ressalto que a implantação de novos empreendimentos deve estar condicionada à compatibilidade com a capacidade urbana do entorno imediato. Nesse sentido, solicito que os empreendimentos habitacionais previstos nesta área incorporem, de forma mandatória: (i) soluções de eficiência energética nas edificações, incluindo iluminação LED integral, equipamentos de alto desempenho e medição individualizada; (ii) implantação de sistemas de geração de energia solar fotovoltaica para atendimento das áreas comuns e mitigação da demanda no horário de pico; (iii) infraestrutura preparada para eventual uso futuro de sistemas de armazenamento de energia em serviços essenciais do conjunto; (iv) racionalização dos acessos de veículos, serviços e entregas, de modo a não transferir integralmente a pressão de circulação para as vias locais existentes. A habitação deve ser pensada de forma integrada à infraestrutura urbana, garantindo moradia digna sem externalizar impactos para os moradores do entorno.
Foco em habitações resilientes, práticas e conectadas ao entorno. Promover predios baixos multifamiliar com pátio interno e integração a nível rua, promovendo comércio no piso de diferentes setores para promover uso misto e oportunidade de renda na própria habitação. Garantir vagas de bicicletário para todos, armários externos e uma governança conjunta de áreas comuns. Incentivar também via subsídio público reformas e adequações das habitações já existentes promovendo melhorias estruturais e estéticas visando melhorar conforto e aumentar cobertura vegetal (criar programa de plantio de vegetação em frente as moradias)
Incluir subsídio para os moradores ou a prefeitura realizar reformas nas casas da região, melhoria na fachada das casas e inclusão de projetos para apartamentos adaptados aos diferentes tamanhos de famílias da região. Famílias maiores recebem apartamentos maiores, e menores recebem apartamentos menores.
Paraisopolis, localizada dentro dos bairros de Vila Andrade e Morumbi, não é legalizada e enfrenta vários processos judiciais por terrenos públicos e privados invadidos, construções abusivas ilegais e que principalmente não seguem nenhuma norma de segurança. Gastos com verba publica devem ser feitos em melhorias e segurança COMUNS e nao individuais.
As reformas das casas seriam pagas pela prefeitura. Os conjuntos habitacionais e casas reformadas podem incluir artes urbanas e grafites que serviriam de símbolo de renovação. Telhados verdes nos prédios.
Paraisopolis, localizada dentro dos bairros de Vila Andrade e Morumbi, não é legalizada e enfrenta vários processos judiciais por terrenos públicos e privados invadidos, construções abusivas ilegais e que principalmente não seguem nenhuma norma de segurança. Gastos com verba publica devem ser feitos em melhorias e segurança COMUNS e nao individuais.
No eixo de habitação, que adota corretamente uma abordagem integrada entre reassentamento, permanência das famílias no território e qualificação ambiental, o RastroVerde pode contribuir como elemento complementar à qualidade da moradia. A incorporação planejada de infraestrutura verde nos entornos dos novos empreendimentos habitacionais e nas áreas ZEIS mapeadas contribui para a redução de ilhas de calor, a melhoria do conforto ambiental e a valorização dos espaços livres associados às habitações. Essa integração reforça o conceito de moradia digna ao reconhecer que a qualidade habitacional não se limita à unidade construída, mas envolve o ambiente urbano, climático e paisagístico no qual as famílias vivem, ampliando os benefícios sociais e ambientais das soluções propostas.
Quando a Lei Municipal nº 18.175/2024 ampliou o perímetro da OUCFL para Paraisópolis, Jardim Colombo e Porto Seguro, deveria ter considerado um perímetro expandido destas favelas para atendimento habitacional, por exemplo ao longo dos eixos de maior deslocamento das pessoas destas favelas até o trabalho, isso levaria em consideração territórios descritos no slide 9 da apresentação (vetores de saída) como possíveis áreas para produção habitacional HIS com recursos da operação urbana, aproximando moradia e emprego em regiões com oferta de transporte público e liberando espaço nas favelas para urbanização de qualidade. Vejam que no edital do Pode Entrar isso foi desconsiderado, nem sequer o perímetro das favelas foi considerado para oferta de habitação dentro do chamamento.
Sugestões dos projetos sociais de skate de Paraisópolis ,Ong Skate Solidário, Confederação Brasileira de Skate/CCA São José,PZS Skateboarder Paraisópolis,Bloquinho A Love Paraisopolis Skate, associação dos Skatistas de Paraisópolis, Associação dos Skatistas do Real Parque,Skate Week,instituto Skate Cuida/Bob Burnquist,Skatistas do Morumbi,Skatistas CEU Paraisópolis,País e mães dos skatistas, associação do para skate ,skatistas adaptados ,skatistas paraolímpico paraskatistas,skate feminino,skatistas veteranos ,escolinhas de skate dos projetos sociais ,projeto skate cultura,projeto apresentação de skate e caça asteróides MCTI/NASA/IASC,projeto skate e ministério do esporte lei de incentivo ao esporte ,projeto skate Virada Esportivo prefeitura de São Paulo Capital ....,entre outros projetos .As sugestões é de ter um espaço coberto a prática de skate,adaptar o centro esportivo a prática de projetos escolas de skate.
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ressalto que a implantação de novos empreendimentos deve estar condicionada à compatibilidade com a capacidade urbana do entorno imediato. Nesse sentido, solicito que os empreendimentos habitacionais previstos nesta área incorporem, de forma mandatória: (i) soluções de eficiência energética nas edificações, incluindo iluminação LED integral, equipamentos de alto desempenho e medição individualizada; (ii) implantação de sistemas de geração de energia solar fotovoltaica para atendimento das áreas comuns e mitigação da demanda no horário de pico; (iii) infraestrutura preparada para eventual uso futuro de sistemas de armazenamento de energia em serviços essenciais do conjunto; (iv) racionalização dos acessos de veículos, serviços e entregas, de modo a não transferir integralmente a pressão de circulação para as vias locais existentes. A habitação deve ser pensada de forma integrada à infraestrutura urbana, garantindo moradia digna sem externalizar impactos para os moradores do entorno.
Foco em habitações resilientes, práticas e conectadas ao entorno. Promover predios baixos multifamiliar com pátio interno e integração a nível rua, promovendo comércio no piso de diferentes setores para promover uso misto e oportunidade de renda na própria habitação. Garantir vagas de bicicletário para todos, armários externos e uma governança conjunta de áreas comuns. Incentivar também via subsídio público reformas e adequações das habitações já existentes promovendo melhorias estruturais e estéticas visando melhorar conforto e aumentar cobertura vegetal (criar programa de plantio de vegetação em frente as moradias)
Incluir subsídio para os moradores ou a prefeitura realizar reformas nas casas da região, melhoria na fachada das casas e inclusão de projetos para apartamentos adaptados aos diferentes tamanhos de famílias da região. Famílias maiores recebem apartamentos maiores, e menores recebem apartamentos menores.
Paraisopolis, localizada dentro dos bairros de Vila Andrade e Morumbi, não é legalizada e enfrenta vários processos judiciais por terrenos públicos e privados invadidos, construções abusivas ilegais e que principalmente não seguem nenhuma norma de segurança. Gastos com verba publica devem ser feitos em melhorias e segurança COMUNS e nao individuais.
As reformas das casas seriam pagas pela prefeitura. Os conjuntos habitacionais e casas reformadas podem incluir artes urbanas e grafites que serviriam de símbolo de renovação. Telhados verdes nos prédios.
Paraisopolis, localizada dentro dos bairros de Vila Andrade e Morumbi, não é legalizada e enfrenta vários processos judiciais por terrenos públicos e privados invadidos, construções abusivas ilegais e que principalmente não seguem nenhuma norma de segurança. Gastos com verba publica devem ser feitos em melhorias e segurança COMUNS e nao individuais.
No eixo de habitação, que adota corretamente uma abordagem integrada entre reassentamento, permanência das famílias no território e qualificação ambiental, o RastroVerde pode contribuir como elemento complementar à qualidade da moradia. A incorporação planejada de infraestrutura verde nos entornos dos novos empreendimentos habitacionais e nas áreas ZEIS mapeadas contribui para a redução de ilhas de calor, a melhoria do conforto ambiental e a valorização dos espaços livres associados às habitações. Essa integração reforça o conceito de moradia digna ao reconhecer que a qualidade habitacional não se limita à unidade construída, mas envolve o ambiente urbano, climático e paisagístico no qual as famílias vivem, ampliando os benefícios sociais e ambientais das soluções propostas.
Quando a Lei Municipal nº 18.175/2024 ampliou o perímetro da OUCFL para Paraisópolis, Jardim Colombo e Porto Seguro, deveria ter considerado um perímetro expandido destas favelas para atendimento habitacional, por exemplo ao longo dos eixos de maior deslocamento das pessoas destas favelas até o trabalho, isso levaria em consideração territórios descritos no slide 9 da apresentação (vetores de saída) como possíveis áreas para produção habitacional HIS com recursos da operação urbana, aproximando moradia e emprego em regiões com oferta de transporte público e liberando espaço nas favelas para urbanização de qualidade. Vejam que no edital do Pode Entrar isso foi desconsiderado, nem sequer o perímetro das favelas foi considerado para oferta de habitação dentro do chamamento.
Sugestões dos projetos sociais de skate de Paraisópolis ,Ong Skate Solidário, Confederação Brasileira de Skate/CCA São José,PZS Skateboarder Paraisópolis,Bloquinho A Love Paraisopolis Skate, associação dos Skatistas de Paraisópolis, Associação dos Skatistas do Real Parque,Skate Week,instituto Skate Cuida/Bob Burnquist,Skatistas do Morumbi,Skatistas CEU Paraisópolis,País e mães dos skatistas, associação do para skate ,skatistas adaptados ,skatistas paraolímpico paraskatistas,skate feminino,skatistas veteranos ,escolinhas de skate dos projetos sociais ,projeto skate cultura,projeto apresentação de skate e caça asteróides MCTI/NASA/IASC,projeto skate e ministério do esporte lei de incentivo ao esporte ,projeto skate Virada Esportivo prefeitura de São Paulo Capital ....,entre outros projetos .As sugestões é de ter um espaço coberto a prática de skate,adaptar o centro esportivo a prática de projetos escolas de skate.
Poderia ter uma escolinha de skate no CEU Paraisópolis, por que não?!?! Lá tem bastante espaço!!!!