eixos da Rua São Francisco, Líbero Badaró, Rua José Bonifácio e Cristóvão Colombo destinado à circulação e permanência de pedestres e eventos culturais, incorporando o estacionamento da SSP e almoxarifado da Prefeitura, com gramado e concha acústica junto à R. J. B. Iluminação e mobiliário. Leitos carroçáveis com traçado atual seriam embutidos no nível -7,00m, com rampas e saídas de acesso aproveitando a altimetria atual. Criação de um estacionamento público (-7,00m) sob a projeção dos atuais estacionamento e almoxarifado, para necessidade operacional da SSP. Sobre este estacionamento: jardim de chuva gramado, com espessura de terra de 2,00m (laje de fundo entre -2,00m e -3,00m). Calçadas permeáveis. Eixos com árvores nas vias, exceto defronte FDUSP e Igrejas, do tipo usada na Rua S. Francisco, 80. Reservatório de retenção Rua do Ouvidor x 23 de Maio.
Reformar as ciclofaixas do entorno do Largo e restabelecer o trecho de ciclofaixa que foi suprimido na reforma da calçada da Praça Ouvidor Pacheco e Silva; concluir A requalificação das vias de pedestres no entorno do Largo (calçadas e calçadões); retirar o estacionamento de automóveis na Praça Ouvidor Pacheco e Silva e usar o espaço para finalidades públicas e que favoreçam a convivência no local; aumentar a moradia e o comércio local no entorno, priorizando habitação de interesse social.
A região poderia se tornar um piloto de requalificação urbana que estimulasse:
1. A ocupação habitacional dos espaços vazios por meio de parcerias público-privadas que viabilizassem a restauração dos imóveis situados na região;
2. A concentração de start-ups e outras entidades de incentivo à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo, com vistas à capacitação tecnológica, ao alcance da autonomia tecnológica e ao desenvolvimento do sistema produtivo, tal como previstas na Lei Federal n.º 10.973/2004, a exemplo das Instituições Científica, Tecnológica e de Inovação (ICTs), de modo a tornar a região um hub de inovação e de desenvolvimento científico e tecnológico (a exemplo do Supera Parque Tecnológico, de Ribeirão Preto), especialmente aproveitando-se da intensa cooperação com a Universidade de São Paulo;
3. Ocupação comercial dos espaços vazios por meio de incentivos fiscais a fim de estimular geração de empregos e desenvolvimento econômico
Propomos que a requalificação do Largo São Francisco supere a estética e garanta justiça social:
✅ Cidades do Cuidado: Priorizar redes de acolhimento e suporte social, não apenas "caminhos verdes".
✅ Justiça Étnico-Racial: Valorizar a memória dos quilombos locais e do Caminho do Peabiru, combatendo o apagamento colonial.
✅ Valorização das Ocupações: Garantir verbas para melhorias estruturais (como elevadores) e proteção das ocupações de moradia e arte.
✅ Inclusão Habitacional: Combater a gentrificação e destinar imóveis ociosos para quem já ocupa e vive o território.
✅ Caminhabilidade e Convívio: Espaços que respeitem a diversidade, com mobiliário de descanso e fomento à arte de rua.
Cada resposta conta! A comunidade da Faculdade de Direito e o GT Jurídico da Ouvidor 63 contam com essa mobilização.
inclusão habitacional, com atenção às ocupações existentes, e cuidado para evitar a gentrificação, com retrofits voltados para aluguel de temporada