Destaco aqui também a necessidade de Equipamentos Culturais, teatros, cinemas, centros esportivos... ambientes que possam ser utilizados livremente pela comunidade e por Projetos Sociais que já atual na comunidade de forma colaborativa sem apoio governamental.
As mudanças propostas no memorial descritivo são de extrema importância e urgência para melhorar a vida dos moradores da comunidade. Concordo com que foi apresentado pelo André, um estudo detalhado deve ser apresentado para demonstrar com mais detalhes o aterramento da rede elétrica e de telecomunicações e os impactos disso para a população. Paraisópolis precisa de mudanças de qualidade em sua infraestrutura, executadas de modo ininterrupto.
A Prefeitura poderia estudar implantar escadas rolantes nas entradas mais movimentadas pra ajudar as pessoas mais velhas. Vi uma reportagem que existe isso em vários países e nunca fizeram nada disso em Paraisópolis
Como morador da Rua Dr. José Carlos de Toledo Piza, no entorno imediato das áreas previstas para novas habitações (aproximadamente 600+ UHs), destaco a necessidade de que o eixo de infraestrutura incorpore medidas específicas de mitigação de impacto local. Atualmente, a rua já sofre com interrupções recorrentes de energia elétrica por sobrecarga, e a Rua Dr. José Augusto de Souza e Silva, via estreita com circulação de ônibus em mão dupla, apresenta congestionamentos frequentes e conflitos viários. Solicito que o projeto inclua, de forma vinculante: (i) a realização de Estudo de Impacto na Rede Elétrica (carga e qualidade de energia) específico para este setor, com execução prévia das obras de reforço necessárias (novos transformadores, alimentadores, balanceamento de fases e automação);(ii) a priorização do enterramento das redes de energia elétrica e telecomunicações; (iii) a exigência de um Plano de Acessos e Circulação do novo conjunto habitacional, evitando concentração de fluxos
(iv) estudos para reordenamento viário na Rua Dr. José Augusto de Souza e Silva, incluindo eventual binário de circulação, baias de ônibus, alargamentos pontuais e melhorias de geometria e sinalização;
Criação de linhas de ônibus internas no Complexo Paraisópolis. Introdução de grupos de arte urbana e murais de grafite para a comunidade e outras favelas da região, a fim de criar um símbolo de renovação.
O Programa Nova Paraisópolis reconhece de forma consistente que a qualificação ambiental, a ampliação da permeabilidade do solo e o aumento da cobertura arbórea são elementos estruturantes para a mitigação de riscos, a melhoria do conforto térmico e o enfrentamento dos efeitos das mudanças climáticas no território. Como contribuição a este eixo, propõe-se que as ações de arborização urbana previstas ao longo do programa, especialmente aquelas associadas aos parques, praças, vias requalificadas, vielas ampliadas e áreas de fundo de vale, possam ser integradas a um programa de infraestrutura verde com rastreabilidade, como o RastroVerde. Essa abordagem permitiria identificar, acompanhar e monitorar as árvores plantadas ao longo do tempo, avaliando sua taxa de sobrevivência e seus benefícios ambientais efetivos, fortalecendo a transparência, o monitoramento contínuo e a eficiência do investimento público, em consonância com os princípios de resiliência climática e saúde pública já adotado
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Destaco aqui também a necessidade de Equipamentos Culturais, teatros, cinemas, centros esportivos... ambientes que possam ser utilizados livremente pela comunidade e por Projetos Sociais que já atual na comunidade de forma colaborativa sem apoio governamental.
As mudanças propostas no memorial descritivo são de extrema importância e urgência para melhorar a vida dos moradores da comunidade. Concordo com que foi apresentado pelo André, um estudo detalhado deve ser apresentado para demonstrar com mais detalhes o aterramento da rede elétrica e de telecomunicações e os impactos disso para a população. Paraisópolis precisa de mudanças de qualidade em sua infraestrutura, executadas de modo ininterrupto.
A Prefeitura poderia estudar implantar escadas rolantes nas entradas mais movimentadas pra ajudar as pessoas mais velhas. Vi uma reportagem que existe isso em vários países e nunca fizeram nada disso em Paraisópolis
Como morador da Rua Dr. José Carlos de Toledo Piza, no entorno imediato das áreas previstas para novas habitações (aproximadamente 600+ UHs), destaco a necessidade de que o eixo de infraestrutura incorpore medidas específicas de mitigação de impacto local. Atualmente, a rua já sofre com interrupções recorrentes de energia elétrica por sobrecarga, e a Rua Dr. José Augusto de Souza e Silva, via estreita com circulação de ônibus em mão dupla, apresenta congestionamentos frequentes e conflitos viários. Solicito que o projeto inclua, de forma vinculante: (i) a realização de Estudo de Impacto na Rede Elétrica (carga e qualidade de energia) específico para este setor, com execução prévia das obras de reforço necessárias (novos transformadores, alimentadores, balanceamento de fases e automação);(ii) a priorização do enterramento das redes de energia elétrica e telecomunicações; (iii) a exigência de um Plano de Acessos e Circulação do novo conjunto habitacional, evitando concentração de fluxos
(iv) estudos para reordenamento viário na Rua Dr. José Augusto de Souza e Silva, incluindo eventual binário de circulação, baias de ônibus, alargamentos pontuais e melhorias de geometria e sinalização;
(v) plano de logística de obras que restrinja circulação de caminhões em horários de pico e minimize impactos temporários no tráfego local.
Criação de linhas de ônibus internas no Complexo Paraisópolis. Introdução de grupos de arte urbana e murais de grafite para a comunidade e outras favelas da região, a fim de criar um símbolo de renovação.
O Programa Nova Paraisópolis reconhece de forma consistente que a qualificação ambiental, a ampliação da permeabilidade do solo e o aumento da cobertura arbórea são elementos estruturantes para a mitigação de riscos, a melhoria do conforto térmico e o enfrentamento dos efeitos das mudanças climáticas no território. Como contribuição a este eixo, propõe-se que as ações de arborização urbana previstas ao longo do programa, especialmente aquelas associadas aos parques, praças, vias requalificadas, vielas ampliadas e áreas de fundo de vale, possam ser integradas a um programa de infraestrutura verde com rastreabilidade, como o RastroVerde. Essa abordagem permitiria identificar, acompanhar e monitorar as árvores plantadas ao longo do tempo, avaliando sua taxa de sobrevivência e seus benefícios ambientais efetivos, fortalecendo a transparência, o monitoramento contínuo e a eficiência do investimento público, em consonância com os princípios de resiliência climática e saúde pública já adotado