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Processo de consulta pública

Programa Nova Paraisópolis

1. Deixe seus comentários sobre o eixo infraestrutura (disponível no Memorial Descritivo nas págs. 2-3 e na Apresentação nos slides 11-30)

Respostas abertas (105)


Fora do período de participação
  • Carlos  Olavo

    Paraisópolis não é autarquia, não deve seguir na anomia ou seja em estado de total desordem e ausência de normas sociais. Todo e qualquer investimento feito com verba publica e ou privada deve prever o consenso às normas, o cumprimento das leis para manter a segurança e coesão social, reafirmar normas, promover instituições publicas que fortaleçam a orientação sócio-ambiental, ética e integração social, fomentar a coesão e o respeito às leis vigentes e valores coletivos.
    As leis vigentes nos Código Civil e Penal Brasileiros devem ser devidamente aplicadas e inspecionadas dentro da Paraisópolis, assim como são em seu entorno.

    Devem ser incluídas pela Prefeitura Municipal de São Paulo Unidades da GCM com o apoio do Governo Federal: através de programas como "Município Mais Seguro”, e Unidades da PM para que as forças de segurança atuem de forma coordenada e integrada para melhorar a segurança visando garantir a urgente necessidade de segurança da população.

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    • Claudio Fernandes da Costa

      Boa tarde... Construção de dois equipamentos para o Publico Idoso, Núcleo de convivência do Idoso, Centro dia do idoso, Duas escolas publicas, e Centro desportivo para Parasisopolis.

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      • Garibald Santos - ArqCoop+ Paraisópolis

        Ao analisar o material da Consulta Pública sobre a Requalificação do Complexo Paraisópolis, tive dificuldade em compreender a proposta e contribuir de forma qualificada, especialmente diante do prazo curto da consulta.
        Faltam informações essenciais, como diretrizes do projeto, orçamento, cronograma das intervenções e esclarecimentos sobre remoções.
        Solicito complementação das informações, ampliação do prazo e instrumentos participativos voltados às comunidades afetadas.
        Recomenda-se que o processo licitatório preveja a inclusão de coletivos e organizações atuantes em Paraisópolis, com realização de mapeamento participativo e diagnóstico territorial atualizado, garantindo que as propostas reflitam as dinâmicas locais e atendam às reais necessidades do território.

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        • Carlos  Olavo

          Estipular zoneamento para comercio e que estes sejam devidamente fiscalizados obedecendo as leis em vigor, é inadmissível que comércios ilegais proliferem abusivamente e ilegalmente na Paraisópolis, afetando de maneira desleal os comerciantes legais no perímetro urbano região;

          Estimular a criação orgânica de grupos de Vizinhaça Solidaria;

          Criar áreas especificas para a coleta de lixo; fiscalizar e multar todo e qualquer despejo de entulho e lixo em áreas comuns, publicas e verdes que seguem ocorrendo diariamente de maneira ilegal;

          Criação e execução de um programa de cidadania e educação sócio-ambiental para que os moradores da Paraisópolis adaptem-se à Nova Paraisopolis e ao convívio civilizado em zoneamento urbano, criando planos e metas conjuntos para a continua melhoria da segurança e do bem estar social de todos;

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          • Claudio Fernandes da Costa

            Boa tarde, segue proposta importante para população de nosso território de Paraisopolis: Construção de dois Centro dia para Idoso,dois Núcleo de Convivência de Idosos (NCI), duas Escolas, dois Núcleos desportivos
            Reforçando que dentro do complexo Parais polis não existe nenhuma ação oficial de acolhimento para esse publico.

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            • Carlos  Olavo

              Que a construção prevista das 2.000 (duas mil) unidades habilitavas seja feita respeitando o zoneamento, e evitando que gerem um maior fluxo de invasões, como o que tem ocorrido: moradores recebem o imovel, vendem ou alugam e voltam a montar barracos, esperando receber outros imóveis em nome de filhos etc. que tais unidades habilitavas sejam feitas em consultoria com arquitetos renomados (de preferencia voluntários, e podemos sugerir uma lista de nomes) para que sejam esteticamente agradáveis e financeiramente viáveis; dando um basta na ditadura do feio na construção de moradias populares.

              Promover transparência na regularização fundiaria (REURB), estabelecendo Zoneamentos. As áreas ocupadas por construções abusivas e ilegais na Paraisópolis ocupam terrenos públicos e privados, caso haja regularização fundiária essa deve transparente e gerar inscrição imobiliária para o cálculo e emissão do IPTU;

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              • Lara Ferreira

                Ao analisar o material da Consulta Pública sobre a Requalificação do Complexo Paraisópolis, tive dificuldade em compreender a proposta e contribuir de forma qualificada, especialmente diante do prazo curto da consulta.
                Faltam informações essenciais, como diretrizes do projeto, orçamento, cronograma das intervenções e esclarecimentos sobre remoções.
                Solicito complementação das informações, ampliação do prazo e instrumentos participativos voltados às comunidades afetadas.

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                • Carlos  Olavo

                  Restringir a circulação de caminhões das 5h às 21h de segunda a sexta-feira e das 10h às 14h aos sábados em todo o perímetro da região (Paraisopolis e entorno);
                  Eliminação de todo comercio em zoneamento residencial; não abriremos mão desta solicitação;
                  Estipular zoneamento para comercio e que estes sejam devidamente fiscalizados obedecendo as leis em vigor, é inadmissível que comércios ilegais proliferem abusivamente e ilegalmente na Paraisópolis, afetando de maneira desleal os comerciantes legais no perímetro urbano região;

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                  • Carlos  Olavo

                    Recuperar, aumentar, monitorar e manter as áreas verdes publicas e privadas que foram depredadas e desmatadas de maneira ilegal e abusiva na Paraisopolis; praças serão inevitavelmente invadidas para moradia ilegal e não são suficientes para a recuperação de áreas verdes e a absorção de agua necessárias, somente parques que devem ser cercados, e com horários definidos de abertura e fechamento. Todos os parques devem ser cercados e monitorados, para que não sejam invadidos, degradados e tornarem-se redutos de crime, de usuários de drogas, desova de corpos, desova de entulho, como o que tem sido registrado em áreas verdes. As áreas verdes monitoradas podem ser utilizadas para programas educacionais de manejo ambiental, viveiros para distribuição de mudas, estimulando mutirões de plantios de arvores frutíferas e ornamentais, estimulando o projeto Adote uma Arvore e para o plantio de hortas orgânicas coletivas para toda a região da Vila Andrade e Morumbi.

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                    • Carlos  Olavo

                      Construção de um Centro Cultural e Esportivo Multidisciplinar unificado, e não como esta apresentado na proposta publicada em duas pequenas unidades distintas, que seja construído em area de fácil acesso e monitorada ao lado da AMA Paraisopolis, propomos que seja desenhado por arquitetos renomados e especializados, respeitando as normas de segurança e acústicas, para que crianças e jovens possam estudar e praticar esportes após o horário escolar e durante os finais de semana, com foco em educação cientifica, financeira, artística e esportiva;

                      Construção de 4 (quatro) quadras poliesportivas cobertas; sugerimos contactar instituições reconhecidas para a participação da gestão do Centro Cultural e Esportivo como por exemplo SESC https://www.sesc.com.br/ Gol de Letra https://goldeletra.org.br/, Ballet Paraisopolis https://balletparaisopolis.org.br/

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