Propomos que a requalificação do Largo São Francisco supere a estética e garanta justiça social:
✅ Cidades do Cuidado: Priorizar redes de acolhimento e suporte social, não apenas "caminhos verdes".
✅ Justiça Étnico-Racial: Valorizar a memória dos quilombos locais e do Caminho do Peabiru, combatendo o apagamento colonial.
✅ Valorização das Ocupações: Garantir verbas para melhorias estruturais (como elevadores) e proteção das ocupações de moradia e arte.
✅ Inclusão Habitacional: Combater a gentrificação e destinar imóveis ociosos para quem já ocupa e vive o território.
✅ Caminhabilidade e Convívio: Espaços que respeitem a diversidade, com mobiliário de descanso e fomento à arte de rua.
A porta da Paróquia São Francisco de Assis está alinhada com a porta da Igreja de São Bento, formando um eixo de ligação que passa pela rua São Bento. Infelizmente foram plantadas 3 árvores no largo de São Francisco que impedem a visada desta interessante ligação. Sugiro que no processo de reurbanização do largo estas 3 árvores sejam adequadamente transplantadas para permitir novamente esta visada, interrompida pelo aparentemente inadequado plantio de árvores no leito da ligação viária.
Cidades do Cuidado: A intervenção deve ir além dos "caminhos verdes" propostos, priorizando redes de acolhimento, suporte social e infraestrutura para a vida cotidiana, conforme a proposta da Ouvidor 63 na plataforma (confira em https://participemais.prefeitura.sp.gov.br/legislation/processes/339/proposals/5172) .
Justiça Étnico-Racial e Memória: A proteção do patrimônio deve combater o monopólio branco sobre o centro, valorizando a vida nativa do território, e portanto a história pré-colonial do Caminho do Peabiru (que atravessa a Ladeira do Ouvidor) e a memória dos quilombos locais, omitidos no diagnóstico focado no período colonial e eclético.
Valorização das Ocupações: As ocupações de moradia e arte no perímetro devem ser protegidas e contempladas com verbas de requalificação para instalação de elevadores e melhorias estruturais, garantindo a função social da propriedade.
Inclusão Habitacional: A requalificação não deve intensificar a expulsão das pessoas negras e indígenas!
Propomos que a requalificação do Largo São Francisco supere a estética e garanta justiça social:
✅ Cidades do Cuidado: Priorizar redes de acolhimento e suporte social, não apenas "caminhos verdes".
✅ Justiça Étnico-Racial: Valorizar a memória dos quilombos locais e do Caminho do Peabiru, combatendo o apagamento colonial.
✅ Valorização das Ocupações: Garantir verbas para melhorias estruturais (como elevadores) e proteção das ocupações de moradia e arte.
✅ Inclusão Habitacional: Combater a gentrificação e destinar imóveis ociosos para quem já ocupa e vive o território.
✅ Caminhabilidade e Convívio: Espaços que respeitem a diversidade, com mobiliário de descanso e fomento à arte de rua.
É preciso também seguir os novos padrões mundiais de arborização e resgate da biodiversidade nas áreas urbanas. Eles são essenciais pra combater as ilhas de calor em uma cidade como São Paulo. Nas cidades referência que recuperam sua flora, o paisagismo garante vagas verdes, plantas nativas em grande quantidade pelas calçadas, árvores com boa sombra e adaptadas às cidades, além de jardins de chuva e infraestrutura para aumentar permeabilização.
Restauro de prédios, atrações para os visitantes, utilizadores contínuos da área e turistas. Também é necessário sustentabilidade, boa infraestrutura para evitar uso de carros privados, arborização, boas calçadas, reestruturação da infraestrutura. É essencial que a área seja ocupada, inclusive os prédios do entorno e as áreas comerciais. É necessário trazer atrativos para a área, como isenções, subsídios etc. É preciso grande população habitando a região, visitando e movimentando a área.
Propomos que a requalificação do Largo São Francisco seja aproveitada como uma oportunidade de suoerar a estética e garanta justiça social:
✅ Cidades do Cuidado: Priorizar redes de acolhimento e suporte social, não apenas "caminhos verdes".
✅ Justiça Étnico-Racial: Valorizar a memória dos quilombos locais e do Caminho do Peabiru, combatendo o apagamento colonial.
✅ Valorização das Ocupações: Garantir verbas para melhorias estruturais (como elevadores) e proteção das ocupações de moradia e arte.
✅ Inclusão Habitacional: Combater a gentrificação e destinar imóveis ociosos para quem já ocupa e vive o território.
✅ Caminhabilidade e Convívio: Espaços que respeitem a diversidade, com mobiliário de descanso e fomento à arte de rua.
Propomos que a requalificação do Largo São Francisco supere a estética e garanta justiça social:
✅ Cidades do Cuidado: Priorizar redes de acolhimento e suporte social, não apenas "caminhos verdes".
✅ Justiça Étnico-Racial: Valorizar a memória dos quilombos locais e do Caminho do Peabiru, combatendo o apagamento colonial.
✅ Valorização das Ocupações: Garantir verbas para melhorias estruturais (como elevadores) e proteção das ocupações de moradia e arte.
✅ Inclusão Habitacional: Combater a gentrificação e destinar imóveis ociosos para quem já ocupa e vive o território.
✅ Caminhabilidade e Convívio: Espaços que respeitem a diversidade, com mobiliário de descanso e fomento à arte de rua.
Restauro dos prédios históricos e calçamentos, espaços de convívio, bebedouros públicos, diminuição da poluição e do barulho (por exemplo, substituição dos ônibus que por ali circulam por ônibus elétricos), aumentar os espaços de circulação de pedestres em detrimento das vias para carros.
Propomos que a requalificação do Largo São Francisco supere a estética e garanta justiça social:
✅ Cidades do Cuidado: Priorizar redes de acolhimento e suporte social, não apenas "caminhos verdes".
✅ Justiça Étnico-Racial: Valorizar a memória dos quilombos locais e do Caminho do Peabiru, combatendo o apagamento colonial.
✅ Valorização das Ocupações: Garantir verbas para melhorias estruturais (como elevadores) e proteção das ocupações de moradia e arte.
✅ Inclusão Habitacional: Combater a gentrificação e destinar imóveis ociosos para quem já ocupa e vive o território.
✅ Caminhabilidade e Convívio: Espaços que respeitem a diversidade, com mobiliário de descanso e fomento à arte de rua.
A porta da Paróquia São Francisco de Assis está alinhada com a porta da Igreja de São Bento, formando um eixo de ligação que passa pela rua São Bento. Infelizmente foram plantadas 3 árvores no largo de São Francisco que impedem a visada desta interessante ligação. Sugiro que no processo de reurbanização do largo estas 3 árvores sejam adequadamente transplantadas para permitir novamente esta visada, interrompida pelo aparentemente inadequado plantio de árvores no leito da ligação viária.
Cidades do Cuidado: A intervenção deve ir além dos "caminhos verdes" propostos, priorizando redes de acolhimento, suporte social e infraestrutura para a vida cotidiana, conforme a proposta da Ouvidor 63 na plataforma (confira em https://participemais.prefeitura.sp.gov.br/legislation/processes/339/proposals/5172) .
Justiça Étnico-Racial e Memória: A proteção do patrimônio deve combater o monopólio branco sobre o centro, valorizando a vida nativa do território, e portanto a história pré-colonial do Caminho do Peabiru (que atravessa a Ladeira do Ouvidor) e a memória dos quilombos locais, omitidos no diagnóstico focado no período colonial e eclético.
Valorização das Ocupações: As ocupações de moradia e arte no perímetro devem ser protegidas e contempladas com verbas de requalificação para instalação de elevadores e melhorias estruturais, garantindo a função social da propriedade.
Inclusão Habitacional: A requalificação não deve intensificar a expulsão das pessoas negras e indígenas!
Propomos que a requalificação do Largo São Francisco supere a estética e garanta justiça social:
✅ Cidades do Cuidado: Priorizar redes de acolhimento e suporte social, não apenas "caminhos verdes".
✅ Justiça Étnico-Racial: Valorizar a memória dos quilombos locais e do Caminho do Peabiru, combatendo o apagamento colonial.
✅ Valorização das Ocupações: Garantir verbas para melhorias estruturais (como elevadores) e proteção das ocupações de moradia e arte.
✅ Inclusão Habitacional: Combater a gentrificação e destinar imóveis ociosos para quem já ocupa e vive o território.
✅ Caminhabilidade e Convívio: Espaços que respeitem a diversidade, com mobiliário de descanso e fomento à arte de rua.
É preciso também seguir os novos padrões mundiais de arborização e resgate da biodiversidade nas áreas urbanas. Eles são essenciais pra combater as ilhas de calor em uma cidade como São Paulo. Nas cidades referência que recuperam sua flora, o paisagismo garante vagas verdes, plantas nativas em grande quantidade pelas calçadas, árvores com boa sombra e adaptadas às cidades, além de jardins de chuva e infraestrutura para aumentar permeabilização.
Restauro de prédios, atrações para os visitantes, utilizadores contínuos da área e turistas. Também é necessário sustentabilidade, boa infraestrutura para evitar uso de carros privados, arborização, boas calçadas, reestruturação da infraestrutura. É essencial que a área seja ocupada, inclusive os prédios do entorno e as áreas comerciais. É necessário trazer atrativos para a área, como isenções, subsídios etc. É preciso grande população habitando a região, visitando e movimentando a área.
Propomos que a requalificação do Largo São Francisco seja aproveitada como uma oportunidade de suoerar a estética e garanta justiça social:
✅ Cidades do Cuidado: Priorizar redes de acolhimento e suporte social, não apenas "caminhos verdes".
✅ Justiça Étnico-Racial: Valorizar a memória dos quilombos locais e do Caminho do Peabiru, combatendo o apagamento colonial.
✅ Valorização das Ocupações: Garantir verbas para melhorias estruturais (como elevadores) e proteção das ocupações de moradia e arte.
✅ Inclusão Habitacional: Combater a gentrificação e destinar imóveis ociosos para quem já ocupa e vive o território.
✅ Caminhabilidade e Convívio: Espaços que respeitem a diversidade, com mobiliário de descanso e fomento à arte de rua.
Propomos que a requalificação do Largo São Francisco supere a estética e garanta justiça social:
✅ Cidades do Cuidado: Priorizar redes de acolhimento e suporte social, não apenas "caminhos verdes".
✅ Justiça Étnico-Racial: Valorizar a memória dos quilombos locais e do Caminho do Peabiru, combatendo o apagamento colonial.
✅ Valorização das Ocupações: Garantir verbas para melhorias estruturais (como elevadores) e proteção das ocupações de moradia e arte.
✅ Inclusão Habitacional: Combater a gentrificação e destinar imóveis ociosos para quem já ocupa e vive o território.
✅ Caminhabilidade e Convívio: Espaços que respeitem a diversidade, com mobiliário de descanso e fomento à arte de rua.
Restauro dos prédios históricos e calçamentos, espaços de convívio, bebedouros públicos, diminuição da poluição e do barulho (por exemplo, substituição dos ônibus que por ali circulam por ônibus elétricos), aumentar os espaços de circulação de pedestres em detrimento das vias para carros.
Estímulo para instalação de comércios, empresas e negócios na região, além de revitalização dos prédios.