As melhorarias na infraestrutura precisam considerar a segurança pública.
Exemplos: Alargamento de vias na Paraisópolis para que possam circular ambulâncias, policiamento de vituras GCM. Instalação de diversas câmeras Smart Sampa para ajudar a Segurança Pública de moradores no local e vizinhanças. Vias largas para escoamento de água pluvial para se evitar enchentes.
Vias preparadas para acesso de caminhões para coleta de lixo dentro da Paraisópolis. Evitar pontos viciados de lixo que hoje se acumulam ao redor. Unidade da Polícia Militar e GCM em Paraisópolis e vizinhança aumentarão a segurança pública oferecendo resposta rápida e coibindo infrações.
As melhorarias na infraestrutura precisam considerar a segurança pública.
Exemplos: Alargamento de vias na Paraisópolis para que possam circular ambulâncias, policiamento de vituras GCM. Instalação de diversas câmeras Smart Sampa para ajudar a Segurança Pública de moradores no local e vizinhanças. Vias largas para escoamento de água pluvial para se evitar enchentes.
Vias preparadas para acesso de caminhões para coleta de lixo dentro da Paraisópolis. Evitar pontos viciados de lixo que hoje se acumulam ao redor.
Nos processos de licitação, concursos ou chamamentos públicos vinculados ao Projeto Nova Paraisópolis, é fundamental considerar que nem todos os profissionais e trabalhadores que atuam em Paraisópolis possuem estrutura técnica ou administrativa robusta para atender aos critérios tradicionais do poder público.
Propõe-se a criação de formatos menos burocráticos e com maior identidade local, que possibilitem a participação direta de profissionais, coletivos e trabalhadores do território. Essa estratégia amplia o acesso às oportunidades, fortalece a economia local, estimula a circulação de recursos dentro da comunidade e gera trabalho e renda para quem já atua e conhece as reais demandas do território.
Que sejam incluídas pela Prefeitura Municipal de São Paulo Unidades da GCM e Unidades da PM para que as forças de segurança atuem de forma coordenada e integrada visando garantir a urgente necessidade de segurança da população. é imperativo que ambas instituições estejam presentes no local para a proteção de bens, serviços e instalações, atuando no policiamento comunitário e preventivo de abusos, invasão, depredação e vandalização de bens públicos existentes e os adquiridos através do investimento de verba pública destinada a “Nova Paraisópolis”, enquanto a Polícia Militar deve estar presente em Unidade especifica dentro da Paraisópolis para cumprir sua função de preservação da ordem pública e repressão à criminalidade existente na Paraisópolis.
É inconcebível que uma minoria de moradores da Paraisopolis cometam crimes graves na região cobrando o silêncio de moradores através da coerção.
Para garantir que as intervenções atendam quem mais precisa, é fundamental priorizar a primeira infância e a terceira idade em Paraisópolis. Muitos moradores utilizam becos e vielas como principal trajeto até seus destinos, por serem caminhos mais rápidos e seguros diante da falta de organização do tráfego interno.
Propõe-se a criação de trilhas educadoras (caminhos escolares) que conectem diretamente essas vielas às vias principais e aos equipamentos públicos do território. Esses percursos devem contar com pisos drenantes, sinalização adequada e identificação visual com artes e cores, indicando a circulação de crianças, idosos e pessoas com mobilidade reduzida.
Essa proposta fortalece a caminhabilidade, amplia a segurança, organiza o território e reconhece os trajetos já utilizados pela comunidade como parte essencial da mobilidade local.
Sugere-se a reavaliação e troca do terreno anteriormente destinado à implantação do Armazém Solidário, destinando a área à criação de um espaço público de convivência e área verde qualificada, capaz de atender às dinâmicas sociais e culturais já existentes no entorno. A proposta consiste na implantação de uma praça com vegetação, mobiliário urbano, bancos, áreas de permanência e um possível palco para apresentações culturais, reuniões comunitárias e eventos locais, reconhecendo que a rua possui forte vocação e intensa atividade cultural. Essa solução fortalece o uso coletivo do espaço, valoriza as expressões culturais do território, amplia as áreas verdes e contribui diretamente para a qualidade de vida e o sentimento de pertencimento da comunidade.
É fundamental retomar o transporte público interno em Paraisópolis, por meio de um circular comunitário que percorra todo o território e faça paradas estratégicas em todos os equipamentos públicos — saúde, assistência social, educação, cultura e lazer. Esse serviço é essencial para garantir o acesso da população aos direitos básicos, especialmente para idosos, pessoas com deficiência, pessoas com mobilidade reduzida e moradores em situação de maior vulnerabilidade, que hoje enfrentam grandes dificuldades de deslocamento. A reativação do circular interno fortalece a inclusão social, reduz o isolamento, melhora a qualidade de vida e contribui para a integração do território, assegurando que os serviços existentes sejam, de fato, acessíveis a todos.
Sugere-se que o projeto seja organizado a partir de um sistema de entrada e saída, conectando o núcleo interno às avenidas Hebe Camargo e Giovanni Gronchi. A ideia é reorganizar os fluxos viários e criar um circuito funcional que priorize o transporte público, a mobilidade a pé e o acesso de serviços essenciais, como ambulâncias, bombeiros e coleta de lixo. Indica-se a via Melchior Giola como principal acesso, com a adaptação da escadaria existente ao lado do conjunto habitacional para ligação entre a Av. Hebe Camargo e a Melchior Giola, além das vias Pasquale Gallupi e Ernest Renan como eixos de redistribuição.
O desenho urbano deve colocar o pedestre em primeiro lugar, com melhor organização do tráfego, mais segurança e incentivo à caminhada. Propõe-se a adoção de mão única elevada, pavimento drenante, separação entre carros e pedestres, calçadas mais qualificadas, floreiras e áreas controladas para carga e descarga, valorizando o comércio local e melhorando a qualidade de vida.
Somos a ArqCoop+Paraisópolis, uma cooperativa de arquitetura social com ampla atuação em territórios vulnerabilizados. Nosso corpo técnico é formado por profissionais e moradores do próprio território, atuando diretamente no levantamento de demandas e na construção de soluções para atender a maioria das necessidades de Paraisópolis.
Colocamo-nos à disposição para contribuir e colaborar com o Projeto Nova Paraisópolis. Recebemos com expectativa positiva o fato de que muitas das hipóteses e propostas construídas coletivamente já estão sendo contempladas pelo poder público. Seguimos firmes, com esperança em dias melhores para a população e para todos que acreditam e constroem diariamente essa comunidade.
Ao analisar o material da Consulta Pública sobre a Requalificação do Complexo Paraisópolis, tive dificuldade em compreender a proposta e contribuir de forma qualificada, especialmente diante do prazo curto da consulta.
Faltam informações essenciais, como diretrizes do projeto, orçamento, cronograma das intervenções e esclarecimentos sobre remoções.
Solicito complementação das informações, ampliação do prazo e instrumentos participativos voltados às comunidades afetadas.
Recomenda-se que o processo licitatório preveja a inclusão de coletivos e organizações atuantes em Paraisópolis, com realização de mapeamento participativo e diagnóstico territorial atualizado, garantindo que as propostas reflitam as dinâmicas locais e atendam às reais necessidades do território.
As melhorarias na infraestrutura precisam considerar a segurança pública.
Exemplos: Alargamento de vias na Paraisópolis para que possam circular ambulâncias, policiamento de vituras GCM. Instalação de diversas câmeras Smart Sampa para ajudar a Segurança Pública de moradores no local e vizinhanças. Vias largas para escoamento de água pluvial para se evitar enchentes.
Vias preparadas para acesso de caminhões para coleta de lixo dentro da Paraisópolis. Evitar pontos viciados de lixo que hoje se acumulam ao redor. Unidade da Polícia Militar e GCM em Paraisópolis e vizinhança aumentarão a segurança pública oferecendo resposta rápida e coibindo infrações.
As melhorarias na infraestrutura precisam considerar a segurança pública.
Exemplos: Alargamento de vias na Paraisópolis para que possam circular ambulâncias, policiamento de vituras GCM. Instalação de diversas câmeras Smart Sampa para ajudar a Segurança Pública de moradores no local e vizinhanças. Vias largas para escoamento de água pluvial para se evitar enchentes.
Vias preparadas para acesso de caminhões para coleta de lixo dentro da Paraisópolis. Evitar pontos viciados de lixo que hoje se acumulam ao redor.
Nos processos de licitação, concursos ou chamamentos públicos vinculados ao Projeto Nova Paraisópolis, é fundamental considerar que nem todos os profissionais e trabalhadores que atuam em Paraisópolis possuem estrutura técnica ou administrativa robusta para atender aos critérios tradicionais do poder público.
Propõe-se a criação de formatos menos burocráticos e com maior identidade local, que possibilitem a participação direta de profissionais, coletivos e trabalhadores do território. Essa estratégia amplia o acesso às oportunidades, fortalece a economia local, estimula a circulação de recursos dentro da comunidade e gera trabalho e renda para quem já atua e conhece as reais demandas do território.
Que sejam incluídas pela Prefeitura Municipal de São Paulo Unidades da GCM e Unidades da PM para que as forças de segurança atuem de forma coordenada e integrada visando garantir a urgente necessidade de segurança da população. é imperativo que ambas instituições estejam presentes no local para a proteção de bens, serviços e instalações, atuando no policiamento comunitário e preventivo de abusos, invasão, depredação e vandalização de bens públicos existentes e os adquiridos através do investimento de verba pública destinada a “Nova Paraisópolis”, enquanto a Polícia Militar deve estar presente em Unidade especifica dentro da Paraisópolis para cumprir sua função de preservação da ordem pública e repressão à criminalidade existente na Paraisópolis.
É inconcebível que uma minoria de moradores da Paraisopolis cometam crimes graves na região cobrando o silêncio de moradores através da coerção.
Para garantir que as intervenções atendam quem mais precisa, é fundamental priorizar a primeira infância e a terceira idade em Paraisópolis. Muitos moradores utilizam becos e vielas como principal trajeto até seus destinos, por serem caminhos mais rápidos e seguros diante da falta de organização do tráfego interno.
Propõe-se a criação de trilhas educadoras (caminhos escolares) que conectem diretamente essas vielas às vias principais e aos equipamentos públicos do território. Esses percursos devem contar com pisos drenantes, sinalização adequada e identificação visual com artes e cores, indicando a circulação de crianças, idosos e pessoas com mobilidade reduzida.
Essa proposta fortalece a caminhabilidade, amplia a segurança, organiza o território e reconhece os trajetos já utilizados pela comunidade como parte essencial da mobilidade local.
Sugere-se a reavaliação e troca do terreno anteriormente destinado à implantação do Armazém Solidário, destinando a área à criação de um espaço público de convivência e área verde qualificada, capaz de atender às dinâmicas sociais e culturais já existentes no entorno. A proposta consiste na implantação de uma praça com vegetação, mobiliário urbano, bancos, áreas de permanência e um possível palco para apresentações culturais, reuniões comunitárias e eventos locais, reconhecendo que a rua possui forte vocação e intensa atividade cultural. Essa solução fortalece o uso coletivo do espaço, valoriza as expressões culturais do território, amplia as áreas verdes e contribui diretamente para a qualidade de vida e o sentimento de pertencimento da comunidade.
É fundamental retomar o transporte público interno em Paraisópolis, por meio de um circular comunitário que percorra todo o território e faça paradas estratégicas em todos os equipamentos públicos — saúde, assistência social, educação, cultura e lazer. Esse serviço é essencial para garantir o acesso da população aos direitos básicos, especialmente para idosos, pessoas com deficiência, pessoas com mobilidade reduzida e moradores em situação de maior vulnerabilidade, que hoje enfrentam grandes dificuldades de deslocamento. A reativação do circular interno fortalece a inclusão social, reduz o isolamento, melhora a qualidade de vida e contribui para a integração do território, assegurando que os serviços existentes sejam, de fato, acessíveis a todos.
Sugere-se que o projeto seja organizado a partir de um sistema de entrada e saída, conectando o núcleo interno às avenidas Hebe Camargo e Giovanni Gronchi. A ideia é reorganizar os fluxos viários e criar um circuito funcional que priorize o transporte público, a mobilidade a pé e o acesso de serviços essenciais, como ambulâncias, bombeiros e coleta de lixo. Indica-se a via Melchior Giola como principal acesso, com a adaptação da escadaria existente ao lado do conjunto habitacional para ligação entre a Av. Hebe Camargo e a Melchior Giola, além das vias Pasquale Gallupi e Ernest Renan como eixos de redistribuição.
O desenho urbano deve colocar o pedestre em primeiro lugar, com melhor organização do tráfego, mais segurança e incentivo à caminhada. Propõe-se a adoção de mão única elevada, pavimento drenante, separação entre carros e pedestres, calçadas mais qualificadas, floreiras e áreas controladas para carga e descarga, valorizando o comércio local e melhorando a qualidade de vida.
Manifestação – ArqCoop+Paraisópolis
Somos a ArqCoop+Paraisópolis, uma cooperativa de arquitetura social com ampla atuação em territórios vulnerabilizados. Nosso corpo técnico é formado por profissionais e moradores do próprio território, atuando diretamente no levantamento de demandas e na construção de soluções para atender a maioria das necessidades de Paraisópolis.
Colocamo-nos à disposição para contribuir e colaborar com o Projeto Nova Paraisópolis. Recebemos com expectativa positiva o fato de que muitas das hipóteses e propostas construídas coletivamente já estão sendo contempladas pelo poder público. Seguimos firmes, com esperança em dias melhores para a população e para todos que acreditam e constroem diariamente essa comunidade.
Ao analisar o material da Consulta Pública sobre a Requalificação do Complexo Paraisópolis, tive dificuldade em compreender a proposta e contribuir de forma qualificada, especialmente diante do prazo curto da consulta.
Faltam informações essenciais, como diretrizes do projeto, orçamento, cronograma das intervenções e esclarecimentos sobre remoções.
Solicito complementação das informações, ampliação do prazo e instrumentos participativos voltados às comunidades afetadas.
Recomenda-se que o processo licitatório preveja a inclusão de coletivos e organizações atuantes em Paraisópolis, com realização de mapeamento participativo e diagnóstico territorial atualizado, garantindo que as propostas reflitam as dinâmicas locais e atendam às reais necessidades do território.