Que a construção prevista das 2.000 (duas mil) unidades habilitavas seja feita respeitando o zoneamento, e evitando que gerem um maior fluxo de invasões, como o que tem ocorrido: moradores recebem o imovel, vendem ou alugam e voltam a montar barracos, esperando receber outros imóveis em nome de filhos etc. que tais unidades habilitavas sejam feitas em consultoria com arquitetos renomados (de preferencia voluntários, e podemos sugerir uma lista de nomes) para que sejam esteticamente agradáveis e financeiramente viáveis; dando um basta na ditadura do feio na construção de moradias populares.
Promover transparência na regularização fundiaria (REURB), estabelecendo Zoneamentos. As áreas ocupadas por construções abusivas e ilegais na Paraisópolis ocupam terrenos públicos e privados, caso haja regularização fundiária essa deve transparente e gerar inscrição imobiliária para o cálculo e emissão do IPTU;
Ao analisar o material da Consulta Pública sobre a Requalificação do Complexo Paraisópolis, tive dificuldade em compreender a proposta e contribuir de forma qualificada, especialmente diante do prazo curto da consulta.
Faltam informações essenciais, como diretrizes do projeto, orçamento, cronograma das intervenções e esclarecimentos sobre remoções.
Solicito complementação das informações, ampliação do prazo e instrumentos participativos voltados às comunidades afetadas.
Restringir a circulação de caminhões das 5h às 21h de segunda a sexta-feira e das 10h às 14h aos sábados em todo o perímetro da região (Paraisopolis e entorno);
Eliminação de todo comercio em zoneamento residencial; não abriremos mão desta solicitação;
Estipular zoneamento para comercio e que estes sejam devidamente fiscalizados obedecendo as leis em vigor, é inadmissível que comércios ilegais proliferem abusivamente e ilegalmente na Paraisópolis, afetando de maneira desleal os comerciantes legais no perímetro urbano região;
Recuperar, aumentar, monitorar e manter as áreas verdes publicas e privadas que foram depredadas e desmatadas de maneira ilegal e abusiva na Paraisopolis; praças serão inevitavelmente invadidas para moradia ilegal e não são suficientes para a recuperação de áreas verdes e a absorção de agua necessárias, somente parques que devem ser cercados, e com horários definidos de abertura e fechamento. Todos os parques devem ser cercados e monitorados, para que não sejam invadidos, degradados e tornarem-se redutos de crime, de usuários de drogas, desova de corpos, desova de entulho, como o que tem sido registrado em áreas verdes. As áreas verdes monitoradas podem ser utilizadas para programas educacionais de manejo ambiental, viveiros para distribuição de mudas, estimulando mutirões de plantios de arvores frutíferas e ornamentais, estimulando o projeto Adote uma Arvore e para o plantio de hortas orgânicas coletivas para toda a região da Vila Andrade e Morumbi.
construção de um Centro Cultural e Esportivo Multidisciplinar unificado, e não como esta apresentado na proposta publicada em duas pequenas unidades distintas, que seja construído em area de fácil acesso e monitorada ao lado da AMA Paraisopolis, propomos que seja desenhado por arquitetos renomados e especializados, respeitando as normas de segurança e acústicas, para que crianças e jovens possam estudar e praticar esportes após o horário escolar e durante os finais de semana, com foco em educação cientifica, financeira, artística e esportiva;
Construção de 2 (duas) escolas com horário Integral e 4 (quatro) creches com horário Integral; juntamente com a construção de um Centro de Capacitação para Professores, é sabido que a grande maioria das crianças e jovens moradores da Paraisopolis vem de núcleos familiares disfuncionais monoparentais, e demandam uma atenção e atuação pontual por parte dos professores que devem ser capacitados para tal; sugerimos a implementação do modelo utlizado na “Escola Estadual Parque do Povo” em Cubatão, reconhecido e premiado internacionalmente em “Superação de Adversidades’.
Ao analisar o material da Consulta Pública sobre a Requalificação do Complexo Paraisópolis, tive dificuldade em compreender a proposta e contribuir de forma qualificada, especialmente diante do prazo curto da consulta. Faltam informações essenciais, como diretrizes do projeto, orçamento, cronograma das intervenções e esclarecimentos sobre remoções. Solicito complementação das informações, ampliação do prazo e instrumentos participativos voltados às comunidades afetadas.
Recomenda-se que o processo licitatório preveja, de forma explícita, a inclusão de coletivos do território e organizações que atuam em Paraisópolis, reconhecendo seus saberes locais e sua atuação histórica na comunidade. A proposta deve contemplar a realização de mapeamento participativo, com envolvimento direto dos moradores e lideranças locais, bem como a elaboração de um diagnóstico territorial atualizado, capaz de refletir as dinâmicas sociais, urbanas e ambientais atuais, assegurando que as intervenções propostas sejam aderentes às reais necessidades do território e promovam maior legitimidade, eficácia e controle social das ações.
Proposta 1: FABLAB (50% vagas local)
Cursos de programação e robótica geram renda. Bolsa-formação R$ 500-800/mês durante 12 meses. Reduz pressão por aluguel social.
Proposta 2: Centro de Memória
Documentar histórias de moradia de famílias removidas (fotos, vídeos, depoimentos). Co-design de novas unidades com participação de residentes. Registro de processo de reconstrução aumenta apropriação de novo espaço.
Ao analisar o material da Consulta Pública sobre a Requalificação do Complexo Paraisópolis, tive dificuldade em compreender a proposta e contribuir de forma qualificada, especialmente diante do prazo curto da consulta.
Faltam informações essenciais, como diretrizes do projeto, orçamento, cronograma das intervenções e esclarecimentos sobre remoções.
Solicito complementação das informações, ampliação do prazo e instrumentos participativos voltados às comunidades afetadas.
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Que a construção prevista das 2.000 (duas mil) unidades habilitavas seja feita respeitando o zoneamento, e evitando que gerem um maior fluxo de invasões, como o que tem ocorrido: moradores recebem o imovel, vendem ou alugam e voltam a montar barracos, esperando receber outros imóveis em nome de filhos etc. que tais unidades habilitavas sejam feitas em consultoria com arquitetos renomados (de preferencia voluntários, e podemos sugerir uma lista de nomes) para que sejam esteticamente agradáveis e financeiramente viáveis; dando um basta na ditadura do feio na construção de moradias populares.
Promover transparência na regularização fundiaria (REURB), estabelecendo Zoneamentos. As áreas ocupadas por construções abusivas e ilegais na Paraisópolis ocupam terrenos públicos e privados, caso haja regularização fundiária essa deve transparente e gerar inscrição imobiliária para o cálculo e emissão do IPTU;
Ao analisar o material da Consulta Pública sobre a Requalificação do Complexo Paraisópolis, tive dificuldade em compreender a proposta e contribuir de forma qualificada, especialmente diante do prazo curto da consulta.
Faltam informações essenciais, como diretrizes do projeto, orçamento, cronograma das intervenções e esclarecimentos sobre remoções.
Solicito complementação das informações, ampliação do prazo e instrumentos participativos voltados às comunidades afetadas.
Restringir a circulação de caminhões das 5h às 21h de segunda a sexta-feira e das 10h às 14h aos sábados em todo o perímetro da região (Paraisopolis e entorno);
Eliminação de todo comercio em zoneamento residencial; não abriremos mão desta solicitação;
Estipular zoneamento para comercio e que estes sejam devidamente fiscalizados obedecendo as leis em vigor, é inadmissível que comércios ilegais proliferem abusivamente e ilegalmente na Paraisópolis, afetando de maneira desleal os comerciantes legais no perímetro urbano região;
Recuperar, aumentar, monitorar e manter as áreas verdes publicas e privadas que foram depredadas e desmatadas de maneira ilegal e abusiva na Paraisopolis; praças serão inevitavelmente invadidas para moradia ilegal e não são suficientes para a recuperação de áreas verdes e a absorção de agua necessárias, somente parques que devem ser cercados, e com horários definidos de abertura e fechamento. Todos os parques devem ser cercados e monitorados, para que não sejam invadidos, degradados e tornarem-se redutos de crime, de usuários de drogas, desova de corpos, desova de entulho, como o que tem sido registrado em áreas verdes. As áreas verdes monitoradas podem ser utilizadas para programas educacionais de manejo ambiental, viveiros para distribuição de mudas, estimulando mutirões de plantios de arvores frutíferas e ornamentais, estimulando o projeto Adote uma Arvore e para o plantio de hortas orgânicas coletivas para toda a região da Vila Andrade e Morumbi.
construção de um Centro Cultural e Esportivo Multidisciplinar unificado, e não como esta apresentado na proposta publicada em duas pequenas unidades distintas, que seja construído em area de fácil acesso e monitorada ao lado da AMA Paraisopolis, propomos que seja desenhado por arquitetos renomados e especializados, respeitando as normas de segurança e acústicas, para que crianças e jovens possam estudar e praticar esportes após o horário escolar e durante os finais de semana, com foco em educação cientifica, financeira, artística e esportiva;
Construção de 4 (quatro) quadras poliesportivas cobertas; sugerimos contactar instituições reconhecidas para a participação da gestão do Centro Cultural e Esportivo como por exemplo SESC https://www.sesc.com.br/ Gol de Letra https://goldeletra.org.br/, Ballet Paraisopolis https://balletparaisopolis.org.br/
Construção de 2 (duas) escolas com horário Integral e 4 (quatro) creches com horário Integral; juntamente com a construção de um Centro de Capacitação para Professores, é sabido que a grande maioria das crianças e jovens moradores da Paraisopolis vem de núcleos familiares disfuncionais monoparentais, e demandam uma atenção e atuação pontual por parte dos professores que devem ser capacitados para tal; sugerimos a implementação do modelo utlizado na “Escola Estadual Parque do Povo” em Cubatão, reconhecido e premiado internacionalmente em “Superação de Adversidades’.
Ao analisar o material da Consulta Pública sobre a Requalificação do Complexo Paraisópolis, tive dificuldade em compreender a proposta e contribuir de forma qualificada, especialmente diante do prazo curto da consulta. Faltam informações essenciais, como diretrizes do projeto, orçamento, cronograma das intervenções e esclarecimentos sobre remoções. Solicito complementação das informações, ampliação do prazo e instrumentos participativos voltados às comunidades afetadas.
Recomenda-se que o processo licitatório preveja, de forma explícita, a inclusão de coletivos do território e organizações que atuam em Paraisópolis, reconhecendo seus saberes locais e sua atuação histórica na comunidade. A proposta deve contemplar a realização de mapeamento participativo, com envolvimento direto dos moradores e lideranças locais, bem como a elaboração de um diagnóstico territorial atualizado, capaz de refletir as dinâmicas sociais, urbanas e ambientais atuais, assegurando que as intervenções propostas sejam aderentes às reais necessidades do território e promovam maior legitimidade, eficácia e controle social das ações.
Proposta 3: Árvores, Jardins de Chuva, Parque + Food Trucks
Mínimo 10m² área verde por unidade em raio 300m. Varandas com horta comunitária. Acesso gratuito/subsidiado a eventos Parque. 50% food trucks para empreendedores locais (renda complementar). Reduz isolamento, melhora saúde mental.
Proposta 4: Requalificação Habitacional
Permanência territorial em raio 2km. Entrega sem custo + 24 meses isenção + auxílio mobiliário R$ 3-5 mil. Cláusulas anti-especulação 10 anos. Mix: 35m² (20%), 45-50m² (50%), 60-70m² (25%), 80m² (5%). Fundo social R$ 50-100M. Empregos: 500-800 diretos.
Proposta 1: FABLAB (50% vagas local)
Cursos de programação e robótica geram renda. Bolsa-formação R$ 500-800/mês durante 12 meses. Reduz pressão por aluguel social.
Proposta 2: Centro de Memória
Documentar histórias de moradia de famílias removidas (fotos, vídeos, depoimentos). Co-design de novas unidades com participação de residentes. Registro de processo de reconstrução aumenta apropriação de novo espaço.
Ao analisar o material da Consulta Pública sobre a Requalificação do Complexo Paraisópolis, tive dificuldade em compreender a proposta e contribuir de forma qualificada, especialmente diante do prazo curto da consulta.
Faltam informações essenciais, como diretrizes do projeto, orçamento, cronograma das intervenções e esclarecimentos sobre remoções.
Solicito complementação das informações, ampliação do prazo e instrumentos participativos voltados às comunidades afetadas.