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2310
08/05/2025 • • Lapa
A situação das árvores de São Paulo é calamitosa. Como podas de condução não são realizadas e os canteiros onde as árvores estão são, em grande parte, irregulares – completamente alheios ao Manual Técnico de Arborização Urbana da SVMA -, o que resulta é o aprodecimento do lenho das plantas, anelamento, comprometimento do desenvolvimento de suas raízes e, assim, a drástica redução da sua longevidade. Por conta disso, é comum avistar pelo bairro árvores mortas ou em péssimo estado fitossanitário, com grandes lesões caulinares, galhos rachados e desprovidos de folhas (além daqueles acometidos por plantas parasitas como barba-de-velho, que destróem as copas das árvores).
Como reflexo de décadas de tendências paisagísticas irresponsáveis e plantios não-fiscalizados, os quarteirões são dominados por espécies exóticas (algumas invasoras). Figueiras (F. benjamina e F. elastica), resedás (Lagerstroemia indica), sete-copas (Terminalia catappa), mangueiras (Mangifera indica), palmeiras seafórtias (A. cunninghamiana), dentre outras, ocupam espaços que deveriam ser de árvores nativas, as quais contribuiriam para a manutenção do equilíbrio ecológico do que décadas atrás era uma densa floresta de Mata Atlântica, o bioma mais biodiverso do mundo. Não apenas, são também frequentes árvores que, embora nativas, são impróprias para arborização urbana, a julgar pelo seu porte pequeno e madeira de baixa resistência, como as quaresmeiras e manacás-da-serra (Pleroma spp.).
2023
07/05/2025 • • Ermelino Matarazzo
"Mapeamento abrangente dos templos de religiões afro-brasileira como política pública de proteção da cultura afro-religiosa do Município de São Paulo."
Visando a melhoria e Crescimento da Cultura Negra e dos povos de Terreiro na Capital. Acesso a cultura, cursos, etc.
3003
11/05/2025 • • Sé
Central de reciclagem e educação ambiental em áreas públicas do Bixiga
O Bixiga se tornou um lixão a céu aberto. Para amenizar o impacto ambiental, propomos a instalação de uma central de reciclagem e de educação socioambiental em áreas públicas do Bixiga. Há diversos locais que podem ser transformados em espaço para a reciclagem e compostagem, em um trabalho conjunto com a Subprefeitura da Sé e a Cooperativa de Catadores Autônomos Socioambientais (COOPCASA), que atua no território. Dentre os locais sugeridos estão: Av. 9 de Julho, 1324 (viaduto); Av. 23 de Maio (junto ao viaduto Condessa de São Joaquim); Av. 9 de Julho, 419 (área sem uso); Rua João Passalaqua (viaduto); Rua João Passalaqua, 167 (terreno sem uso próximo à av. Radial Leste); Rua Prof. Laerte Ramos de Carvalho, 43 (próxima a viaduto) e Rua Santo Antonio, 430.
1450
30/04/2025 • • Mooca
REABERTURA DO PRONTO SOCORRO PS TATUAPÉ- DOUTOR CARMINO CARICCHIO
Ele está funcioando com portas fechadas, só por transferência. E a UPA Tatuapé não dá conta da demanda. Antigamento era feito de forma direta. Solicitamos que seja reaberto e que tenha atendimento direto.
2235
07/05/2025 • • Jabaquara
ÁREA ESCOLAR DE SEGURANÇA: Executar ações necessárias nas Áreas Escolares de Segurança como espaço de prioridade especial do Poder Público Municipal conforme determina a Lei 14.492 de 31 de julho de 2007 para proporcionar a tranquilidade de alunos, professores e pais de todos os bairros vinculados a subprefeitura. Conforme artigo 2o., as áreas objeto deste projeto são os currículos de raio correspondente a 100 (cem) metros, com centro nos portões de entrada e saída das escolas e creches, nas quais deverão ser executadas medidas por órgãos municipais como subprefeitura e CET, para prevenir a violência e criminalidade, garantir mobilidade e acessibilidade e reduzir acidentes. Ações e medidas da referida Lei: 1- Estudos técnicos e instalação de placas delimitando todas as áreas escolares de segurança; 2- Instalação/manutenção periódica de faixas de pedestres; 3- Adequar a iluminação de todo o entorno da instituição de ensino para inibir agentes criminais. 4- Manutenção sistemática das calçadas, bueiros e árvores; 5- Intensificar a fiscalização do comércio local existente, especialmente ambulantes. 6- Impedir o uso da calçada de pedestres para circulação de bicicletas e motocicletas. Movimento pela Paz e Segurança
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24/04/2025 • • Cidade Tiradentes
A Cidade Tiradentes na zona leste de São Paulo enfrenta problemas com violência, falta de saneamento e superlotação nos hospitais.
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09/05/2025 • • São Mateus
Estou pedindo para fazer sinalização de pedestre e fiscalização na faixa de pedestre na Rua Olavo Faggin com a Rua Mauro Bonafé Pauletti (legível na imagem) com a Avenida Ragueb Ghaffari ao lado da padaria (legível na imagem). O pedestre disputa o espaço com os carros difícil.
1590
03/05/2025 • • Butantã
Corredores Verdes e Iluminação Sustentável: Mais Segurança e Sustentabilidade para o Butantã: Objetivo: criar “corredores verdes iluminados” nos principais eixos pedonais do Butantã, com arborização nativa, calçadas acessíveis e postes LED solares, promovendo segurança, conforto térmico e uso comunitário dos espaços. Descrição: a proposta visa transformar áreas de alta circulação e baixa infraestrutura em ambientes seguros e sustentáveis. Serão priorizadas regiões como o Rio Pequeno, entorno do Metrô Butantã e vias próximas a escolas e unidades de saúde. Componentes do projeto: Arborização urbana: plantio de 500 árvores nativas da Mata Atlântica, ampliando a cobertura vegetal e conectando áreas verdes existentes; Iluminação sustentável: 2.100 postes com luminárias LED alimentadas por energia solar, com sensor de presença e telegestão; Calçadas acessíveis: revitalização de 12 km com piso tátil, faixa livre e drenagem permeável; Espaços de convivência: 18 "pocket squares" com bancos, wi-fi, lixeiras seletivas e jardins de chuva. Alinhamento às políticas públicas: a proposta cumpre o Plano Diretor Estratégico (arts. 147-150), contribui às metas 22 (corredores ecológicos) e 38 (LED público) do Programa de Metas da PMSP, e está em conformidade com a Política Municipal de Mudança do Clima (Lei 14.933/09) e o Plano Municipal de Arborização (Dec. 61.859/22). Investimento estimado: R$ 7 milhões, com recursos divididos entre arborização (1,5 mi), iluminação (2,2 mi), calçadas (1,8 mi), espaços de convivência (0,9 mi) e manutenção (0,6 mi). Benefícios esperados: redução de 15% em crimes contra pedestres, queda de 1,2 °C na temperatura de superfície, economia de 180 MWh/ano em energia elétrica, melhoria da acessibilidade e valorização urbana.