Javascript não suportado Plano Municipal de Áreas Protegidas, Áreas Verdes e Espaços Livres

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Plano Municipal de Áreas Protegidas, Áreas Verdes e Espaços Livres

Descrição

O Sistema de Áreas Protegidas, Áreas Verdes e Espaços Livres se articula com outros sistemas urbanos, como o sistema de mobilidade e o sistema de drenagem, por exemplo. Basta pensar nos caminhos, ruas, ciclovias e calçadas utilizadas para acessar um parque, ou como a comunidade escolar utiliza e se conecta com uma praça vizinha à escola, ou, ainda, na horta comunitária cultivada sob a torre de alta tensão, para perceber como os componentes dos diferentes sistemas urbanos e ambientais interagem na cidade.

De forma inédita, estamos elaborando um plano para organizar e gerenciar esse sistema. O Plano Municipal de Áreas Protegidas, Áreas Verdes e Espaços Livres - PLANPAVEL é uma ferramenta de planejamento e gestão com objetivo de, entre outros, aumentar a cobertura vegetal das áreas públicas e particulares, ampliar e requalificar as áreas verdes públicas prioritariamente nos territórios densamente ocupados, carentes de cobertura vegetal e de áreas públicas de lazer, maximizar os serviços ecossistêmicos, aprimorar a governança e gestão das áreas verdes e requalificar cursos d’água e espaços livres públicos.

Para alcançar esses objetivos foram definidas diretrizes e ações de curto, médio e longo prazo que deverão ser empreendidas por diferentes órgãos da administração municipal nos próximos 10 anos.

Temos pela frente um enorme desafio e, por isso, convidamos a sociedade civil a colaborar na construção desse plano, de dois modos:

1) Participando do Mapa Colaborativo para registrar suas propostas de criação e requalificação de parques, praças, espaços livres e outros tipos de áreas verdes.

2) Avaliando as ações propostas organizadas em três eixos temáticos e dois eixos transversais:

EIXOS TEMÁTICOS
Áreas Protegidas
  • 3 objetivos
  • 10 diretrizes
  • 34 ações
Áreas Verdes
  • 5 objetivos
  • 21 diretrizes
  • 110 ações
Espaços Livres
  • 5 objetivos
  • 7 diretrizes
  • 32 ações
EIXOS TRANSVERSAIS
Serviços Ecossistêmicos
  • 1 objetivo
  • 1 diretriz
  • 3 ações
Governança e Gestão
  • 1 objetivo
  • 1 diretriz
  • 11 ações

Sugestões para o documento

Sugestões sobre Ver no documento

1.1.1.1. Ação

Avaliar o impacto da implementação do Plano de Desenvolvimento do Turismo Sustentável do Polo de Ecoturismo de São Paulo na área de abrangência das Unidades de Conservação (UC), com base em relatório anual integrado dos resultados de monitoramento das UC.
6 sugestões
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 •  Eiko Sugiyama

Avaliar o impacto do ecoturismo na UC pressupõe instrumentos que elencam os critérios e técnicas capazes de analisar o impacto produzido com a nova demanda: infra-estrutura adequada (sem descaracterizar o espaço), planejamento e gestão de conteúdos sócio-culturais que possam promover a consciência ambiental para a manutenção da qualidade ambiental e preservação da biodiversidade. O limite de uso é fundamental para não transformar ecoturismo em atividade predatória.

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 •  Carlos Minoru Morinaga

Avaliar o impacto ... na área de abrangência das Unidades de Conservação (UC), com exceção daquelas de Proteção Integral, com base em relatório anual ...

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 •  Leticia Zimback

Na verdade, a minha sugestão é inserir novas ações dentro do objetivo "Minimizar os impactos da urbanização sobre as áreas protegidas". São elas: - Ampliar as ações de fiscalização na zona de amortecimento das UCs para coibir invasões e especulação imobiliária em áreas protegidas. - Monitorar e erradicar as espécies exóticas invasoras usadas no paisagismo das residências da zona de amortecimento das UCs. - Estabelecer critérios técnicos para construção e reforma de edificações dentro das UCs e na zona de amortecimento, a fim de priorizar o uso de materiais e técnicas sustentáveis e amigáveis à fauna silvestre. - Estabelecer um plano de substituição da rede elétrica convencional por opções compactas a fim de reduzir os casos de eletrocussão de espécies da fauna silvestre, dentro das UCs e arredores, e para diminuir a necessidade de poda nas árvores. - Melhorar a sinalização e construir passagens de fauna em áreas sujeitas à atropelamento de fauna silvestre, sem interferir no fluxo de animais entre os fragmentos.

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 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Avaliar o impacto da implementação do Plano de Desenvolvimento do Turismo Sustentável do Polo de Ecoturismo de São Paulo na área de abrangência das Unidades de Conservação (UC), com base em relatório anual integrado dos resultados de monitoramento das UC, PRIORIZANDO TURISMO DE BASE COMUNITÁRIA COM ENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE LOCAL.

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 •  gleice vasconcelos

Considero que as Unidades de Conservação devam ser excluídas do Plano de Turismo Sustentável. Essas áreas deve ser a garantia da manutenção dos recursos hídricos e equilíbrio climático. Envolver o Ecoturismo nessas áreas acaba por abri-las ao avanço sistemático dos interesses econômicos porque a questão de controle é muito difícil em nosso Pais. A atuação humana, por menos invasiva, acaba por destruir área importante para o estabelecimento das atividades humanas.

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 •  Vera Helena Lessa Villela

considerando os impactos na biodiversidade, na produção de água, na saúde e nas práticas produtivas das comunidades

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1.1.1.2. Ação

Elaborar o Plano do Polo de Ecoturismo da Cantareira com ênfase no potencial das Áreas Protegidas para a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento da local.
5 sugestões
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 •  Heliana A. Salgueiro

Imprescindivel manter o bioma, ameaçado recentemente.

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 •  Rene costa

Elaborar o Plano do Polo de Ecoturismo da Cantareira de forma participativa com ênfase no potencial das ...

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 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

AÇÃO Elaborar o Plano do Polo de Ecoturismo da Cantareira E PLANO DE TURISMO COMUNITÁRIO DO TICP-JP, COM DESTAQUE PARA A FERROVIA PERUS-PIRAPORA, A FÁBRICA DE CIMENTO PORTLAND PERUS, PARQUE ANHANGUERA, ESTAÇÕES FERROVIÁRIAS TOMBADAS, CASA BANDEIRISTA DO JARAGUÁ, ÁREAS DE MINERAÇÃO, COMUNIDADE GUARANI E OUTRO BENS TOMBADOS NA REGIÃO, INCENTIVANDO PRODUÇÃO AGROECOLÓGICA E PROJETOS EDUCATIVOS E DE CULTURA com ênfase no potencial das Áreas Protegidas para a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento da local.

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 •  gleice vasconcelos

Planos de Ecoturismo em Áreas Protegidas devem ser feitos de forma o menos invasivo possível, para que não atinja o equilíbrio do Ecosistema local, para preservação da fauna e da flora, principalmente em região de reservatório. Área Protegida deve ser protegida.

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 •  Vera Helena Lessa Villela

Inserir depois da conservação da biodiversidade: dos mananciais

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1.1.1.3. Ação

Desenvolver estudo para promover o turismo como instrumento de valorização e conservação dos geossítios e geração de renda local.
7 sugestões
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 •  Eiko Sugiyama

O estudo da promoção do turismo nos geossítios deve abranger a pesquisa do aspecto histórico, geológico e ambiental, bem como a participação da comunidade local (visitas, refeições, contação de histórias, lojinhas), a acessibilidade, a infra-estrutura de serviços de informação e apoio e o custo-benefício.

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 •  sylvia mielnik

Desenvolver estudos para promover pesquisas, atividades de educação ambiental e eco-turismo sustentável como instrumentos de valorização e conservação dos geossítios e geração de renda local.

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 •  Carla Baranzini

Sugestão de texto do Instituto Alana Desenvolver estudo para promover o turismo responsável como instrumento de valorização e conservação dos geossítios e geração de renda local, considerando as peculiaridades de cada região, a valorização da cultura e de iniciativas que surjam dos próprios moradores e organizações do território, contribuindo para o desenvolvimento local. É importante criar mecanismos que garantam o respeito e a proteção dos direitos básicos e fundamentais das pessoas que vivem naquele território, sobretudo quando se tratarem de áreas protegidas próximas a comunidades em situação de vulnerabilidade. Comentários Primeiro ponto de preocupação com essa questão de turismo em áreas protegidas (principalmente das que tem comunidades no entorno) é que pobreza não é entretenimento. O que é importante valorizar e fomentar: empreendimentos inovadores, economia solidária, valorização da cultura local, protagonismo dos atores locais e respeito aos direitos básicos e fundamentais.

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 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Desenvolver estudo para promover o turismo como instrumento de valorização e conservação dos geossítios e geração de renda local E PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE NA GESTÃO DA ATIVIDADE TURÍSTICA.

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 •  gleice vasconcelos

Pela proposta nota-se que há uma grande preocupação com o turismo. É claro que haja preocupação com a questão da atividade econômica, mas nos momentos de emergência climática que vivenciamos preservar deve ser o foco principal. O turismo nessas áreas deveriam se restringir a apenas a trilhas.

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 •  Vera Helena Lessa Villela

respeitando as culturas locais e priorizando a economia solidária como estratégia de geração de renda local

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 •  Ana Aragão

Para desenvolver e promover o turismo como instrumento de valorização e conservação dos geossítios

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1.1.1.4. Ação

Elaborar e implementar Plano de Turismo nos geossítios visando a sua valorização, conservação e geração de renda local.
5 sugestões
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 •  Eiko Sugiyama

O plano de turismo exige a formação de nova categoria de turistas, preocupados com o equipamentos de segurança, conforto, preservação e beleza paisagística. Documentários, mídias e rede social devem dar cobertura para criar esta demanda. A geração de renda é uma consequência do sucesso da empreitada.

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 •  Rene costa

Elaborar e implementar Plano de Turismo nos geossítios de forma participativa visando....

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 •  beatriz.pagy

poderia juntar com o tópico 1.1.1.3.

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 •  gleice vasconcelos

Conforme apontamento anterior o Turismo nessas áreas devem se restringir a apenas trilhas com o máximo de preservação das matas responsáveis por muitas nascentes. A presença do ser humano sempre traz danos em sua passagem. Precisa de monitoramento muito eficiente. Esses Sítios não precisam do Turismo para se valorizarem. Eles já são preciosos por sua natureza e os benefícios que trazem. O turismo é uma questão econômica. Essa valorização só atende aos interesses de quem explora a área. Geosítios não precisam ser valorizados e sim preservados. A exploração devem se ater ao mínimo de interferência humana. Quanto à geração de renda local é preciso que isso seja muito bem controlada para não haver destruição . Area protegida é para ser protegida e sua conservação deve ser da competência do poder público, por se tratar de patrimônio público.

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 •  Vera Helena Lessa Villela

respeitando as culturas locais e priorizando a economia solidária como estratégia de geração de renda local

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1.1.1.5. Ação

Promover a integração da comunidade Guarani na gestão de Unidades de Conservação (UC), nos casos em que ocorra sobreposição com as Terras Indígenas (TI), por meio de articulação com a FUNAI, visando potencializar a sua conservação com desenvolvimento voltado para o bem-estar, e geração de renda.
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 •  Eiko Sugiyama

Potencializar a cultura indígena e o processo histórico de ocupação. Com o reconhecimento e valorização e fortalecimento da comunidade Guarani, a UC terá o protagonismo do povo na gestão.

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 •  sylvia mielnik

Necessário incluir representantes das comunidades Guarani nos Conselhos Gestores das Unidades de Conservação (UC).

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 •  ccaraujo

Essa promoção deve ser estabelecida legalmente, de forma que a comunidade Guarani possa colaborar nas discussões sobre as ações que envolvem as UCs sobrepostas às suas Terras, delimitadas ou em processo de delimitação.

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 •  gleice vasconcelos

As comunidades indígenas sabem como conservar suas terras e é bastante importante que elas sejam chamadas a participar da gestão de áreas sobrepostas. Quanto à geração de renda ela deve vir não só de atividades que venham do produto da terra mas também de ações implementadas pelo poder público que possam incluir o povo indígena na atividades econômica como meio de inclusão social, respeitando sua cultura e modo de viver e bem estar.

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 •  Vera Helena Lessa Villela

o respeito à cultura das comunidades originárias no que diz respeito às práticas produtivas e de organização da geração de renda

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1.1.2.1. Ação

Definir e estabelecer legalmente os critérios para avaliar o impacto sobre a biodiversidade resultante da visitação pública nos Parques Naturais Municipais.
2 sugestões
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 •  Eiko Sugiyama

Os critérios (normas) devem ser claros e adequados para os Parques Naturais e a fiscalização deve ser rigorosa. Por exemplo, é proibido jogar bola, subir na árvore, pegar mudas, andar de bicicleta. Os frequentadores já entram conscientes. A categoria espaço de lazer e recreação está muito aberta, deve ser substituído pela recreação em contato com a natureza.

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 •  Vera Helena Lessa Villela

Definir e estabelecer legalmente os critérios para avaliar o impacto sobre a biodiversidade resultante da visitação pública nos Parques Naturais Municipais, a partir de consulta às comunidades usuárias, conselhos gestores dos parques, com definição de periodicidade de divulgação do processo de avaliação

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1.1.2.2. Ação

Implementar o Programa de Monitoria e Educação Ambiental-PEMA priorizando formação de monitores ambientais para atuação nas Unidades de Conservação (UC) municipais.
6 sugestões
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 •  Denise Brunoro

Não ficou explícito no texto qual o papel dos monitores nas UC, e pelo meu entendimento, seria um papel de gerenciar/gerir as áreas, e para isso, um engenheiro ambiental ou biólogo são profissionais perfeitamente capazes de fazê-lo.

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 •  Rene costa

Elaborar e implementar Projeto Político Pedagógico para as Unidades de Conservação de forma participativa, envolvendo educadores ambientais, comunidades usuárias, monitores ambientais e interessados. Posteriormente: Elaborar e implementar programa de Monitoria e Educação Ambiental orientado pelo Projeto Político Pedagógico.

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 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Implementar o Programa de Monitoria e Educação Ambiental-PEMA priorizando formação de monitores ambientais para atuação nas Unidades de Conservação (UC) municipais E SUA ARTICULAÇÃO COM TERRITÓRIOS EDUCATIVOS E TERRITÓRIOS DE INTERESSE DA CULTURA E DA PAISAGEM EM PROGRAMAS DE FORMAÇÃO E GERAÇÃO DE RENDA.

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 •  beatriz.pagy

Pensar em como integrar isso de dentro para fora, com os próprios moradores do entorno, diminuindo os conflitos pelo uso do solo.

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 •  gleice vasconcelos

A não ser os Parques as áreas protegidas devem estar resguardadas e preservadas da presença humana. Monitoria e Educaçao Ambiental é indispensável nos locais que já são abertos ao público. Aquele que ainda não estão abertos ao público devem permanecer como áreas não sujeitas a exploração qualquer que seja a atividade.

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 •  Vera Helena Lessa Villela

definindo atribuições, quadro de monitores adequado às características das unidades de conservação, bem como sua vinculação à SVMA

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1.1.2.3. Ação

Estabelecer parceria entre a SVMA e a Secretaria Municipal de Educação (SME) para desenvolver atividades pedagógicas sobre os geossítios.
7 sugestões
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 •  Vinicius de Souza Almeida

"sobre os geossítios e Unidades de Conservação Municipais".

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 •  ccaraujo

Essa parceria deveria ser firmada por meio da legislação, para se tornar contínua e ter melhorias conforme experiência adquirida com a aplicação.

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 •  Rene costa

Estabelecer parceria entre SVMA e a Secretaria Municipal de Educação (SME) para elaborar e implantar Projeto Político Pedagógico nos geossítios.

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 •  Carla Baranzini

O Instituto Alana entende que mesmo antes do início da quarentena provocada pela pandemia de COVID-19, as crianças já vinham sentindo certo tipo de confinamento físico e social. Com a maior parte da população brasileira morando em áreas urbanas, o modo de vida de muitas crianças tem se restringido a espaços fechados. Por um lado, a diminuição da sensação de segurança nos espaços públicos, a baixa quantidade e o pouco acesso às áreas verdes das cidades. Por outro, a concentração da rotina e das atividades das crianças em espaços fechados, somada ao aumento do uso da tecnologia. Esta realidade já configurava um quadro em que as crianças tinham poucas oportunidades de usufruir os espaços ao ar livre, com reflexos significativos em seu desenvolvimento integral e saudável. Segundo estudos e pesquisas, o resultado da privação da vivência da criança e do adolescente em espaços abertos e naturais provoca efeitos sobre sua saúde e desenvolvimento. Obesidade, sedentarismo, baixa motricidade - falta de equilíbrio, agilidade e habilidade física - e até miopia são alguns dos efeitos relacionados à restrição de circulação e movimentação em áreas ao ar livre na infância e adolescência. Paralelamente, muitas pesquisas surgiram nos últimos anos mostrando que o convívio com a natureza na infância e na adolescência previne doenças crônicas como diabetes, asma, obesidade, entre outras. Favorece, ainda, o desenvolvimento neuropsicomotor, além de proporcionar bem-estar mental, equilibrar os níveis de vitamina D e diminuir o número de consultas médicas. O contato com a natureza ajuda também a fomentar a criatividade, a iniciativa, a autoconfiança, a capacidade de escolha, de tomar decisões e resolver problemas, o que por sua vez contribui para a melhora da coordenação psicomotora e do desenvolvimento de múltiplas linguagens. Sem falar nos benefícios associados ao desenvolvimento socioemocional, como a empatia, a aprendizagem de cuidados consigo, com o outro e com o ambiente, senso de pertencimento e de interdependência. Para a maioria das crianças a escola é principal lugar onde será possível atingir a quantidade necessária de atividade física diária, brincar e aprender ao ar livre. Por isso consideramos fundamental o estabelecimento de parcerias entre a SVMA e a SME - e também com a Secretaria de Esportes e com a Companhia de Engenharia de Tráfego - para que seja possível acessar de forma segura e ampliar o uso de parques, áreas verdes, praças e demais espaços livres, como áreas de desenvolvimento de atividades pedagógicas, aliando objetivos educacionais e promoção da saúde dos estudantes. Vale notar que a realização de aulas ao ar livre faz parte das recomendações publicadas pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Para mais informações sobre o tema recomendamos: Desemparedamento da Infância: a escola como lugar de encontro com a natureza Benefícios da Natureza no Desenvolvimento de Crianças e Adolescentes: manual, elaborado pelo Grupo de Trabalho em Saúde e Natureza – parceria do programa Criança e Natureza com a Sociedade Brasileira de Pediatria, visa orientar e inspirar famílias, pediatras e educadores a respeito da importância do convívio de crianças e adolescente em meio à natureza para a saúde e bem-estar. Documento com sugestões sobre o planejamento da reabertura das escolas e a aprendizagem ao ar livre. Sugerimos que a diretriz 1.1.2. tenha a palavra saúde incorporada em sua redação, ficando assim: "Fomentar o uso das Áreas Protegidas como espaços de saúde, lazer, recreação, educação ambiental e ciência cidadã".

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 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Estabelecer parceria entre a SVMA e a Secretaria Municipal de Educação (SME) para desenvolver atividades pedagógicas sobre os geossítios E SUA ARTICULAÇÃO COM TERRITÓRIOS EDUCATIVOS E TERRITÓRIOS DE INTERESSE DA CULTURA E DA PAISAGEM.

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 •  beatriz.pagy

Colocar o nome da Secretaria do Verde e Meio Ambiente (SVMA) por extenso, assim como a Secretaria Municipal de Educação (SME).

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 •  Vera Helena Lessa Villela

construindo projetos por Delegacia REgional de Educação e que preveja sua inserção no projeto político pedagógico das escolas

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1.1.2.4. Ação

Criar Programa de Voluntariado para as Unidades de Conservação, sem prejuízo das ações que demandam competência técnica de responsabilidade do órgão público.
3 sugestões
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 •  Eiko Sugiyama

Eu aplaudo. É muito importante a participação de voluntários permanentes para UC. São Paulo precisa ser protagonista com a presença da comunidade colaborativa na rede conservacionista. Valorizar os voluntários na mídia, mostrando a presença de acadêmicos aposentados nas ações educativas, de estagiários da gruduação da área ambiental, dos pesquisadores para elaboração do TCC, pessoas da comunidade, formando a rede de apoio. E voluntários temporários para eventos culturais e educativos nas datas comemorativas alusivas ao meio ambiente.

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 •  ccaraujo

A manutenção do atendimento em UCs deve ser totalmente responsabilidade de órgão público. O voluntariado pode até incentivar a participação do público geral, mas ele não tem característica contínua e uniforme quanto ao trabalho executado pelos voluntários, o que é necessário a manutenção/atendimento das UCs. Um programa desse tipo invariavelmente mascara a necessidade de colaboradores remunerados, que é totalmente evidente na situação atual. As UCs municipais estão carentes de funcionários. O que poderia ser implementado é um programa de estágio e iniciação científica nas UCs, com bolsas. Mas esse tipo de programa não deve ser utilizado pra suprir a falta de funcionários, mas sim para difundir conhecimento e aumentar a pesquisa.

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 •  beatriz.pagy

Pensar em incluir a ampla divulgação e que tenha um plano de voluntariado por tempo determinado, com treinamento dos voluntários.

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1.2.1.1. Ação

Criar programa de capacitação continuada para os membros dos Conselhos Gestores das Unidades de Conservação.
2 sugestões
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 •  Claudio C. Maretti

Excelente ter capacitacao, inclusive dos conselheiros. Valeria a pensa pensar em uma escola "corporativa" de gestao de areas verdes e protegidas.

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 •  sonia imperio hamburger

Tonar os conselhos deliberativos fortalecendo e efetivando as decisões e encaminhamentos. Esse processo pode ser regulamentado de forma a conforme a decisão e encaminhamento, ter etapas que legitimem o processo.

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1.2.1.2. Ação

Criar mecanismos de monitoramento da participação do poder público e representantes da sociedade civil nos Conselhos Gestores das Unidades de Conservação.
3 sugestões
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 •  Eiko Sugiyama

Tornar público e transparente, os mecanismos oficiais de monitoramento. Os instrumentos de chamamento e de divulgação precisam ter maior alcance à comunidade.

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 •  Marlene Bicalho

Criar mecanismos de monitoramento, participação e capacidade decisória do poder público e representantes da sociedade civil nos Conselhos Gestores das Unidades de Conservação.

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 •  beatriz.pagy

trocar a palavra "monitoramento" por outra que seja menos punitiva. O que significaria o monitoramento? Apesar de o acompanhamento e estímulo à participação seja essencial.

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1.2.1.3. Ação

Promover a integração permanente dos Conselhos Gestores das Unidades de Conservação com outros colegiados.
3 sugestões
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 •  Rene costa

Elaborar Plano de gestão das Unidades de Conservação e Parques Urbanos, com a participação do Conselho Gestor e comunidade interessada.

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 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Promover a integração permanente dos Conselhos Gestores das Unidades de Conservação com outros colegiados, EM ESPECIAL COM NÚCLEOS REGIONAIS DE PLANEJAMENTO.

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 •  beatriz.pagy

Explicar quais seriam esses outros colegiados, trazer ao menos um exemplo. Explicar como seria a integração permanente, qual seria a estrutura de governança e os canais de comunicação.

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1.2.2.1. Ação

Definir e estabelecer legalmente fluxos e procedimentos específicos de gestão compartilhada de Unidades de Conservação, que garantam a participação do poder público, das comunidades locais e do setor privado.
4 sugestões
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 •  Claudio C. Maretti

Boa proposta, mas seria adequado pensar em fomentar parcerias, de todos os tipos, com comunidades, com a sociedade civil, com outros orgaos publicos, empresas etc.

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 •  Eiko Sugiyama

Entre os procedimentos, garantir a representatividade das comunidades locais.

Não deve haver fluxos e procedimentos compartilhados em área de conservação, principalmente pela participação do poder público e setor privado.

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 •  gleice vasconcelos

Acredito que a Gestão de patrimônio ambiental deve estar restrito ao poder público e às comunidades locais. O setor privado sempre entra com expectativa de lucro e meio ambiente tem muito a ver com sensibilidade, amor e compromisso desinteressado. O poder público é muito importante para levar o conhecimento, ferramentas para essa gestão compartilhada.

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1.2.2.2. Ação

Definir e estabelecer legalmente os fluxos e procedimentos para articulação entre as políticas setoriais da administração municipal, de modo a potencializar a conservação e recuperação das Áreas Protegidas.
2 sugestões
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 •  Eiko Sugiyama

E garantir a transparência e a universalidade para que os munícipes tenham acesso à informação.

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 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Definir e estabelecer legalmente os fluxos e procedimentos para articulação entre as políticas setoriais da administração municipal, E ENTRE AS POLÍTICAS DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO COM AS POLÍTICAS DA FUNAI NA VIZINHANÇA DE TERRAS INDÍGENAS, de modo a potencializar a conservação e recuperação das Áreas Protegidas.

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1.2.3.1. Ação

Realizar o monitoramento e a fiscalização integrada nas Áreas de Proteção e Recuperação de Mananciais (APRM) Billings e Guarapiranga, na bacia Alto Juquery e na bacia Capivari-Monos, considerando a atuação da Operação Integrada Defesa das Águas (OIDA).
2 sugestões
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 •  Claudio C. Maretti

Promover o monitoramento participativo.

Revisar
 •  Eiko Sugiyama

Definir quais são os parâmetros da fiscalização integrada: aéreo, terrestre por meio da fiscalização visual, presencial, laboratorial.

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1.2.3.2. Ação

Mapear e restaurar as Áreas de Preservação Permanente (APP) aptas a terem sua vegetação ciliar restaurada considerando aspectos técnicos, sociais e ambientais.
4 sugestões
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 •  Eiko Sugiyama

Restaurar APP deve incluir não só a mata ciliar, mas os taludes e a cobertura vegetal nativa.

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 •  Carlos Minoru Morinaga

Sugiro incluir a possibilidade de restauração de APPs em áreas com declividade acentuada, e não apenas nas margens de cursos d’água.

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 •  Leticia Zimback

Criar mecanismos que permitam que o poder público participe ativamente das ações de restauração de APPs da zona rural, por meio de orientação e acompanhamento técnico, do fornecimento de mudas e insumos e da manutenção desses plantios. Adotar técnicas de restauração que usem outros hábitos vegetativos além das árvores, por exemplo, cipós, arbustos, herbáceas, forração, adubação verde, permitindo aumento da complexidade ambiental e propiciando o aumento de espécies da flora e da fauna.

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 •  beatriz.pagy

Apesar revisaria a forma como está escrita porque está repetindo a palavra "restaurar" e "restaurada"

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1.2.4.1. Ação

Manter registro atualizado do custo de gestão das Unidades de Conservação, considerando as características biológicas, físicas e de usos, para subsidiar a previsão anual de recursos orçamentários.
2 sugestões
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 •  Eiko Sugiyama

Além da planilha de custos de gastos efetivos, minimamente deve ter o custo em caso de acidente (incêndio, deslizamento) e de investimento futuro para melhoria.

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 •  sonia imperio hamburger

Determinar legalmente destinação de recursos da LOA para conservação e investimentos em áreas de preservação

Sugestões sobre Ver no documento

1.2.4.2. Ação

Elaborar projetos voltados à conservação e recuperação de áreas prestadoras de serviços ambientais nas Áreas Protegidas para alocar recursos do Fundo Especial do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (FEMA).
Uma sugestão
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 •  sonia imperio hamburger

Elaborar e acolher projetos para o FEMA e GARANTIR que o uso destes recursos sejam destinados ao investimento e inovação na preservação do meio ambiente em toda a sua amplitude

Sugestões sobre Ver no documento

1.2.4.3. Ação

Elaborar projetos específicos para as Áreas de Proteção Ambiental (APAs) e outras Unidades de Conservação alinhados aos seus planos de manejo para alocar recursos do Fundo Especial do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (FEMA).
3 sugestões
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 •  Claudio C. Maretti

Alem de projetos, vale a pena pensar em instrumentos de gestao especificos para as APAs, pelas particularidades da categoria, alem da importancia das APAs paulistanas.

Revisar
 •  gleice vasconcelos

Se os planos de manejo estiverem relacionados a apenas conservação e restauração são imprescindíveis projetos para resguardar os recursos necessários.

Manter
 •  Lara Freitas

Dar prioridade para projetos baseados em design integral e ecológico.

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1.2.4.4. Ação

Articular por meio dos representantes da SVMA nos conselhos dos fundos de fomento, a destinação de recursos para o desenvolvimento e implementação de projetos socioambientais e de geração de trabalho e renda nas Zonas de Amortecimento (ZAs) das Unidades de Conservação.
2 sugestões
Revisar
 •  beatriz.pagy

Colocar SVMA por extenso.

Revisar
 •  gleice vasconcelos

Desde que essa geração de trabalho não esteja associada á exploração dos recursos das Unidades de Conservação.

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1.2.4.5. Ação

Disponibilizar recursos para capacitação, participação em eventos científicos e intercâmbios dos servidores nas temáticas relacionadas às Áreas Protegidas.
3 sugestões
Excluir
 •  Eiko Sugiyama

Em geral, como acontece nas outras Secretarias, a participação em eventos de formação são por conta do servidor, a não ser a dispensa do ponto. Mesmo assim, a publicação no DO é exigida.

Revisar
 •  beatriz.pagy

Colocaria mais especificamente quais seriam os procedimentos de acesso aos recursos, pensando na rotatividade e frequência de acesso. Também pensar em como envolver os moradores e voluntários que atuem nas áreas protegidas.

Manter
 •  Lara Freitas

A capacitação deverá abranger não só temas específicos, mas capacitação em design integral para aplicação de pensamento sistêmico. Deverá incluir permacultura, biomimética, biofilia, e outros.

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1.2.4.6. Ação

Criar dotação específica para gestão dos parques municipais tombados.
2 sugestões
Revisar
 •  Eiko Sugiyama

Seguir a dotação geral dos parques municipais e adicionar a especificidade.

Revisar
 •  beatriz.pagy

Não entendo porque isso seria uma especificidade dos parques municipais tombados e não geral para todos os parques ou UCs.

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1.2.5.1. Ação

Integrar todas as bases de dados relativos às Unidades de Conservação e outras Áreas Protegidas no GeoSampa e no ObservaSampa.
2 sugestões
Revisar
 •  beatriz.pagy

Precisaria explicar melhor o que é o GeoSampa e o ObservaSampa. Além dos cadastros municipais e estaduais, precisaria ter uma diretriz de integração vertical. É fundamental que haja cadastro no CNUC (https://www.mma.gov.br/areas-protegidas/cadastro-nacional-de-ucs.html) e no CAU (http://portalcau.mma.gov.br/).

Revisar
 •  Vera Helena Lessa Villela

garantindo a publicização dos dados produzidos para os conselhos gestores e demais instâncias de participação com interface

Sugestões sobre Ver no documento

1.2.5.2. Ação

Criar programa de monitoramento permanente da cobertura vegetal nas Áreas Protegidas.
2 sugestões
Revisar
 •  Vera Helena Lessa Villela

estabelecendo espaço para informação colaborativa da população

Manter
 •  Lara Freitas

Monitoramento e divulgação permanente

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1.3.1.3. Ação

Criar dispositivo legal para proteção da cobertura vegetal considerando, entre outros, aspectos culturais, sociais, paisagísticos e ambientais.
2 sugestões
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 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Criar dispositivo legal para proteção da cobertura vegetal considerando, entre outros, aspectos culturais, sociais, paisagísticos e ambientais E CONSIDERAR NOS TERMOS DE COMPENSAÇÃO O DAP E A COBERTURA VEGETAL PARA COMPENSAÇÃO DE BOSQUES NATIVOS E HETEROGÊNEOS E PARA ESPÉCIES ARBÓREAS REMOVIDAS.

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 •  Ana Aragão

criar dispositivo legal para proteção da cobertura vegetal considerando entre outros aspectos os culturais paisagísticos e ambientais. Não os sociais.

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1.3.1.4. Ação

Criar dispositivo legal exigindo que os remanescentes e os corredores de mata atlântica mapeados pelo PMMA-São Paulo e futuras atualizações sejam considerados na análise dos pedidos de manejo da vegetação de forma a evitar a supressão desses remanescentes em área prioritária para conservação.
3 sugestões
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 •  Leticia Zimback

Sugestão de uma nova ação dentro do objetivo "Maximizar os serviços ecossistêmicas das áreas protegidas": - Garantir a conectividade das UCs com outras áreas verdes, garantindo a permeabilidade das espécies de fauna silvestre por todo o território do município, permitindo que serviços como dispersão de sementes e polinização sejam mais eficientes devido ao maior fluxo de animais entre diferentes áreas.

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 •  Eiko Sugiyama

Tanto os remanescentes e os corredores de Mata Atlântica fazem parte das áreas prioritárias para conservação e para tal, o dispositivo legal deve elencar o estudo ecológico da flora e da fauna, em especial dos mamíferos que utilizam os corredores para conectar com outras áreas da Mata. A supressão da vegetação para atividade agrícola ou imobiliária isolaria a macrofauna no fragmento da Mata e a consanguinidade genética ou a supressão dos alimentos específicos resultariam no desaparecimento da população.

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 •  beatriz.pagy

Revisar a forma que está escrito. Também expandiria a conservação dos remanescentes não apenas para áreas prioritárias.

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1.3.1.5. Ação

Incentivar a criação de Reservas Particulares do Patrimônio Natural-RPPNs na zona urbana por meio de desconto no Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e da Transferência do Direito de Construir (TDC), na zona rural por meio da aplicação do Pagamento por Serviços Ambientais (PSA).
2 sugestões
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 •  beatriz.pagy

Padronizaria as abreviações para que todas estejam entre parênteses.

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 •  Elio J. B. Camargo

Não incentivar só RPPN´s, mas áreas verdes particulares, de qualquer tamanho, fazendo o incentivo de desconto ou acréscimo (no caso de áreas impermeáveis) no ITPU, proporcionalmente ao tamanho e qualidade (adensamento, espécies nativas, etc.. Quem não contribui com a qualidade, pode pagar por ela, naturalmente.

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1.3.2.2. Ação

Elaborar estudo para a criação de parques temáticos nos geossítios, conforme as características geológicas, biológicas, históricas e culturais do local.
2 sugestões
Excluir
 •  Eiko Sugiyama

A construção de parques temáticos traz grande impacto ambiental, transformando em lazer puro a área destinada ao uso para fins educacionais, culturais, científicos e ecoturísticos.

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 •  beatriz.pagy

explicar melhor o que seriam "parques temáticos"

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1.3.3.1. Ação

Criar os Parques Naturais Municipais e a APA Embura-Jaceguava propostos pelo PMMA-São Paulo.
2 sugestões
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 •  beatriz.pagy

Especificar novamente o que é o PMMA. Achei confuso que Parques Naturais Municipais (PNM) aparece como algo bastante aberto, em contraste com a APA Embura-Jaceguava que é bastante específica. Se os PNM já forem específicos, nomearia ou pelo menos enumeraria.

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 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Criar os Parques Naturais Municipais, a APA Embura-Jaceguava propostos pelo PMMA-São Paulo, A APA JARAGUÁ-CANTAREIRA, APA ZONA LESTE TIETÊ-CARMO COM OS CORREDORES ECOLÓGICOS TIETÊ-CARMO E ITAIM-BONIFÁCIO, E APA NA REPRESA DE GUARAPIRANGA.

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2.1.1.1. Ação

Implantar cobertura vegetal na (re)urbanização das ZEIS, conforme especificado nos respectivos projetos, especialmente naquelas localizadas no perímetro dos corredores ecológicos de Mata Atlântica ou a eles contíguas, respeitando as fisionomias vegetais mapeadas pelo PMMA-São Paulo e futuras atualizações e diretrizes do PlanClima e do PMAU.
3 sugestões
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 •  Leticia Zimback

Importante salientar que cobertura vegetal não se restringe ao plantio de árvores, existem outras plantas e técnicas que permitem o aumento da cobertura vegetal, por exemplo, telhados verdes, uso de trepadeiras em fachada.

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 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Implantar cobertura vegetal na (re)urbanização das ZEIS, conforme especificado nos respectivos projetos, especialmente naquelas localizadas no perímetro dos corredores ecológicos de Mata Atlântica ou a eles contíguas, respeitando as fisionomias vegetais mapeadas pelo PMMA-São Paulo e futuras atualizações e diretrizes do PlanClima e do PMAU E AVALIAÇÃO DO IMPACTO DIRETO E INDIRETO DOS EMPREENDIMENTOS EM ÁREAS DE VEGETAÇÃO REMANESCENTE.

Revisar
 •  beatriz.pagy

Explicar qual o significado das siglas.

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2.1.1.2. Ação

Implantar cobertura vegetal nos melhoramentos viários, conforme especificado nos respectivos projetos, respeitando as diretrizes do PlanClima, do PMAU e as fisionomias vegetais mapeadas pelo PMMA-São Paulo e futuras atualizações.
2 sugestões
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 •  Leticia Zimback

Sugiro criar uma nova diretriz dentro do objetivo "Aumentar a cobertura vegetal em áreas particulares e públicas": - Promover os serviços ecossistêmicos na área urbana, por meio de 4 eixos: azul (água), verde (vegetação), marrom (solo) e preto (ausência de luz artificial). As ações do eixo azul compreendem renaturalização de córregos e uso de soluções baseadas na natureza para mitigar enchentes. O eixo verde está bem trabalho nas ações do PLANPAVEL porque compreende aumento de cobertura vegetal. O eixo marrom compreende permeabilização da cidade, uso de pavimentos drenantes e descontaminação de solo. E, por fim, mas não menos importante, o eixo preto compreende a implantação de zonas urbanas sem luz artificial para promover o deslocamento seguro e o bem-estar da fauna silvestre noturna e migratória. Importante salientar que cobertura vegetal não se restringe ao plantio de árvores, existem outras plantas e técnicas que permitem o aumento da cobertura vegetal, por exemplo, telhados verdes, uso de trepadeiras em fachada.

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 •  Elio J. B. Camargo

Arborizar mais densamente e todos os canteiros centrais das avenidas e laterais. Fazer também cercas-vivas (sem podas verticais) nos canteiros centrais, como forma de evitar travessias fora de faixa de pedestres, para segurança viária (vide exemplo na parte superior da Av. Rebouças). Não aceitar a implantação de ciclovias pelos canteiros centrais e recuperar os atuais. Em lugar destas ciclovias, fazer faixa compartilhada e velocidade reduzida na direita destas avenidas. Além de atentar às áreas poucas verdes, essa ocupação inviabiliza a ocupação da faixa esquerda por ônibus.

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2.1.1.3. Ação

Implantar cobertura vegetal na recuperação de áreas de risco, conforme especificado nos respectivos projetos, respeitando as diretrizes do PlanClima, do PMAU e as fisionomias vegetais mapeadas pelo PMMA-São Paulo e futuras atualizações.
3 sugestões
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 •  Leticia Zimback

Importante salientar que cobertura vegetal não se restringe ao plantio de árvores, existem outras plantas e técnicas que permitem o aumento da cobertura vegetal, por exemplo, telhados verdes, uso de trepadeiras em fachada.

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 •  Eiko Sugiyama

A cobertura vegetal é importante, mas ação de reflorestamento deve intensificar a fiscalização para impedir ou remover a construção de habitação humana em locais impróprios.

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 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Implantar cobertura vegetal na recuperação de áreas de risco, conforme especificado nos respectivos projetos, respeitando as diretrizes do PlanClima, do PMAU e as fisionomias vegetais mapeadas pelo PMMA-São Paulo e futuras atualizações E AVALIAÇÃO DO IMPACTO DIRETO E INDIRETO DOS EMPREENDIMENTOS EM ÁREAS DE VEGETAÇÃO REMANESCENTE.

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2.1.1.4. Ação

Implantar cobertura vegetal nos Equipamentos Públicos Sociais de educação, saúde, cultura, esportes, assistência social, entre outros, conforme especificado nos projetos de novos equipamentos e nos projetos de reforma e ampliação de equipamentos existentes, respeitando as diretrizes do PlanClima, do PMAU e as fisionomias vegetais mapeadas PMMA-São Paulo e futuras atualizações.
4 sugestões
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 •  maria do carmo lotfi

implantar de forma participativa com os usuários do local para a sua conscientização e manutenção do local... principalmente nos espaços educacionais que trabalham com a formação do cidadão

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 •  sylvia mielnik

Deveria se criar artigos ou normativa específicando a quantidade de espécies arbóreos (cobertura vegetal) em função da área de terreno e localização dos Equipamentos Públicos Sociais.

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 •  Leticia Zimback

Importante salientar que cobertura vegetal não se restringe ao plantio de árvores, existem outras plantas e técnicas que permitem o aumento da cobertura vegetal, por exemplo, telhados verdes e uso de trepadeiras em fachada.

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 •  Elio J. B. Camargo

Incluir as áreas de cemitérios públicos e privados, com espécies de pouca ou não profundas raízes (ex. palmeiras). Pode-se considerar também incentivos positivos e negativos para essas áreas.

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2.1.1.5. Ação

Firmar convênio com o governo estadual para elaborar programa de ampliação da cobertura vegetal em áreas públicas estaduais localizadas no MSP, em consonância com as diretrizes do PlanClima, do PMAU e PMMA-São Paulo.
2 sugestões
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 •  beatriz.pagy

Explicar qual o significado das siglas, especialmente MSP. Poderia colocar " em consonância com as diretrizes do PlanClima, do PMAU e PMMA-São Paulo" na descrição geral da diretriz ao invés de repetir em todas as ações.

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 •  Elio J. B. Camargo

Incluindo as laterais das rodovias e áreas de acessos e próximas.

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2.1.2.1. Ação

Disponibilizar no GeoSampa o mapeamento anualmente atualizado das temperaturas superficiais.
Uma sugestão
Manter
 •  Eiko Sugiyama

Disponibilizar o mapeamento mensal e criar infográfico comparativo com o índice pluviométrico e cobertura vegetal.

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2.1.2.2. Ação

Identificar a variação da temperatura superficial por distrito, subprefeitura e macrorregião do MSP, com base no mapeamento das temperaturas superficiais.
Uma sugestão
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 •  beatriz.pagy

Explicar qual o significado de MSP

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2.1.2.3. Ação

Definir as áreas públicas prioritárias para ampliação da cobertura vegetal com base no mapeamento atualizado das temperaturas superficiais, no mapeamento de vulnerabilidade ao risco climático e no cadastro de áreas livres públicas para o plantio arbóreo conforme PMAU.
4 sugestões
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 •  maria do carmo lotfi

a participação dos CADES regionais poderá contribuir para essa ação

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 •  Leticia Zimback

Importante salientar que cobertura vegetal não se restringe ao plantio de árvores, existem outras plantas e técnicas que permitem o aumento da cobertura vegetal, por exemplo, telhados verdes e uso de trepadeiras em fachada.

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 •  Eiko Sugiyama

A ilha de calor exige, além da cobertura vegetal, projeto de permeabilização das calçadas e do jardim de chuva nas rotatórias e ilhas viárias. Retirar prioritárias, pois todas são urgentes.

Manter
 •  beatriz.pagy

Explicar qual o significado de PMAU

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2.1.3.1. Ação

Definir e estabelecer legalmente parâmetros ambientais para disciplinar a ocupação das APPs de cursos d’agua e nascentes de titularidade pública, de modo a preservar e ampliar a cobertura vegetal e assegurar o regime de escoamento pluvial.
2 sugestões
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 •  sonia imperio hamburger

Estabelecer como prioridade a implantação de Parques Lineares e/ou Parques Urbanos com cursos de água. Estabelecer nesse processo a prioridade em inovação de tratamento de esgotos e resíduos sólidos incentivando a descentralização essa prática,

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 •  gleice vasconcelos

Áreas de APP"s com as características citadas, com nascentes, cursos de água não deve ser permitida ocupação para habitação ou qualquer finalidade. Elas têm que ser preservadas e as áreas já ocupadas tem que ser desocupadas, definindo-se a área de preservação obrigatória de modo a proteger os recursos hídricos.

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2.1.3.2. Ação

Elaborar programa de recuperação de APP de cursos d’agua e nascentes de titularidade pública, contemplando o plantio de espécies nativas, em consonância com as diretrizes do PMMA-São Paulo, do PMAU e futuras atualizações.
2 sugestões
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 •  sonia imperio hamburger

Além de elaborar o programa DESTINAR legalmente RECURSOS da LOA para esse fim. Inclusive para destamponar e recuperar córregos e recuperar nascentes

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 •  Elio J. B. Camargo

Recuperar e expor as nascentes de áreas públicas (praças, ruas, parques), independentemente da situação destas e dos córregos decorrentes (livres, aterradas), para além de sua vazão e beleza, propiciar, principalmente a manutenção e inventivo à fauna local existente (onde bebem nossas aves?!).

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2.1.4.1. Ação

Criar cadastro das hortas urbanas, contemplando no mínimo, a localização, a área (m²), a titularidade do imóvel, anualmente atualizado.
4 sugestões
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 •  Eiko Sugiyama

Contemplar a existência de fonte de água e o coletivo, orgânica ou não.

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 •  sylvia mielnik

E incluir esta informação no Geosampa

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 •  beatriz.pagy

Reforçar que o cadastro será público de amplo acesso da população, com pouca burocracia e estímulo ao preenchimento.

Revisar
 •  sonia imperio hamburger

Não só criar cadastro mas fomentar a criação das hortas estabelecer para esse fim pagamento de serviços ambientais e bolsas de trabalho.

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2.1.4.2. Ação

Promover a formação e capacitação técnica e prática em agroecologia e permacultura para consolidação das hortas urbanas.
5 sugestões
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 •  Eiko Sugiyama

Promover a formação, a capacitação técnica e prática, troca de experiência entre as hortas produtivas.

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 •  Isabela D'Andréa

Promover a formação e capacitação técnica e prática em agroecologia e permacultura para consolidação das hortas urbanas em parceria com a SVMA, universidades, coletivos e organizações da sociedade civil.

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 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Promover a formação e capacitação técnica e prática em agroecologia e permacultura para consolidação das hortas urbanas POR MEIO DE VÍNCULOS PEDAGÓGICOS COM ESCOLAS, CENTROS EDUCACIONAIS E CCAS A FIM DE ESTABELECER UM PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PERMANENTE NAS ESCOLAS SOBRE HORTAS E APROPRIAÇÃO DE ÁREAS VERDES LIVRES.

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 •  beatriz.pagy

Reforçar o caráter gratuito e que tenha amplo acesso, inclusive para pessoas em situação de rua.

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 •  Vera Helena Lessa Villela

constituindo parcerias entre a UMAPAZ, a EMASP, a Fundação Paulistana de Educação, Tecnologia e Cultura, a Escola do Parlamento, a Escola Municipal de Saúde, a Escola de Contas do Município

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2.1.4.3. Ação

Realizar o acompanhamento técnico, pelo órgão ambiental municipal, na execução das hortas pedagógicas nas Unidades Escolares (UE) como instrumento de educação ambiental, em consonância com o Plano Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional.
4 sugestões
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 •  maria do carmo lotfi

incentivar que tais ações estejam nos projetos pedagógicos das escolas

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 •  Eiko Sugiyama

O acompanhamento técnico terá muita demanda nas Unidades Escolares. Em vez de centralizar os assessores na Secretaria do Verde, criar cargo de assessor técnico em educação ambiental em cada uma das 13 DREs para formação dos professores e acompoanhamento técnico das hortas.

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 •  Carla Baranzini

O Instituto Alana defende que a experiência de participar do cultivo de uma horta pode ser muito significativa para as crianças e adolescentes, conforme diversas pesquisas demonstram. Entretanto é fundamental incentivar que além das hortas terem uma função nos programas de segurança alimentar e de geração de renda, elas também sejam espaços de protagonismo das crianças e jovens, onde eles possam brincar e aprender sobre a vida e os seres vivos, e nutrir o seu vínculo com a natureza. Sugerimos que as crianças tenham seus próprios canteiros nas hortas das Unidades Escolares, experimentando, cultivando e descobrindo em seu próprio tempo e fluxo. Nesse sentido a experiência das crianças com e nas hortas deve privilegiar seu engajamento, autonomia e tomada de decisões. As crianças devem se sentir autoras de sua relação com o cultivo das hortas. As hortas também podem ser excelentes espaços para o desenvolvimento de atividades educacionais ligadas a conteúdos de matemática, ciências e linguagens.Neste sentido é importante prever parceria entre técnicos da área ambiental e da educação, não apenas na implementação de hortas, mas também na formação para os professores e na composição de propostas curriculares que efetivem este saber como direito de aprendizagem. Para mais informações sobre o papel das hortas na conexão entre a criança e a natureza: Sobre hortas e crianças www.tinis.com.br - Projeto Terra das Crianças

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 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Realizar o acompanhamento técnico, pelo órgão ambiental municipal, na execução das hortas pedagógicas nas Unidades Escolares (UE) como instrumento de educação ambiental, em consonância com o Plano Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional E COM O PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO.

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2.1.4.4. Ação

Definir e estabelecer legalmente critérios para implantação de hortas comunitárias em áreas públicas, contemplando aspectos relacionados à segurança da saúde das pessoas que deverão manusear as hortas e a viabilidade em produzir alimentos livres de contaminantes.
4 sugestões
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 •  sylvia mielnik

Incluir a divulgação dessa ação junto às Subprefeituras, para as mesmas atuem em parceria às associações de bairro, moradores e escolas (públicas e privadas) da região para mapear as áreas com potencial para hortas urbanas.

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 •  Eiko Sugiyama

Os critérios devem contemplar o cercamento, a instalação da composteira, fonte de água isenta de contaminantes, distanciamento dos empreendimentos potenciais de contaminação (posto de gasolina, aterro sanitário, fábrica de produtos tóxicos,etc.)

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 •  beatriz.pagy

Não só contaminantes, mas ser explícito sobre o caráter orgânico das hortas.

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 •  Vera Helena Lessa Villela

conforme previsto no Plano Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional - PLAMSAN

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2.1.4.5. Ação

Realizar estudo de análise de risco da instalação de hortas comunitárias na faixa de servidão das linhas de transmissão de alta tensão elétrica.
4 sugestões
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 •  Carlos Minoru Morinaga

... das linhas de transmissão de alta tensão elétrica e de áreas com contaminação do solo, cadastradas pelos órgãos ambientais estadual e municipal.

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 •  sylvia mielnik

Fundamental!!!!

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 •  Eiko Sugiyama

É um caso a estudar. Há muitas hortas nesta faixa, mas é sabido o risco de emissão de fluxo magnético com emissão acima de 1 microtesla que pode gerar câncer.

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 •  Vera Helena Lessa Villela

Analisar estudos de análise de risco da instação de hortas comunitárias na faixa de servidão das linhas de transmissão de alta tensão elétrica, tendo em vista agilizar o processo e levando em consideração os impactos positivos para saúde e geração de renda das comunidades moradoras dessas localidades

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2.1.4.6. Ação

Promover a implantação de hortas comunitárias em parceria com as concessionárias de energia na faixa de servidão das linhas de transmissão de alta tensão elétrica com base em estudo de análise de risco e na execução das recomendações de segurança.
2 sugestões
Manter
 •  sylvia mielnik

Boa idéia!

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 •  Vera Helena Lessa Villela

avaliando também os impactos para a melhoria da segurança alimentar e nutricional e da geração de renda para as populações envolvidas, de forma a não engessar a possibilidade de utilização desses espaços

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2.1.5.1. Ação

Criar programa de incentivos urbanísticos, econômicos, financeiros e tributários para ampliação da cobertura vegetal em imóveis de propriedade particular, definindo os critérios e as áreas prioritárias para recebimento de incentivos.
4 sugestões
Excluir
 •  Eiko Sugiyama

A fiscalização da cobertura vegetal em área privada é difícil de visualizar e fiscalizar. Mesmo recebendo alguma forma de incentivo, não há garantia da perpetuação das espécies que podem ser removidas ou morrer por falta de manejo.

Revisar
 •  Carla Baranzini

Sugestão de texto do Instituto Alana: Criar programa de incentivos urbanísticos, econômicos, financeiros e tributários para ampliação da cobertura vegetal em imóveis de propriedade particular, definindo os critérios e as áreas prioritárias para recebimento de incentivos. Considerando a grande desigualdade social existente na cidade de São Paulo, é fundamental incluir como um dos critérios prioritários para os programas de incentivo às áreas denominadas como ZEIS 1. Comentários e referências As Zonas Especiais de Interesse Social são porções do território destinadas, predominantemente, à moradia digna para a população da baixa renda por intermédio de melhorias urbanísticas, recuperação ambiental e regularização fundiária de assentamentos precários e irregulares, bem como à provisão de novas Habitações de Interesse Social – HIS e Habitações de Mercado Popular – HMP a serem dotadas de equipamentos sociais, infraestruturas, áreas verdes e comércios e serviços locais, situadas na zona urbana (link). Conceito de ZEIS 1: são áreas caracterizadas pela presença de favelas, loteamentos irregulares e empreendimentos habitacionais de interesse social, e assentamentos habitacionais populares, habitados predominantemente por população de baixa renda, onde haja interesse público em manter a população moradora e promover a regularização fundiária e urbanística, recuperação ambiental e produção de Habitação de Interesse Social (Plano Diretor Estratégico do Município de São Paulo).

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 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Criar programa de incentivos urbanísticos, econômicos, financeiros e tributários para ampliação da cobertura vegetal em imóveis de propriedade particular, definindo os critérios e as áreas prioritárias para recebimento de incentivos E CONSIDERAR NOS TERMOS DE COMPENSAÇÃO O DAP E A COBERTURA VEGETAL PARA COMPENSAÇÃO DE BOSQUES NATIVOS E HETEROGÊNEOS E PARA ESPECIES ARBÓREAS REMOVIDAS E MANTER ATUALIZADA UMA CARTOGRAFIA DESSAS ÁREA E DE DESMATAMENTO IRREGULAR.

DAr prioridade à cobertura vegetal de áreas com nascentes e/ou córregos.

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2.1.5.2. Ação

Aplicar a Transferência do Direito de Construir, sem doação, em imóveis localizados em ZEPAM da Macrozona de Estruturação e Qualificação Urbana.
3 sugestões
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 •  sylvia mielnik

Desde que esteja condicionado à ampliação/manutencão da cobertura vegetal

Explicar o que é zepam

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 •  beatriz.pagy

Explicar o significado da sigla.

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2.1.5.3. Ação

Criar programa de fomento às Reservas Particulares do Patrimônio Natural-RPPN, contemplando apoio técnico e científico ao monitoramento e incentivos tributários e financeiros.
2 sugestões
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 •  Vinicius de Souza Almeida

Já existe uma ação semelhante no Eixo Áreas Protegidas, que fala de desconto no IPTU

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 •  beatriz.pagy

Padronizar a questão da abreviatura das siglas entre parênteses.

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2.1.5.4. Ação

Regulamentar o IPTU Verde.
4 sugestões
Manter
 •  Carlos Minoru Morinaga

O IPTU rede deve priorizar os imóveis que prestam algum tipo de serviço ambiental, e não aquelas edificações com certificações ambientais, pois estas já dispõem de incentivos na legislação urbanística municipal, e nem sempre cumprem um papel ambiental significativo de fato

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 •  Eiko Sugiyama

Dar atenção ao controle dos resíduos da construção civil de grandes empreendimentos que jogam fora a terra da escavação, os materiais de demolição, plantas de stand de vendas, a água do lençol freático, madeiras e sobras de materiais de acabamento. Não há reciclagem de plástico, de papelão, de metais e vidros que chegam na fase de acabamento. O incentivo deveria ser extensivo àqueles que estabelecem o termo de cooperação para a zeladoria (pessoa jurídica e física).

Revisar
 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Regulamentar o IPTU Verde E APERFEIÇÕAR OS MECANISMOS DE AVALIAÇÃO DO IMPACTO DIRETO E INDIRETO DOS EMPREENDIMENTOS PÚBLICOS E PRIVADOS EM ÁREAS DE VEGETAÇÃO REMANESCENTE.

Revisar
 •  beatriz.pagy

Explicar o que o IPTU verde implicaria.

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2.2.1.1. Ação

Definir e estabelecer legalmente os indicadores de avaliação dos resultados da OIDA, contemplando no mínimo o número de infrações ambientais registradas, a área de cobertura vegetal suprimida ilegalmente (m²) e a perda de cobertura vegetal evitada (m²).
4 sugestões

Explicar o que é OIDA

Revisar
 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Definir e estabelecer legalmente os indicadores de avaliação dos resultados da OIDA, contemplando no mínimo o número de infrações ambientais registradas, a área de cobertura vegetal suprimida ilegalmente (m²) e a perda de cobertura vegetal evitada (m²) E DAP DAS ESPÉCIES SUPRIMIDAS.

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 •  beatriz.pagy

Explicar o significado da sigla.

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 •  malukovalski

Colocar significado da sigla

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2.2.1.2. Ação

Criar e implantar sistema de monitoramento da cobertura vegetal, contemplando ferramentas colaborativas de notificação de desmatamento.
3 sugestões
Manter
 •  sylvia mielnik

Importante. Garantir uma atualização, no mínimo, anual. Se possível, progressivamente avançar para a catalogação e identificação dos indivíduos arboréos do Município.

Revisar
 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Criar e implantar sistema de monitoramento da cobertura vegetal, contemplando ferramentas colaborativas de notificação de desmatamento E DISPONIBILIZANDO NESSAS FERRAMENTAS A EVOLUÇÃO TEMPORAL DA VEGETAÇÃO NO MUNICÍPIO E NAS BASES LOCAIS.

Utilizar monitoramento por satélite.

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2.2.1.4. Ação

Implantar sistema de avaliação de risco de incêndio florestal, contemplando indicadores da perda anual de cobertura vegetal por incêndios florestais.
Uma sugestão
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 •  Eiko Sugiyama

A avaliação do risco de incêndio florestal com dados de sazonalidade, tipo de vegetação e a origem sempre deve estar vinculado aos critérios de prevenção e risco zero.

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2.2.1.5. Ação

Instituir legalmente o Plano de Prevenção e Combate a Incêndios em Áreas Florestadas no MSP.
2 sugestões
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 •  Eiko Sugiyama

O plano deve contemplar a educação ambiental como exercício da cidadania que apropria o conhecimento científico sobre a combustão como subsídio para ações de prevenção e proteção das áreas florestais.

Revisar
 •  beatriz.pagy

Explicar o significado da sigla.

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2.2.2.2. Ação

Definir e estabelecer legalmente critérios para autorização de remoção, plantio e recuperação de cobertura vegetal em áreas com fragilidade geotécnica mapeadas pela Carta Geotécnica e suas futuras atualizações.
3 sugestões
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 •  Carlos Minoru Morinaga

Complementação: esses critérios deveriam ser considerados na autorização ou não de cortes de exemplares arbóreos, no caso de TCA.

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 •  sylvia mielnik

Por que apenas nas áreas com fragilidade, e não no Município como um todo?

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 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Definir e estabelecer legalmente critérios para autorização de remoção, plantio e recuperação de cobertura vegetal em áreas com fragilidade geotécnica mapeadas pela Carta Geotécnica e suas futuras atualizações COM AVALIAÇÃO DE IMPACTO DIRETO E INDIRETO DAS PRESSÕES DOS PROCESSOS URBANOS E GRANDES OBRAS E INSTALAÇÕES PÚBLICAS E PRIVADAS.

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2.2.2.3. Ação

Restringir legalmente a autorização de remoção da cobertura vegetal em áreas que possam impactar a resiliência das áreas núcleo de remanescentes de Mata Atlântica mapeadas pelo PMMA-São Paulo e suas futuras atualizações.
2 sugestões
Manter
 •  Carlos Minoru Morinaga

Complementação: essa restrição deve incluir a não autorização de remoção de vegetação, no caso de TCA.

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 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Restringir legalmente a autorização de remoção da cobertura vegetal em áreas que possam impactar a resiliência das áreas núcleo de remanescentes de Mata Atlântica mapeadas pelo PMMA-São Paulo e suas futuras atualizações, DE CORREDORES E CONEXÕES ECOLÓGICAS E A CONTRIBUIÇÃO DO MUNICÍPIO NAS BORDAS DA RESERVA DO CINTURÃO VERDE DE SÃO PAULO, E CONSIDERAR NOS TERMOS DE COMPENSAÇÃO O DAP E A COBERTURA VEGETAL PARA COMPENSAÇÃO DE BOSQUES NATIVOS E HETEROGÊNEOS E PARA ESPECIES ARBÓREAS REMOVIDAS.

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2.3.1.1. Ação

Definir as áreas verdes públicas prioritárias para implantação de novos parques, de forma articulada com os planos e projetos setoriais de habitação, de mobilidade urbana, de melhoramentos viários e de drenagem urbana e a preservação do patrimônio cultural, considerando as diretrizes e ações do PlanClima, do PMAU e do PMMA-São Paulo, os indicadores demográficos e socioambientais, e as demandas formuladas pela sociedade civil organizada, como fóruns, coletivos e outros movimentos sociais.
4 sugestões
Revisar
 •  Claudio C. Maretti

(i) Promover o diagnostico de necessidades e possibilidades (ou oportunidades) de conservacao de ecossistemas (ou da biodiversidade ou de areas verdes e naturais) e (II) Promocao do alcance de metas locais, estaduais, nacionais e internacionais de conservacao (por exemplo, associadas aa Convencao sobre Diversidade Biologica, aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentavel).

Manter
 •  Carlos Minoru Morinaga

Observação: a escolha de áreas de aterros de resíduos encerrados, para a implantação de novos parques, deveria ter um item à parte, pois exige cuidados específicos.

Revisar
 •  sylvia mielnik

No Plano Diretor Estratégico de São Paulo (Lei Municipal nº 16.050/14) já foram mapeados e definidos áreas para 167 novos parques na cidade. Importante considerar estes na Ação 2.3.1.1 supracitada.

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 •  sonia imperio hamburger

Potencializar essa ação estabelecendo metas de investimento e legislação que garanta RECURSOS continuados para a implantação de novos Parques assim como para programas que garantam junto a sociedade civil a ocupação e aproveitamento das áreas de forma sustentável e popular.

Sugestões sobre Ver no documento

2.3.1.2. Ação

Definir os parques existentes prioritários para requalificação, elaborar projetos e contratar obras, adotando tecnologias limpas e sustentáveis, em consonância com os respectivos planos de gestão e planos de manejo.
5 sugestões
Manter
 •  Carlos Minoru Morinaga

A requalificação de parques implantados sobre aterros de resíduos requerem medidas específicas.

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 •  maria do carmo lotfi

incentivando ações em parceria com os conselhos dos parques

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 •  sylvia mielnik

Cada parque deve ter seu próprio plano de gestão e manejo, feito de forma conjunta com os Conselhos de Parques!

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 •  Eiko Sugiyama

Confuso. Todos os parques existentes deverão elaborar o projeto de requalificação que contemple as tecnologias limpas e sustentáveis nas construções, gestão de resíduos e infra-estrutura, garantindo a preservação do patrimônio natural e construída com planos de gestão participativa e planos de manejo permanentes.

Revisar
 •  sonia imperio hamburger

Promover estudos e implantação de práticas de manutenção de segurança das áreas verdes e parques que estabeleçam ações junto a organizações da sociedade civil valorizando o cuidado feito por aqueles que utilizam as áreas e estabelecendo contratos de serviços diretamente inclusive com mão de obra local barateando os contratos e estabelecendo cuidados compartilhados.

Sugestões sobre Ver no documento

2.3.1.3. Ação

Definir áreas prioritárias para impIantação de parques lineares ao longo da rede hídrica, incluindo as áreas alagáveis com viabilidade de serem incorporadas ao parque, de forma articulada com os planos e projetos setoriais de habitação, de mobilidade urbana, de melhoramentos viários e de drenagem urbana, de modo a preservar e ampliar a função natural da várzea.
Uma sugestão
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 •  Ana Aragão

Várias áreas de Parques Lineares estão ameaçados pela especulação imobiliária. Essas zonas, deveriam ser preservadas para a implantação dos Parques, incluindo áreas alagáveis, que na verdade tem a importante função de drenar o solo urbano. Não deveriam ser articuladas com projetos habitacionais, em nenhuma hipótese. Deveriam ser totalmente preservadas..

Sugestões sobre Ver no documento

2.3.1.4. Ação

Definir e estabelecer legalmente diretrizes de projeto de novos parques e de requalificação de parques existentes, contemplando os resultados da avaliação dos aspectos socioambientais no entorno e na área prevista para implantação do parque, e tecnologias limpas e sustentáveis a serem adotadas na execução da obra.
4 sugestões
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 •  Thiago Santos

Utilização de composto orgânico dos pátios de compostagem da Prefeitura de São Paulo para nutrição de áreas verdes (parques, praças e espaços livres)

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 •  maria do carmo lotfi

sempre que possível em parceria com os conselhos de parques

Revisar
 •  sylvia mielnik

Incluir a necessidade dos parques terem acessibilidade universal!

Revisar
 •  Eiko Sugiyama

Definir diretrizes de projeto de novos parques e de requalificação de parques existentes a partir do levantamento socioambiental e cultural da comunidade local e do entorno.

Sugestões sobre Ver no documento

2.3.1.5. Ação

Realizar diagnóstico socioambiental participativo previamente à elaboração de projetos de novos parques municipais, considerando as demandas formuladas pelos CADES Regionais, pela sociedade civil organizada, como fóruns, coletivos e outros movimentos sociais e Conselhos Gestores dos parques, quando estes estiverem constituídos.
Uma sugestão

Fomentar a participação da sociedade civil no projeto e implantação do Parque. Realizar atividade de educação ambiental para a participação da sociedade civil nos cuidados, limpeza e manutenção do Parque.

Sugestões sobre Ver no documento

2.3.1.6. Ação

Incluir na revisão do Plano Diretor Estratégico os parques propostos pelo PLANPAVEL.
2 sugestões
Manter
 •  sylvia mielnik

Boa idéia!

Revisar
 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Incluir na revisão do Plano Diretor Estratégico os parques propostos pelo PLANPAVEL E A CRIAÇÃO DE UM CORREDOR VERDE MUNICIPAL INTEGRADO AMPLIANDO NO MUNICÍPIO A INTEGRAÇÃO COM A RESERVA DA BIOSFERA DO CINTURÃO VERDE DE SÃO PAULO.

Sugestões sobre Ver no documento

2.3.1.7. Ação

Considerar na formulação dos Planos de Ação das Subprefeituras a priorização de novos parques a serem implantados e a requalificação dos parques existentes definida pelo PLANPAVEL.
3 sugestões
Revisar
 •  maria do carmo lotfi

considerando as demandas formuladas também pelos CADES Regionais

Manter
 •  sylvia mielnik

Boa idéia!

Revisar
 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Considerar na formulação dos Planos de AÇÃO das Subprefeituras a priorização de novos parques a serem implantados e a requalificação dos parques existentes definida pelo PLANPAVEL E MECANISMOS DE AMPLIAR A CONECTIVIDADE DAS ÁREAS PROTEGIDAS NO MUNICÍPIO E SUA INTEGRAÇÃO COM AS BORDAS DA RESERVA DA BIOSFERA DO CINTURÃO VERDE DE SÃO PAULO E ÁREAS DE VEGETAÇÃO CONTÍGUAS AO MUNICÍPIO.

Sugestões sobre Ver no documento

2.3.1.8. Ação

Regulamentar o Fundo Municipal de Parques previsto pelo PDE.
2 sugestões
Manter
 •  sylvia mielnik

Importantíssimo! E também por em prática (tirar do papel) o Fundo Municipal de Parques

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 •  malukovalski

Explicar o que é PDE

Sugestões sobre Ver no documento

2.3.2.1. Ação

Definir as áreas verdes públicas prioritárias para implantação de novas praças, de forma articulada com os planos e projetos setoriais de habitação, de mobilidade urbana, de melhoramentos viários e de drenagem urbana, considerando as diretrizes e ações do PlanClima, do PMAU e do PMMA-São Paulo, os indicadores demográficos e socioambientais, e as demandas formuladas pela sociedade civil organizada, como fóruns, coletivos e outros movimentos sociais.
Uma sugestão
Revisar
 •  maria do carmo lotfi

com a participação dos CADES com a participação dos CADES regionais

Sugestões sobre Ver no documento

2.3.2.2. Ação

Definir as praças existentes prioritárias para requalificação, elaborar projetos e contratar obras, adotando tecnologias limpas e sustentáveis, considerando, os planos de gestão e plano manejo, quando houver.
2 sugestões
Revisar
 •  Thiago Santos

considerar para requalificação de praças material agregado de resíduos sólidos da construção civil

Revisar
 •  Eiko Sugiyama

Todas as praças existentes deverão elaborar o projeto de requalificação que contemple as tecnologias limpas e sustentáveis nas construções, gestão de resíduos e infra-estrutura, garantindo a preservação do patrimônio natural e construída com planos de gestão participativa e planos de manejo permanentes.

Sugestões sobre Ver no documento

2.3.2.3. Ação

Definir e estabelecer legalmente diretrizes de projeto de novas praças e de requalificação de praças existentes, de modo a propiciar seu uso como território educativo e de sustentabilidade ambiental.
4 sugestões
Revisar
 •  Thiago Santos

Prever requalificação de praças existentes com finalidade de implantação de jardins de chuvas e biovaletas

Revisar
 •  maria do carmo lotfi

incentivar projetos com as escolas da região

Revisar
 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Definir e estabelecer legalmente diretrizes de projeto de novas praças e de requalificação de praças existentes, de modo a propiciar seu uso como território educativo e de sustentabilidade ambiental, ESPECIALMENTE AQUELES EM TERRITÓRIOS EDUCATIVOS E TERRITÓRIOS DE INTERERESSE DA CULTURA E DA PAISAGEM.

Definir e estabelecer legalmente e junto com a população, diretrizes de projeto de novas praças e de requalificação de praças existentes, de modo a propiciar seu uso como território educativo e de sustentabilidade ambiental.

Sugestões sobre Ver no documento

2.3.2.4. Ação

Considerar na formulação dos Planos de Ação das Subprefeituras a priorização de novas praças a serem implantadas e a requalificação das praças existentes pelo PLANPAVEL.
Uma sugestão
Revisar
 •  maria do carmo lotfi

em parceria com cades

Sugestões sobre Ver no documento

2.3.2.5. Ação

Promover a participação pública no desenvolvimento de projetos de novas praças e de requalificação das praças existentes previamente a sua implantação.
3 sugestões
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 •  Thiago Santos

Participação de coletivos organizados, sociedade civil, conselho (CADES Regionais) e técnicos da subprefeitura

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 •  Eiko Sugiyama

juntar com 2.3.2.2- ... requalificação das praças existentes previamente a sua implantação. O projeto deverá contemplar de forma transparente o custo dos equipamentos e da mão de obra, com padrão de sustentabilidade, a forma de contratação de empresas e a atribuição da responsabilidade pela gestão e do manejo para a manutenção.

Revisar
 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Promover a participação pública no desenvolvimento de projetos de novas praças e de requalificação das praças existentes previamente a sua implantação E PROMOVER VÍNCULOS COM A REDE PÚBLICA DE ENSINO PARA O DESENVOLVIMENTO DESTES PROJETOS, FOMENTANDO A EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA MELHOR GESTÃO E MANUTENÇÃO DESSES ESPAÇOS.

Sugestões sobre Ver no documento

2.3.3.1. Ação

Definir e estabelecer legalmente critérios e método de avaliação dos aspectos socioambientais no entorno e na área prevista para implantação do parque ou praça, a serem considerados nas diretrizes dos respectivos projetos.
2 sugestões
Revisar
 •  Eiko Sugiyama

Critérios e métodos de avaliação pressupõem consulta pública com chamamento em todas as mídias e a síntese de todas as necessidades da comunidade levantadas no evento.

Qualquer que seja o aspecto socioambiental no entorno e na área prevista para a implantação do parque ou praça, ouvir e considerar as contribuições desta população. Se necessário, promover atividade de Educação ambiental.

Sugestões sobre Ver no documento

2.3.3.2. Ação

Aplicar o método de avaliação dos aspectos socioambientais no entorno e na área prevista para implantação do parque ou praça.
2 sugestões
Excluir
 •  Eiko Sugiyama

Está contemplada no 2.3.3.1

Não acho necessário. Que método é este?

Sugestões sobre Ver no documento

2.3.3.3. Ação

Aprimorar periodicamente o método de avaliação dos aspectos socioambientais no entorno e na área prevista para implantação do parque ou praça, com base nos resultados de sua aplicação.
2 sugestões
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 •  Eiko Sugiyama

Os aspectos socioambientais do entorno da praça sofrem constantes modificações. Os critérios de avaliação devem ser universais e os resultados devem servir de parâmetro para modificar o projeto e não para modificar a avaliação.

não acho necessário.

Sugestões sobre Ver no documento

2.4.1.1. Ação

Criar programa para ampliação da cobertura vegetal nas áreas delimitadas como prioritárias pelo PMSA, favorecendo a biodiversidade e serviços ecossistêmicos, em consonância com as diretrizes do PlanClima, PMAU e PMMA-São Paulo.
Uma sugestão
Manter
 •  gleice vasconcelos

Eu gostaria que o PARQUE TELEFUNKEN, que na verdade é uma reserva de Mata Atlântica fosse incluído como Unidade Proteção ou APP. Há um projeto na Câmara para transformá-lo em parque mas isso traria a essa Àrea derrubada de árvores para implantação de equipamentos e área de lazer. Como se trata de uma área considerada contaminada e muito importante como área verde seria de muito benefício para o local onde se situa. A Prefeitura vetou a destinação dessa área que se localiza entre a Avenida Nossa Senhora do Sabará e a Miguel Yunes. Permanecendo intocada se constituiria em importante reserva ambiental para a região e para a fauna que nela habita.

Sugestões sobre Ver no documento

2.4.1.3. Ação

Manter atualizado e disponível para consulta na página virtual do órgão ambiental municipal o Cadastro das Áreas Prestadoras de Serviços Ambientais.
Uma sugestão
Manter
 •  sylvia mielnik

Com atualizações, no mínimo, anuais. Diponibilizar o mapa das Áreas Prestadoras de Serviços Ambientais no Geosampa também!

Sugestões sobre Ver no documento

2.4.4.2. Ação

Promover cursos de capacitação para restauração ecológica em áreas verdes públicas.
Uma sugestão
Revisar
 •  Lara Freitas

Promover cursos de capacitação para restauração ecológica em áreas verdes públicas para gestores, técnicos e publico em geral interessado.

Sugestões sobre Ver no documento

2.4.5.1. Ação

Elaborar estudo para delimitar os corredores de conexão de áreas verdes, priorizando a substituição de espécies exóticas por nativas.
3 sugestões
Manter
 •  sylvia mielnik

Ótimo!

Revisar
 •  gleice vasconcelos

As espécies exóticas se estão prestando serviços ambientais não devem ser substituídas. Considero importante que no plantio de novas mudas então esse critério seja observado. Se a árvore já está inserido no meio em que se situa ela deve permanecer cumprindo o seu papel na produção de sombra, conforto térmico, umidade do ar e produção de nuvens de chuva. O que se deve evitar é o plantio de novos espécimes exõticos mas não substituir. É trocar uma árvore adulta com seus benefícios ambientais por mudas que levarão anos para produzir os mesmos benefícios.

Revisar
 •  Elio J. B. Camargo

Em lugar de delimitar, intensificar e determinar os tipos de corredores (parques lineares de cursos d'água, livres ou aterrados, canteiros centrais e laterais de avenidas), que a semelhança das matas ciliares, façam ligação das áreas verdes existentes, favorecendo a manutenção e expansão da fauna e flora, pelo território do município, contribuindo para a melhoria da qualidade e devem ser priorizados nas ações.

Sugestões sobre Ver no documento

2.4.5.2. Ação

Promover conexões entre áreas verdes do MSP e municípios da RMSP, por meio da conservação e recuperação da cobertura vegetal, com base em estudo específico e em consonância com o PlanClima, PMAU, PMMA-São Paulo e PMSA, priorizando a substituição de espécies exóticas por nativas.
2 sugestões
Revisar
 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Promover conexões entre áreas verdes do MSP e municípios da RMSP, por meio da conservação e recuperação da cobertura vegetal, com base em estudo específico e em consonância com o PlanClima, PMAU, PMMA-São Paulo e PMSA, RESERVA DA BIOSFERA DO CINTURÃO VERDE DA CIDADE DE SÃO PAULO E CRIAÇÃO DE UM CINTURÃO VERDE DA CIDADE DE SÃO PAULO, priorizando a substituição de espécies exóticas por nativas E AMPLIAR EM ÁREAS DE INTERVENÇÃO DE GRANDES OBRAS PÚBLICAS E PRIVADAS, PIU, OPERAÇÕES URBANAS E SIMILARES A ÁREAS DE INFILTRAÇÃO E DE VEGETAÇÃO, CONSIDERANDO A CRIAÇÃO E FORTALECIMENTO DE CORREDORES E TRAMPOLINS ECOLÓGICOS.

Descrever o que é MSP e RMSP

Sugestões sobre Ver no documento

2.4.5.3. Ação

Definir e estabelecer legalmente critérios para a autorização de manejo da cobertura vegetal nos corredores de conexão de áreas verdes, priorizando a substituição de espécies exóticas por nativas.
Uma sugestão
Revisar
 •  gleice vasconcelos

As espécies exóticas não devem ser substituídas se estão prestando os serviços ambientais. O que se deve evitar é a continuação no plantio de espécies exóticas, aí sim, escolhendo no ato do plantio a espécie exótica pela nativa.

Sugestões sobre Ver no documento

2.4.6.1. Ação

Requisitar ao Fundo Municipal de Saneamento e Infraestrutura-FMSAI a disponibilização de recursos para o Pagamento por Serviços Ambientais, em consonância com o PlanClima, PMAU, PMMA-São Paulo e PMSA.
Uma sugestão
Manter
 •  sylvia mielnik

E recursos do FEMA também!

Sugestões sobre Ver no documento

2.4.7.2. Ação

Aplicar o IPTU Verde nos imóveis urbanos, em consonância com o PlanClima, PMAU, PMMA-São Paulo e PMSA.
Uma sugestão
Revisar
 •  Elio J. B. Camargo

Tanto quanto incentivar as áreas verdes, taxar as áreas livres (não construidas) e não verde, bem como suas proporções às áreas construidas, compensando-se não só na fruição da qualidade, mas no custo de sua obtenção.

Sugestões sobre Ver no documento

2.4.7.3. Ação

Definir e estabelecer legalmente critérios para a autorização de manejo da cobertura vegetal, considerando o impacto sobre a provisão dos Serviços Ecossistêmicos.
Uma sugestão
Manter
 •  gleice vasconcelos

Esses critérios já deveriam constar dessa consulta para melhor análise da sugestão a ser dada.

Sugestões sobre Ver no documento

2.4.7.4. Ação

Definir e estabelecer legalmente critérios para a compensação ambiental do manejo da cobertura vegetal, de forma a contribuir no incremento da provisão dos Serviços Ecossistêmicos.
Uma sugestão
Manter
 •  gleice vasconcelos

A compensação ambiental deve sempre se dar no local de supressão da vegetação e na reconstituição do quantum verde perdido. A compensação financeira não atende às necessidades ambientais e devem ser definidos critérios da forma e da necessidade da supressão de vegetação. Muitas vezes a supressão é muito maior do que necessita. A fiscalização aí nas autorizações de licenças ambientais são de extrema necessidade para o controle da destruição de áreas verdes.

Sugestões sobre Ver no documento

2.5.1.1. Ação

Criar câmara técnica no âmbito do Comitê do Sistema de Áreas Protegidas, Áreas Verdes e Espaços Livres para tratar do planejamento e gestão da cobertura vegetal e das áreas verdes públicas com a participação da sociedade civil.
3 sugestões
Excluir
 •  silvia zanotti magalhaes

A cidade é muito grande e complexa para a sociedade civil participar no nível macro, sou favorável a participação da sociedade civil no nível das subprefeituras e nao no modelo de comitês.

Revisar
 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Criar câmara técnica no âmbito do Comitê do Sistema de Áreas Protegidas, Áreas Verdes e Espaços Livres para tratar do planejamento e gestão da cobertura vegetal e das áreas verdes públicas, AVALIAÇÃO DO IMPACTO DIRETO E INDIRETO DE EMPREENDIMENTOS PÚBLICOS E PRIVADOS NAS ÁREAS VERDES, com a participação da sociedade civil.

Revisar
 •  Lara Freitas

Criar câmara técnica no âmbito do Comitê do Sistema de Áreas Protegidas, Áreas Verdes e Espaços Livres para tratar do planejamento e gestão da cobertura vegetal e das áreas verdes públicas com a participação e engajamento da sociedade civil

Sugestões sobre Ver no documento

2.5.1.3. Ação

Elaborar planos, programas e projetos setoriais de habitação, de mobilidade urbana, de melhoramentos viários e de drenagem urbana considerando a viabilidade de adotar Soluções Baseadas na Natureza.
2 sugestões
Revisar
 •  sylvia mielnik

Este item deveria estar na parte de Soluções Baseadas na Natureza (SBN) e não em gestão compartilhada.

Manter
 •  Isabela D'Andréa

Considerar pesquisas e estudos feitos pelas Universidades e facilitar o processo de participação das SBnN nas licitações de obras públicas.

Sugestões sobre Ver no documento

2.5.1.4. Ação

Mapear as propostas de criação de novos parques e de iniciativas de recuperação de áreas verdes públicas provenientes da sociedade civil organizada, como fóruns, coletivos e outros movimentos sociais.
2 sugestões
Revisar
 •  Claudio C. Maretti

(i) Promover o diagnostico de necessidades e possibilidades (ou oportunidades) de conservacao de ecossistemas (ou da biodiversidade ou de areas verdes e naturais) e (II) Promocao do alcance de metas locais, estaduais, nacionais e internacionais de conservacao (por exemplo, associadas aa Convencao sobre Diversidade Biologica, aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentavel).

Manter
 •  gleice vasconcelos

É preciso também considerar as áreas verdes em terrenos particulares que podem se transformar em Parques ou Unidades de Conservação. A emergência climática exige como meio de atenuar seus efeitos o reflorestamento da Cidade e consequente resfriamento com a diminuição das altas temperaturas. Por isso a Cidade precisa do maior número de parques e unidades de conservação possíveis.

Sugestões sobre Ver no documento

2.5.1.5. Ação

Definir e estabelecer legalmente critérios para implantação de Ecopontos em áreas verdes públicas considerando o impacto sobre a fauna silvestre, vedando sua instalação em parques municipais, em áreas de risco de inundação e outros tipos de risco.
2 sugestões
Excluir
 •  Eiko Sugiyama

O ecoponto recebe toda variedade de resíduos, inclusive tóxicas ou combustíveis. É claro que o impacto sobre a fauna silvestre será enorme, com a migração de animais para os espaços cheios de lixo (escorpião, ratos). Ecoponto não, composteira, sim.

Revisar
 •  gleice vasconcelos

Deve-ser fazer um esforço para que esses equipamentos públicos possam ser instalados em áreas já degradadas ou com prédios ou terrenos abandonados ou com dívidas de IPTU, preferindo imóveis nessas situações às áreas verdes que devem ser preservadas e conservadas.

Sugestões sobre Ver no documento

2.5.1.6. Ação

Definir e estabelecer legalmente diretrizes para elaboração de protocolos quanto ao manejo da fauna sinantrópica, de forma a conciliar a segurança sanitária com a conservação e requalificação de parques, praças entre outros tipos de áreas verdes.
Uma sugestão
Revisar
 •  Thiago Santos

Considerar organizações e técnicos para resgate de abelhas sem ferrão

Sugestões sobre Ver no documento

2.5.1.7. Ação

Criar plataforma digital de informações de parques, praças e demais áreas verdes públicas, disponibilizando mapas interativos e colaborativos como ferramenta de comunicação com o público frequentador.
3 sugestões
Revisar
 •  maria do carmo lotfi

com a participação dos conselhos gestores dos parques, forum verde, etc

Manter
 •  sylvia mielnik

Muito importante! Disponibilizar informações sobre as infraestruturas e equipamentos que cada parque dispõe (sanitários, aparelhos de ginática, quadras, pista de corrida, restaurante, etc)

Manter
 •  Eiko Sugiyama

Esta plataforma deverá conter informações de nomes oficiais, endereço e CEP, área, equipamentos, acessibilidade.

Sugestões sobre Ver no documento

2.5.1.8. Ação

Definir e estabelecer legalmente critérios de cessão de uso de áreas verdes públicas para implantação de equipamento público social de forma a assegurar que estes não sejam instalados em áreas sujeitas à inundação ou a outros tipos de riscos.
3 sugestões
Revisar
 •  Vinicius de Souza Almeida

de forma a assegurar que não sejam instalados em áreas sujeitas à inundação ou a outros tipos de riscos ou que possam impactar a conectividade com outras áreas verdes ou reduzir significativa cobertura vegetal

Revisar
 •  sylvia mielnik

E que sejam preservados os individuos arbóreos/cobertura vegetal presente na área verde pública em questão.

Revisar
 •  gleice vasconcelos

É preciso sempre considerar prioridades. Muitas vezes há outros espaços onde esses equipamentos podem ser instalados sem prejuízo para o nosso desconsiderado, indefeso, mas necessário e vital meio ambiente. Sempre há outros espaços. As áreas verdes são tão ou mais importantes do que qualquer equipamento público.

Sugestões sobre Ver no documento

2.5.1.9. Ação

Criar dispositivo legal estabelecendo contrapartida ambiental e respectivos critérios nos casos de autorização de instalação de empreendimentos enquadrados na subcategoria de uso INFRA, em áreas verdes públicas e áreas livres, previstas pela LPUOS.
2 sugestões
Revisar
 •  Eiko Sugiyama

É muito temerária a contrapartida em forma de manutenção da área verde, visto que os empreendedores desconhecem a dinâmica do espaço público verde. Neste dispositivo, o acompanhamento de comitê de praça é desejável.

Revisar
 •  gleice vasconcelos

Quando extremamente necessário deve haver critério para contrapartida. No entanto não há contrapartida em curto prazo para um dano ambiental. Muitas vezes as compensações e contrapartidas são portas que se abrem para o acesso legal às áreas verdes que são mais faceis de implementação de projetos governamentais ou privados muitas vezes contrariando o bem público por excelência que o patrimônio verde da Cidade responsável pela produção de água, equilibrio climático, abastecimento hídrico, saúde e bem estar da população.

Sugestões sobre Ver no documento

2.5.1.10. Ação

Elaborar estudo de viabilidade da criação de um programa para promover o uso das áreas verdes dos cemitérios existentes como espaço público cultural e contemplativo.
2 sugestões
Manter
 •  sylvia mielnik

Importante! No PDE esta previsto a elaboração de um Plano Municipal dos Cemitérios que nunca foi feito e deveria contemplar o apontamento presente nesta Ação.

Excluir
 •  Eiko Sugiyama

A área verde faz parte do ambiente espiritual e é espaço muito pessoal e contemplativo.

Sugestões sobre Ver no documento

2.5.1.11. Ação

Realizar a regularização ambiental dos cemitérios existentes que não possuem licença ambiental, preservando a cobertura vegetal e potencializando a conexão de áreas verdes.
Uma sugestão
Revisar
 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Realizar a regularização ambiental dos cemitérios existentes que não possuem licença ambiental, preservando a cobertura vegetal e potencializando a conexão de áreas verdes CONFORME ESTUDOS DE CORREDORES E DA CONECTIVIDADE ECOLÓGICA.

Sugestões sobre Ver no documento

2.5.2.2. Ação

Legalizar os parques existentes que não possuem dispositivo legal de criação.
Uma sugestão
Revisar
 •  Eiko Sugiyama

Legalizar com o nome oficial e endereço, com o nome da rua e número.

Sugestões sobre Ver no documento

2.5.2.4. Ação

Realizar o georreferenciamento dos perímetros dos parques municipais e instalar os respectivos marcos no local, identificando seus limites físicos.
Uma sugestão
Manter
 •  Vinicius de Souza Almeida

Incluir: Criar uma divisão ou equipe de agrimensura para análise precisa da incidência de ocorrências nos limites dos parques, praças e áreas protegidas.

Sugestões sobre Ver no documento

2.5.3.1. Ação

Elaborar plano de gestão e plano de manejo para cada parque municipal, considerando as diretrizes do PlanClima, PMAU, PMMA-São Paulo e PMSA, indicadores e índices de qualidade e resultados de pesquisas com frequentadores, administradores e membros dos conselhos gestores.
5 sugestões
Manter
 •  Carlos Minoru Morinaga

Os parques implantados sobre aterros de resíduos encerrados e sobre áreas contaminadas remediadas devem obrigatoriamente ter planos de gestão específicos, em razão de questões que podem afetar a saúde pública.

Manter
 •  Airton Cerqueira Leite

Como membro do Conselho Gestor do Volpi está proposta é muito importante e precisaser mantida.

Manter
 •  maria do carmo lotfi

o mesmo poderia ocorrer com os CADES regionais... plano de gestão

Revisar
 •  sylvia mielnik

Os Planos de Gestão e Planos de Manejo devem ser feitos de modo participativo, junto aos Conselhos Gestores dos Parques e em audiências públicas

Revisar
 •  Lara Freitas

Elaborar plano de gestão e plano de manejo para cada parque municipal, considerando as diretrizes do PlanClima, PMAU, PMMA-São Paulo e PMSA, indicadores e índices de qualidade e resultados de pesquisas com frequentadores, comunidades do entorno, administradores e membros dos conselhos gestores.

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2.5.3.2. Ação

Definir e estabelecer legalmente os procedimentos e fluxos para análise de empreendimentos a serem licenciados, que afetem parques municipais existentes e propostos.
2 sugestões
Revisar
 •  gleice vasconcelos

Esses procedimentos legais devem alcançar áreas verdes em geral, não considerando apenas parques municipais.

Revisar
 •  Vera Helena Lessa Villela

priorizando a consulta à comunidade local quanto aos impactos desses empreeendimentos na sua qualidade de vida

Sugestões sobre Ver no documento

2.5.3.3. Ação

Definir e estabelecer legalmente critérios para concessão da gestão de parques municipais, tendo como condicionante a existência do plano de gestão e plano de manejo, elaborados com participação pública e aprovado pelas instâncias competentes.
4 sugestões
Manter
 •  Carlos Minoru Morinaga

És critérios para concessão de gestão de parques implantados sobre aterros de resíduos encerrados e de áreas contaminadas remediadas devem contemplar obrigatoriamente planos de gestão com medidas específicas, em razão de aspectos que podem afetar a saúde pública.

Manter
 •  sylvia mielnik

Importante! Vide o processo do Parque Ibirapuera e Parque do Jockey

Revisar
 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Definir e estabelecer legalmente critérios para concessão da gestão de parques municipais, COM OBRIGATORIEDADE DE PARECER DO CONSELHO GESTOR, tendo como condicionante a existência do plano de gestão e plano de manejo, elaborados com participação pública e aprovado pelas instâncias competentes.

Revisar
 •  Vera Helena Lessa Villela

especificar participação pública: conselhos gestores, audiências públicas amplamente divulgadas para garantir a participação das comunidades usuárias dos parques

Sugestões sobre Ver no documento

2.5.3.4. Ação

Elaborar manual de técnicas agroecológicas, tecnologias limpas e sustentáveis, considerando inclusive o disposto no manual de permacultura, para orientar a formulação de Termos de Referência na contratação de serviços de gestão e manutenção de parques.
2 sugestões
Manter
 •  Carlos Minoru Morinaga

O manual também deve conter medidas para áreas de aterros de resíduos encerrados e áreas contaminadas remediadas.

Revisar
 •  Lara Freitas

Elaborar manual de técnicas agroecológicas, tecnologias limpas e sustentáveis, soluções baseadas na natureza (SbN), considerando inclusive o disposto no manual de permacultura, para orientar a formulação de Termos de Referência na contratação de serviços de gestão e manutenção de parques.

Sugestões sobre Ver no documento

2.5.3.5. Ação

Elaborar termos de referência para contratar serviços de gestão e manutenção de parques considerando o disposto no manual de técnicas agroecológicas, tecnologias limpas e sustentáveis, de forma a não causar danos na sobrevivência e estado fitossanitário das mudas arbóreas.
Uma sugestão
Revisar
 •  Lara Freitas

Elaborar termos de referência para contratar serviços de gestão e manutenção de parques considerando o disposto no manual de técnicas agroecológicas, tecnologias limpas e sustentáveis, soluções baseadas na natureza (SbN), de forma a não causar danos na sobrevivência e estado fitossanitário das mudas arbóreas.

Sugestões sobre Ver no documento

2.5.3.7. Ação

Atualizar as tabelas de preços públicos, incorporando itens componentes de técnicas agroecológicas, tecnologias limpas e sustentáveis para gestão e manutenção dos parques.
Uma sugestão
Revisar
 •  Lara Freitas

Atualizar as tabelas de preços públicos, incorporando itens componentes de técnicas agroecológicas, tecnologias limpas e sustentáveis, soluções baseadas na natureza (SbN) para gestão e manutenção dos parques

Sugestões sobre Ver no documento

2.5.3.8. Ação

Criar e implementar programa de capacitação continuada para os gestores e administradores de parques municipais, com conteúdo voltado para área administrativa e ambiental.
3 sugestões
Revisar
 •  maria do carmo lotfi

Que os administradores dos parques sejam eleitos pela comunidade. Devem ser profissionais com conhecimento ambiental, da comunidade onde vão atuar e competência profissional. Poderá haver uma lista com profissionais avaliados pela SVMA, mas votados pela comunidade

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 •  sylvia mielnik

Fundamental incluir os Conselheiros de Parques como público para estes programas de capacitação!!

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 •  Lara Freitas

Criar e implementar programa de capacitação continuada para os gestores e administradores de parques municipais, com conteúdo voltado para área administrativa e da sustentabilidade.

Sugestões sobre Ver no documento

2.5.3.9. Ação

Criar e implementar programa de educação ambiental para os membros dos conselhos gestores e frequentadores dos parques municipais considerando o perfil da população moradora do distrito e alinhado às demandas das escolas, dos equipamentos de saúde, de esportes, de cultura e de assistência social.
3 sugestões
Manter
 •  maria do carmo lotfi

desenvolver ações comemorativas no parque nos eventos oficiais/programação do município como "virada sustentável", "esportiva" educativa "entrada da primavera" etc

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 •  sylvia mielnik

Não só programas de educação ambiental: mas também de governo aberto; uso de ferramentas como Geosampa, Observasampa, Lei de Acesso a Informação; cursos de políticas públicas; cursos sobre o planejamento orçamentario da Prefeitura.

Revisar
 •  Lara Freitas

Criar e implementar programa de educação para a sustentabilidade para os membros dos conselhos gestores e frequentadores dos parques municipais considerando o perfil da população moradora do distrito e alinhado às demandas das escolas, dos equipamentos de saúde, de esportes, de cultura e de assistência social.

Sugestões sobre Ver no documento

2.5.3.10. Ação

Realizar a contagem diária do número de frequentadores dos parques municipais urbanos e naturais.
2 sugestões
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 •  sylvia mielnik

Importante!! E disponibilizar esta informação de forma pública, em site da SVMA e informada em relatórios mensais aos Conselhos Gestores de Parques

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 •  Eiko Sugiyama

Contar também o número de cachorros, por faixa etária e os horários.

Sugestões sobre Ver no documento

2.5.3.11. Ação

Realizar anualmente pesquisa de opinião com frequentadores, gestores e administradores e membros dos conselhos gestores de todas as categorias de parques municipais.
Uma sugestão
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 •  Lara Freitas

Realizar anualmente pesquisa de opinião com frequentadores, comunidade do entorno, gestores e administradores e membros dos conselhos gestores de todas as categorias de parques municipais.

Sugestões sobre Ver no documento

2.5.3.12. Ação

Criar campanhas de incentivo ao uso dos parques municipais alinhadas aos programas de educação ambiental.
2 sugestões
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 •  maria do carmo lotfi

fazer parceria com escolas municipais da região

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 •  Lara Freitas

Criar campanhas de incentivo ao uso dos parques municipais alinhadas aos programas de educação para sustentabilidade.

Sugestões sobre Ver no documento

2.5.3.15. Ação

Elaborar e implementar plano de comunicação visual com linguagem gráfica padronizada para identificação e facilitação do uso dos parques municipais.
Uma sugestão
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 •  sylvia mielnik

E como fica no caso de parques que foram concedidos à Iniciativa Privada, como o Parque Ibirapuera à Urbia??? Importante que esta comunicação visual padronizada e pretendida pela Prefeitura seja respeitada

Sugestões sobre Ver no documento

2.5.3.20. Ação

Definir indicadores de qualidade para cada categoria específica de parque municipal.
Uma sugestão
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 •  sylvia mielnik

E implementar Plataforma Digital para disponibilizar estes indicadores atualizados para a população, ou integra-lo ao ObservaSampa.

Sugestões sobre Ver no documento

2.5.3.21. Ação

Realizar anualmente avaliação dos indicadores de qualidade para cada categoria específica de parque municipal.
2 sugestões
Manter
 •  maria do carmo lotfi

e acrescentar sugestões para as mudanças necessárias

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 •  sylvia mielnik

E realizar um Relatório Anual de avaliação dos indicadores de qualidade dos Parques, submeter para aprovação ao CADES, e publicar na internet.

Sugestões sobre Ver no documento

2.5.4.1. Ação

Elaborar plano de gestão e plano de manejo da vegetação e de paisagismo das praças, em consonância com o PMMA-São Paulo e o PMAU, considerando entre outros aspectos o bem estar dos frequentadores e da fauna.
2 sugestões
Manter
 •  crisfuentes

O

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 •  Lara Freitas

Elaborar plano de gestão e plano de manejo da vegetação e de paisagismo das praças, em consonância com o PMMA-São Paulo e o PMAU, considerando entre outros aspectos o bem estar dos frequentadores, das comunidades do entorno e da flora e da fauna.

Sugestões sobre Ver no documento

2.5.4.2. Ação

Elaborar termos de referência para contratar serviços de gestão e manutenção de praças considerando o disposto no manual de técnicas agroecológicas, tecnologias limpas e sustentáveis, de forma a não causar danos na sobrevivência e estado fitossanitário das mudas arbóreas.
Uma sugestão
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 •  Lara Freitas

Elaborar termos de referência para contratar serviços de gestão e manutenção de praças considerando o disposto no manual de técnicas agroecológicas e permaculturais, tecnologias limpas e sustentáveis, de forma a não causar danos na sobrevivência e estado fitossanitário das mudas arbóreas.

Sugestões sobre Ver no documento

2.5.4.6. Ação

Criar o cadastro de praças e mantê-lo atualizado e disponível no GeoSampa e nas páginas virtuais das subprefeituras, indicando aquelas que têm termo de cooperação para conservação, execução e manutenção de melhorias urbanas, ambientais e paisagísticas.
Uma sugestão
Manter
 •  Wellyene Gomes Bravo

Mas é importante que essa ação tb estimule o exercício da cidadania, estabelecendo metas e estimulos para as praças com comitês de praças.

Sugestões sobre Ver no documento

2.5.4.7. Ação

Criar e implementar programa de educação ambiental para gestão participativa das praças considerando o perfil da população moradora do distrito e alinhado às demandas das escolas, dos equipamentos de saúde, de esportes, de cultura e de assistência social.
Uma sugestão
Revisar
 •  Lara Freitas

Criar e implementar programa de educação para sustentabilidade para gestão participativa das praças considerando o perfil da população moradora do distrito e alinhado às demandas das escolas, sedes de subprefeitura, dos equipamentos de saúde, de esportes, de cultura e de assistência social.

Sugestões sobre Ver no documento

2.5.4.8. Ação

Elaborar projeto e instalar iluminação específica para as praças de modo a melhorar a segurança pública, o bem-estar humano e da fauna silvestre.
Uma sugestão
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 •  Lara Freitas

Elaborar projeto e instalar iluminação específica para as praças de modo a melhorar a segurança pública, o bem-estar humano das comunidades envolvidas e da flora e da fauna silvestre.

Sugestões sobre Ver no documento

2.5.4.9. Ação

Criar programa de monitoramento da qualidade das praças, considerando no mínimo os resultados da implementação dos programas de educação ambiental para gestão participativa, de zeladoria, dos termos de cooperação para manutenção e conservação, e das pesquisas de opinião realizadas com frequentadores.
Uma sugestão
Revisar
 •  Lara Freitas

Criar programa de monitoramento da qualidade das praças, considerando no mínimo os resultados da implementação dos programas de educação para sustentabilidade para gestão participativa, de zeladoria, dos termos de cooperação para manutenção e conservação, e das pesquisas de opinião realizadas com frequentadores e da comunidade do entorno.

Sugestões sobre Ver no documento

3.1.1.1. Ação

Realizar mapeamento das calçadas que necessitam de requalificação em relação à acessibilidade, à ampliação da largura e ao aumento de permeabilidade em um raio de 500 metros de parques, praças, escolas e equipamentos de saúde, levando em consideração as rotas preferencias de deslocamento dos pedestres.
5 sugestões
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 •  Thiago Santos

Levar em consideração utilização de pisos drenantes (retenção de chuvas) alinhados a solos estruturais (desenvolvimento de raízes de espécies arbóreas)

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 •  Carla Baranzini

O Instituto Alana defende que As evidências mostram que as crianças perderam mobilidade nas últimas décadas, usufruindo de poucas oportunidades de acessar de forma independente equipamentos públicos e outros locais os quais elas frequentam como escolas, estabelecimentos comerciais, áreas de lazer etc. Sugerimos que a requalificação viária leve em consideração as especificidades do seu uso por crianças de forma autônoma: a) segurança na malha viária, b) sinalização a uma altura possível da criança enxergar c) intervenções lúdicas na calçadas e muros para as crianças brincarem e para sinalizar locais que exigem maior atenção d) redução da velocidade de veículos automotores (recomenda-se a velocidade passeio de 30km/h no máximo) e e) priorizar a constituição de rotas seguras que liguem as áreas verdes e espaços livres à equipamentos públicos, como escolas ou áreas residenciais. As rotas seguras são trajetos que oferecem condições especiais (como as acima descritas) para a circulação de crianças, como pode ser conferido no Plano Diretor (capítulo X) de Jundiaí. Medidas como esta buscam combater o grande número de acidentes de trânsito envolvendo crianças. Dados apontam que este tipo de acidente representa 30% das causas de mortes entre crianças. Por outro lado, estas medidas de promoção da mobilidade ativa colabora com a saúde pública entre crianças e responde a uma necessidade urgente de enfrentamento do aumento da obesidade infantil, relacionada à maus hábitos alimentares associada a uma vida mais sedentária. Dados apontam que 1 a cada 3 crianças entre 5 e 9 anos é obesa ou tem sobrepeso e uma das principais estratégias de enfrentamento dessa pandemia é mudar o ambiente ao qual a criança está exposta de forma a favorecer a atividade física independente e diária. Nesse contexto a mobilidade ativa e segura é fundamental. Assim, é preciso assegurar a segurança e mais do que tudo o acesso às estas áreas, garantindo tanto boas condições para a mobilidade ativa (bicicletas e pedestres) quanto pelo transporte público. Criar acesso é permitir a garantia a um ambiente saudável, previsto no artigo 225, assim como priorizar o cuidado com as crianças expresso no artigo 227, ambos da Constituição Federal. Para mais informações sobre a requalificação viária no entorno de parques, praças e escolas sob o ponto de vista das crianças e jovens: https://criancaenatureza.org.br/acervo/designing-streets-for-kids/ Bicicleta para uma infância saudável - a importância da bicicleta para o desenvolvimento infantil.

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 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Realizar mapeamento das calçadas que necessitam de requalificação em relação à acessibilidade, à ampliação da largura e ao aumento de permeabilidade em um raio de 500 metros de parques, praças, escolas e equipamentos de saúde, levando em consideração as rotas preferencias de deslocamento dos pedestres, UTILIZANDO FERRAMENTAS PARTICIPATIVAS INTEGRADAS ÀS PLATAFORMAS DIGITAIS DE MONITORAMENTO REMOTO.

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 •  Elio J. B. Camargo

Mapeamento das calçadas, escadas (com corrimão), principalmente no perímetro destes e internamente (parques e praças). Prever também a necessidade de varrição periódica nestas (calçadas e escadas), que hoje não faz parte do contrato com as prestadoras de serviço.

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 •  Lara Freitas

Realizar mapeamento das calçadas e travessias que necessitam de requalificação em relação à acessibilidade, à ampliação da largura e ao aumento de permeabilidade em um raio de 500 metros de parques, praças, escolas, sedes de subprefeitura e equipamentos de saúde, levando em consideração as rotas preferenciais ao deslocamento dos pedestres, considerando os princípios de cidades para pessoas e visão zero acidentes.

Sugestões sobre Ver no documento

3.1.1.2. Ação

Requalificar, quando necessário, as calçadas em relação à acessibilidade, à ampliação da largura e ao aumento de permeabilidade em um raio de 500 metros de parques, praças, escolas e equipamentos de saúde, levando em consideração as rotas preferencias de deslocamento dos pedestres.
3 sugestões
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 •  Thiago Santos

E considerar rotas próximas a ciclovias e ciclofaixas que sejam mais atrativas também para ciclistas

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 •  Elio J. B. Camargo

Requalificar as calçadas e escadas (com corrimão), principalmente no perímetro destes e internamente (parques e praças). Efetuar também a varrição periódica nestas (calçadas e escadas), que hoje não faz parte do contrato com as prestadoras de serviço.

Revisar
 •  Lara Freitas

Requalificar, quando necessário, as calçadas e travessias que necessitam de requalificação em relação à acessibilidade, à ampliação da largura e ao aumento de permeabilidade em um raio de 500 metros de parques, praças, escolas, sedes de subprefeitura e equipamentos de saúde, levando em consideração as rotas preferenciais ao deslocamento dos pedestres, considerando os princípios de cidades para pessoas e visão zero acidentes.

Sugestões sobre Ver no documento

3.1.1.3. Ação

Realizar levantamento das vias com viabilidade de receber medidas moderadoras de tráfego no entorno de parques, praças, escolas e equipamentos de saúde, em consonância com as diretrizes do PlanMob.
3 sugestões
Revisar
 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Realizar levantamento das vias com viabilidade de receber medidas moderadoras de tráfego no entorno de parques, praças, escolas e equipamentos de saúde, em consonância com as diretrizes do PlanMob, E COM A SEGURANÇA DOS CORREDORES DE RECUPERAÇÃO ECOLÓGICA.

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 •  Elio J. B. Camargo

E a necessidade de implantar as Rotas Escolares para as escolas e iguais medidas de segurança na mobilidade para os acessos aos equipamentos de saúde, parques, praças e outros demandados destinos. Solicitar, a semelhança das Rotas Escolares fixação de medidas e parâmetros para a Gerência de Segurança da CET.

Revisar
 •  Lara Freitas

Realizar levantamento das vias com viabilidade de receber medidas moderadoras de tráfego no entorno de parques, praças, escolas, sedes de subprefeitura e equipamentos de saúde, em consonância com as diretrizes do PlanMob e Plano Vida Segura.

Sugestões sobre Ver no documento

3.1.1.4. Ação

Implantar medidas moderadoras de tráfego no entorno de parques, praças, escolas e equipamentos de saúde, em consonância com as diretrizes do PlanMob.
3 sugestões
Revisar
 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Implantar medidas moderadoras de tráfego no entorno de parques, praças, escolas e equipamentos de saúde, em consonância com as diretrizes do PlanMob, E COM A SEGURANÇA DOS CORREDORES DE RECUPERAÇÃO ECOLÓGICA.

Revisar
 •  Elio J. B. Camargo

Implantar as Rotas Escolares para as escolas e iguais medidas de segurança na mobilidade para os acessos aos equipamentos de saúde, parques, praças e outros demandados destinos. Solicitar, a semelhança das Rotas Escolares fixação de medidas e parâmetros para a Gerência de Segurança da CET.

Revisar
 •  Lara Freitas

Implantar medidas moderadoras de tráfego no entorno de parques, praças, escolas, sedes de subprefeitura e equipamentos de saúde, em consonância com as diretrizes do PlanMob e Plano Vida Segura.

Sugestões sobre Ver no documento

3.1.1.5. Ação

Definir e estabelecer legalmente os critérios para aproveitamento das áreas remanescentes de desapropriação para ampliação dos espaços livres públicos.
Uma sugestão
Revisar
 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Definir e estabelecer legalmente os critérios para aproveitamento das áreas remanescentes de desapropriação para ampliação dos espaços livres públicos, INCLUSIVE COM REVERSÃO DE ÁREAS EDIFICADAS ABANDONADAS, REVITALIZAÇÃO E RENATURALIZAÇÃO DE RIBEIRÕES.

Sugestões sobre Ver no documento

3.1.1.6. Ação

Implantar ciclovias e ciclofaixas no entorno dos parques municipais de modo a facilitar sua conexão com os equipamentos públicos sociais e outras áreas verdes integrantes do SAPAVEL, em consonância com as metas definidas pelo PlanMob.
3 sugestões
Revisar
 •  maria do carmo lotfi

levantar áreas para ampliação de ciclovias e ciclofaixas, além da área no entorno de parques

Revisar
 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Implantar ciclovias, ciclofaixas E VIAS COMPARTILHADAS no entorno dos parques municipais de modo a facilitar sua conexão com os equipamentos públicos sociais e outras áreas verdes integrantes do SAPAVEL, em consonância com as metas definidas pelo PlanMob.

Revisar
 •  Lara Freitas

Implantar ciclovias e ciclofaixas no entorno dos parques municipais de modo a facilitar sua conexão com os equipamentos públicos sociais e outras áreas verdes integrantes do SAPAVEL, em consonância com as metas definidas pelo PlanMob e Plano Vida Segura.

Sugestões sobre Ver no documento

3.1.1.7. Ação

Definir e estabelecer legalmente critérios para alienação das áreas remanescentes de desapropriação, quando não forem objeto de interesse público.
Uma sugestão
Revisar
 •  Elio J. B. Camargo

, mediante prévia consulta pública ao entorno.

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3.1.1.8. Ação

Definir e estabelecer legalmente as regras para que os serviços de vigilância patrimonial sejam contratados de acordo com as especificidades de cada parque municipal.
Uma sugestão
Revisar
 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Definir e estabelecer legalmente as regras para que os serviços de vigilância patrimonial sejam contratados de acordo com as especificidades de cada parque municipal, SEU PLANO DE MANEJO, O USO EDUCATIVO DO PARQUE E AS FORMAS DE VISITAÇÃO.

Sugestões sobre Ver no documento

3.2.1.1. Ação

Elaborar mapa com os padrões de espaços livres intraquadra por distrito, com base no atual mapa digital da cidade e futuras atualizações.
Uma sugestão
Revisar
 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Elaborar mapa e levantamento com os padrões de espaços livres urbanos e intraquadra por distrito, com coeficiente de permeabilidade e vegetação existente, com base no atual mapa digital da cidade e futuras atualizações, E COM DEFINIÇÃO DE ÁREAS DE DESAPROPRIAÇÃO, DE DIREITO DE PREEMPÇÃO E DE ARRECADAÇÃO DE BEM VAGO E ABANDONADO.

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3.2.1.3. Ação

Definir e estabelecer legalmente parâmetros de ocupação do solo que contribuam para o melhor arranjo e desempenho dos espaços livres intraquadra, a melhoria da qualidade ambiental e das condições de conforto, em consonância com as diretrizes do PlanClima, do PMAU e PMMA-São Paulo.
Uma sugestão
Revisar
 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Definir e estabelecer legalmente parâmetros de ocupação do solo que contribuam para o melhor arranjo e desempenho dos espaços livres intraquadra, a melhoria da qualidade ambiental e das condições de conforto, em consonância COM A PLATAFORMA INTEGRADA DE MONITORAMENTO REMOTO PREVISTA NO 3.1.1.1 E com as diretrizes do PlanClima, do PMAU e PMMA-São Paulo.

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3.3.1.2. Ação

Articular por meio dos representantes da PMSP no Programa Córrego Limpo, a remoção dos pontos de lançamento de esgoto nos cursos d’água em consonância com o Projeto Tietê.
Uma sugestão
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 •  sonia imperio hamburger

Estabelecer programa e recursos para tratamento local de esgotos e resíduos utilizando tecnologia acessível e fomentando a descentralização do tratamento o que implica em baixar o custo e aproximar a prática da população garantindo o efetivo acompanhamento e conscientizando cada pessoa que acompanha o processo. 

Sugestões sobre Ver no documento

3.3.1.4. Ação

Elaborar termos de referência para contratar serviços de execução de obras nos cursos d’água considerando a adoção de Soluções Baseadas na Natureza.
3 sugestões
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 •  Isabela D'Andréa

Incluir parceria com universidades, cooperativas, associações comunitárias, organizações da sociedade civil, pequenas empresas locais e população em geral para a contratação de serviços e o fomento a geração de emprego e renda, sobretudo nas áreas próximas à comunidades vulneráveis.

Revisar
 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Elaborar termos de referência para contratar serviços de execução de obras nos cursos d’água considerando a adoção de Soluções Baseadas na Natureza, INTRODUÇÃO DE VEGETAÇÃO NATIVA E ESTUDOS DA BACIA.

Revisar
 •  gleice vasconcelos

Obras em curso de água somente em excepcional necessidade. As intervenções humanas precisam ser muito criteriosas no momento presente em que cada árvore, cada nascente é de extrema importância no conjunto dos bens produzidos pela Natureza.

Sugestões sobre Ver no documento

3.3.1.5. Ação

Atualizar as tabelas de preços públicos, incorporando itens componentes de Soluções Baseadas na Natureza para as intervenções em cursos d’água.
Uma sugestão
Revisar
 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Atualizar as tabelas de preços públicos, incorporando itens componentes de Soluções Baseadas na Natureza para as intervenções em cursos d’água E AMPLIAÇÃO DE CORREDORES DE RECUPERAÇÃO ECOLÓGICA.

Sugestões sobre Ver no documento

3.3.2.3. Ação

Criar programa de remoção de canalização fechada de nascentes e cursos d’água associado à implantação de programa de educação ambiental.
2 sugestões
Revisar
 •  Elio J. B. Camargo

e fontes d'água para a fauna existente (afinal, onde bebem nossos pássaros?!). Além de criar o programa, executar, principalmente com a participação das escolas no entorno (públicas e particulares.

Revisar
 •  Lara Freitas

Criar programa de remoção de canalização fechada de nascentes e cursos d’água associado à implantação de programa de renaturalização de córregos e educação para sustentabilidade.

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3.4.1.1. Ação

Criar programa de permeabilização das calçadas, em consonância com o PMAU e o Manual Desenho Urbano e Obras Viárias da Cidade de São Paulo.
Uma sugestão
Revisar
 •  Elio J. B. Camargo

Criar programa de permeabilização das calçadas, destinando a água natural da chuva para a chamada área de serviço e / ou acesso, exceto o passeio livre (área de circulação dos pedestres), que deve ser rígido, mantendo sua forma original. Observar a lei das calçadas, e não destinando para estas, a água pluvial dos lotes.

Sugestões sobre Ver no documento

3.4.1.2. Ação

Implantar asfalto permeável em vias públicas na norma técnica em vigor e em consonância com o PMAU e o Manual Desenho Urbano e Obras Viárias da Cidade de São Paulo.
Uma sugestão
Manter
 •  Carla Baranzini

O Instituto Alana sugere considerar e utilizar pesquisas e estudos feitos por Universidades e facilitar o processo de participação desses estudos, pesquisas e soluções nas licitações de obras públicas.

Sugestões sobre Ver no documento

3.4.1.3. Ação

Definir e estabelecer legalmente os critérios de desempenho da permeabilidade para as vias públicas com asfalto permeável implantado, considerando a bacia hidrográfica.
Uma sugestão
Revisar
 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Definir e estabelecer legalmente os critérios de desempenho da permeabilidade para as vias públicas com asfalto permeável implantado, considerando a bacia hidrográfica, ASPECTOS GEODIN MICOS DA REDE DE DRENAGEM, A INCLUSÃO DE VEGETAÇÃO ARBÓREAS NAS VIAS PÚBLICAS, AMPLIAÇÃO DE CALÇADAS E IMPLANTAÇÃO DE PROGRAMAS INFRAESTRUTURA VERDE.

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3.4.2.1. Ação

Realizar levantamento dos logradouros públicos potenciais e prioritários para implantação de medidas alternativas de retenção e de infiltração das águas pluviais e de controle da poluição difusa, como jardins de chuva, biovaletas, trincheiras de infiltração, wetlands, entre outras técnicas, considerando os riscos de doenças relacionadas a animais sinantrópicos e arboviroses.
2 sugestões
Revisar
 •  Marlene Bicalho

O levantamento e proposta de soluções baseadas na natureza ou infraestrutura verde deve ser conectado com outras Secretarias, com a de Transportes, de Obras, bem como a área de segurança hídrica e drenagem, para serem ações eficientes e vistas em contexto maior e multidisciplinar. As comunidades locais de bairros precisam participar do ponto de vista da visualização desses projetos, como forma de opinar na qualidade de usuários da paisagem

Revisar
 •  sonia imperio hamburger

Desativar piscinões a partir da prática de tecnicas e tecnologias baseadas na natureza

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3.4.2.2. Ação

Criar programa para implantar em logradouros públicos medidas alternativas de retenção e de infiltração das águas pluviais e de controle da poluição difusa, como jardins de chuva, biovaletas, trincheiras de infiltração, wetlands, entre outras técnicas, com base no levantamento dos locais com potencial e prioritários para implantação dessas medidas.
2 sugestões
Manter
 •  Wellyene Gomes Bravo

Descentralizar verba para as subprefeituras para melhor adequação da realidade do território

Revisar
 •  Marlene Bicalho

ugestão é a melhoria da metodologia: que o estudo feito seja divulgado, através de PROCEDIMENTO PADRÃO, antes da implantação em nível local pelos grupos interessados, CADES e interessados, a fim de promover engajamento e entendimento sobre o porquê das soluções e garantir os cuidados necessários com as novas soluções implantadas.

Sugestões sobre Ver no documento

3.4.2.3. Ação

Elaborar estudo, em parceria com a Universidade, visando definir os critérios sobre o desempenho das medidas alternativas de retenção e de infiltração das águas pluviais e de controle da poluição difusa, como jardins de chuva, biovaletas, trincheiras de infiltração, entre outras técnicas, implantadas em logradouros públicos, considerando a bacia hidrográfica.
Uma sugestão
Revisar
 •  Marlene Bicalho

Sugestão é a melhoria da metodologia: que o estudo feito seja divulgado, através de PROCEDIMENTO PADRÃO, antes da implantação em nível local pelos grupos interessados, CADES e interessados, a fim de promover engajamento e entendimento sobre o porquê das soluções e garantir os cuidados necessários com as novas soluções implantadas.

Sugestões sobre Ver no documento

3.5.1.1. Ação

Criar câmara técnica no âmbito do Comitê do Sistema de Áreas Protegidas, Áreas Verdes e Espaços Livres para tratar do planejamento e gestão dos espaços livres públicos e particulares.
Uma sugestão
Revisar
 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Criar câmara técnica no âmbito do Comitê do Sistema de Áreas Protegidas, Áreas Verdes e Espaços Livres para tratar do planejamento e gestão dos espaços livres públicos e particulares E FORMAS DE COOPERAÇÃO COM OS NÚCLEOS REGIONAIS DE PLANEJAMENTO, TERRITÓRIOS DE INTERESSE DA CULTURA E DA PAISAGEM, ÓRGÃOS DE PATRIMÔNIO E COM GOVERNO ESTADUAL E FEDERAL NESSAS ÁREAS, OPERANDO COM BASE EM VALORES DE TRANSPARÊNCIA, PARTICIPAÇÃO SOCIAL E ESTUDOS DE VIABILIDADE E IMPACTO ECONÔMICO-SOCIAL.

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3.5.1.5. Ação

Implantar sistema de monitoramento permanente da aplicação da Quota Ambiental (QA) considerando no mínimo a taxa de permeabilidade, o número de árvores plantadas, o número de árvores não suprimidas e a área de cobertura vegetal no lote.
Uma sugestão
Manter
 •  Carlos Minoru Morinaga

Deve ficar claro que, no caso da aplicação da quota não estar sendo mantida, o órgão de licenciamento deve ser comunicado para suspender os benefícios obtidos, quando da aprovação do projeto.

Sugestões sobre Ver no documento

3.5.1.6. Ação

Definir os aspectos a serem revisados e estabelecer legalmente a revisão da Quota Ambiental (QA) com base nos dados de monitoramento e avaliação de sua aplicação visando aprimorar seu desempenho.
Uma sugestão
Revisar
 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Definir os aspectos a serem revisados e estabelecer legalmente a revisão da Quota Ambiental (QA) com base nos dados de monitoramento, INTEGRADA COM A PLATAFORMA PREVISTA NO ITEM 3.1.1.1 e avaliação de sua aplicação visando aprimorar seu desempenho.

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3.5.1.7. Ação

Realizar fóruns anuais de discussão reunindo órgãos públicos e colegiados (CADES, Conselhos Gestores de Parques e Unidades de Conservação, entre outros) para debater a integração do uso e ocupação dos espaços livres públicos.
3 sugestões
Revisar
 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Realizar fóruns anuais de discussão reunindo órgãos públicos e colegiados (CADES, Conselhos Gestores de Parques e Unidades de Conservação, NÚCLEOS REGIONAIS DE PLANEJAMENTO, entre outros) para debater a integração do uso e ocupação dos espaços livres públicos.

Revisar
 •  Elio J. B. Camargo

Incluir a Câmara Temática de Mobilidade a Pé, do Conselho Municipal de Trânsito e Transportes da Secretaria de Mobilidade e Transportes.

Revisar
 •  Lara Freitas

Realizar fóruns anuais de discussão reunindo órgãos públicos e colegiados (CADES municipal e regionais, Conselhos Gestores de Parques e Unidades de Conservação, entre outros) para debater a integração do uso e ocupação dos espaços livres públicos.

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3.5.1.8. Ação

Elaborar estudo do entorno dos espaços livres, para identificar aspectos relevantes da paisagem a serem preservados pelos dispositivos legais da política de desenvolvimento urbano.
Uma sugestão
Revisar
 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Elaborar estudo do entorno dos espaços livres, para identificar aspectos relevantes da paisagem a serem preservados pelos dispositivos legais da política de desenvolvimento urbano E DIN MICAS URBANAS NO ENTORNO DE ÁREAS DE VEGETAÇÃO NATIVA E BOSQUES HETEROGÊNEOS.

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4.1.1.1. Ação

Criar programa de comunicação, que considere o contexto da mudança do clima, para difundir amplamente, junto aos órgãos do poder público e à sociedade em geral, de maneira clara e acessível, com informação qualificada, os benefícios gerados pelas áreas protegidas, áreas verdes e espaços livres, contemplando os mecanismos de avaliação dos resultados da sua implementação.
4 sugestões
Manter
 •  Carla Baranzini

O Instituto Alana sugere que Neste programa de comunicação como o próprio conceito dos Serviços Ecossistêmicos (SE) sugerimos que no contexto da mudança do clima seja feita ampla comunicação sobre os imapctos das mudancas nas crianças e adolescentes, mais vulneráveis a estes , bem como os enormes benefícios estas obtém da interação entre comunidades vegetais, animais e de microrganismos e o seu meio inorgânico, incluindo provisão (como alimentos e água); regulação (de inundações, secas, degradação do solo etc.); suporte (formação do solo, ciclagem de nutrientes etc.); culturais, como lazer, espiritual, religioso e outros benefícios não materiais. Ref. Decreto Federal no 2.519/1998, Anexo) e https://www.embrapa.br/tema-servicos-ambientais/sobre-o-tema

Revisar
 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Criar programa de comunicação, que considere o contexto da mudança do clima, para difundir amplamente, junto aos órgãos do poder público e à sociedade em geral, de maneira clara e acessível, com informação qualificada, os benefícios gerados pelas áreas protegidas, áreas verdes e espaços livres, contemplando os mecanismos de avaliação dos resultados da sua implementação E DE RECURSOS DECORRENTES DE COMPENSAÇÃO AMBIENTAL.

Manter
 •  gleice vasconcelos

Essa comunicação é urgente e inadiável em face da emergência climática.Teria que ser considerada como ação prioritária da Gestão Ambiental.

Revisar
 •  Lara Freitas

Criar programa de comunicação, que considere o contexto da mudança do clima, para difundir amplamente, junto aos órgãos do poder público e à sociedade em geral, de maneira clara e acessível, com informação qualificada, os benefícios gerados pelas áreas protegidas, áreas verdes e espaços livres e as comunidades envolvidas, contemplando os mecanismos participativos de avaliação dos resultados da sua implementação.

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4.1.1.2. Ação

Estabelecer parcerias com universidades e terceiro setor para o desenvolvimento de projetos, pesquisas e metodologias de mensuração dos benefícios dos serviços ecossistêmicos para a promoção da saúde e bem-estar.
2 sugestões
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 •  Carla Baranzini

O Instituto Alana sugere que o uso de metodologias específicas de mensuração de como e onde as crianças estabelecem conexões significativas com a natureza. Um exemplo desse tipo de instrumento de avaliação foi descrito no artigo A Framework to Assess Where and How Children Connect to Nature, que apresenta um modelo para direcionar políticas públicas que relacionem espaços verdes urbanos e os benefícios que eles são capazes de trazer para as crianças e jovens. Referência completa: Giusti Matteo, Svane Ulrika, Raymond Christopher M., Beery Thomas H. A Framework to Assess Where and How Children Connect to Nature. Frontiers in Psychology, V. 8, 2018, p. 2283 https://www.frontiersin.org/article/10.3389/fpsyg.2017.02283, DOI=10.3389/fpsyg.2017.02283 Sugerimos ainda que a mensuração dos benefícios dos SE seja utilizada não só para promoção da saúde e bem-estar mas que seja utilizada para fomentar e subsidiar a elaboração, implantação e avaliação de políticas públicas voltadas à provisão de serviços ambientais. Além de desenvolver e disponibilizar estratégias e práticas de mitigação e adaptação aos efeitos das mudanças climáticas sobre a biodiversidade e os serviços ambientais, com destaque para o estresse hídrico e poluição do ar. Este trabalho pode auxiliar e contribuir com o andamento do Projetos de Lei que está no Congresso Nacional, e que apesar de não ter ainda sido aprovado da Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais, que traria diretrizes e apoio aos PSA. Neste item ao se pensar em metodologias sugerimos que os indicadores a serem utilizados nestes estudos possam aferir os serviços ambientais em diferentes contextos, podendo medir aspectos ecológicos, sociais ou econômicos. Em especial a necessidade de diminuir a vulnerabilidade das crianças e adolescentes e dos ecossistemas, buscando ampliar a resiliência dos sistemas, além de promover o uso sustentável da biodiversidade e dos recursos hídricos; e também destes serem vistos como instrumentos de mitigação dos riscos advindos das mudanças climáticas e de compensação por serviços ambientais; bem como ressalta a valorização de serviços ambientais oferecidos pelos agroecossistemas (http://www.observatoriodoclima.eco.br/). Vale citar o Programa Produtor de Água da Agência Nacional de Águas foi precursor no Pagamento por Serviços Ambientais Hídricos no Brasil (http://www.ana.gov.br/produagua/), sendo voluntário com propósito principal de controlar a poluição difusa rural, dirigido prioritariamente a bacias hidrográficas de importância estratégica para o Brasil.

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 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Estabelecer parcerias com universidades e terceiro setor para o desenvolvimento de projetos, pesquisas e metodologias de mensuração dos benefícios dos serviços ecossistêmicos para a promoção da saúde e bem-estar E GERAÇÃO DE RENDA E ACESSO À CIÊNCIA E EDUCAÇÃO EM ÁREAS SOCIOAMBIENTAIS VULNERÁVEIS.

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5.1.1.1. Ação

Criar Comitê Gestor do Sistema de Áreas Protegidas, Áreas Verdes e Espaços Livres (SAPAVEL) constituído por representantes da administração direta e indireta, da universidade e da sociedade civil para articular as demandas referentes ao planejamento, investimentos, gestão, informações e integração metropolitana considerando as peculiaridades de cada região.
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 •  Claudio C. Maretti

Esse sistema poderia ter as relacoes com outras areas protegidas no municipio (nao do municipio)

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 •  Carlos Minoru Morinaga

... constituído de forma paritária por representantes da administração direta e indireta, da universidade e da sociedade civil...

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 •  sylvia mielnik

A composição deve ser constituida de modo paritário entre Poder Público e Sociedade Civil, isto é, 50% de cada. A composição da Sociedade Civil deve ser feita a partir de eleições e/ou indicações de outros conselhos como CADES, CADES Regionais e Conselhos Gestores de Parques.

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 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Criar Comitê Gestor do Sistema de Áreas Protegidas, Áreas Verdes e Espaços Livres (SAPAVEL) constituído por representantes da administração direta e indireta, da universidade e da sociedade civil para articular as demandas referentes ao planejamento, investimentos, gestão, informações e integração metropolitana considerando as peculiaridades de cada região E FORMAS DE DIÁLOGOS COM OS ÓRGÃOS SETORIAIS DESCENTRALIZADOS, COM OS NÚCLEOS REGIONAIS DE PLANEJAMENTO E INSTÂNCIAS DE GESTÃO PARTICIPATIVA.

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 •  sonia imperio hamburger

Criar comitês de bairro que tenham canais de comunicação facilitados tanto com as subprefeituras como com svma ou secretarias outras para cuidados de áreas verdes locais, arborização das ruas, obras que não respeitam parametros de conservação, e etc.

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5.1.1.2. Ação

Definir e criar legalmente sistema integrado de indicadores de implementação e monitoramento do Sistema de Áreas Protegidas, Áreas Verdes e Espaços Livres (SAPAVEL), estruturado de forma regionalizada, que subsidiem o sistema de indicadores e monitoramento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável-ODS municipais e do BioSampa, entre outros.
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 •  Lara Freitas

Os indicadores também positivos também podem colaborar para que o município de São Paulo tenha pontuação no Município Verde-Azul

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5.1.1.3. Ação

Criar observatório e estratégia de comunicação da implementação do PLANPAVEL com a participação de órgãos colegiados e da sociedade civil.
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 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Criar observatório e estratégia de comunicação da implementação do PLANPAVEL com a participação de órgãos colegiados e da sociedade civil, DA TRANSPARẼNCIA DE RECURSOS ARRECADADOS E INVESTIDOS E DE FERRAMENTAS PARTICIPATIVAS E DE MONITORAMENTO.

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 •  malukovalski

o que seriam esses órgãos colegiados?

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5.1.1.4. Ação

Elaborar projetos setoriais de habitação, de mobilidade urbana, de melhoramentos viários e de drenagem urbana, integrados aos projetos de implantação e ampliação de parques, praças e outras áreas verdes públicas, de forma a otimizar a aplicação de recursos financeiros.
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 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Elaborar projetos setoriais de habitação, de mobilidade urbana, de melhoramentos viários e de drenagem urbana, PROTEÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO, integrados aos projetos de implantação e ampliação de parques, praças e outras áreas verdes públicas, de forma a otimizar a aplicação de recursos financeiros.

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 •  Lara Freitas

Elaborar projetos setoriais de habitação, de mobilidade urbana com prioridade para mobilidade ativa, de melhoramentos viários com foco em cidade para pessoas/visão zero acidentes, de manejo integrado das águas urbanas e infraestrutura verde e azul, adotar foco no aumento da taxa de permeabilidade, com a implementação de projetos de parques, praças e outras áreas verdes públicas, de forma a otimizar a aplicação de recursos financeiros.

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5.1.1.5. Ação

Contratar obras para implementação de projetos setoriais de habitação, de mobilidade urbana, de melhoramentos viários, de drenagem urbana e de saneamento integradas com a implementação de projetos de parques, praças e outras áreas verdes públicas, de forma a otimizar a aplicação de recursos financeiros.
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 •  Carla Baranzini

Sugestão de texto do Instituto Alana Contratar obras para implementação de projetos setoriais de habitação, de mobilidade urbana, de melhoramentos viários, de drenagem urbana e de saneamento integradas com a implementação de projetos de parques, praças e outras áreas verdes públicas, de forma a otimizar a aplicação de recursos financeiros. Na contratação de obras é importante considerar a presença das universidades, cooperativas, associações comunitárias, organizações da sociedade civil, pequenas empresas, (para as questões habitacionais, considerar a Assistência Técnica de Habitação de Interesse Social - ATHIS) e população em geral a fim de incorporar a participação social e fomentar a geração de emprego e renda. Vale observar também os procedimentos necessários para que consigam participar dos processos de licitação. Referências ATHIS é um direito a ser garantido pelo Estado através de suas políticas públicas. A Lei da Assistência Técnica (Lei Federal 11.888/2008) tem como um de seus fundamentos o direito à moradia. O papel do executivo é garantir um “lugar” da ATHIS dentro da administração pública a partir da Secretaria de Habitação ou outras afins .

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 •  Lara Freitas

Contratar obras para implementação de projetos setoriais de habitação, de mobilidade urbana com prioridade para mobilidade ativa, de melhoramentos viários com foco em cidade para pessoas/visão zero acidentes, de manejo integrado das águas urbanas e infraestrutura verde e azul, adotar foco no aumento da taxa de permeabilidade, com a implementação de projetos de parques, praças e outras áreas verdes públicas, de forma a otimizar a aplicação de recursos financeiros.

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5.1.1.8. Ação

Elaborar programa de educação ambiental para difusão e valorização do patrimônio cultural, histórico e ambiental dos componentes do Sistema de Áreas Protegidas, Áreas Verdes e Espaços Livres (SAPAVEL), priorizando os Territórios de Interesse da Cultura e Paisagem (TICP) de acordo com o conceito definido pelo PDE.
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 •  Lara Freitas

Programa de Educação para Sustentabilidade e regeneração, deve ser uma abordagem mais apropriada para colaborar com o Sistema de áreas protegidas, áreas verdes e espaços livres (SAPAVEL), principalmente na formação dos gestores, dos voluntários e usuários.

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5.1.1.9. Ação

Estabelecer parceria entre a SVMA e a Secretaria Municipal de Educação (SME) para desenvolver programas de educação ambiental com base nos processos da educomunicação.
3 sugestões
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 •  gleice vasconcelos

Educação ambiental nas escolas é de extrema necessidade. Crianças e Jovens precisam conhecer o meio em que vivem, conhecer a Natureza e os benefícios por ela trazidos, principalmente por os seres vivos, inclusive humanos, são peças desse ecossistema. E só cuida quem conhece se não for por amor.

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 •  Elio J. B. Camargo

Incluir as escolas privadas na parceria, afinal todos precisam da educação ambiental!

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 •  Lara Freitas

Para uma abordagem mais ampla e atualizada, deverá ser de educação para sustentabilidade e regeneração.

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5.1.1.10. Ação

Criar e manter plataforma digital para registro de Planos, Programas e Projetos correlatos ao Sistema de Áreas Protegidas, Áreas Verdes e Espaços Livres (SAPAVEL), visando a articulação e integração das ações convergentes.
Uma sugestão
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 •  INSTITUTO DA PAISAGEM

Criar e manter plataforma digital para registro de Planos, Programas e Projetos correlatos ao Sistema de Áreas Protegidas, Áreas Verdes e Espaços Livres (SAPAVEL), visando a articulação e integração das ações convergentes E SUA PLENA TRANSPARÊNCIA.

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