Construção de 2 (duas) escolas com horário Integral e 4 (quatro) creches com horário Integral; juntamente com a construção de um Centro de Capacitação para Professores, é sabido que a grande maioria das crianças e jovens moradores da Paraisopolis vem de núcleos familiares disfuncionais monoparentais, e demandam uma atenção e atuação pontual por parte dos professores que devem ser capacitados para tal; sugerimos a implementação do modelo utlizado na “Escola Estadual Parque do Povo” em Cubatão, reconhecido e premiado internacionalmente em “Superação de Adversidades’.
Parabéns, à Prefeitura de SP pelo "Projeto de Urbanização do Complexo Paraisópolis". Afinal ,o foco da administração pública tem que ser a Melhoria da Qualidade de Vida dos munícipes. Os déficits de MORADIA, SAÚDE,INFRA ESTRUTURA, MOBILIDADE,SEGURANÇA e EDUCAÇÃO agridem olhos e coração de qualquer
observador .. O Complexo Paraisópolis chama a atenção pela falta de condições mínimas em qualquer das áreas descritas acima e como consequência imediata promove grande número de PROBLEMAS SOCIAIS como: CRIMINALIDADE,ANALFABETISMO,ABUSO SEXUAL, DOENÇAS, VÍCIOS, etc...
Preciso também referir-me à Falta de Qualidade de vida dos moradores do entorno destas Comunidades ,que passam noites sem dormir pelo volume do SOM ENSURDECEDOR do PANCADÃO, aos finais de semana e feriados , com TOTAL DESRESPEITO aos vizinhos e às PESSOAS COM NECESSIDADES, DOENTES , IDOSOS ou RECÉM NASCIDOS. Sugiro a criação de INFRAESTRURTURA e REGRAS que permitam o RESPEITO À LEGISLAÇÃO DO SILENCIO VIGENTE.
Ao analisar o material da Consulta Pública sobre a Requalificação do Complexo Paraisópolis, tive dificuldade em compreender a proposta e contribuir de forma qualificada, especialmente diante do prazo curto da consulta. Faltam informações essenciais, como diretrizes do projeto, orçamento, cronograma das intervenções e esclarecimentos sobre remoções. Solicito complementação das informações, ampliação do prazo e instrumentos participativos voltados às comunidades afetadas.
Recomenda-se que o processo licitatório preveja, de forma explícita, a inclusão de coletivos do território e organizações que atuam em Paraisópolis, reconhecendo seus saberes locais e sua atuação histórica na comunidade. A proposta deve contemplar a realização de mapeamento participativo, com envolvimento direto dos moradores e lideranças locais, bem como a elaboração de um diagnóstico territorial atualizado, capaz de refletir as dinâmicas sociais, urbanas e ambientais atuais, assegurando que as intervenções propostas sejam aderentes às reais necessidades do território e promovam maior legitimidade, eficácia e controle social das ações.
A urbanização e requalificação completa do complexo é extremamente necessária, mas gostaria de ter informações mais detalhadas sobre a infraestrutura proposta na apresentação, principalmente com relação ao número de famílias que precisará ser removido e como será feito o atendimento habitacional definitivo dessas famílias. Também me preocupa o partido do projeto, como será feita a gestão dos espaços e equipamentos públicos propostos? Isso porque na Vila Nova Jaguaré, por exemplo, muitos desses espaços foram reocupados, comprometendo a qualidade de vida dos habitantes. Diante dessas questões, acredito que deva ser necessário ampliar o prazo para maior participação das comunidades envolvidas, sem as quais o investimento realizado poderá não alcançar os resultados previstos nas pranchas de apresentação do projeto.
Atualmente, Paraisópolis conta com três Unidades Básicas de Saúde (UBS) e uma AMA. Esses equipamentos oferecem, em sua maioria, atendimentos de clínica geral e odontologia. Diante disso, é importante aproveitar este momento para refletir sobre a ampliação da infraestrutura de saúde no território, com a implantação de um equipamento capaz de ofertar atendimentos especializados, como fonoaudiologia, psicologia, psiquiatria, ginecologia, dermatologia, entre outras especialidades. Essa iniciativa contribuiria significativamente para o fortalecimento da rede de saúde e para a melhoria da qualidade de vida da população.
Paraisópolis tem sofrido intensamente com as recentes ondas de calor, o que evidencia a necessidade de atenção especial ao eixo de infraestrutura. Torna-se fundamental pensar em estratégias para a ampliação de espaços verdes dentro da comunidade. O plantio de árvores e o incentivo à presença de áreas vegetadas no território são ações essenciais para promover maior conforto térmico, bem-estar e qualidade de vida para a população local.
Aumento da oferta de Ensino Medio publico DIURNO em Paraisopolis: esta demanda requer a construção de 1-2 novas escolas estaduais, de preferencia em ponto mais a leste da comunidade; as 2 unicas escolas que atendem este serviço são vizinhas e no extremo oeste do território (perto da Giovani Grochi). Embora a fonte de recursos seja do Estado, este é o momento imperdivel de destinar terrenos para esta finalidade. O Grupo de Trabalho do Forum Multientidades, que historicamente vem trazendo esta demanda, reitera sua disposição para articulação com o poder publico na busca de caminhos e priorização da destinação dos possiveis terrenos.
Tempo Integral para Ensino Fundamental nas escolas publicas de Paraisopolis. O Plano Nacional de Educação já previa que, em 2024, 50% das escolas publicas oferecessem isso - as atuais ofertas em Paraisopolis são muito timidas, quase inexistentes! O Nordeste já está bem mais avançado nesta questão. Esta demanda requer a construção de 70 novas salas de aula municipais e 50 estaduais. O Grupo de Trabalho do Forum Multientidades reitera sua disposição para articulação com o poder publico para a busca de caminhos. Seria elemento importante na meta de melhores resultados educacionais no territorio (IDEB por exemplo).
Proposta 2: Centro de Memória
Localizar no Parque Itapaiúna integrado ao Córrego Antonico. Acervo oral, fotografia, documentários. QR codes nos Caminhos Escolares (4,06 km). Mapeamento colaborativo de ocupação e moradias removidas.
Proposta 3: Árvores, Jardins de Chuva, Parque + FoodTrucks
5.000 árvores em 24 meses (Silva Cells). 90 jardins de chuva reduzem temperatura 2-3°C. Parque: 8-10 mil m² para eventos, 12-15 food trucks, palco, sanitários, Wi-Fi. 20 eventos/ano.
Proposta 4: Requalificação Habitacional
Cronograma integrado: não remover antes de Av. Hebe, drenagem, FABLAB operacionais. Reassentar 150 famílias/mês em raio 1-2km. Priorizar vielas (912) e encostas em faixa de infraestrutura. Removidos acessam FABLAB, Parque, empregos (500-800 diretos).
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Construção de 2 (duas) escolas com horário Integral e 4 (quatro) creches com horário Integral; juntamente com a construção de um Centro de Capacitação para Professores, é sabido que a grande maioria das crianças e jovens moradores da Paraisopolis vem de núcleos familiares disfuncionais monoparentais, e demandam uma atenção e atuação pontual por parte dos professores que devem ser capacitados para tal; sugerimos a implementação do modelo utlizado na “Escola Estadual Parque do Povo” em Cubatão, reconhecido e premiado internacionalmente em “Superação de Adversidades’.
Parabéns, à Prefeitura de SP pelo "Projeto de Urbanização do Complexo Paraisópolis". Afinal ,o foco da administração pública tem que ser a Melhoria da Qualidade de Vida dos munícipes. Os déficits de MORADIA, SAÚDE,INFRA ESTRUTURA, MOBILIDADE,SEGURANÇA e EDUCAÇÃO agridem olhos e coração de qualquer
observador .. O Complexo Paraisópolis chama a atenção pela falta de condições mínimas em qualquer das áreas descritas acima e como consequência imediata promove grande número de PROBLEMAS SOCIAIS como: CRIMINALIDADE,ANALFABETISMO,ABUSO SEXUAL, DOENÇAS, VÍCIOS, etc...
Preciso também referir-me à Falta de Qualidade de vida dos moradores do entorno destas Comunidades ,que passam noites sem dormir pelo volume do SOM ENSURDECEDOR do PANCADÃO, aos finais de semana e feriados , com TOTAL DESRESPEITO aos vizinhos e às PESSOAS COM NECESSIDADES, DOENTES , IDOSOS ou RECÉM NASCIDOS. Sugiro a criação de INFRAESTRURTURA e REGRAS que permitam o RESPEITO À LEGISLAÇÃO DO SILENCIO VIGENTE.
Ao analisar o material da Consulta Pública sobre a Requalificação do Complexo Paraisópolis, tive dificuldade em compreender a proposta e contribuir de forma qualificada, especialmente diante do prazo curto da consulta. Faltam informações essenciais, como diretrizes do projeto, orçamento, cronograma das intervenções e esclarecimentos sobre remoções. Solicito complementação das informações, ampliação do prazo e instrumentos participativos voltados às comunidades afetadas.
Recomenda-se que o processo licitatório preveja, de forma explícita, a inclusão de coletivos do território e organizações que atuam em Paraisópolis, reconhecendo seus saberes locais e sua atuação histórica na comunidade. A proposta deve contemplar a realização de mapeamento participativo, com envolvimento direto dos moradores e lideranças locais, bem como a elaboração de um diagnóstico territorial atualizado, capaz de refletir as dinâmicas sociais, urbanas e ambientais atuais, assegurando que as intervenções propostas sejam aderentes às reais necessidades do território e promovam maior legitimidade, eficácia e controle social das ações.
A urbanização e requalificação completa do complexo é extremamente necessária, mas gostaria de ter informações mais detalhadas sobre a infraestrutura proposta na apresentação, principalmente com relação ao número de famílias que precisará ser removido e como será feito o atendimento habitacional definitivo dessas famílias. Também me preocupa o partido do projeto, como será feita a gestão dos espaços e equipamentos públicos propostos? Isso porque na Vila Nova Jaguaré, por exemplo, muitos desses espaços foram reocupados, comprometendo a qualidade de vida dos habitantes. Diante dessas questões, acredito que deva ser necessário ampliar o prazo para maior participação das comunidades envolvidas, sem as quais o investimento realizado poderá não alcançar os resultados previstos nas pranchas de apresentação do projeto.
Atualmente, Paraisópolis conta com três Unidades Básicas de Saúde (UBS) e uma AMA. Esses equipamentos oferecem, em sua maioria, atendimentos de clínica geral e odontologia. Diante disso, é importante aproveitar este momento para refletir sobre a ampliação da infraestrutura de saúde no território, com a implantação de um equipamento capaz de ofertar atendimentos especializados, como fonoaudiologia, psicologia, psiquiatria, ginecologia, dermatologia, entre outras especialidades. Essa iniciativa contribuiria significativamente para o fortalecimento da rede de saúde e para a melhoria da qualidade de vida da população.
Paraisópolis tem sofrido intensamente com as recentes ondas de calor, o que evidencia a necessidade de atenção especial ao eixo de infraestrutura. Torna-se fundamental pensar em estratégias para a ampliação de espaços verdes dentro da comunidade. O plantio de árvores e o incentivo à presença de áreas vegetadas no território são ações essenciais para promover maior conforto térmico, bem-estar e qualidade de vida para a população local.
Aumento da oferta de Ensino Medio publico DIURNO em Paraisopolis: esta demanda requer a construção de 1-2 novas escolas estaduais, de preferencia em ponto mais a leste da comunidade; as 2 unicas escolas que atendem este serviço são vizinhas e no extremo oeste do território (perto da Giovani Grochi). Embora a fonte de recursos seja do Estado, este é o momento imperdivel de destinar terrenos para esta finalidade. O Grupo de Trabalho do Forum Multientidades, que historicamente vem trazendo esta demanda, reitera sua disposição para articulação com o poder publico na busca de caminhos e priorização da destinação dos possiveis terrenos.
Tempo Integral para Ensino Fundamental nas escolas publicas de Paraisopolis. O Plano Nacional de Educação já previa que, em 2024, 50% das escolas publicas oferecessem isso - as atuais ofertas em Paraisopolis são muito timidas, quase inexistentes! O Nordeste já está bem mais avançado nesta questão. Esta demanda requer a construção de 70 novas salas de aula municipais e 50 estaduais. O Grupo de Trabalho do Forum Multientidades reitera sua disposição para articulação com o poder publico para a busca de caminhos. Seria elemento importante na meta de melhores resultados educacionais no territorio (IDEB por exemplo).
Proposta 2: Centro de Memória
Localizar no Parque Itapaiúna integrado ao Córrego Antonico. Acervo oral, fotografia, documentários. QR codes nos Caminhos Escolares (4,06 km). Mapeamento colaborativo de ocupação e moradias removidas.
Proposta 3: Árvores, Jardins de Chuva, Parque + FoodTrucks
5.000 árvores em 24 meses (Silva Cells). 90 jardins de chuva reduzem temperatura 2-3°C. Parque: 8-10 mil m² para eventos, 12-15 food trucks, palco, sanitários, Wi-Fi. 20 eventos/ano.
Proposta 4: Requalificação Habitacional
Cronograma integrado: não remover antes de Av. Hebe, drenagem, FABLAB operacionais. Reassentar 150 famílias/mês em raio 1-2km. Priorizar vielas (912) e encostas em faixa de infraestrutura. Removidos acessam FABLAB, Parque, empregos (500-800 diretos).
Proposta 1: FABLAB (50% vagas local) ||Integrar 4 dutos fibra óptica no enterramento (17,8 km). Localizar FABLAB na 4ª ligação transversal (via 20m, 250-300m²). Sensores IoT em drenagem criam laboratório vivo para ciência de dados.