Mais faculdades da USP na região. Retrofit de prédios, eventuais conversões de prédios comerciais em residências, uso misto com comércio no térreo. Maior rigor com a qualidade arquitetônica de empreendimentos na região. Promoção de concurso de arquitetura para novos edifícios.
Acredito que precisamos tornar aquele espaço um espaço apropriado pelos moradores da cidade de São Paulo. Um espaço de convivência, permanência, vivência, e não somente um espaço de passagem e de abrigo de pessoas em sistuação de vulnerabilidade. Transformar o espaço em um espaço mais iluminado, investindo em iluminação publica, um espaço mais seguro, mais policiamente,um espaço mais cultural, dar acesso aos equipamentos culturais e valorizar essa historia, um espaço mais do Brasileiro.
Há um espaço muito ocioso no Largo que seria muito bonito se fosse ocupado, mediante incentivo material e imaterial, pela população local (estudantes e comerciantes, por exemplo) e até pela juventude em geral.
Criar projetos que ampliem o acesso ao Largo para toda a populaçao de Sao Paulo, integrando espaço físico e cultural. Reformular a estrutura do Largo (mantendo suas características históricas), para permitir e estimular uma maior convivencia e ocupaçao do espaço, de forma segura. Um Largo Sao Francisco com mais árvores, mais iluminaçao, mais bancos. O acesso à Faculdade deve ser estimulado. Os prédios ao redor devem ser melhor planejados e ocupados (o da Fecap por exemplo é subutilizado, podendo ser palco de diversos projetos para toda a populaçao, nao só para os alunos da faculdade).
O documento de referência faz a seguinte afirmação sem maiores questionamentos: “são 78 ônibus por hora em frente ao Largo São Francisco”. O questionamento que eu faço, é:
A região é uma das mais bem servidas de metrô na cidade de São Paulo, com as estações Anhangabaú, Sé e São Bento próximas, é nessa região o centro de toda a malha radial de transporte sobre trilhos da região metropolitana, estando o terminal Bandeira próximo também. Existe integração tarifária entre metrô e ônibus. Deveriam existir 78 ônibus passando por hora no local? Não faz sentido reduzir a concorrência entre os modais e, aproveitando que as volumetrias de passageiros do sistema metroviário ainda estão distantes das máximas históricas, reduzir sobreposições e descarregar as linhas de ônibus nas estações antes? Uma avaliação das linhas de ônibus da região, seus pontos iniciais e finais e consequente otimização pode fazer sentido.
Reavaliar o estacionamento da SSP na Praça Ouvidor Pacheco e Silva. Será que um estacionamento subterrâneo sob a praça, Largo de São Francisco e vias ao redor, liberando o espaço na superfície para a população não é uma solução melhor?
Será que um chamamento à iniciativa privada para construir e operar esse estacionamento, garantindo uma reserva de vagas exclusivas e apartadas para a SSP não teria sucesso, ainda mais pensando em medidas de fomento a turismo na região, redução da movimentação de carros no centro e proximidade com a estação Anhangabaú e Terminal Bandeira (possibilidade de "park and ride")? Talvez até incluir uma obrigação acessória de manter banheiro público na superfície da praça pela exploração do serviço de estacionamento.
Sugiro que as autoridades avaliem adquirir parte ou a totalidade do edifício da central telefônica da Vivo entre a R Senador Paulo Egídio e R Benjamin Constant e utilizem o espaço para o Fórum em planejamento.
A parte mais antiga desse complexo tem pé-direito muito alto, ideal para salas de aula, auditórios e reuniões.
A estrutura dos edifícios é robusta, foi projetada para suportar cargas de equipamentos de telefonia que eram extremamente pesadas à época. Com a miniaturização dos equipamentos suponho que o prédio esteja subutilizado, a baixa movimentação de funcionários também índica isso. A própria Vivo vem se desfazendo das velhas centrais por causa dessa mudança técnica.
Dar uso real a prédios existentes, especialmente os tombados, vem ao encontro da requalificação da área. Não faz sentido construir um prédio do zero para o novo fórum até como exemplo para investidores e proprietários de imóveis no Centro, é bom desmistificar e mostrar que a readaptação de prédios é possível.
Pensar no pedestre (faixas, calçamento adequado, iluminação noturna) e na acessibilidade para pessoas com deficiência; projeto urbanístico de revitalização e de arborização; olhar para a inclusão.
O site do Participe Mais utiliza cookies para criar uma navegação otimizada no site,
para melhor experiência do usuário. Ele utiliza dois tipos de cookies: Necessários e Não Necessários.
Os cookies necessários são imprescidíveis para o correto funcionamento do site,
e não armazenam nenhuma informação pessoal. Os cookies não-necessários realizam ações de desempenho,
de como são realizadas as navegações no site,
para mostrar indices de utilização para que a ferramenta possa ser melhorada no futuro.
Esses cookies podem ser desabilitados, e,
só armazenarão essas informações caso seja informado o consentimento do usuário.
Necessários
Os cookies necessários são os cookies utilizados essenciais para o funcionamento correto da página.
Sem eles, a pagina poderá apresentar erros de exibição.
Não Necessários
Os cookies não-necessários são utilizados para análises de performance e utilização do site,
sendo que os cookies do HandTalk então incluídos nesse conjuto. A desativação destes cookies desativará o HandTalk.
Esses cookies só serão utilizados caso o usuário concorde com sua utilização,
marcando ativado e salvar as configurações no botão de Salvar.
Mais faculdades da USP na região. Retrofit de prédios, eventuais conversões de prédios comerciais em residências, uso misto com comércio no térreo. Maior rigor com a qualidade arquitetônica de empreendimentos na região. Promoção de concurso de arquitetura para novos edifícios.
Acredito que precisamos tornar aquele espaço um espaço apropriado pelos moradores da cidade de São Paulo. Um espaço de convivência, permanência, vivência, e não somente um espaço de passagem e de abrigo de pessoas em sistuação de vulnerabilidade. Transformar o espaço em um espaço mais iluminado, investindo em iluminação publica, um espaço mais seguro, mais policiamente,um espaço mais cultural, dar acesso aos equipamentos culturais e valorizar essa historia, um espaço mais do Brasileiro.
Há um espaço muito ocioso no Largo que seria muito bonito se fosse ocupado, mediante incentivo material e imaterial, pela população local (estudantes e comerciantes, por exemplo) e até pela juventude em geral.
Criar projetos que ampliem o acesso ao Largo para toda a populaçao de Sao Paulo, integrando espaço físico e cultural. Reformular a estrutura do Largo (mantendo suas características históricas), para permitir e estimular uma maior convivencia e ocupaçao do espaço, de forma segura. Um Largo Sao Francisco com mais árvores, mais iluminaçao, mais bancos. O acesso à Faculdade deve ser estimulado. Os prédios ao redor devem ser melhor planejados e ocupados (o da Fecap por exemplo é subutilizado, podendo ser palco de diversos projetos para toda a populaçao, nao só para os alunos da faculdade).
O documento de referência faz a seguinte afirmação sem maiores questionamentos: “são 78 ônibus por hora em frente ao Largo São Francisco”. O questionamento que eu faço, é:
A região é uma das mais bem servidas de metrô na cidade de São Paulo, com as estações Anhangabaú, Sé e São Bento próximas, é nessa região o centro de toda a malha radial de transporte sobre trilhos da região metropolitana, estando o terminal Bandeira próximo também. Existe integração tarifária entre metrô e ônibus. Deveriam existir 78 ônibus passando por hora no local? Não faz sentido reduzir a concorrência entre os modais e, aproveitando que as volumetrias de passageiros do sistema metroviário ainda estão distantes das máximas históricas, reduzir sobreposições e descarregar as linhas de ônibus nas estações antes? Uma avaliação das linhas de ônibus da região, seus pontos iniciais e finais e consequente otimização pode fazer sentido.
Reavaliar o estacionamento da SSP na Praça Ouvidor Pacheco e Silva. Será que um estacionamento subterrâneo sob a praça, Largo de São Francisco e vias ao redor, liberando o espaço na superfície para a população não é uma solução melhor?
Será que um chamamento à iniciativa privada para construir e operar esse estacionamento, garantindo uma reserva de vagas exclusivas e apartadas para a SSP não teria sucesso, ainda mais pensando em medidas de fomento a turismo na região, redução da movimentação de carros no centro e proximidade com a estação Anhangabaú e Terminal Bandeira (possibilidade de "park and ride")? Talvez até incluir uma obrigação acessória de manter banheiro público na superfície da praça pela exploração do serviço de estacionamento.
Sugiro que as autoridades avaliem adquirir parte ou a totalidade do edifício da central telefônica da Vivo entre a R Senador Paulo Egídio e R Benjamin Constant e utilizem o espaço para o Fórum em planejamento.
A parte mais antiga desse complexo tem pé-direito muito alto, ideal para salas de aula, auditórios e reuniões.
A estrutura dos edifícios é robusta, foi projetada para suportar cargas de equipamentos de telefonia que eram extremamente pesadas à época. Com a miniaturização dos equipamentos suponho que o prédio esteja subutilizado, a baixa movimentação de funcionários também índica isso. A própria Vivo vem se desfazendo das velhas centrais por causa dessa mudança técnica.
Dar uso real a prédios existentes, especialmente os tombados, vem ao encontro da requalificação da área. Não faz sentido construir um prédio do zero para o novo fórum até como exemplo para investidores e proprietários de imóveis no Centro, é bom desmistificar e mostrar que a readaptação de prédios é possível.
Só em pensar na conservação da história, proporcionar segurança e mobilidade à população são motivos mais do que suficientes.
Reparar preservando sua autenticidade e cultura histórica, tornando o patrimônio vivo e funcional.
Pensar no pedestre (faixas, calçamento adequado, iluminação noturna) e na acessibilidade para pessoas com deficiência; projeto urbanístico de revitalização e de arborização; olhar para a inclusão.