humanização, ocupação dos edifícios vazios, bancos para as pessoas sentarem, algum quiosque para as pessoas se abrigarem, jardineiras com flores e árvores que dêem frutos e sombra.
Retrofit de edificios abandonados e transformados em moradia, não adianta tentar requalificar se não houver pessoas vivendo ali. Incentivo a empresas para levarem seus escritórios para a região.
Sim: 1) jardins verticais e telhados verdes, 2) árvores em contêineres inteligentes, 3) pavimentação diferenciada permeável por áreas verdes integradas, 4) lazer urbano inteligente e modular, 5) urbanismo tático, 6) projeções mapeadas, 7) arte digital, 8) reuso adaptativo dos prédios vazios disponíveis, 9) mercados temporários com datas fixas mensais, 10) eventos 11) App de realidade aumentada (AR), enfim, tecnologia de ponta com valorização diferenciadas do patrimônio histórico local, com expressiva atuação integrada dos futuros usuários, e propagando como um local diferenciado do centro histórico de SP e do Brasil.
Quando refizerem esse espaço era importante que a população voltasse a ocupar sem medo, melhorar o policiamento. Esse espaço poderia ter atrações como por exemplo feira de arte, não permanente, mas itinerante, possibilitando que diversos artistas participassem do local. Ser palco dos eventos das viradas que acontecem em São Paulo
Além das questões já apontadas, é fundamental repensar o tráfego no entorno do Largo São Francisco como eixo central de qualquer proposta de requalificação. A reorganização da circulação de veículos é essencial não apenas para reduzir a poluição sonora e garantir melhores condições de funcionamento às instituições acadêmicas e religiosas ali instaladas, mas também para priorizar o pedestre, que hoje não é tratado como foco do espaço urbano. As atuais condições das calçadas (com pavimentação inadequada e estreitamento excessivo, como ocorre na via de acesso à estação de metrô Anhangabaú) dificultam a circulação e desestimulam a permanência. A valorização do deslocamento a pé e a qualificação desses percursos confeririam maior coerência e sentido a um projeto efetivo de integração entre o largo, seus equipamentos e a cidade.
Se atenderam às sugestões da população será suficiente, mas eu duvido. Esse tipo de consulta pública costuma ser apenas uma forma de legitimar deciões já tomadas pelo atual pode executivo.
É de extrema importância incluir nessas discussões, toda a experiência do projeto "centro aberto" que foi uma iniciativa que começou como piloto pela SPurbanismo no Largo São Francisco e depois replicado em vários espaços do centro e em outros bairros. Esse projeto no período que foi implantado nesse local, passou por uma ampla avaliação da própria SPUrbanismo e de usuários, que serviram de insumos para a implantação dos outros. Esse projeto foi totalmente abandonado a partir da pandemia ao ponto de boa parte da sua estrutura e equipamentos ficarem deteriorados. Essa experiência possui vários êxitos que deveriam ser incorporados nesse projeto de requalificação, ainda mais por ser um projeto recente e elaborado pela própria secretaria. Na medida do possível, reaproveitar inclusive os equipamentos e mobiliários que foram implantados, para não haver desperdício de dinheiro público.
Demolição e apropriação do Estado nas construções abandonadas e/ou em péssimo estado de conservação para criação de instituições que atendam a população ou espaços de convivência saudáveis.
O site do Participe Mais utiliza cookies para criar uma navegação otimizada no site,
para melhor experiência do usuário. Ele utiliza dois tipos de cookies: Necessários e Não Necessários.
Os cookies necessários são imprescidíveis para o correto funcionamento do site,
e não armazenam nenhuma informação pessoal. Os cookies não-necessários realizam ações de desempenho,
de como são realizadas as navegações no site,
para mostrar indices de utilização para que a ferramenta possa ser melhorada no futuro.
Esses cookies podem ser desabilitados, e,
só armazenarão essas informações caso seja informado o consentimento do usuário.
Necessários
Os cookies necessários são os cookies utilizados essenciais para o funcionamento correto da página.
Sem eles, a pagina poderá apresentar erros de exibição.
Não Necessários
Os cookies não-necessários são utilizados para análises de performance e utilização do site,
sendo que os cookies do HandTalk então incluídos nesse conjuto. A desativação destes cookies desativará o HandTalk.
Esses cookies só serão utilizados caso o usuário concorde com sua utilização,
marcando ativado e salvar as configurações no botão de Salvar.
humanização, ocupação dos edifícios vazios, bancos para as pessoas sentarem, algum quiosque para as pessoas se abrigarem, jardineiras com flores e árvores que dêem frutos e sombra.
Retrofit de edificios abandonados e transformados em moradia, não adianta tentar requalificar se não houver pessoas vivendo ali. Incentivo a empresas para levarem seus escritórios para a região.
concordo plenamente!
Sim: 1) jardins verticais e telhados verdes, 2) árvores em contêineres inteligentes, 3) pavimentação diferenciada permeável por áreas verdes integradas, 4) lazer urbano inteligente e modular, 5) urbanismo tático, 6) projeções mapeadas, 7) arte digital, 8) reuso adaptativo dos prédios vazios disponíveis, 9) mercados temporários com datas fixas mensais, 10) eventos 11) App de realidade aumentada (AR), enfim, tecnologia de ponta com valorização diferenciadas do patrimônio histórico local, com expressiva atuação integrada dos futuros usuários, e propagando como um local diferenciado do centro histórico de SP e do Brasil.
Quando refizerem esse espaço era importante que a população voltasse a ocupar sem medo, melhorar o policiamento. Esse espaço poderia ter atrações como por exemplo feira de arte, não permanente, mas itinerante, possibilitando que diversos artistas participassem do local. Ser palco dos eventos das viradas que acontecem em São Paulo
Além das questões já apontadas, é fundamental repensar o tráfego no entorno do Largo São Francisco como eixo central de qualquer proposta de requalificação. A reorganização da circulação de veículos é essencial não apenas para reduzir a poluição sonora e garantir melhores condições de funcionamento às instituições acadêmicas e religiosas ali instaladas, mas também para priorizar o pedestre, que hoje não é tratado como foco do espaço urbano. As atuais condições das calçadas (com pavimentação inadequada e estreitamento excessivo, como ocorre na via de acesso à estação de metrô Anhangabaú) dificultam a circulação e desestimulam a permanência. A valorização do deslocamento a pé e a qualificação desses percursos confeririam maior coerência e sentido a um projeto efetivo de integração entre o largo, seus equipamentos e a cidade.
Se atenderam às sugestões da população será suficiente, mas eu duvido. Esse tipo de consulta pública costuma ser apenas uma forma de legitimar deciões já tomadas pelo atual pode executivo.
investir em vegetação NATIVA e mobiliário urbano para convivência
Acredito que deveriam investir em arborização, além de segurança pesada e aplicar a legislação quantoa edificios abandonados
É de extrema importância incluir nessas discussões, toda a experiência do projeto "centro aberto" que foi uma iniciativa que começou como piloto pela SPurbanismo no Largo São Francisco e depois replicado em vários espaços do centro e em outros bairros. Esse projeto no período que foi implantado nesse local, passou por uma ampla avaliação da própria SPUrbanismo e de usuários, que serviram de insumos para a implantação dos outros. Esse projeto foi totalmente abandonado a partir da pandemia ao ponto de boa parte da sua estrutura e equipamentos ficarem deteriorados. Essa experiência possui vários êxitos que deveriam ser incorporados nesse projeto de requalificação, ainda mais por ser um projeto recente e elaborado pela própria secretaria. Na medida do possível, reaproveitar inclusive os equipamentos e mobiliários que foram implantados, para não haver desperdício de dinheiro público.
Demolição e apropriação do Estado nas construções abandonadas e/ou em péssimo estado de conservação para criação de instituições que atendam a população ou espaços de convivência saudáveis.