Javascript não suportado Qual comentário ou contribuição você quer fazer ao PlanHidro SP?
Início

Qual comentário ou contribuição você quer fazer ao PlanHidro SP?

Respostas abertas (13)


Fora do período de participação
  • VICTOR CARVALHO PINTO

    O custo total do Plano, segundo a Apresentação, é de 17.15 bi de reais. Um estudo precisa ser feito, procurando-se maximizar a geração de receitas próprias, de modo a viabilizar a sustentabilidade financeira do plano. Diversas atividades previstas, como transporte, ecoportos, ecoparques, espaços comerciais e eventos na orla podem gerar receitas. Além disso, a valorização imobiliária do entorno pode ser capturada por meio de contribuição de melhoria, concessão urbanística, PIU ou operação urbana consorciada, o que pode exigir alteração das já existentes. Também é possível auferir receitas pelos serviços ambientais derivados da implementação do plano. Sugere-se a abertura de procedimento de manifestação de interesse (PMI) para apresentação de estudos e sugestões para concessões e PPPs voltadas para a implementação do plano, abrangendo as hidrovias, a orla e um entorno urbano de até 3 km.

    Nenhuma resposta
    • Gabriel da Silva Prado

      Como morador da região da Zona Sul, acredito que urge a necessidade de inclusão de algum Ecoporto / Atracadouro de Lazer na região do Vila Gilda/ Jardim Aracati/Cidade Ipava. Essa região faz parte do distrito do Jardim Angela sendo o segundo maior distrito da cidade com 311.432 habitantes e que não conta com acesso ao metro ou trem. Acredito que a inclusão da região no PlanHidro auxiliaria enormemente na mobilidade urbana do bairro, auxiliando a desafogar o trânsito das grandes avenidades como uma externalidade positiva.

      Nenhuma resposta
      • barbara.diniz

        Por fim, é essencial que as propostas apresentadas no Plano sejam avaliadas sob a ótica de sua viabilidade técnica, regulatória e econômica, garantindo que as operações essenciais de controle de cheias e geração de energia não sejam comprometidas. A EMAE, como gestora de infraestrutura crítica, deve manter seu papel central na segurança hídrica da região e deve ser formalmente consultada para que qualquer obra proposta possa ser autorizada.

        Nenhuma resposta
        • barbara.diniz

          Outra informação imprecisa diz respeito às eclusas localizadas na Usina Elevatória de Pedreira e na Usina São Paulo, já que essas estruturas não existem nessas usinas. Qualquer obra desta magnitude nas barragens, resultará na revisão do Plano de Segurança de Barragens atual, fora que a viabilidade técnica também deve ser analisada (na Usina Elevatória de Pedreira, o desnível entre o Reservatório Billings e o Canal Pinheiros é da ordem de 25 metros).
          Autorizar qualquer uso na Zona de Autossalvamento das barragens do Rio Grande e Guarapiranga impactará os Planos de Ação de Emergência, devido ao aumento de populações flutuantes. Isso exigirá da EMAE adaptações onerosas, como ampliação de infraestrutura, revisão de rotas de fuga, campanhas educativas e maior mobilização de recursos operacionais.

          Nenhuma resposta
          • barbara.diniz

            Adicionalmente, a operação de controle de cheias impõe restrições significativas à navegação no Canal Pinheiros, inviabilizando o transporte hidroviário durante o bombeamento e quando o nível do canal é rebaixado para criar volumes de espera. Tais limitações destacam a necessidade de análises técnicas mais aprofundadas antes da implementação de qualquer sistema hidroviário na região. Toda a operação do Canal Pinheiros é feita com base em manuais e instruções operativas que podem ser consultadas no PDMAT.
            O documento também apresenta informações desatualizadas ou imprecisas, como a sobre o controle acionário da EMAE, que já foi transferido ao setor privado, e a responsabilidade pelo desassoreamento do Canal Pinheiros, que atualmente está sob gestão da SP Águas por meio de um convênio com a EMAE. Esses aspectos reforçam a importância de adequações no PlanHidro para refletir a realidade operacional e administrativa.

            Nenhuma resposta
            • barbara.diniz

              A análise do documento "Plano Municipal Hidroviário de São Paulo" evidencia os desafios e as implicações das propostas para a gestão hídrica e operacional da EMAE, especialmente no contexto das estruturas gerenciadas pela empresa, como o Canal Pinheiros e o Reservatório Billings.
              O PlanHidro apresenta sugestões que impactam diretamente operações críticas da EMAE, como a restrição ao bombeamento das águas do Pinheiros para o Reservatório Billings e a implantação de um sistema hidroviário. Essas propostas, embora relevantes no contexto da mobilidade e uso múltiplo das águas, demonstram inviabilidade técnica no cenário atual devido a fatores como o assoreamento do Pinheiros, que reduz sua capacidade de armazenamento e amortecimento de cheias, além da ausência de infraestrutura alternativa para suportar grandes volumes de vazão em períodos de chuvas intensas. A Prefeitura prevê alguma contribuição no processo de desassoreamento do Canal Pinheiros para possibilitar a execução do PlanHidro?

              Nenhuma resposta
              • Gabriel Barcelos Arnoldi

                Desde 2013, venho acompanhando de perto as discussões sobre o potencial hidroviário de São Paulo, especialmente através do trabalho do Grupo Metrópole Fluvial da USP, que conheci após assistir ao documentário Entre Rios durante minha formação em Arquitetura e Urbanismo. Minha sugestão é que o Autódromo de Interlagos, com sua localização próxima ao Rio Pinheiros e sua visibilidade internacional, seja conectado com uma marina no Rio Pinheiros, integrado a um complexo comercial e hoteleiro que inclui helipontos para turismo de alta renda. A inspiração seria na Yas Marina Circuit em Abu Dhabi. O local que proponho é uma várzea a jusante da região do portão "Z" (antigo "7"), aquela da curva do lago no traçado antigo (que também deveria ser requalificado para corridas de longa duração em pista oval). Contudo deve-se levar em consideração a comunidade da Manoel Teffé que deve ter seu direito à moradia assegurado conforme o andamento da requalificação da área.

                Nenhuma resposta
                • Leslie Charles Schreuders

                  Face a vivências orientadas ao aprimoramento da qualidade de águas superficiais em rios, reservatórios, lagos e áreas portuárias, tomo a liberdade de sugerir destacada atenção dos Coordenadores do PHMSP para a inserção de embarcações especializadas na remoção de detritos e de macrófitas.
                  Tal medida, operacionalizável pela incorporação de grupos de equipamentos atuantes através de remoção mecânica ambientalmente amistosa, será capaz de proporcionar operações ainda mais seguras e rápidas às embarcações de passageiros e cargas, além de contribuir com a redução da poluição das águas e com a valorização das múltiplas paisagens presentes no PHMSP. Muito obrigado pela atenção! Leslie Charles Schreuders

                  Nenhuma resposta
                  • Mario W Bandeira

                    Tenho duvidas quanto aos projetos de instalações de estruturas flutuantes para atender a demanda do transporte hidroviário em quase todas as regiões assim como sobre o desassoreamento na Guarapiranga. Estes itens necessitam de mais informações técnicas não vislumbradas no plano. Solicito obter maiores esclarecimentos. Como faço?

                    Nenhuma resposta
                    • Dimitre

                      É nítido que esse plano tem forte ênfase no transporte(cargas e passageiro), porém um plano como esse, deveria se atentar e dar maior importância a temas que já são demandas atuais e que exigem soluções urgentes.
                      Minha sugestão é que esse plano de maior ênfase as questões ambientais de mitigação das mudanças climáticas e prevenção de catástrofes relacionadas aos eventos climáticos extremos, as ações para proteger e criar mais áreas verdes nas margens dos nossos rios e represas, a melhoria do acesso das pessoas aos espaços na beira do rio pinheiros, tietê e reservatórios, a despoluição das águas do Rio Pinheiros, tietê e represas e consequentemente o incentivo as atividades de lazer e esporte relacionada a água, também nos nossos rios, o fomento das atividades econômicas e geração de renda através da qualificação das margens nos rios e represas e o incentivo ao transporte ativo, como bicicletas e a pé e a necessidade criar espaços com maior conexão ao transporte público.

                      Nenhuma resposta
                      Voltar para o Início