Ao analisar o material da Consulta Pública sobre a Requalificação do Complexo Paraisópolis, tive dificuldade em compreender a proposta e contribuir de forma qualificada, especialmente diante do prazo curto da consulta.
Faltam informações essenciais, como diretrizes do projeto, orçamento, cronograma das intervenções e esclarecimentos sobre remoções.
Solicito complementação das informações, ampliação do prazo e instrumentos participativos voltados às comunidades afetadas.
Ao analisar o material da Consulta Pública sobre a Requalificação do Complexo Paraisópolis, tive dificuldade em compreender a proposta e contribuir de forma qualificada, especialmente diante do prazo curto da consulta.
Faltam informações essenciais, como diretrizes do projeto, orçamento, cronograma das intervenções e esclarecimentos sobre remoções.
Solicito complementação das informações, ampliação do prazo e instrumentos participativos voltados às comunidades afetadas.
Ao analisar o material da Consulta Pública sobre a Requalificação do Complexo Paraisópolis, tive dificuldade em compreender a proposta e contribuir de forma qualificada, especialmente diante do prazo curto da consulta.
Faltam informações essenciais, como diretrizes do projeto, orçamento, cronograma das intervenções e esclarecimentos sobre remoções.
Solicito complementação das informações, ampliação do prazo e instrumentos participativos voltados às comunidades afetadas.
Sugestão:
Investir em melhorias e reformas das UBSs existentes, garantindo ambientes mais estruturados, seguros e acolhedores para a população. O mesmo vale para escolas e creches, com revitalização dos prédios, melhorias nas salas de aula, banheiros, áreas externas e acessibilidade.
Essas ações fortalecem os serviços públicos, valorizam os profissionais e oferecem mais dignidade, conforto e qualidade no atendimento à comunidade.
Sobre a implantação do Parque Itapaiúna, localizado na porção sul de Paraisópolis, com Aprox. 48 mil metros quadrados de área verde, previsto no plano Diretor, que visa garantir à proteção e permanencia da área permeável e de vegetação no território, é preciso prever entre os equip. de "lazer", a destinação de espaços para construção de áreas de "convivência" e prática de atividades direcionadas ao público infantil - EMIA, ao público idoso - NCI e ao público em geral - CECCO.
Nos processos de licitação, concursos ou chamamentos públicos vinculados ao Projeto Nova Paraisópolis, é fundamental considerar que nem todos os profissionais e trabalhadores que atuam em Paraisópolis possuem estrutura técnica ou administrativa robusta para atender aos critérios tradicionais do poder público.
Propõe-se a criação de formatos menos burocráticos e com maior identidade local, que possibilitem a participação direta de profissionais, coletivos e trabalhadores do território. Essa estratégia amplia o acesso às oportunidades, fortalece a economia local, estimula a circulação de recursos dentro da comunidade e gera trabalho e renda para quem já atua e conhece as reais demandas do território.
Como moradora de Paraisópolis, nascida e criada nesta comunidade, minha vida foi muito impactada por meio de projetos sociais que participei durante minha infância e adolescência. Hoje, sou voluntária no Instituto Unidos de Paraisópolis, atuo com crianças e adolescentes e também junto as famílias, com ações diversas que causam impacto real na vida das pessoas. Por isso, sugiro o fortalecimento de instituições já existentes, que são fundamentais e importantes dentro de Paraisópolis. Como o Instituto Unidos de Paraisópolis que está há 6 anos funcionando em um terreno emprestado temporariamente que limita o seu crescimento. Faz-se necessária uma conversa com as ONGs existentes para pensar estratégias que fortaleçam essas iniciativas que fazem tanta diferença na vida dos moradores. A destinação de recursos do CEPAC para a construção da sede do Instituto Unidos de Paraisópolis é um investimento que retorna em forma de educação, cultura, cidadania e desenvolvimento humano.
Para que o conjunto de equipamentos previstos no Programa Nova Paraisópolis venha atender simultaneamente E DE FATO às demandas da população é necessário que:
a) essa consulta pública seja a primeira fase de escuta da população local;
b) necessário realizar oficinas, no entorno do local do equipamento proposto, de forma a certificar se a percepção do poder público, da necessidade e localização do equipamento, de fato é percebido como prioridade dá pop local.
c) proporcionar e estimular o espirito de pertencimento, participativo e de cuidado do bem público na pop local.
O eixo Equipamentos deve tratar também dos atuais equipamentos já consolidados que oferecem contraturno escolar em Paraisópolis. Desde 2015 tramita na Secretaria Municipal de Habitação da Prefeitura de São Paulo (SEHAB) o Processo Administrativo nº 2015-0.201.240-1 em que a ONG Casa da Amizade, que atua no Grotão há mais de 30 anos, pede cessão de espaço público para suas atividades atendendo crianças e preadolecentes de 6 a 14 anos, estudantes vulneráveis das escolas públicas do território. Entendemos ser muito importante equacionar esta demanda neste momento da Operação Urbana Consorciada Faria Lima (OUCFL), preferecialmente regularizando a ocupação atual na R. Itamotinga 51.
Criação de Centro, a exemplo do Projeto Pavilhão Social para abrigar instituições que precisam de espaços para desenvolverem seu trabalho.
Ao analisar o material da Consulta Pública sobre a Requalificação do Complexo Paraisópolis, tive dificuldade em compreender a proposta e contribuir de forma qualificada, especialmente diante do prazo curto da consulta.
Faltam informações essenciais, como diretrizes do projeto, orçamento, cronograma das intervenções e esclarecimentos sobre remoções.
Solicito complementação das informações, ampliação do prazo e instrumentos participativos voltados às comunidades afetadas.
Ao analisar o material da Consulta Pública sobre a Requalificação do Complexo Paraisópolis, tive dificuldade em compreender a proposta e contribuir de forma qualificada, especialmente diante do prazo curto da consulta.
Faltam informações essenciais, como diretrizes do projeto, orçamento, cronograma das intervenções e esclarecimentos sobre remoções.
Solicito complementação das informações, ampliação do prazo e instrumentos participativos voltados às comunidades afetadas.
Ao analisar o material da Consulta Pública sobre a Requalificação do Complexo Paraisópolis, tive dificuldade em compreender a proposta e contribuir de forma qualificada, especialmente diante do prazo curto da consulta.
Faltam informações essenciais, como diretrizes do projeto, orçamento, cronograma das intervenções e esclarecimentos sobre remoções.
Solicito complementação das informações, ampliação do prazo e instrumentos participativos voltados às comunidades afetadas.
Sugestão:
Investir em melhorias e reformas das UBSs existentes, garantindo ambientes mais estruturados, seguros e acolhedores para a população. O mesmo vale para escolas e creches, com revitalização dos prédios, melhorias nas salas de aula, banheiros, áreas externas e acessibilidade.
Essas ações fortalecem os serviços públicos, valorizam os profissionais e oferecem mais dignidade, conforto e qualidade no atendimento à comunidade.
Sobre a implantação do Parque Itapaiúna, localizado na porção sul de Paraisópolis, com Aprox. 48 mil metros quadrados de área verde, previsto no plano Diretor, que visa garantir à proteção e permanencia da área permeável e de vegetação no território, é preciso prever entre os equip. de "lazer", a destinação de espaços para construção de áreas de "convivência" e prática de atividades direcionadas ao público infantil - EMIA, ao público idoso - NCI e ao público em geral - CECCO.
Nos processos de licitação, concursos ou chamamentos públicos vinculados ao Projeto Nova Paraisópolis, é fundamental considerar que nem todos os profissionais e trabalhadores que atuam em Paraisópolis possuem estrutura técnica ou administrativa robusta para atender aos critérios tradicionais do poder público.
Propõe-se a criação de formatos menos burocráticos e com maior identidade local, que possibilitem a participação direta de profissionais, coletivos e trabalhadores do território. Essa estratégia amplia o acesso às oportunidades, fortalece a economia local, estimula a circulação de recursos dentro da comunidade e gera trabalho e renda para quem já atua e conhece as reais demandas do território.
Como moradora de Paraisópolis, nascida e criada nesta comunidade, minha vida foi muito impactada por meio de projetos sociais que participei durante minha infância e adolescência. Hoje, sou voluntária no Instituto Unidos de Paraisópolis, atuo com crianças e adolescentes e também junto as famílias, com ações diversas que causam impacto real na vida das pessoas. Por isso, sugiro o fortalecimento de instituições já existentes, que são fundamentais e importantes dentro de Paraisópolis. Como o Instituto Unidos de Paraisópolis que está há 6 anos funcionando em um terreno emprestado temporariamente que limita o seu crescimento. Faz-se necessária uma conversa com as ONGs existentes para pensar estratégias que fortaleçam essas iniciativas que fazem tanta diferença na vida dos moradores. A destinação de recursos do CEPAC para a construção da sede do Instituto Unidos de Paraisópolis é um investimento que retorna em forma de educação, cultura, cidadania e desenvolvimento humano.
Para que o conjunto de equipamentos previstos no Programa Nova Paraisópolis venha atender simultaneamente E DE FATO às demandas da população é necessário que:
a) essa consulta pública seja a primeira fase de escuta da população local;
b) necessário realizar oficinas, no entorno do local do equipamento proposto, de forma a certificar se a percepção do poder público, da necessidade e localização do equipamento, de fato é percebido como prioridade dá pop local.
c) proporcionar e estimular o espirito de pertencimento, participativo e de cuidado do bem público na pop local.
O eixo Equipamentos deve tratar também dos atuais equipamentos já consolidados que oferecem contraturno escolar em Paraisópolis. Desde 2015 tramita na Secretaria Municipal de Habitação da Prefeitura de São Paulo (SEHAB) o Processo Administrativo nº 2015-0.201.240-1 em que a ONG Casa da Amizade, que atua no Grotão há mais de 30 anos, pede cessão de espaço público para suas atividades atendendo crianças e preadolecentes de 6 a 14 anos, estudantes vulneráveis das escolas públicas do território. Entendemos ser muito importante equacionar esta demanda neste momento da Operação Urbana Consorciada Faria Lima (OUCFL), preferecialmente regularizando a ocupação atual na R. Itamotinga 51.