Javascript não suportado 12. Além das questões levantadas acima, você gostaria de propor algo a mais para pensar na requalificação do Largo São Francisco e do seu entorno?
Início

12. Além das questões levantadas acima, você gostaria de propor algo a mais para pensar na requalificação do Largo São Francisco e do seu entorno?

Respostas abertas (73)


Você precisa acessar sua acessar sua conta ou se registrar nova conta para fazer um comentário
  • Mturm

    Mais faculdades da USP na região. Retrofit de prédios, eventuais conversões de prédios comerciais em residências, uso misto com comércio no térreo. Maior rigor com a qualidade arquitetônica de empreendimentos na região. Promoção de concurso de arquitetura para novos edifícios.

    Nenhuma resposta
    • AMANDA MARIA DE ARRUDA

      Acredito que precisamos tornar aquele espaço um espaço apropriado pelos moradores da cidade de São Paulo. Um espaço de convivência, permanência, vivência, e não somente um espaço de passagem e de abrigo de pessoas em sistuação de vulnerabilidade. Transformar o espaço em um espaço mais iluminado, investindo em iluminação publica, um espaço mais seguro, mais policiamente,um espaço mais cultural, dar acesso aos equipamentos culturais e valorizar essa historia, um espaço mais do Brasileiro.

      Nenhuma resposta
      • Letícia Donza

        Há um espaço muito ocioso no Largo que seria muito bonito se fosse ocupado, mediante incentivo material e imaterial, pela população local (estudantes e comerciantes, por exemplo) e até pela juventude em geral.

        Nenhuma resposta
        • lucasbrts

          Criar projetos que ampliem o acesso ao Largo para toda a populaçao de Sao Paulo, integrando espaço físico e cultural. Reformular a estrutura do Largo (mantendo suas características históricas), para permitir e estimular uma maior convivencia e ocupaçao do espaço, de forma segura. Um Largo Sao Francisco com mais árvores, mais iluminaçao, mais bancos. O acesso à Faculdade deve ser estimulado. Os prédios ao redor devem ser melhor planejados e ocupados (o da Fecap por exemplo é subutilizado, podendo ser palco de diversos projetos para toda a populaçao, nao só para os alunos da faculdade).

          Nenhuma resposta
          • victorprosa

            O documento de referência faz a seguinte afirmação sem maiores questionamentos: “são 78 ônibus por hora em frente ao Largo São Francisco”. O questionamento que eu faço, é:
            A região é uma das mais bem servidas de metrô na cidade de São Paulo, com as estações Anhangabaú, Sé e São Bento próximas, é nessa região o centro de toda a malha radial de transporte sobre trilhos da região metropolitana, estando o terminal Bandeira próximo também. Existe integração tarifária entre metrô e ônibus. Deveriam existir 78 ônibus passando por hora no local? Não faz sentido reduzir a concorrência entre os modais e, aproveitando que as volumetrias de passageiros do sistema metroviário ainda estão distantes das máximas históricas, reduzir sobreposições e descarregar as linhas de ônibus nas estações antes? Uma avaliação das linhas de ônibus da região, seus pontos iniciais e finais e consequente otimização pode fazer sentido.

            Nenhuma resposta
            • victorprosa

              Reavaliar o estacionamento da SSP na Praça Ouvidor Pacheco e Silva. Será que um estacionamento subterrâneo sob a praça, Largo de São Francisco e vias ao redor, liberando o espaço na superfície para a população não é uma solução melhor?
              Será que um chamamento à iniciativa privada para construir e operar esse estacionamento, garantindo uma reserva de vagas exclusivas e apartadas para a SSP não teria sucesso, ainda mais pensando em medidas de fomento a turismo na região, redução da movimentação de carros no centro e proximidade com a estação Anhangabaú e Terminal Bandeira (possibilidade de "park and ride")? Talvez até incluir uma obrigação acessória de manter banheiro público na superfície da praça pela exploração do serviço de estacionamento.

              Nenhuma resposta
              • JoséBR

                Sugiro que as autoridades avaliem adquirir parte ou a totalidade do edifício da central telefônica da Vivo entre a R Senador Paulo Egídio e R Benjamin Constant e utilizem o espaço para o Fórum em planejamento.
                A parte mais antiga desse complexo tem pé-direito muito alto, ideal para salas de aula, auditórios e reuniões.
                A estrutura dos edifícios é robusta, foi projetada para suportar cargas de equipamentos de telefonia que eram extremamente pesadas à época. Com a miniaturização dos equipamentos suponho que o prédio esteja subutilizado, a baixa movimentação de funcionários também índica isso. A própria Vivo vem se desfazendo das velhas centrais por causa dessa mudança técnica.
                Dar uso real a prédios existentes, especialmente os tombados, vem ao encontro da requalificação da área. Não faz sentido construir um prédio do zero para o novo fórum até como exemplo para investidores e proprietários de imóveis no Centro, é bom desmistificar e mostrar que a readaptação de prédios é possível.

                Nenhuma resposta
                • Jose Carlos Cosenzo

                  Só em pensar na conservação da história, proporcionar segurança e mobilidade à população são motivos mais do que suficientes.

                  Nenhuma resposta
                  • Lidiane Machado

                    Reparar preservando sua autenticidade e cultura histórica, tornando o patrimônio vivo e funcional.

                    Nenhuma resposta
                    • José Alberci da Conceição Braz

                      Pensar no pedestre (faixas, calçamento adequado, iluminação noturna) e na acessibilidade para pessoas com deficiência; projeto urbanístico de revitalização e de arborização; olhar para a inclusão.

                      Nenhuma resposta
                      Voltar para o Início