Ao analisar o material da Consulta Pública sobre a Requalificação do Complexo Paraisópolis, tive dificuldade em compreender a proposta e contribuir de forma qualificada, especialmente diante do prazo curto da consulta.
Faltam informações essenciais, como diretrizes do projeto, orçamento, cronograma das intervenções e esclarecimentos sobre remoções.
Solicito complementação das informações, ampliação do prazo e instrumentos participativos voltados às comunidades afetadas.
Ao analisar o material da Consulta Pública sobre a Requalificação do Complexo Paraisópolis, tive dificuldade em compreender a proposta e contribuir de forma qualificada, especialmente diante do prazo curto da consulta.
Faltam informações essenciais, como diretrizes do projeto, orçamento, cronograma das intervenções e esclarecimentos sobre remoções.
Solicito complementação das informações, ampliação do prazo e instrumentos participativos voltados às comunidades afetadas.
O edifício Penthouse, localizado na Avenida Giovanni Gronchi, sempre foi um símbolo de luxo e segregação social. Atualmente encontra-se subutilizado/abandonado e pode ser incorporado ao Projeto Nova Paraisópolis como habitação social, além de espaços culturais, salas multiuso e galerias de intervenção social voltadas à comunidade.
Propõe-se que não apenas esse edifício, mas outros imóveis subutilizados no perímetro do Complexo de Paraisópolis sejam considerados para usos sociais e culturais, promovendo inclusão, requalificação urbana e acesso à moradia e à cultura no território.
Sugere-se a realização de um mapeamento detalhado das moradias subutilizadas e dos terrenos ociosos no território, com o objetivo de identificar áreas estratégicas para a construção de novas unidades habitacionais. Esse levantamento deve levar em conta a localização, a infraestrutura disponível, a proximidade com equipamentos públicos, transporte e oportunidades de trabalho, além da situação fundiária e das condições ambientais. Com base nesse mapeamento, será possível orientar de forma mais eficiente as políticas habitacionais, priorizando moradias bem localizadas, a recuperação de imóveis existentes e a redução do déficit habitacional, promovendo um adensamento mais qualificado e o uso justo do solo urbano.
Paralelamente, é necessária a provisão de novas unidades habitacionais para famílias em situação de risco ou diretamente afetadas por obras de urbanização, associada a modalidades flexíveis de atendimento. Nesse sentido, destaca-se a importância da garantia da carta de crédito com valor justo, especialmente para antigos moradores que já se encontram na fila de atendimento da locação social, assegurando alternativas reais de acesso à moradia definitiva. A carta de crédito amplia as possibilidades de escolha das famílias reassentadas, reduz impactos sociais, evita rupturas territoriais e contribui para a permanência no território ou em áreas próximas. De forma complementar, é fundamental avançar nos processos de regularização fundiária, garantindo segurança da posse, estabilidade habitacional e reconhecimento do direito à moradia, elementos essenciais para a consolidação urbana e social do território.
Somente lembrando que a favela Paraisópolis, localizada dentro dos bairros de Vila Andrade e Morumbi, não é legalizada e enfrenta vários processos judiciais por terrenos públicos e privados invadidos, construções abusivas ilegais e que principalmente não seguem nenhuma norma de segurança.
A política habitacional em Paraisópolis deve reconhecer que o déficit não se resume à falta de moradias, mas também à precariedade das habitações existentes, muitas delas autoconstruídas e com problemas estruturais, sanitários e ambientais. Por isso, as intervenções devem ir além da produção de novas unidades, incorporando programas de melhorias habitacionais, capazes de qualificar moradias consolidadas, preservar vínculos comunitários e gerar ganhos imediatos de saúde, segurança e qualidade de vida.
Somente lembrando que a favela Paraisópolis, localizada dentro dos bairros de Vila Andrade e Morumbi, não é legalizada e enfrenta vários processos judiciais por terrenos públicos e privados invadidos, construções abusivas ilegais e que principalmente não seguem nenhuma norma de segurança.
Paraisópolis não é autarquia, não deve seguir na anomia ou seja em estado de total desordem e ausência de normas sociais. Todo e qualquer investimento feito com verba publica e ou privada deve prever o consenso às normas, o cumprimento das leis para manter a segurança e coesão social, reafirmar normas, promover instituições publicas que fortaleçam a orientação sócio-ambiental, ética e integração social, fomentar a coesão e o respeito às leis vigentes e valores coletivos.
As leis vigentes nos Código Civil e Penal Brasileiros devem ser devidamente aplicadas e inspecionadas dentro da Paraisópolis, assim como são em seu entorno.
Ao analisar o material da Consulta Pública sobre a Requalificação do Complexo Paraisópolis, tive dificuldade em compreender a proposta e contribuir de forma qualificada, especialmente diante do prazo curto da consulta.
Faltam informações essenciais, como diretrizes do projeto, orçamento, cronograma das intervenções e esclarecimentos sobre remoções.
Solicito complementação das informações, ampliação do prazo e instrumentos participativos voltados às comunidades afetadas.
Recomenda-se que o processo licitatório preveja a inclusão de coletivos e organizações atuantes em Paraisópolis, com realização de mapeamento participativo e diagnóstico territorial atualizado, garantindo que as propostas reflitam as dinâmicas locais e atendam às reais necessidades do território.
Estipular zoneamento para comercio e que estes sejam devidamente fiscalizados obedecendo as leis em vigor, é inadmissível que comércios ilegais proliferem abusivamente e ilegalmente na Paraisópolis, afetando de maneira desleal os comerciantes legais no perímetro urbano região;
Estimular a criação orgânica de grupos de Vizinhaça Solidaria;
Criar áreas especificas para a coleta de lixo; fiscalizar e multar todo e qualquer despejo de entulho e lixo em áreas comuns, publicas e verdes que seguem ocorrendo diariamente de maneira ilegal;
Criação e execução de um programa de cidadania e educação sócio-ambiental para que os moradores da Paraisópolis adaptem-se à Nova Paraisopolis e ao convívio civilizado em zoneamento urbano, criando planos e metas conjuntos para a continua melhoria da segurança e do bem estar social de todos;
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Ao analisar o material da Consulta Pública sobre a Requalificação do Complexo Paraisópolis, tive dificuldade em compreender a proposta e contribuir de forma qualificada, especialmente diante do prazo curto da consulta.
Faltam informações essenciais, como diretrizes do projeto, orçamento, cronograma das intervenções e esclarecimentos sobre remoções.
Solicito complementação das informações, ampliação do prazo e instrumentos participativos voltados às comunidades afetadas.
Ao analisar o material da Consulta Pública sobre a Requalificação do Complexo Paraisópolis, tive dificuldade em compreender a proposta e contribuir de forma qualificada, especialmente diante do prazo curto da consulta.
Faltam informações essenciais, como diretrizes do projeto, orçamento, cronograma das intervenções e esclarecimentos sobre remoções.
Solicito complementação das informações, ampliação do prazo e instrumentos participativos voltados às comunidades afetadas.
Proposta – Habitação Social e Cultura
O edifício Penthouse, localizado na Avenida Giovanni Gronchi, sempre foi um símbolo de luxo e segregação social. Atualmente encontra-se subutilizado/abandonado e pode ser incorporado ao Projeto Nova Paraisópolis como habitação social, além de espaços culturais, salas multiuso e galerias de intervenção social voltadas à comunidade.
Propõe-se que não apenas esse edifício, mas outros imóveis subutilizados no perímetro do Complexo de Paraisópolis sejam considerados para usos sociais e culturais, promovendo inclusão, requalificação urbana e acesso à moradia e à cultura no território.
Sugere-se a realização de um mapeamento detalhado das moradias subutilizadas e dos terrenos ociosos no território, com o objetivo de identificar áreas estratégicas para a construção de novas unidades habitacionais. Esse levantamento deve levar em conta a localização, a infraestrutura disponível, a proximidade com equipamentos públicos, transporte e oportunidades de trabalho, além da situação fundiária e das condições ambientais. Com base nesse mapeamento, será possível orientar de forma mais eficiente as políticas habitacionais, priorizando moradias bem localizadas, a recuperação de imóveis existentes e a redução do déficit habitacional, promovendo um adensamento mais qualificado e o uso justo do solo urbano.
Paralelamente, é necessária a provisão de novas unidades habitacionais para famílias em situação de risco ou diretamente afetadas por obras de urbanização, associada a modalidades flexíveis de atendimento. Nesse sentido, destaca-se a importância da garantia da carta de crédito com valor justo, especialmente para antigos moradores que já se encontram na fila de atendimento da locação social, assegurando alternativas reais de acesso à moradia definitiva. A carta de crédito amplia as possibilidades de escolha das famílias reassentadas, reduz impactos sociais, evita rupturas territoriais e contribui para a permanência no território ou em áreas próximas. De forma complementar, é fundamental avançar nos processos de regularização fundiária, garantindo segurança da posse, estabilidade habitacional e reconhecimento do direito à moradia, elementos essenciais para a consolidação urbana e social do território.
Somente lembrando que a favela Paraisópolis, localizada dentro dos bairros de Vila Andrade e Morumbi, não é legalizada e enfrenta vários processos judiciais por terrenos públicos e privados invadidos, construções abusivas ilegais e que principalmente não seguem nenhuma norma de segurança.
A política habitacional em Paraisópolis deve reconhecer que o déficit não se resume à falta de moradias, mas também à precariedade das habitações existentes, muitas delas autoconstruídas e com problemas estruturais, sanitários e ambientais. Por isso, as intervenções devem ir além da produção de novas unidades, incorporando programas de melhorias habitacionais, capazes de qualificar moradias consolidadas, preservar vínculos comunitários e gerar ganhos imediatos de saúde, segurança e qualidade de vida.
Somente lembrando que a favela Paraisópolis, localizada dentro dos bairros de Vila Andrade e Morumbi, não é legalizada e enfrenta vários processos judiciais por terrenos públicos e privados invadidos, construções abusivas ilegais e que principalmente não seguem nenhuma norma de segurança.
Paraisópolis não é autarquia, não deve seguir na anomia ou seja em estado de total desordem e ausência de normas sociais. Todo e qualquer investimento feito com verba publica e ou privada deve prever o consenso às normas, o cumprimento das leis para manter a segurança e coesão social, reafirmar normas, promover instituições publicas que fortaleçam a orientação sócio-ambiental, ética e integração social, fomentar a coesão e o respeito às leis vigentes e valores coletivos.
As leis vigentes nos Código Civil e Penal Brasileiros devem ser devidamente aplicadas e inspecionadas dentro da Paraisópolis, assim como são em seu entorno.
Abertura de pontos de hidratante nas entradas das vielas e becos e ruas. reestruturação da rede de esgoto das ruas e becos e vielas.
Ao analisar o material da Consulta Pública sobre a Requalificação do Complexo Paraisópolis, tive dificuldade em compreender a proposta e contribuir de forma qualificada, especialmente diante do prazo curto da consulta.
Faltam informações essenciais, como diretrizes do projeto, orçamento, cronograma das intervenções e esclarecimentos sobre remoções.
Solicito complementação das informações, ampliação do prazo e instrumentos participativos voltados às comunidades afetadas.
Recomenda-se que o processo licitatório preveja a inclusão de coletivos e organizações atuantes em Paraisópolis, com realização de mapeamento participativo e diagnóstico territorial atualizado, garantindo que as propostas reflitam as dinâmicas locais e atendam às reais necessidades do território.
Estipular zoneamento para comercio e que estes sejam devidamente fiscalizados obedecendo as leis em vigor, é inadmissível que comércios ilegais proliferem abusivamente e ilegalmente na Paraisópolis, afetando de maneira desleal os comerciantes legais no perímetro urbano região;
Estimular a criação orgânica de grupos de Vizinhaça Solidaria;
Criar áreas especificas para a coleta de lixo; fiscalizar e multar todo e qualquer despejo de entulho e lixo em áreas comuns, publicas e verdes que seguem ocorrendo diariamente de maneira ilegal;
Criação e execução de um programa de cidadania e educação sócio-ambiental para que os moradores da Paraisópolis adaptem-se à Nova Paraisopolis e ao convívio civilizado em zoneamento urbano, criando planos e metas conjuntos para a continua melhoria da segurança e do bem estar social de todos;